Tecnologia RFID Aplicada à Logística

A tecnologia RFID pode ser aplicada em diversos campos, mas onde ela mais se destaca certamente é na gestão de cadeia logística que também é conhecida por Supply Chain Management.

Tecnologia RFID: o que é?

Tecnologia RFID é a sigla de Radio Frequency Identification que traduzido para português significa Identificação por Radiofrequência. Este termo é genérico e é utilizado para tecnologias que fazem uso da frequência de rádio com o intuito de capturar dados.

Essa tecnologia pode ser aplicada em diferentes áreas, pois seu intuito é reduzir o desperdício, gerir inventários, limitar os roubos, aumentar a produtividade e tornar a logística mais simplificada.

O RFID apresenta várias vantagens, mas a principal certamente é poder permitir que seja feita a codificação em ambientes considerados hostis.

Serviços e produtos passam a ter mais valor na cadeia logística

RFID quando utilizado na logística não se limita apenas a realizar o controle da movimentação e do armazenamento dos materiais durante a cadeia logística. Se for bem aplicada essa tecnologia pode fazer com que a forma de fazer negócios seja modificada, contribuir para que os serviços melhorem, tempo seja reduzido entre outros.

Entre as funcionalidades que possui as que irão permitir que as atividades gerenciais ultrapassem as fronteiras e que os serviços e produtos agreguem mais valor são:

  • Possibilita que seja feita o Read-Write dos dados (leitura e escrita);
  • Capacidade de realizar a captura do RF de objetos que se encontram em movimentos que não são uniformes;
  • Dados do produto são armazenados e não apenas seu código;
  • A tag RFID pode ser reutilizada;
  • O código gravado na peça ou produto é único e inalterável;
  • A distância de captura pode ser maior que a da leitora óptica;
  • Não é preciso que a leitura seja feita em linha reta e de forma estática;
  • O alcance do RFID UHF pode ultrapassar os 10 metros;
  • Dados podem ser enviados no RFID do tipo ativo indicando a temperatura, localização exata caso esteja combinado com um GPS e a situação de umidade.

Principais benefícios para a logística do RFID

O Supply Chain Management pode ter os seguintes benefícios ao fazer uso da tecnologia RFID:

  • Os níveis dos serviços apresentam melhoria, pois agregam inteligência e flexibilidade nos processos;
  • Pallets, caixas e prateleiras podem ser conferidas mesmo que se encontrem no alto sem que seja possível ter contato visual ou realizar sua abertura;
  • A produção de produtos se dá de forma customizada na linha de montagem;
  • É realizado registro automático tanto das entradas quanto das saídas de materiais;
  • Pessoas, objetos e animais podem ser rastreados;
  • Os materiais são localizados de forma mais ágil e rápida;
  • Os erros que ocorrem com certa frequência na entrega dos pedidos dos clientes sofre redução;
  • A movimentação dos materiais apresenta ganho de velocidade;
  • Falsificações são evitadas devido a gravação de código único não alterável no produto;
  • O tempo total desde o pedido até a realização da entrega da mercadoria sofre uma redução;
  • O inventário dos materiais e produtos é realizado com mais rapidez e redução da mão de obra.

O RFID possui funcionalidades que permitem que as aplicações de logística sejam desenvolvidas de forma mais inteligente e flexível.

Conclusão

A tecnologia RFID elimina os processos de leitura realizados um a um através do código de barras. Isso proporciona uma leitura mais veloz e ao mesmo tempo a captura de várias tags. Esta é mais uma ferramenta para melhorar os processos de logística que ainda tem muito a ser explorada a favor dos negócios.

Veja também: 4 investimentos em logística para impulsionar o seu negócio

6 Tendências de Automação Industrial

A automação industrial visa otimizar os processos industriais através de sistemas automatizados. Isso é possível devido ao avanço tecnológico, o que faz com que a indústria se torne mais eficiente e ganhe autonomia. Em um mundo em que a globalização está em constante crescimento o supply chain se torna essencial para qualquer empresa.

Supply chain é um termo originário do inglês que significa cadeia de suprimentos. Saber gerir essa cadeia faz com que os processos chave do negócio tenham uma melhor integração desde o consumidor até os fornecedores primários, serviços, componentes e informações que agregam valor para o consumidor e partes interessadas.

A automação industrial, também chamada de Indústria 4.0, está em crescimento acelerado devido aos desafios encontrados e a necessidade de aumentar a produtividade sem perder a qualidade. Para que essa demanda seja atendida, tecnologias inovadoras estão surgindo e sendo empregadas na indústria. Algumas delas estão listadas a seguir!

O que faz a automação industrial

O objetivo da automação é fazer com que certos processos presentes na indústria sejam modificados para que se tornem mais eficientes. Ela pode ser empregada em qualquer processo industrial desde a parte da logística até a entrega do produto ao consumidor final.

Para que isso se torne possível são utilizadas ferramentas tecnológicas que tem a capacidade de substituir completa ou parcialmente alguns processos humanos.

Ao utilizar essas ferramentas a indústria não deixa de lado a qualidade dos produtos. Ela busca cada vez mais aprimorar os processos e fazer com que os produtos tenham mais qualidade.

Principais tendências de automação industrial

A automação industrial certamente contribui para um melhor supply chain devido a utilização da tecnologia. A inteligência artificial, por exemplo, é um importante divisor de águas, pois modificou o cenário significativamente.

A introdução da robótica também promoveu inúmeras modificações positivas. Outras tendências de automação são:

1 - Internet das Coisas

Trata-se da conexão, através da internet, entre veículos, máquinas, ambientes e objetos físicos através de dispositivos eletrônicos. Isso permite que os setores da indústria tenham controle remotamente através da sincronização com os sensores.

2 - Big Data Analytics

Os dados são de grande importância para a indústria, principalmente os que tratam de conteúdo, customização (valores e personalização), compartilhamento das informações (comunidade), nuvem/dados por demanda (cloud), modelo e memória (cyber), conexão.

O Big Data Analytics trata-se de uma estrutura de dados cujo objetivo é realizar a captura, analise dos dados e gerenciamento das informações de formas diferentes.

3 - Robotização

A robotização já está sendo utilizada na indústria, mas a tendência é que ela se faça ainda mais presente. Ao utilizar essa tendência as falhas se tornam mínimas e a indústria, consequentemente, passa a ter um padrão de qualidade mais elevado.

4 - Blockchain

Blockchain é a tecnologia que promove a sustentação das moedas virtuais. Trata-se de uma cadeia que contém os registros e que é composta por blocos conectados. Essa tecnologia possibilita que as transações sejam realizadas de forma segura, transparente e confiável. Promove aumento da lucratividade e eficiência das empresas.

5 - Segurança

Um dos maiores desafios enfrentados pela indústria 4.0 certamente é o aumento da segurança. Caso haja uma falha de comunicação entre as máquinas ou algum sistema automatizado trave, problemas sérios na produção podem acontecer o que resultará em atrasos.

6 - Computação em nuvem

Outra tendência da automação industrial é a computação em nuvem que permite que arquivos sejam acessados e diferentes tarefas sejam executadas pela internet. Através dessa tecnologia o acesso remoto é permitido, o que possibilita realizar as atividades do negócio de qualquer lugar.

Conclusão

Com a chegada da indústria 4.0, a automação industrial será uma realidade e as empresas precisarão investir nela se quiserem permanecer vivas no mercado.

Se você tem dúvidas sobre automação e demais estratégias para melhorar sua logística e produtividade, fale conosco, teremos o maior prazer em orientá-lo!

Inventário de Estoques: 4 Erros Comuns

O inventário de estoques é uma das principais etapas mais essenciais para o reforço de ações logísticas e dedicadas para a estratégia de vendas de uma empresa e negócio.

Diferentes tipos de empresas erram ao deixar essa etapa de lado ou por último, gerando ambiente para ocorrência de erros graves causados pela falta de planejamento, desenvolvimento, organização e contratação de profissionais capacitados.

Neste artigo vamos apresentar os quatro principais erros que as empresas precisam evitar em relação a esse tema.

O inventário de estoques

A empresa precisa saber de fato a quantidade de cada produto que possui em seus pontos de armazenamento, visando sempre identificar os seus bens e capacidade de atendimento ao mercado consumidor.

A empresa precisa realizar esse tipo de levantamento de forma profissional, seja no dia a dia ou na realização de auditorias para criação de documentos robustos a respeito de produtos e capacidade de resposta da empresa perante a demanda do mercado.

Os erros a serem evitados

A seguir apresentamos os principais erros que precisam ser evitados na gestão de produtos e mercadorias da empresa.

1 – Etiqueta errada

Em determinados casos, a escolha errada de etiqueta ou plaqueta de identificação pode comprometer o processo de organização da empresa.

De todo modo, as etiquetas ou placas devem ser elaboradas com diferentes tipos de materiais que possam ser utilizadas em diferentes locais de guarda de bens e produtos.

É importante que as etiquetas sejam confeccionadas com materiais que sejam resistentes ao calor, à umidade e até mesmo ao material de limpeza. Quando a etiqueta é confeccionada ou impressa com o suporte errado, pode ocorrer a dificuldade para a fixação da placa.

Todos os produtos estocados precisam ser identificados corretamente por meio de placas numeradas em sequência evitando a duplicação. As empresas, geralmente, utilizam placas com códigos de barras, tecnologia RFID e outros métodos para aprimorar a identificação.

2 – Orientação do emplacamento

Muitas vezes, o emplacamento das placas compromete não somente a identificação, mas também todo o processo de retirada e reposição das mercadorias.

​É fundamental que haja padronização na região onde a placa será colada ou fixada para evitar erros de identificação e retrabalhos desnecessários. Colocar a etiqueta no local errado pode gerar perda de tempo precioso no processo de identificação.

3 – Padrão de organização

O estoque precisa seguir um padrão na sua organização, sabendo selecionar as estantes, áreas e locais para armazenamento de determinados tipos de mercadorias por peso, tamanho e especificação.

4 - Desorganização

A empresa precisa adotar hábitos e políticas de organização para a construção de um inventário mais organizado. O levantamento incompleto de bens e produtos sempre será comprometedor.

Obedecer às principais exigências de organização como datas, prazos de entrada e saída, datas do recebimento da mercadoria, data da venda e entrega e entre outras informações são fundamentais para evitar a desorganização.

A ausência de um sistema digital automatizado para integrar as informações pode elevar ainda mais os riscos de acontecer desorganização e desvio de padrão.

Conclusão

Neste artigo apresentamos os principais erros que precisam ser evitados pela empresa e corporações de grande porte no processo de levantamento e organização de estoques. Vale a pena a empresa revisar seus processos e sistema de gestão de bens e produtos.

Gostou deste conteúdo? Conte-nos nos comentários. Sugestões de novos temas para abordarmos aqui em nosso blog também são bem-vindas.

Gestão de Incertezas x Gestão de Riscos

A gestão de incertezas e de riscos envolve o monitoramento de processos produtivos em uma determinada organização de interesse público ou privado. Principalmente, nas empresas, essas ferramentas precisam ser adotadas para reduzir perdas e desvios de insumos de trabalho e evitar a redução da qualidade do trabalho.

Sabemos que o planejamento é o caminho mais eficaz para gerenciar melhor os riscos e as incertezas, o processo do planejamento é essencial para que o gerente de projetos da corporação visualize as metas e o ponto futuro da empresa.

Enquanto que a incerteza pode estar ligada à dúvida ou insegurança para tomar novas decisões, o risco está diretamente ligado ao fracasso ou sucesso do projeto da empresa.

Gestão de incertezas

A capacidade de controle de inseguranças ou ameaças aos procedimentos da empresa é preponderante para a empresa alcançar os seus objetivos.

Inicialmente, um bom projeto precisa ser executado de forma profissional por profissionais capacitados que possam superar problemas e casualidades para não comprometer todo o planejamento.

A gestão de riscos busca medir as ameaças e a ausência de controle causada por falta de informação direcionada para determinado tipo de projeto ou tarefa.

Porém, no desenvolvimento da análise o risco pode ser prejudicial quando ligado a uma ameaça, ou ser benéfico quando está atrelado a uma oportunidade. No caso de uma oportunidade de mercado, valerá a pena investir e correr determinados riscos.

O controle atrelado à incerteza está ligado também à ausência de informação, de conhecimento prévio sobre determinadas ações, processo de decisão ou evento.

Ambos estão relacionados, pois a incerteza pode gerar riscos negativos e indesejáveis.

O que fazer?

É fundamental que a empresa selecione ações para reduzir os riscos, evitando o surgimento de ameaças para o desenvolvimento de projetos e processos decisórios.

O principal objetivo da empresa deverá ser elevar as taxas de sucesso, gerenciando cada fator e informação de maneira antecipada e previsível.

O desenvolvimento do projetos

Ressaltamos que os riscos estão sempre ligados aos projetos, incluindo os custos e tempo de realização para a concretização de cada tipo de projeto, incluindo atrasos de cronogramas e elevação dos custos.

A empresa precisa criar um planejamento eficaz estudando qual risco é ameaçador e qual será mais benéfico para determinado nível de atitude e ação corporativa.

Método da análise de risco

Esse método é bastante eficiente para analisar a incerteza e o provável risco que cerca a corporação. Esse tipo de análise é um excelente método que ajuda na criação e desenvolvimento de plano de respostas de riscos, incluindo ações de prevenção, processo de aceitação, transferência, exploração e mitigação de atos.

As melhores oportunidades

A empresa precisa buscar as melhores oportunidades de geração de lucro, ao invés de cair em ambientes arriscados para a sua atuação de mercado e método organizacional.

Conclusão

Neste artigo, apresentamos os principais conceitos desse formato de gestão aplicável às empresas e instituições de interesse público e privado, de forma a reduzir inconformidades e ameaças para a empresa de forma a otimizar os resultados da corporação.

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Management 3.0 – Conceito, Princípios e Benefícios

O Management 3.0 é um modelo inovador de liderança, que define a gestão como uma responsabilidade em grupo, e que tem como prioridade a felicidade das pessoas.

Neste sentido, passamos a enxergar as organizações como redes complexas de relacionamento entre pessoas. O foco está na maneira como as pessoas se comportam e se relacionam, e não apenas em cargos e hierarquias.

Neste post abordaremos os benefícios do Management 3.0 e seus princípios fundamentais.

Benefícios do Management 3.0

Aumentar a Felicidades das Pessoas

Pessoas felizes com o que fazem e no ambiente onde trabalham são mais propensas a compartilhar suas experiências positivas com outras pessoas, o que pode ajudar a melhorar a percepção externa sobre a organização gerando mais atração sobre profissionais com alta performance que podem vir a fazer parte do time em algum momento.
Para que os funcionários sejam felizes, eles precisam ter um propósito. Esse é um dos principais objetivos do Management 3.0, é fornecer oportunidades de liderança para cada membro da equipe, dando-lhes um maior senso de propósito e propriedade.

Melhoria de Produtividade

Um efeito colateral natural de funcionários felizes com um senso de propósito é que eles serão mais produtivos. Quando sentem que o sucesso da empresa depende deles, o engajamento com os objetivos cresce.

Eles também verão as metas de sua empresa como importantes para eles como indivíduos e encontrarão maneiras de fazer o que puderem para garantir que sejam alcançadas. Isso faz parte da mentalidade da comunidade que impulsiona a idéia de que todos ganham quando trabalham juntos.

Criação de uma Melhor Cultura para a Organização

Um dos principais focos do Management 3.0 é o sistema geral que você possui em sua empresa. Em vez de gerenciar todos os seus funcionários individualmente, você cria uma cultura que impulsiona as mudanças em seus funcionários e a responsabilidade de desenvolverem seus trabalhos com menos supervisão

Mantém a Empresa na Vanguarda

Hoje, a tecnologia está se movendo rapidamente. Pode ser difícil acompanhar tudo e garantir que sua empresa seja líder em seu setor. No entanto, fazer isso é uma parte importante para garantir o sucesso contínuo da organização.

Management 3.0 ajuda a impulsionar a inovação em seus negócios. Isso se deve à cultura que cria, que incentiva a criatividade em cada membro da equipe. Com todos tendo permissão para compartilhar idéias, isso pode evitar que grandes conceitos caiam no esquecimento ou sejam prejudicados por líderes ruins.

Aumente a Agilidade da Empresa

Devido à rapidez com que o mundo se move hoje, é essencial manter a agilidade de seus negócios. Você precisa estar pronto para mudar suas estratégias quando a mudança de cenário muda. Se sua empresa não conseguir se mover com rapidez suficiente, você corre o risco de ficar para trás.

Este conceito não poderia ter sido demonstrado mais claramente durante a pandemia de coronavírus. Transformou incontáveis negócios baseados em escritórios em uma comunidade de trabalhadores remotos.

O Management 3.0 foi projetado para lidar com essas mudanças com relativa facilidade. Ele permite que você se adapte rapidamente porque a cultura geral continua a colocar a responsabilidade sobre todos os funcionários.

5  Princípios do Management 3.0

Princípio nº 1: Envolver as pessoas e suas interações

Ao envolver as pessoas e promover debates abertos estamos criando a possibilidade das pessoas compartilharem experiências e perspectivas diferentes. Esse principia também coloca em propicia um maior sentido de pertencimento dos membros da equipe, o que traz como conseqüência o maior engajamento das pessoas com os resultados daquilo que ajudaram a definir como o melhor caminho.

Princípio # 2 Melhorar o sistema

O sistema é composto por processos, pessoas e tecnologia. Esses três pilares precisam estar integrados e em perfeita harmonia para que se atinja a excelência e o resultado seja mantido de forma constante. Picos de alta performance não são suficientes, é necessário manter a constância dos bons resultados. Isso só possível através de processos eficazes, pessoas capacitadas e engajadas e a tecnologia adequada para o negócio

Princípio # 3 Ajudando a fazer todos os clientes felizes

O cliente externo é a razão de existir das empresas. Mas imaginem a mudança que pode ocorrer nos resultados da empresa quando você enxerga a pessoa que senta ao seu lado como um cliente interno e procurar facilitar a sua vida. Se todos pensarem na melhor forma de realizar o seu trabalho de forma a facilitar as coisas para o colega que usa as suas informações o processo ganha em eficiência, os erros são reduzidos drasticamente e a produtividade do grupo cresce exponencialmente. Desenvolver a perspectiva de que muitas outras pessoas dependem do seu trabalho, como o seu líder, os acionistas, e tratá-las como clientes gera resultados superiores.

Princípio # 4 Gerenciando o sistema, não as pessoas

Mudar o comportamento das pessoas é um grande desafio e algo realmente difícil. Por outro lado, um processo mais natural que provoca a mudança do ser humano, é a mudança do ambiente onde ele está inserido. Quando isso acontece, as pessoas automaticamente precisam se adaptar e mudar seu comportamento para se ajustarem ao novo cenário. Além disso, mudando o ambiente, as pessoas podem gerenciar a si mesmas. A gestão consiste apenas em cuidar do jardim.

Princípio # 5 Trabalho de co-criação

Os colegas de trabalho criam coisas juntos, e co-criar também significa dar feedback uns aos outros. Co-crie comportamento. Criar a cultora de co criação gera resultados em termos de inovação e coloca pessoas.

Conclusão

O Management 3.0 é um conceito e não um método com etapas passo a passo para se seguir e fazer melhorias em uma empresa. Porém, conhecer e entender seus princípios e benefícios é fundamental para alinhar a gestão e comunicação entre as equipes e elevar o nível de eficiência e agilidade nos processos da empresa.

 

Desafios da Liderança em Home Office

A liderança em Home Office é tão importante quanto as iniciativas de um líder exercidas dentro de uma empresa. Sabemos que a pandemia iniciada em 2020 gerou novos relacionamentos de trabalho com equipes trabalhando remotamente via internet e telefone.

Ao mesmo tempo, esse novo cenário gerou novos desafios para empreendedores e líderes que passaram a ter que gerir equipes de colaboradores à distância.

Dessa forma, os negócios passaram a se adaptar ao modelo de trabalho remoto, gerando processo de adaptação e de reavaliação de procedimentos. Na prática, o líder não pode agir no piloto automático repetindo as mesmas receitas de gerenciamento de projetos e de equipes.

A liderança em Home Office

Em primeiro lugar é importante que o líder saiba selecionar novas estratégias para adaptar suas atividades em relação aos liderados. Um dos primeiros focos é manter o horário das reuniões à distância e não perder a atenção aos temas de cada reunião e documento apresentado.

A seguir apresentamos mais dicas para orientar empreendedores que atuam em diversos segmentos de mercado.

1 – Integração de novos colaboradores

Um dos primeiros desafios está ligado à integração de novos colaboradores que foram recém contratados durante a pandemia. É crucial adotar iniciativas para integrar novos colaboradores que ainda estão se adaptando à empresa por meio do trabalho remoto.

O gestor e os líderes da empresa precisarão oferecer as melhores instruções sobre jornada de trabalho, sistemas de automação, comunicação, aplicativos e entre outras informações.

A empresa pode também oferecer um kit home office com todos os equipamentos, conexão para internet, microfone, fone de ouvido, auxílio home office cujo valor possa ser utilizado para reposição de cartucho, troca de peças e outras emergências na mesa de trabalho do colaborador em sua home.

O gestor deve também oferecer treinamentos online para orientar seus comandados a respeito de novas tarefas e execuções de projetos.

2 – Manutenção do relacionamento interpessoal

Mesmo à distância, é fundamental manter o relacionamento interpessoal através de uma comunicação entre a equipe, fortalecendo os feedbacks, adotando home office de maneira eficaz e incentivando sempre a comunicação entre os colaboradores.

3 – Engajar a equipe

Outro desafio é manter o engajamento entre os colaboradores e as equipes de trabalho. Com o passar dos dias, os funcionários e comandados podem se sentir desmotivados, reduzindo o nível de engajamento em toda a equipe.

Caso o líder não consiga engajar a equipe, a empresa poderá sofrer com as perdas de produtividade e resultados.

O que esperar dos tempos de crise?

Em tempos de crise e de desafios gerados pela pandemia do coronavírus, é importante compreender que a crise fecha portas, mas, ao mesmo tempo, abre e reabre outras portas com novas oportunidades mais potencializadas.

É importante que o líder da empresa não deixe que as preferências pessoais sejam prevalentes sobre as regras da empresa e comportamentos da equipe. É importante ser transparente com todos, principalmente, no repasse das informações de trabalho.

Conclusão

Neste artigo apresentamos os principais desafios impostos aos líderes em tempos de pandemia, em todos os casos é importante adotar hábitos positivos que possam elevar a produtividade das equipes de trabalho.

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Intraempreendedorismo como Vantagem Competitiva

Inovar significa manter a vantagem competitiva da empresa.

No ambiente de negócios altamente competitivo e acelerado de hoje, inovar com agilidade é a única fórmula certa para manter a participação no mercado e alcançar o crescimento contínuo dos negócios.

As empresas que não conseguem inovar de forma significativa muitas vezes perdem a participação no mercado ou pioram seus negócios.

Nesse sentido, encorajar o intraempreendedorismo como uma cultura dentro de sua empresa pode ajudar a criar e manter o entusiasmo e o ímpeto necessários para impulsionar a organização em direção ao crescimento liderado pela inovação.

O intraempreendedorismo capacita o talento com liberdade e motivação para identificar novas oportunidades e encontrar soluções viáveis para aproveitar essas oportunidades. Se seus funcionários estão apenas enterrados na hierarquia e correm o risco de perder sua próxima promoção ou emprego por uma decisão errada, eles são menos propensos a tentar pensar fora da caixa ou desafiar o status quo com algo único.

Great Place to Work

Um ambiente que incentiva o crescimento das pessoas forma uma força de trabalho altamente engajada, o que é fundamental para o sucesso do negócio. Altos níveis de engajamento dos funcionários se correlacionam com resultados positivos acima da média. O mercado reconhece esses resultados e a organização passa a se diferenciar sob vários aspectos. O selo "Great Place to Work" alavanca indicadores financeiros, de sustentabilidade e de atratividade.

Entendemos dessa forma, que empresas as empresas buscam criar uma relação fundamentalmente humanística e baseada na confiança é a única maneira de envolver seus funcionários e mobilizar sua força de trabalho para fazer grandes coisas.

Fazer com que a liderança de uma empresa reconheça a necessidade de transformar e motivá-la a se comprometer com o esforço que tal transformação acarreta é, em si, uma barreira significativa a ser superada. Para motivar a liderança a impulsionar a mudança cultural, conecte-a com projetos de inovação onde todos podem se desenvolver como mentores e criar experiência uma nova realidade cultural dentro da organização.

Uma força de trabalho tribal altamente motivada pode realizar qualquer coisa.

Fonte: Ebook Gratuito - Intraempreendedorismo: Desafio, Aprimoramento e Vantagem Competitiva.

5 Formas para Mensurar a motivação das equipes

Como mensurar a motivação das equipes? Devemos considerar que os mercados em diferentes segmentos estão cada vez mais competitivos o que gera a necessidade das empresas selecionar estratégias e alternativas para otimizar resultados e identificar melhores oportunidades.

O empreendedor e o gestor de uma empresa precisam motivar cada vez mais os seus colaboradores e parceiros de projetos como forma de garantir mais sucesso para a corporação.

No dia a dia do processo de uma empresa, os colaboradores são fundamentais para a produtividade e o alcance de melhores resultados, considerando as metas, planos e objetivos de cada projeto de produto e vendas.

As 5 maneiras de mensurar a motivação das equipes

Além de aplicar estratégias e iniciativas para manter os colaboradores motivados, a empresa pode monitorar os impactos das estratégias de motivação em seus ambientes de trabalho e de produtividade.

A seguir apresentamos as cinco principais formas de incentivar as equipes e, ao mesmo tempo, monitorar os resultados.

1 – Análise diária

Sabemos que os funcionários quando são bem motivados eles passam a produzir mais e melhor. Por outro lado, os gestores devem acompanhar os índices de resultados diários de determinado funcionário ou equipe de colaboradores para avaliar se as iniciativas estão gerando resultados positivos.

O monitoramento diário pode ser realizado considerando o percentual de elevação na qualidade e quantidade do trabalho realizado.

2 – Utilize o Net Promoter Score

A empresa também pode utilizar o NPS (Net Promoter Score), trata-se de uma métrica que começou a ser utilizada no ano de 2003, por Fred Reichheld, para acelerar a medição da satisfação dos clientes de determinada empresa.

O NPS envolve cálculos dentro de uma escala de 0 a 10 perguntando ao colaborador em qual nota ele indicaria a empresa para um amigo ou colega. Essa métrica considera a lealdade e a satisfação de seus clientes internos.

Porém, em grande parte dos casos, é importante que a pergunta seja respondida de maneira anônima para evitar constrangimento e para o funcionário se sentir mais à vontade para oferecer melhores respostas.

3 – Retenção de funcionários

Outra forma de medir a motivação e os seus resultados é por meio do monitoramento do percentual de retenção de talentos da empresa. Em certos casos, as altas taxas de pedidos de demissão na empresa e a constante rotatividade por indicar insatisfação por parte das equipes em permanecer trabalhando na empresa.

Em muitos segmentos de mercado, existem empresas que disputam os profissionais mais qualificados e mais talentos nas áreas de marketing, comunicação, estratégia de mercado, conteúdo, qualidade, desenvolvimento, tecnologia e entre outros.

4 – Oferta de benefícios

Para elevar a motivação, as empresas costumam oferecer benefícios para os seus colaboradores. Saber distribuir benefícios e bonificações é importante para incentivar as equipes de colaboração.

A empresa pode medir se a oferta de bônus tem aumentado os esforços de vendas e de produtividade no ambiente interno da empresa.

5 – Avaliação do clima organizacional

A empresa pode solicitar que os próprios funcionários descrevam e avaliem se o ambiente de trabalho da empresa é positivo para a permanência na empresa e quais sugestões gostariam de dar para melhorar a empresa.

Conclusão

Portanto, existem diferentes formas de monitorar os impactos positivos e negativos da motivação entre os funcionários e equipes de trabalho na corporação. Como todo processo gerencial, realizar medições frequentes dos níveis de engajamento e motivação dos colaboradores é fundamental para prover informações que irão embasar análises de tomadas de decisão estratégicas para a organização.

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TTM (Time to Market): o tempo a favor do seu negócio

O TTM (Time to Market) é uma metodologia de negócio que tem sido usada bastante no mercado atual. Sabemos que o processo de planejamento de tempo é muito importante para o ambiente administrativo de uma corporação.

É importante ter a capacidade de aproveitar as situações certas para identificar novas oportunidades de negócio para lançar um produto novo. Saber o momento certo para lançar um produto ou serviço é tão importante quanto a definição de sua qualidade.

Mesmo que o produto seja bom e já esteja lançado, mas caso a divulgação seja fraca ou lenta, os concorrentes ganharão mais espaço de mercado.

Dessa forma, o tempo é fundamental para o processo de pesquisa e desenvolvimento, para identificação de oportunidade, para o lançamento, para a divulgação e até mesmo para o processo de identificação de novos clientes.

O que é Time to Market?

Também conhecido através da sigla TTM, o método foi desenvolvido em Londres, e visa ajudar na definição de conceitos e medições de tempo desde o início do desenvolvimento de um produto até a disponibilidade do mesmo no ponto de venda.

Essa ferramenta cria parâmetros e novos pontos de visão que também têm como objetivo garantir a entrega do produto no tempo certo no mercado para o cliente potencial.

A medição

A medição do TTM não segue valores e padrões únicos. Devemos considerar que pode existir uma extensa variação da forma como diversas empresas conseguem estabelecer o início e a conclusão de cada período de avaliação.

Geralmente, a medição pode começar a partir da definição do conceito do produto e suas características fundamentais que poderão gerar valor no futuro.

O processo de pesquisa e desenvolvimento é muito importante, principalmente, no caso de produtos de alto padrão de envolvimento. Porém, para outras empresas, o TTM somente é aplicado quando os primeiros protótipos do produto estão prontos, apesar dos custos envolvidos com criação, pesquisa e desenvolvimento já estarem adiantados.

No mercado automotivo, por exemplo, o período de desenvolvimento de um automóvel começa quando o projeto é aprovado. Outras empresas, no entanto, podem considerar um projeto iniciado somente após sua efetiva construção e visualização, ou seja, o ponto inicial só existe quando o projeto está realmente pronto.

O período de avaliação

Dessa forma, considerando diferentes fatores, as definições do período de TTM podem variar.

Em muitas empresas, o ponto de conclusão ocorre quando o primeiro exemplar do produto está pronto, enquanto que em outras empresas o processo de avaliação e medição começa com o processo de desenvolvimento e engenharia do produto.

A capacidade da técnica

O TTM pode variar de forma ampla, porém é importante avaliar a capacidade de uma empresa em manter a sua medição no ambiente interno e no ambiente externo.

No caso do ambiente externo, é importante considerar os concorrentes diretos que já atuam no mesmo mercado.

Qualidade

Um dos atributos do produto que podem justificar a aplicação da técnica TTM é a qualidade. Nesse tópico, o período do TTM pode ser encurtado, podendo pular etapas ou resumir o processo de medição.

Conclusão

Portanto, a inclusão dessa ferramenta no processo de desenvolvimento e oferta de um produto pode ajudar a empresa a satisfazer os seus clientes, atendendo às suas necessidades e demandas a curto e médio prazo.

É muito importante conhecer essa ferramenta e saber orientá-la conforme as possibilidades da empresa e de cada setor da corporação.

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Avaliação Financeira de Projetos: Por que e Como Fazer

A avaliação financeira de projetos é uma das etapas mais essenciais para verificar a viabilização de um negócio, produto ou qualquer tipo de projeto.

A realização de uma análise financeira é fundamental para a aprovação e realização de um projeto, ainda mais em mercados competitivos quando temos a missão de reduzir custos, gerar valor e atrair novos clientes.

Geralmente, esse tipo de análise é importante antes mesmo de alocar um determinado investimento, garantindo a maior segurança para o mesmo. Esses esforços fazem parte de um planejamento estratégico visando o melhor resultado final.

Por que a avaliação financeira de projetos é importante?

Quando a empresa ou o empreendedor realiza esse tipo de análise, é possível fazer a mensuração de dados de retorno de investimento, otimizar processos, reduzir custos e gerar melhores caminhos para grandes resultados.

O empreendedor precisa pensar na empresa e no seu modelo de negócio de modo analítico e integrado, visando dar passos mais seguros e até mesmo desencadear um processo de transformação para a organização.

De todo modo, esse tipo de avaliação permite estudar e conferir a viabilidade econômica do negócio, prever os pontos de retorno, as perspectivas de desenvolvimento e os resultados gerais.

A viabilidade

Ter uma grande ideia de negócio ou produto pode ser algo genial e factível, mas o investidor ou patrocinador do projeto terá maiores preocupações com a viabilidade do projeto.

O empreendedor e gestor também precisa ter esse tipo de preocupação, procurando medir se determinado investimento será viável ou não. Afinal, ninguém pode jogar dinheiro pela janela.

Ao analisar de forma profissional, o empreendedor e investidor buscarão identificar pontos como custos excessivos, consumo de tempo em demasia e riscos de perda de qualidade.

Todas essas variáveis implicam também no fator financeiro da empresa, no tocante ao investimento e relação de retorno.

Como fazer uma avaliação corretamente?

A análise pode ser aplicada com a ajuda de diferentes ferramentas conceituais de gestão, veja a seguir:

Payback

Esse método é muito utilizado para cálculo de período de retorno de um determinado investimento, considerando o ponto de início da aplicação até o ponto previsto de retorno de investimento.

Esse método utiliza fórmula simplificada e um planejamento de fluxo de caixa registrando custos de investimento e despesas em geral.

ROI

Essa metodologia também é conhecida como “retorno sobre investimento” e trata-se de um método tradicional de cálculo de valores. Ele permite medir a geração de lucros sobre os projetos existentes, também é utilizado para indicar a relação de capital inicial investido e o retorno obtido.

Os seus cálculos visam avaliar os lucros e os prejuízos ligados ao investimento realizado, procurando manter a segurança e a busca por resultados positivos.

TIR

Essa sigla significa “Taxa Interna de Retorno” de um determinado empreendimento. A sua medida é dada por meio de percentual que considera o quanto o investimento sobre um projeto poderá render, considerando o fluxo de caixa.

Conclusão

Portanto, existem diferentes abordagens metodológicas que viabilizam a análise financeira de investimento e retorno sobre determinado projeto de negócio e empresa para demonstrar a real viabilidade e nível de retorno sobre o investimento.

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