Workflow ou BPM? Entenda a diferença!

Em um mercado cada vez mais orientado pelo gerenciamento de processos, há dois tipos de softwares integrados que são bastante utilizados pelas empresas, o BPM (Business Process Management) e o Workflow.

É fundamental que as empresas saibam implementar esse tipo de software, ambos podem ser bastante oportunos para a organização e para o planejamento empresarial, seja para ações do ambiente interno ou para ações do ambiente externo.

​O que é BPM?

É uma sigla em inglês “Business Process Management” que, ao pé da letra, pode ser traduzida como gerenciamento de processos de negócios, e é um dos melhores métodos e softwares que ajuda a empresa a incorporar vários níveis de trabalho e múltiplos fluxos de atividades de uma empresa.

Incorpora aprimoramentos como automação de ferramentas e orientação de otimização do capital humano em diferentes hierarquias.

Apresenta objetivo na melhoria de processos de negócios para ajudar a empresa a ser mais eficiente, e sendo reconhecido como um método bastante eficiente para o alinhamento de uma empresa e para atender melhor seus clientes internos e externos.

Mas, e o workflow?

Trata-se de um método que ajuda a empresa a monitorar resultados, reduzir pontos ineficientes e melhorar a incorporação da automação em vários tipos de tarefas.

O Workflow ajuda a alinhar processos e metas de negócios de forma inteligente e com sistematização, organizando documentos e tarefas a serem concluídas com mais qualidade e conformidade em relação às metas da empresa.

As principais diferenças

Podemos analisar as principais diferenças entre Workflow e BPM, no Workflow temos estratégias dedicadas para a organização das pessoas e de documentos para viabilizar etapas de forma correta e esperada.

Já com o BPM temos o foco em processos gerais da empresa permitindo aplicar e aprimorar atividades de gerenciamentos. Claro que ambos podem ser combinados como métodos e aplicativos, mas o método BPM é ressaltado para gerar melhoria contínua em diversos processos.

Qual escolher?

O gestor pode ficar na dúvida sobre qual tipo de metodologia aplicar em sua empresa. Porém, caso o objetivo seja o de orientar a equipe a ter um desempenho melhor em suas tarefas diárias, a aplicação de Workflow é a mais indicada com a orientação de seleção de ferramentas de gerenciamento de fluxo de trabalho dedicadas à produção e ao atendimento aos clientes.

Por outro lado, o BPM poderá ser mais indicado no caso de uma gestão de negócios que precisa por uma estratégia mais escalável para diferentes setores da empresa permitindo expandir o projeto gerando benefícios e alocando os recursos de produção e de vendas da melhor forma possível.

Conclusão

Portanto, seja através do BPM ou do Workflow é possível organizar processos de forma ampla ou focada nos ambientes de produção e de atendimento de uma empresa.

É importante que todas as etapas produtivas e de gerenciamento sejam bem alinhadas aos objetivos da empresa para evitar ineficiências ou inconformidades.

Cabe a cada gestor ou mesa diretora verificar as necessidades da empresa e verificar quais métodos serão mais assertivos para os projetos da empresa.

Veja também: Benefícios do BPM na Gestão de Processos

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Como negociar com fornecedores durante uma crise econômica?

É possível negociar com fornecedores? Vivemos em tempos com grande diversidade de marcas e empresas que atuam como fornecedoras em diferentes mercados e cadeias de suprimentos.

Seja em momentos de crise ou de crescimento pleno da economia, a empresa sempre precisará atualizar sua lista de fornecedores em potencial como forma de controlar custos operacionais e evitar despesas que possam impactar na precificação de seus produtos e serviços.

Na prática, um dos grandes desafios das empresas no atual cenário é obter insumos de qualidade, produtos que de fato alavanquem as vendas e possam ajudar na formação de parcerias estratégicas.

Como negociar com fornecedores?

Neste artigo apresentamos dicas simples e bem direcionadas para orientar empreendedores de diferentes áreas para criar métodos de negociação mais acessíveis e que de fato colaborem para o crescimento da empresa.

1 – Planejamento

Principalmente, em tempos de crise, é importantíssimo enxergar as mudanças e processos adaptativos que a empresa precisa realizar para reduzir custos.

Nesse objetivo o primeiro passo é o de realizar o melhor planejamento possível.

É importante ao gestor realizar uma lista de prioridades para a empresa, sabendo identificar o que de fato é imprescindível para a empresa continuar funcionando e produzindo mais.

2 – Reveja os prazos

Além de calcular os custos de aquisição é importante que o gestor também reveja os prazos para o recebimento de cada item, insumo ou produto esperado.

Ao negociar com fornecedores é indicado solicitar prorrogação dos prazos, não somente de entrega, mas de pagamento de boletos de pagamento.

Principalmente, em tempos de retração de mercado, a empresa poderá estar se esforçando bastante para refazer o caixa e equilibrar as contas a partir das despesas e custos com o fornecimento.

3 – Fortaleça a relação

Outra iniciativa é a de fortalecer a relação com os fornecedores, podendo tratá-los como parceiros de suprimento e de negócio.

Através de um positivo relacionamento com os parceiros certos é possível desenvolver melhores negócios.

Em tempos de diferenciação de produtos ou de crises econômicas é mais importante estreitar a relação com os parceiros de negócios e de investimentos.

4 – Estude o mercado

Uma boa dica é a de estudar o mercado atual em relação aos fornecedores, começando a fazer uma cotação de valores e condições de pagamento e comparar as condições com as apresentadas por outras empresas concorrentes.

Sendo assim, ao negociar você terá mais argumentos para comparar preços de produtos e serviços, podendo ainda solicitar descontos e melhores prazos de pagamento.

5 – Aplique a comunicação certa

A empresa compradora ainda pode e deve utilizar a comunicação assertiva, mantendo a empatia, compreendendo os desafios e dificuldades da empresa fornecedora, mas sempre mantendo os seus argumentos de modo racional.

6 – Trabalhe com antecipação

Mesmo quando o fornecedor não oferece prazos melhores, ao decidir pagar por um preço superior, o comprador poderá negociar a possibilidade de antecipação de entrega dos produtos ou de prestação do suporte prometido.

Conclusão

Neste artigo apresentamos os principais conceitos e ações relacionadas com o ato de negociar com fornecedores e dessa forma desenvolver melhores práticas de mercado e boas parcerias produtivas.

Veja também:

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3 dicas para lidar com o Estoque Fantasma

O estoque fantasma está entre os grandes problemas do setor logístico de uma corporação. Ele ainda pode gerar grandes desajustes entre as atividades produtivas e a quantidade de estoque que está presente fisicamente na loja ou área de armazenamento.

De todo modo, é uma situação que pode gerar perdas e danos irreparáveis para a empresa e sua atuação no mercado.

Neste artigo apresentamos o conceito explicativo desse tipo de estoque, como identificá-lo na empresa e como atuar para que ele não prejudique as atividades de expedição.

O que é estoque fantasma?

Em países de língua inglesa ele é referido como “phantom inventory” para determinar o significado de “inventário fantasma” referente aos desajustes existentes entre os estoques existentes fisicamente no local de armazenagem ou na loja e o estoque verdadeiramente registrado no sistema de controle.

Na prática, se refere ao item que aparece na lista ou banco de dados de controle, mas que não está presente fisicamente na área física de acesso ao produto ou de armazenagem.

Desajuste

Sendo assim, podemos considerá-lo como um desajuste que pode implicar em perdas para a empresa e para o cliente. A empresa poderá, por exemplo, aceitar pedidos que não poderão ser entregues ao cliente pela ausência do produto.

Ao tentar coletar o produto, o atendente, vendedor ou coletor de produtos terá a percepção que o objeto não existe e o cliente ficará sem a mercadoria.

Essa situação ainda poderá gerar problemas sérios no processo de abastecimento, principalmente, no caso de matérias-primas e suprimentos.

Como reduzir?

O estoque fantasma pode ser reduzido a partir das seguintes ações:

1 – Monitoramento de erros humanos

Geralmente, ele pode surgir por causa de erros humanos como mover a mercadoria de forma errada, não ter feito o registro corretamente no sistema, ou registrá-lo mais de uma vez no sistema.

Dessa forma é indicado realizar monitoramento presencial para confirmar a existência de cada tipo de produto.

2 – Automatização

Outra maneira de reduzir a sua existência é a aplicação de métodos de automatização. Através desse processo a empresa contará com a assistência eletrônica que dispensará as atividades manuais para atualizar o número de determinado item no setor de estoque.

Em processos mais abrangentes pode ainda contar com operações robotizadas para a construção de armazéns automáticos.

3 – Diagnóstico

Outra atividade é a realização de diagnóstico para verificar o por quê de alguns produtos estarem ausentes no setor de vendas ou de estocagem.

É importante verificar quais produtos estão encalhados, as informações que de fato foram repassadas para o inventário e a organização interna da empresa.

4 – Faça liquidações

Uma das atividades que incentiva atualizar os dados referentes aos estoques é a realização de liquidações, através da qual a empresa precisa saber a quantidade de item existente na armazenagem para vender por um preço menor.

Conclusão

Neste artigo apresentamos o conceito de estoque fantasma e o por quê de seu surgimento no gerenciamento de uma empresa, bem como os métodos para evitar a sua ocorrência.

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Consultoria Estratégica Empresarial: o que saber antes de contratar?

A consultoria estratégica pode proporcionar mais ganho de tempo e gerar oportunidades para a empresa crescer. Você precisa descobrir se a sua empresa de fato precisa contratar um consultor dedicado nesta área para ajudar na evolução do seu negócio.

Sabemos que os grandes motivos para uma empresa contratar um consultor é a necessidade de identificar erros a serem corrigidos ou oportunidades a serem exploradas. É sempre importante ao empreendedor conhecer o seu objetivo de mercado e compreender a verdadeira situação da sua empresa no mercado.

O trabalho do consultor dedicado nesta área oferece grandes benefícios para a empresa, principalmente, para compreender a postura da empresa no mercado no qual atua.

Consultoria estratégica

Através desse tipo de estratégia a empresa consegue realizar um profundo diagnóstico antes mesmo de tomar decisões importantes como a compra de insumos, contratar pessoas e instalar equipamentos.

Em muitos casos, as empresas costumam negligenciar a adoção de ações estratégicas em seus ambientes de produção e de geração de negócios. Porém, a ausência de um diagnóstico empresarial pode comprometer o futuro da corporação e a colocar a empresa à margem da mortalidade.

De todo modo, quando os empreendedores não estão conscientes das missões da empresa ou não estão satisfeitos com o seu atual desempenho, é importante repensar a visão estratégica nos setores de marketing, finanças e gestão.

Avaliação

O gestor ou responsável pela empresa precisa, ao lado da consultoria estratégica, avaliar o nível de qualificação de suas ações para alcançar os clientes e poder gerar os resultados esperados.

O consultor poderá ajudar a iniciar o processo de avaliação de gestão de pessoas, o nível de capacitação de cada colaborador, os processos de contratação e como está organizada a área de contabilidade e finanças.

A partir daí será mais fácil avaliar os outros setores da empresa, por meio de realização de diagnóstico empresarial a fim de identificar falhas e gargalos buscado por mais soluções.

Benefícios de contratar um consultor

O empreendedor pode e deve avaliar o investimento de uma corporação visando os ganhos que se pretende alcançar.

Ao contratar uma consultoria estratégica, em primeiro lugar a empresa será beneficiada com a atração de mais conhecimento, experiência, melhoria nos processos, mais agilidade, conexão com as soluções certas e superação de desafios.

Dentre os principais benefícios, os consultores apresentam também uma nova visão para a empresa, além de uma percepção mais amplificada sobre o empreendimento.

Impactos positivos

Ao contratar um consultor, a empresa gera importantes impactos para suas atividades e mercado, a começar pela elevação da velocidade de resoluções de questões e desafios antes não superados.

O ponto inicial é obter mais agilidade para a resolução de problemas, ganho de tempo para a produtividade e melhores práticas para o planejamento das ações no dia a dia produtivo.

Outro impacto positivo é a criação de uma cultura de gestão com profissionalização do planejamento.

Conclusão

Portanto, ao contratar uma consultoria estratégica, a empresa alcança grandes benefícios para a sua organização e atuação de mercado. Entre em contato com a Deverhum Consulting o conheça nossas soluções em consultorias, treinamentos e programas de desenvolvimento profissional.

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Gerenciamento de Processos de Negócio: Conceito, Importância e Etapas

O gerenciamento de processos é parte fundamental de um projeto para ajudar a empresa crescer. É uma atividade que envolve os colaboradores e orientação dos processos visando escalar os resultados.

No mercado atual, as corporações estão investindo mais esforços dedicados no processo gestor para os melhores métodos de negócio serem consolidados.

O gerenciamento dedicado pode envolver diferentes setores e informações no ambiente interno da empresa, bem como de sua relação com o ambiente externo do mercado.

Neste artigo falaremos mais sobre esse tema e como ele pode impactar na sua empresa.

O que é gerenciamento de processo de negócio?

Quando abordamos sobre negócios é importante ao gestor compreender sobre o verdadeiro conceito desse tipo de processo. Gerenciar é uma atividade que requer controlar, monitorar e organizar informações relativas a um conjunto de atividades orientadas e estruturadas para geração de resultados e produtos que possam gerar valor para a empresa em suas atividades.

Em suma, é um método através do qual a empresa pode se organizar melhor internamente visando definir e atingir objetivos com a produção e oferta de produtos e serviços de qualidade.

Na prática, a empresa deve organizar as hierarquias, departamentos, setores e colaboradores sabendo atribuir responsabilidades para as equipes e pessoas certas para entregar os melhores resultados.

Sendo assim, podemos considerar esse método como uma geração de melhores práticas para a rotina de gestão e definição de etapas produtivas na empresa.

A importância do processo

Esse tipo de trabalho gera muitos benefícios para uma corporação ou empresa de qualquer porte. Sabemos que quando a gestão está bem orientada e bem organizada, observamos a simplificação de etapas de produção e elevação da taxa de produtividade.

Automatizando ações

Para automatização de processos com aplicação de métodos e de softwares é importante:

  • Realizar identificação das tarefas que de fato são importantes;
  • Investir na simplificação da gestão para melhorar o nível de eficiência da empresa;
  • Agilizar o processo de comunicação interna;
  • Manter todas as tarefas em dia, focando em evitar os atrasos.

​Os processos

No tocante ao gerenciamento de processos, temos três tipos:

Processo Primários

São processos que comumente agregam valor aos clientes, sendo atividades essenciais para que as empresas alcancem seus objetivos através da logística, produção, vendas, marketing e processo de entrega.

Processos de suporte

São atividades que podem oferecer mais apoio e suporte para a implementação de ações para os processos primários facilitando as atividades base. Abrange a infraestrutura de T.I, gestão de pessoas e manutenção.

Processos de gestão

Também conhecido como processo de controle, ele é implementado para acompanhar os dois processos anteriores aplicável através da governança corporativa, gestão estratégicas, gestão de qualidade e gestão de performance.

​Conclusão

Portanto, ao abordarmos sobre o gerenciamento de processos é importante começar com a definição de objetivos, planejamento de processos, criação de tarefas, delegação de tarefas aos colaboradores e implementação dos processos na prática.

Veja também:

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3 Qualidades das Equipes de Alta Performance

É possível montar equipes de alta performance nos dias atuais? Sabemos que selecionar e manter bons profissionais trabalhando para a empresa não é tarefa fácil.

Porém, ao montar uma equipe, além de poder contar com os melhores talentos, o processo de seleção também visa contar com pessoas que possam ser treinadas a abraçar as causas da marca perante o mercado.

Uma das principais fórmulas para o sucesso é conciliar profissionais com boa formação técnica e acadêmica, habilidades extras e interesse em atuar nos principais segmentos de trabalho da empresa.

Posteriormente, é importante que a empresa ofereça ferramentas, treinamento e ambiente favorável para o desenvolvimento profissional e busca por melhores resultados.

As equipes de alta performance

Esse conceito de equipe pode ser aplicado em diferentes segmentos de atuação, seja no de produção, entrega de serviços, vendas, atendimento, visita ao cliente, pesquisa de mercado, desenvolvimento de produtos e entre outros.

Porém, na prática é fundamental que haja uma cumplicidade positiva nas ações praticadas pelas equipes visando atingir metas e objetivos positivos que alavanquem os resultados da empresa e da marca.

A seguir apresentamos as três qualidades que são fundamentais para a formação de equipes de alta performance:

1 – Qualidade individual

A equipe de qualidade é formada por diferentes tipos de talentos, porém é possível identificar um determinado colaborador que tenha capacidade para atender todas as necessidades do negócio.

É importante que a empresa avalie as qualidades individuais e considere a diversidade dos colaboradores para tomar uma decisão mais acertada.

A equipe precisará de ter uma mente mais criativa, perfil analítico e capacidade positiva e desenvolvimento de novas habilidades.

2 – Liderança

As empresas podem aplicar diferentes modelos de liderança sempre focando nos resultados da empresa, porém a liderança é um comportamento que visa orientar a coletividade em diferentes situações e que, em muitos casos, independente do valor do cargo de um profissional.

O líder nem sempre é, obrigatoriamente, o chefe. Em uma gráfica, por exemplo, muitas vezes o chefe é especialista em administração e gestão, mas somente o supervisor de produção consegue liderar a equipe que trabalha junto às máquinas de impressão, neste caso, no processo de produção gráfica, o supervisor e seu comandado mais dedicado são a liderança da produção.

3 – Feedback

Outra habilidade é a capacidade do feedback ou de dar resposta para todas as equipes. É importante que todos os membros de uma equipe sintam-se acessíveis para dar e receber feedbacks, independente da linha hierárquica.

Esse fator perpassa pela comunicação da empresa e não depende somente da realização de reuniões para levantamento de informações e de respostas em diferentes processos de trabalho.

​Habilidade bônus: comprometimento

Contar com um colaborador comprometido poderá ser um grande diferencial para a corporação. O sucesso do projeto ou do empreendimento dependerá também do nível de comprometimento de cada colaborador em relação aos prazos e processos produtivos na empresa.

Conclusão

Portanto, podemos sempre analisar as características de equipes de alta performance com o objetivo de atingir a excelência de resultados, mas sempre enxergando em identificar as dificuldades de cada colaborador ou setor.

Leia também:

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Redução de Custos: 3 cases inovadores

A redução de custos é uma das principais tarefas para otimizar os recursos de uma empresa e elevar a sua eficiência em seu mercado de atuação.

Trata-se de um esforço que compõe uma gestão eficiente de recursos que já estão disponíveis e que são importantes para a garantia da sustentabilidade e desenvolvimento dos negócios.

Principalmente, para as empresas que precisam manter as contas controladas e em equilíbrio é fundamental atuar por meio de cortes que sejam oportunos e que não irão comprometer os resultados qualitativos e quantitativos da empresa em seu mercado.

O que é redução de custos?

Trata-se de um conjunto de iniciativas técnicas e práticas que visam evitar desperdícios, custos e despesas que estejam crescendo em demasia e manter a qualidade de todo o processo de produção de produtos, serviços e de vendas com menor impacto sobre o capital de investimento ou de giro da corporação.

O principal objetivo é o de manter as contas sempre equilibradas, sabendo gerenciar equipes com maior atenção e determinação.

Por que fazer cortes?

Os cortes podem ser justificados em situações de perdas de mercado, crises econômicas, adaptações ou ajustes de produtos e elevação da liquidez do negócio.

Dentre outros fatores, iremos a seguir apresentar três cases essenciais que poderão inspirar o seu negócio:

1 – Amazon e a revisão de processos

Uma das empresas que nasceu pensando grande é a Amazon. Desde a sua criação na garagem de Jeff Bezos, a Amazon reinventou o processo de aquisição de produtos, revenda e precificação, sempre buscando oferecer o menor preço do mercado.

Porém, com o passar do tempo a Amazon teve que criar a cultura de revisão de processos identificando custos ruins, custos bons e custos ótimos para repassar um melhor preço final para o cliente.

Os custos ótimos ajudam a criar um diferencial competitivo para o cliente final com qualidade, preço acessível e valor na entrega.

2 – Dell e a melhoria contínua

A melhoria contínua dos computadores da Dell foi iniciada ainda nos anos 1990 no processo de vendas direcionadas e no processo de montagem das máquinas.

Posteriormente, esse estilo de postura seria logo copiada pelas suas principais concorrentes como HP e Apple. A melhoria contínua se baseia na busca constante de positivas soluções e aplicação estratégica que possa melhorar processos e procedimentos para entregar o melhor produto através de canais de vendas mais próximos do cliente.

​3 – Apple e a sustentabilidade

A Apple foi uma das primeiras marcas do segmento de equipamentos e serviços digitais que começou a eliminar suportes físicos para acesso em seus computadores e serviços.

Além de produzir computadores de alta performance, também criou marcas para venda de áudios e livros eletrônicos visando a redução do consumo de papel e de compact disc, gerando um novo grau de sustentabilidade no contexto ambiental.

Conclusão

Neste artigo apresentamos três cases de redução de custos para o setor de vendas no caso da Dell, de redução de preços no caso da Amazon e de redução de uso de material físico no caso da Apple, sendo ideias inovadoras que estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia.

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Gestão Ágil de Projetos: Conceito e aplicação

Qual é o conceito e aplicação de Gestão Ágil de Projetos para o ambiente de negócio da empresa? Esse tipo de gestão pode ser considerada como um conjunto de técnicas teóricas e práticas que visa otimizar o processo de entrega de um projeto.

Visa tornar todo o processo rápido e eficiente com aplicação da metodologia ágil procurando reduzir o tempo total de finalização dos projetos e entregar mais valor para o cliente rapidamente.

Porém, a sua aplicação não busca somente reduzir o tempo total para a realização dos projetos, mas para gerar mais valor em menor escala de tempo.

A Gestão Ágil de Projetos

A aplicação desse tipo de processo gestor permite criar ciclos mais curtos de desenvolvimento e entrega de produtos e serviços para o mercado consumidor.

Antes de aguardar o ponto de finalização de um projeto para enxergar o ponto de resultado, toda a equipe poderá acompanhar todos os pontos de evolução conforme cada etapa é concluída.

Para a empresa, a aplicação da metodologia ágil no processo gestor melhora o fluxo de trabalho, processos internos, engaja os colaboradores e demais parceiros e adapta a empresa para possíveis mudanças.

O Conceito

A aplicação desse tipo de ferramenta abrange o uso de ferramentas estratégicas que podem tornar os projetos de uma empresa mais dinâmica e que permita a entrega de resultados de forma mais eficiente e rápida.

Geralmente, as empresas aplicam ferramentas conceituais ou metodológicas como o Scrum, Kanban, Nexus, Lean e SaFe (Scaled Agile Framework).

Aplicação

A aplicação da Gestão Ágil de Projetos pode ser feita de diferentes formas como destacamos a seguir:

1 – Documentação

Permite documentar todo o planejamento e criar um modelo de gerenciamento a ser adotado pela empresa.

2 – Treinamento

Especifica modelos de métodos para treinar a equipe esclarecendo sempre os principais motivos para a adoção da metodologia.

3 – Orientação

Permite orientar o cliente a respeito do processo de entrega de resultados e enxergar como o projeto está sendo desenvolvido.

4 – Implementação

A empresa deve começar a implementação dos modelos de gestão em um determinado projeto visando realizar ajustes sempre que necessário.

Benefícios da Gestão Ágil de Projetos

A aplicação da Gestão Ágil conciliada com outras metodologias permite o registro de atividades, definição de expectativas, determinar resultados e atender outros pontos de geração de valor.

Ajuda a corporação a definir os responsáveis, orientação de equipes, determinar atividades e os prazos de forma a permitir a fácil consulta e o alinhamento de todos os envolvidos sempre que necessário.

​Treinamento

O treinamento deve ser sempre adequado e de fato ajudar a esclarecer processos de tomadas de decisão e de pontos de melhorias aplicadas em todos os processos de desenvolvimento e consolidação de negócios e produtos.

Conclusão

Neste artigo apresentamos os principais conceitos de Gestão Ágil de projetos sempre especificando a necessidade de gerar resultados em um tempo mais curto de tempo, com geração de valor para o cliente final e melhorando a qualidade dos projetos.

Para saber mais sobre Gestão Ágil, baixe nosso ebook gratuito: Caminhos Para a Gestão Ágil e a Indústria 4.0

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Diferenças entre Empreendedorismo e Intraempreendedorismo

Muitas pessoas ainda estranham o termo “intraempreendedorismo” e o avaliam como sendo uma pequena variável do empreendedorismo tão abordado nas universidades, redes de negócios e na mídia.

Inicialmente, empreender significa criar novas ideias de negócios e produtos, facilitar o acesso e a entrega de produtos e serviços para o cliente, desenvolver novas plataformas de negócios e até mesmo de métodos e tecnologias aplicáveis no ambiente de negócio.

Enquanto que o intraempreendedor é o profissional que exerce todas essas tarefas, porém, ao invés de abrir o seu próprio negócio, ele se torna um empreendedor dentro da empresa para a qual ele trabalha.

A partir dessa explicação inicial conseguimos enxergar as diferenças básicas entre o empreendedor e o intraempreendedor, sempre ressaltando a qualidade de gerar ideias, projetos e consolidação de novos métodos de criação de ambientes de inovação e de geração de negócios.

​O que é intraempreendedorismo?

O intraempreendedorismo é praticado pelo colaborador ou funcionário de uma empresa que apresenta um perfil mais criativo, que incentiva mudanças e melhorias para o ambiente interno e externo da empresa para a qual ele trabalha.

Geralmente, o intraempreendedor é compreendido a partir de seu perfil comportamental, sendo um profissional que já atua dentro de uma empresa como empregado ou responsável por determinado setor, podendo ocupar diferentes cargos e profissões.

O que é empreendedorismo?

Geralmente, a maioria das pessoas pensam que o empreendedor é a pessoa que inicia um negócio, porém além da possibilidade de abrir uma empresa, o empreendedor também está focado em criar novas visões de mundo, criação de ideias inovadoras e explorar o seu comportamento criativo bem como de seus parceiros de negócio.

Empreendedor x Intraempreendedor

Quando falamos em empreendedorismo e intraempreendedorismo, devemos citar que a criatividade e a inovação são parte presente em ambos os casos de perfis.

O que muda é o campo de atuação, o empreendedor pode atuar em diferentes ambientes internos e externos de uma empresa que pode ser sua ou ter alguma relação de parceria, enquanto que o intraempreendedor gera ideias e projetos para os ambientes internos e externos da empresa para a qual ele trabalha.

Vale ressaltar que, em ambos os casos, a busca é gerar ideias que possam ser transformadas em um negócio, sendo o caso do intraempreendedor oferecer ideias inovadoras para um negócio, empresa ou produto que já existe ou precisa ser adaptado.

Benefícios para a sua empresa

Quando uma empresa percebe que possui um colaborador com perfil de intraempreendedor, ela deve valorizá-lo e gerar oportunidades para que ele desenvolva essa habilidade e entregue ainda mais valor para a organização.

É muito importante que as empresas tenham entre seus colaboradores profissionais criativos, inovadores e que possuam verdadeira paixão pelas atividades que desenvolvem e exercem.

Na maioria dos casos, as empresas sempre contarão com profissionais capazes de oferecer algo a mais para as organizações onde trabalham.

Conclusão

Neste artigo apresentamos as diferenças fundamentais entre empreendedorismo e intraempreendedorismo, que estão vinculados a conceitos e atividades similares, alterando somente o campo de atuação profissional e os ambientes que envolvem suas iniciativas.

Para saber mais sobre intraempreendedorismo, baixe nosso ebook gratuito:  Intraempreendedorismo: Desafios, Aprimoramentos e Vantagem Competitiva.

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Logística da Guerra: tão importante quanto apontar um canhão!

A invasão inicial da Ucrânia pelos militares russos provou ser um erro tático, estratégico e de logística de guerra surpreendente, marcado pela escassez de alimentos e combustível, o abandono de veículos armados, a perda de aeronaves e a morte de soldados.

Poder Militar x Falhas de Planejamento

Desde o começo da guerra na Ucrânia, o calcanhar de Aquiles do exército russo tem sido a logística. Vladimir Putin queria uma operação relâmpago, um golpe, que ia criar surpresa, mas no entanto, alguns erros de logística de guerra estão frustrando seus planos, entre eles:

Veículos inapropriados

Para um terreno tão maltratado pelo inverno e a neve, os russos erraram feio ao querer deslocar tanques por longos trajetos pelo território ucraniano.

Além de lentos, os tanques consomem mais combustível e as suas esteiras necessitam de manutenção frequente, o que retarda o avanço dos demais blindados.

Outro problema é a dificuldade dos caminhões de suprimentos superarem o solo lamacento e algumas regiões com muita neve. Responsáveis por nutrir as tropas, é comum ver alguns caminhões atolados ou ficando pelo caminho.

Falta de coordenação no avanço das tropas

Enquanto pelo ar os caças intensificam o bombardeio, por terra, as forças militares só conseguem chegar aos locais atingidos dias depois, dando tempo suficiente para as tropas ucranianas se organizarem e montarem barreiras de resistência.

Falta de Combustível

Um dos erros mais bizarros da falta de planejamento logístico do exército russo, foram os problemas com combustível.

É comum ver veículos blindados abandonados sem combustível, obrigando os militares a marchar sem a cobertura devida. Durante os primeiros dias de guerra, centenas de soldados russos foram abatidos por andarem isolados em áreas dominadas pela resistência ucraniana.

Falta de comida

De acordo com a inteligência americana, havia pelo menos, 190 mil soldados russos na fronteira com a Ucrânia, e destes, 80% avançaram para tomada do país.

A falta de logística de guerra, fez com que as tropas russas ficassem sem suprimentos básicos como água e comida. Imagens de soldados saqueando um supermercado rodaram o mundo, expondo a fragilidade e a falta de planejamento logístico.

Falta de suprimentos bélicos

O avanço das tropas até a capital Kiev simplesmente estagnou. Durante vários dias, colunas motorizadas estavam paradas esperando para serem reabastecidas.

As capacidades de reabastecimento são um problema recorrente no exército russo. E isso é reforçado pelo fato de que claramente alguns dos soldados não esperavam lutar. Muitos deles ficaram surpresos com o que estava acontecendo.

A falta de logística de guerra eficiente pode comprometer a missão

Desde a Guerra do Golfo, e mesmo desde o desembarque dos Aliados na Normandia, sabemos que para um soldado na linha de frente, são necessárias várias dezenas na retaguarda para fornecer munição, comida, combustível... não dá para improvisar!

Da mesma forma que a logística industrial (que aliás inspirou), a logística de guerra requer meios adequados, organização, antecipação, planejamento e, sobretudo, pessoal perfeitamente treinado e competente.

Como tal, representa um elemento essencial que determina o sucesso no teatro de operações. Nos próximos dias veremos se essa suposta fraqueza se confirma.

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