6 motivos para otimizar o transporte de cargas

Otimizar o transporte e os custos logísticos é imprescindível para que haja uma gestão eficiente.

Na verdade, essa é uma das metas de toda e qualquer empresa de transporte de cargas, não é mesmo?

Afinal de contas, o desempenho do negócio depende da maximização dos lucros e da redução de despesas. Além disso, com a alta competitividade do mercado, o cliente sempre vai priorizar quem oferece um serviço de qualidade pelo melhor preço possível.

Nesse contexto, otimizar o transporte através de ferramentas modernas de logística é uma escolha inteligente. Contamos com softwares desenvolvidos exclusivamente para o setor. Eles são capazes de causar mudanças significativas nos processos operacionais do trânsito de cargas.

Foi justamente pensando nisso que selecionamos para o artigo de hoje 6 dos principais motivos para otimizar o transporte da sua empresa. Vale a pena conferir!

Motivo #1. Ter mais controle de custos

Ao contar com uma análise de resultados automatizada, o gestor consegue otimizar o transporte e identificar onde os recursos são aplicados de fato. Dessa maneira, é muito mais simples e assertiva a escolha de onde devem ser cortados gastos desnecessários.

Esse tipo de cuidado é vital para a saúde financeira dos negócios. Sem um controle minucioso do orçamento torna-se muito mais difícil de serem alcançados os objetivos da empresa.

Motivo #2. Contar com um plano de negócios mais eficiente

A tecnologia presente nos softwares de logística é eficaz pois foi elaborada com as ferramentas que a gestão desse segmento especificamente necessita. Isso permite um planejamento detalhado e o acompanhamento da execução do plano de negócios em tempo real.

Como bem sabemos, sem traçar metas e avaliar o alcance dos resultados, a produtividade pode ser comprometida. Porém, ao otimizar o transporte com um programa adequado, é possível antecipar estratégias e garantir que a carga seja entregue conforme o programado.

Motivo #3. Usufruir dos benefícios da tecnologia

Otimizar a logística, hoje em dia, não acontece sem o apoio da tecnologia. Com o sistema certo, conseguimos promover mudanças positivas no dia a dia da empresa e no médio/longo prazo também.
Um dos inúmeros propósitos desse tipo de ferramenta é a emissão de relatórios. Eles facilitam (e muito!) a gestão de transportes. Além, é claro, de diminuírem a incidência de erros humanos e retrabalhos. As métricas são precisas.

Motivo #4. Aumentar a produtividade da equipe

Quando a equipe de motoristas e a administração na sede da empresa estão em sintonia por intermédio de um software de logística, otimizar o transporte é uma consequência óbvia. Ao adotar uma metodologia padronizada e em uma plataforma online segura, as informações circulam com mais segurança e agilidade.

A própria adesão ao sistema já é um incentivo à produtividade. A equipe se sente mais amparada e valorizada, pois contribui diretamente na inserção de dados no programa.

Motivo #5. Otimizar a manutenção dos veículos

Problemas na frota fazem parte do cotidiano de qualquer empresa que trabalha com logística. Por essas e outras, otimizar o transporte acaba contribuindo para o controle da manutenção também, inclusive prevenindo avarias mais complexas nos veículos.

Os motoristas podem informar em tempo real possíveis defeitos ou gastos emergenciais. As medidas podem ser tomadas rapidamente, poupando tempo e dinheiro.

Motivo #6. Monitorar e otimizar as rotas

Ao otimizar o transporte, o gestor de logística conta com um sistema completo de monitoramento de rotas. Os trajetos podem ser melhor planejados, permitindo que as entregas ocorram dentro do tempo previsto e com menos quilometragem.

O software tem funções de simulação de rotas. Além disso, traz informações obre o tráfego em tempo real e possíveis desvios de obras, congestionamentos ou acidentes.

Concluindo...

O software de gestão e otimização de transportes é essencial para que a sua logística seja bem feita e eficiente. O programa é capaz de integrar diferentes setores e melhorar o desempenho das atividades realizadas.

A tomada de decisão do gestor, dos líderes e da equipe como um todo passa a ser fundamentada por dados sólidos. A mobilidade de acesso à plataforma também é um diferencial que atende às necessidades do mundo contemporâneo.

Sendo assim, otimizar o transporte é um investimento e não uma despesa. A empresa só tende a ganhar com esse upgrade!
Entre em contato conosco e você encontrará uma solução personalizada para a sua companhia. Até mais!

Leia também: 7 dicas para otimizar a gestão de transporte da sua empresa

SCM

Tendências do SCM (Supply Chain Management) no Brasil

Poucas pessoas param para pensar o quão relevante é o setor de transportes e logística. Simplesmente nada funciona sem ele. Diante dessa importância toda, é fundamental que os gestores do segmento estejam constantemente de olho nas tendências do SCM.

O cenário atual, em que observamos um mercado extremamente competitivo, acabou gerando clientes mais exigentes. Erros não são tolerados. Para satisfazer esse público, existem diversas estratégias que podem ser aplicadas.

A boa notícia é que ambas as partes podem se beneficiar com isso. Algumas das soluções que estão surgindo são capazes de otimizar a relação entre o custo e o benefício das operações das empresas de transporte de cargas.

Na publicação de hoje, vamos conversar justamente sobre esse tema. Aqui você encontrará as principais tendências na Gestão de Cadeia de Suprimentos – ou simplesmente SCM (Supply Chain Management).
Fique atento às dicas! Vale a pena conferir!

Conheça 6 tendências do SCM no Brasil

Conhecer as tendências e procurar se adaptar a elas é uma forma inteligente de se posicionar bem no mercado. No Brasil, algumas práticas estão sendo adotadas por quem quer se tornar referência no setor. Conheça-as a seguir!

1. IoT - Internet of Things

O termo IoT, que pode ser traduzido como ‘Internet das Coisas’, está cada vez mais presente no cotidiano. Enquanto a internet comum tem como principal objetivo a conexão entre as pessoas, a IoT conecta dispositivos.

Usualmente interligada a sistemas de gerenciamento centralizados, essa troca de dados entre softwares e equipamentos abre um leque enorme de possibilidades para o campo da logística. A IoT está entre as soluções de SCM com consolidação mais rápida nos dias de hoje.

2. Inteligência artificial

A inteligência artificial não se restringe somente a robôs humanoides como vemos nos filmes de ficção científica. Ela está em inúmeros recursos que usamos no dia a dia, até mesmo no Google e nas nossas redes sociais.

A intenção desse tipo de sistema é reproduzir o raciocínio humano, com a vantagem de ter ainda mais precisão e estar menos propenso a falhas. Além do mais, a máquina é capaz de processar e analisar muito mais dados em um menor espaço de tempo.

No SCM para transportes, a inteligência artificial já pode ser encontrada em softwares de gestão automatizada. Eles permitem um gerenciamento avançado das operações diárias de logística em suas mais diversas etapas.

3. Rastreamento de radiofrequência

O rastreamento da frota por radiofrequência já vem sendo implementado por diversas empresas no Brasil. Mas a popularidade dele está numa crescente que nos permite incluí-lo na lista de tendências de logística e SCM no Brasil.

Como o próprio nome já diz, o sistema é baseado na troca de sinais de rádio. A grande vantagem da metodologia é permitir o monitoramento de veículos que estão em lugares fechados e sem sinal de GPS, como em subsolos e túneis. Ela não também não está sujeita a bloqueadores de sinal.

4. Logística compartilhada

Ainda que exista muita competição no setor de transportes, uma tendência é superar as diferenças e unir esforços. Essa é a premissa essencial da chamada logística compartilhada, que é uma tendência em SCM para os próximos anos.

Quando empresas têm interesses em comum, elas podem usar determinados mecanismos que permitam o compartilhamento de espaços, de serviços, de armazéns e até mesmo de veículos. Essas práticas viabilizam a redução de custos, o aumento da agilidade e o aproveitamento máximo do potencial da frota.

5. Logística reversa

A Lei 12.305 de 2010 determina que empresas de transporte deem destino correto aos resíduos sólidos de suas atividades. Essa é uma atitude importantíssima para o desenvolvimento sustentável.

Visando o cumprimento da lei e a otimização do logística, encontramos uma solução em SCM chamada logística reversa. Ela é muito semelhante ao item abordado anteriormente. Duas empresas com interesses em comum unem esforços com um objetivo comum.

Enquanto uma faz a entrega, outra se responsabiliza pela coleta dos resíduos. Isso evita, inclusive, que o veículo volte vazio para seu ponto de origem. Sem sombra de dúvidas, uma estratégia inteligente e ecologicamente correta.

6. Same Day Delivery

A última tendência apresentada hoje é a Same Day Delivery, ou seja, entrega no mesmo dia. A moda pegou em diversos países europeus, onde empresas se comprometem com a chegada do pedido no mesmo dia da compra.

Em um país continental como o Brasil, essa pode ser uma ideia ousada. Mas isso não impede que ela tenha chances de sucesso, especialmente em grandes centros urbanos e localidades próximas a centros de distribuição.

E então, gostou das dicas? Se quiser saber mais sobre como adotar essas tendências na sua empresa, fale com os Consultores da Deverhum. Nos vemos no próximo post.

SAB | Supply Chain 2019

O evento reunirá 50 VPs e diretores de Supply Chain para 3 dias de imersão e discussões em profundidade sobre os principais desafios e tendências do setor.

Obtenha insights estratégicos para garantir que sua equipe e seus processos sejam otimizados, centrados no cliente e prontos para tirar proveito da transformação que acontece!

Por décadas, a busca pela excelência na cadeia de suprimentos nos levou a uma perseguição incansável pelo equilíbrio entre custo, qualidade e eficiência. Com as cadeias de suprimentos cada vez mais complexas e os clientes cada vez mais exigentes, a tecnologia oferece maneiras completamente novas de responder ao clássico desafio. Dados e análises, robótica e automação, inteligência artificial e blockchain estão permitindo que as cadeias de suprimentos atuais sejam mais inteligentes e adaptáveis, com visibilidade e controle aprimorados.

Um ano após a greve dos caminhoneiros, o que aprendemos com a crise?

Como expandir e trabalhar com os seus parceiros para garantir os ganhos de uma cadeia integrada? Como melhorar a previsão da demanda e a produtividade? Já somos ágeis o suficiente?

O futuro que previmos está acontecendo agora. Uma nova era arrojada está se desdobrando, onde as cadeias de suprimentos digitais e físicas se combinam para promover a inovação, a disrupção e gerar valor comercial. A transformação digital acontece hoje e você está na linha de frente. Líderes de supply chain bem-sucedidos se antecipam, aproveitam as novas tecnologias e criam cadeias de suprimentos integradas que proporcionam o crescimento dos negócios. O futuro é a combinação de cadeias de suprimentos digitais e físicas: maximizar o valor do que você já tem e catalisá-lo com o poder do digital.

Factory of The Future

Factory of The Future

Flexible, Digitalized, and Sustainable

(Martin Wilkie - Global Head of Capital Goods Research) - Citi GPS: Global Perspectives & Solutions © 2019 Citigroup

As consumers, we have all become used to the benefits of mass production consistent quality at a low price. This has been enabled by a century of progress in factory automation, starting from the advent of manufacturing assembly lines more than one hundred years ago.

Manufacturing productivity gains stalled in the early 2000’s, but we are now on the cusp of a new era of productivity, driven by the declining cost of technology (data and components), a pending explosion in wireless connectivity potential for industrial devices, and developments in advanced manufacturing, including robotics. Manufacturing will become “on demand’, where we can order single bespoke items in real time, at the cost of mass production.

The Factory of the Future might conjure images of ‘lights out’ factories with lines of industrial robots, but the robots of the future will not be like those in the past — they will be easily integrated into human environments, and become as common as cars or phones. In this report, Professor Daniela Rus at MIT suggests that technology advances will allow us to build robots capable of taking on a much wider variety of tasks, working with some degree of autonomy, working side by side with people. By teaming machine learning, robot systems, and people together, the world of manufacturing could be reshaped. This means a whole approach to production and jobs that we cannot begin to imagine. It could mean smaller factories, located closer to population centers, making fewer generic standardized goods, and more customized products. Even robots themselves will be unidentifiable compared to their history. Two technologies — soft and origami robots — point to a future of manufacturing where machines and people work side by side.

In product development, the processes of designing, improving, and testing can all happen in a virtual environment, substantially reducing risks, time to market, and development costs. Product design has been software enabled for years, but the software simulation of testing, production and usage can shave years off product development times. Automatically generating the production “code” from this process enables “distributed manufacturing”, further enabling the concept of localizing production.

Even beyond robotics, we are on the cusp of a revolution enabled by cheap data, computing, and components, as well as a pending explosion in wireless connectivity enabled by the rollout of 5G networks. This is not just about gathering data, but also enabling augmented reality to empower workers on the factory floor.

This is not without risk — Citi Economists show that manufacturing powerhouses like Germany and China are shaping policy around the expected upheaval. Fully digitized factories also raise crucial questions on cybersecurity risk.

In an era of trade tensions however, distributed manufacturing takes on a whole new appeal, and once consumers get used to bespoke production on demand, at mass-produced prices, there will be no going back.

We hope you enjoy the report.

Novos caminhos para o velho problema da logística varejista

Um dos gargalos do varejo nacional atende pelo nome de logística. O tema foi amplamente discutido no Whow! Festival de Inovação

Por: Ivan Ventura | Fonte: Portal NoVarejo

Um dos antigos e conhecidos desafios do varejo nacional é a chamada logística, ou seja, o transporte de um produto desde a sua origem até a casa do consumidor. O assunto, que aparentava ser de difícil solução, passou a ser discutido sob novas perspectivas, inclusive com o intenso apoio de novas tecnologias. E tudo isso foi colocado em pauta durante o primeiro dia do Whow! Festival de Inovação.

O tema foi discutido no painel “Inovando a logística no Brasil. É possível acabar com o pedido feito na Black Friday que só chega no Natal?”. A mediação coube a Ana Szasz, head de Ebit da Nilsen, que falou sobre os desafios da entrega no Brasil. Entre outros temas, ela mencionou questões como a manutenção das estradas, o uso de novos modais de transporte e as dimensões continentais do Brasil.

Além disso, ela também citou o desafio da logística urbana, uma ideia que cresce em paralelo ao forte processo migratório de pessoas do campo para a cidade. Pessoas do setor chamam essa entrega em trechos curtos de última milha. A Delivery Center, uma empresa especializada em logística urbana, inverteu essa ordem. Eles têm um olhar a partir do consumidor, logo não usam a expressão “última milha”, mas a “primeira milha”. E como fazem isso?

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Eles falaram sobre o seu trabalho no Whow!. Segundo Saulo Brazil, CCO da Delivery Center, eles utilizam shoppings das cidades como mini centrais de distribuição. Em outras palavras, estocam os produtos dentro de espaços ociosos ou mesmo em uso desses estabelecimentos e, a partir desse momento, levam o produto até o consumidor em uma hora e meia.

“Todos querem abrir o canal próprio (centro de distribuição), mas nós fazemos o contrário. Nós invertemos a logística tradicional. Em cada shopping, eu tenho uma mini central de distribuição. Muitas empresas brigam para realizar entregas em 24 e 48 horas. Nós fazemos isso em uma hora e meia”, disse.

logística urbana

A logística urbana, inclusive, ganhou muita importância dentro das empresas a partir de datas comerciais como a Black Friday ou Natal. Para se ter uma ideia do impacto dessas data no varejo, a Netshoes, recentemente adquirida pelo Magazine Luiza, montou um verdadeiro esquema de guerra e atípico com foco no Natal e a BF.

“Quando uma escola de samba termina o seu desfile dias depois já planeja o próximo Carnaval. É isso o que acontece na Black Friday. Temos um PO (Product Owner ou gerente de projetos) apenas para avaliar o que deu certo e errado na data”, explica Marcio Chammas, diretor de logística da Netshoes.

No Magazine Luiza, a data também é significante para outro fim: atrair novos clientes. “Em média, 34% dos clientes que compram na Black Friday são formados por novos consumidores”, resume Luís Fernando Kfouri, diretor de logística da Magazine Luiza.

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Magazine as a service

A logística também foi o ponto de partida das falas de Kfouri e Chammas sobre o futuro da dobradinha Netshoes e Magazine. O Magalu está construindo uma grande rede com diversos centros de distribuição de produtos por todo o País, inclusive em lugares pouco explorados de estados no Norte e Nordeste do País. A ideia não é apenas estocar os produtos que vão para as lojas, mas também oferecer esses CDs para que parceiros comerciais possam também utilizar esse espaço. Dessa forma, cria-se um negócio para a empresa, um modelo com foco serviço – seria o Magalu as a service. As lojas também entrariam nesse modelo dentro das áreas urbanas.

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“A gente investe muito em logística. A ideia é transformar o Magazine em as a service. Hoje, temos 10 centros de distribuições e, recentemente,  entramos em quatro noves estados. Imagine vocês que entregamos os nossos produtos em até 48 no Pará. Quem faz isso?”, questiona Kfouri, que acrescenta: “Esse modelo também prevê uma automação nos centro de distribuição. Nesse momento, estamos fazendo um trabalho de regionalização da logística”, conclui.

A Netshoes deve se beneficiar dessa rede de centros de distribuição e tudo o que vem embarcado do modelo as a service do Magalu. “A gente quer aproveitar o alcance do magazine e atingir novos mercados”, resumiu Chammas.

Leia também: Itália inaugura o maior centro de logística do país

China se prepara para lançar plataforma de compartilhamento de informações voltada para cadeia de suprimentos

A China está no processo de criar uma nova plataforma que permitirá que os envolvidos no financiamento da cadeia de suprimentos acessem informações importantes sobre as empresas.

Ao longo dos anos, a China tem sido bem conhecida por ser particularmente opaca no que diz respeito aos dados e informações sobre sua economia, bem como empresas. No entanto, as coisas estão mudando rapidamente no país, enquanto a liderança chinesa tenta posicionar o país como a próxima grande superpotência. Em um novo desenvolvimento, foi relatado que a China está agora no processo de criar uma nova plataforma que permitirá que os envolvidos no financiamento da cadeia de suprimentos acessem informações importantes sobre as empresas. As empresas em questão serão pequenas ou médias, bem como aquelas que são classificadas como microempresas.

A plataforma estará empenhada em coletar diligentemente todas as informações relevantes com relação a essas empresas e torná-las facilmente disponíveis para aqueles que quiserem consultá-las. A Associação Nacional de Finanças pela Internet da China (NIFA) divulgou uma declaração a respeito desse desenvolvimento e disse:

A plataforma coletará, organizará e processará informações dessas empresas de forma abrangente a partir de cadeias de suprimentos e cadeias industriais relacionadas para representar essas empresas em diferentes níveis em uma rede completa de negócios.

No final do dia, muitas empresas menores e microempresas sofrem com a incapacidade de financiar seus negócios devido à indisponibilidade de informações importantes sobre suas operações.

Além disso, as instituições financeiras podem não confiar totalmente nas informações fornecidas por essas empresas. No entanto, com o surgimento de um terceiro confiável, será mais fácil para as instituições financeiras procurarem qualquer informação que desejarem e, em seguida, decidir sobre a possibilidade de financiar um negócio. Um representante da NIFA afirmou,

A plataforma fornecerá a essas empresas serviços financeiros sustentáveis ​​e de baixo custo, ao mesmo tempo em que permitirá que as instituições financeiras identifiquem com precisão os clientes para controlar os riscos de empréstimos.

Ele afirmou que a nova plataforma também será um imenso impulso para o crescente setor de tecnologia e Fintech do país. Muitas pequenas empresas de tecnologia e empresas de Fintech que estão à procura de capital semente também podem achar mais fácil conseguir o financiamento necessário para dar o pontapé inicial em suas empresas.

Fonte: China Gets Ready to Launch Supply Chain Facing Information Sharing Platform

Deverhum Consulting
Consultoria em Supply Chain

[Infográfico] Os 7 Desperdícios do Lean

Desperdício é tudo que consome recursos, mas não agrega valor ao cliente.

Um dos pilares do sistema lean, ou mentalidade enxuta, é a busca pelos desperdícios que podem ocorrer cotidianamente em uma empresa. O conceito é bem simples: desperdício é tudo que consome recursos, mas não agrega valor ao cliente. Difícil é eliminá-lo.

Um grande problema dos desperdícios é que eles, na maioria das vezes, ficam ocultos em meio aos processos produtivos. E como encontrá-los é o primeiro passo para combatê-los e eliminá-los, isso muitas vezes não é uma tarefa simples.

Uma boa dica para combater isso é tentar visualizar os “7 tipos de desperdícios”, conceito pioneiramente desenvolvido por Taiichi Ohno (1912-1990), um dos principais executivos da trajetória da Toyota, considerado um dos criadores do inovador sistema de gestão da montadora que deu origem à filosofia lean, autor de diversos livros sobre o assunto.

Pois vamos tentar entender, então, os “7 desperdícios do lean” com o seguinte infográfico desenvolvido por Rodilson Silva, do Guia Corporativo:

7 Desperdícios do Lean

 

Veja também: Consultoria Empresarial em Lean Manufacturing

 

Blockchain e Bitcoin: vantagens para o setor de logística

Mesmo com a popularização das criptomoedas, mais especificamente o Bitcoin, esta tecnologia ainda tem deixado muitas dúvidas.

Por exemplo: as transações com essas moedas virtuais são tão confiáveis quanto as transações convencionais?

Apesar da evolução de quase uma década das moedas digitais, foi apenas no final de 2017, que grandes instituições financeiras, como bancos e fundos investidores, começaram a usar as criptomoedas, o que ocasionou a bolha que vimos noticiada em todos os lugares.

Mas foi esse grande boom em dezembro de 2017 que começou a despertar a atenção do mundo todo para as moedas virtuais.

De fato, as transações com criptomoedas são menos arriscadas que transações convencionais, já que acontecem diretamente, e você mesmo detém a custódia do seu dinheiro.

O grande problema de fraude acontece quando a transação envolve corretoras de moedas digitais, utilizadas para fazer a custódia das criptomoedas. Cada corretora define a melhor segurança da tecnologia, sendo as equipes de desenvolvimento as responsáveis por proteger o sistema e guardá-los de ataques hackers.

As criptomoedas partem do pressuposto de uma economia descentralizada (mas ainda não regulamentada), sem a figura de um Banco Central. Qualquer problema enfrentado em relação a invasão de sistema, será uma perda do próprio investidor ou comprador.

Como você avalia a evolução das criptomoedas?

Hoje, passado o grande boom do Bitcoin, as criptomoedas estão estabilizando, o que possibilita que outras grandes empresas entrem no negócio de forma mais sustentável. Além disso, já estão sendo discutidas em muitos países leis para regulamentação dessas moedas. Isso facilita ainda mais a entrada das grandes corporações. Assim, espera-se que quando essas empresas e investidores entrarem, aconteça um novo crescimento, mas dessa vez muito mais controlado.

Veja também: Tudo o que você precisa saber para ganhar bitcoins.

Quais são os países que mais utilizam as criptomoedas?

De todas as transações mundiais, quase metade é feita na Ásia, sendo o maior uso no Japão.

Os Estados Unidos detêm apenas um quarto do uso das criptomoedas.

O Brasil ainda está bem atrás no uso da tecnologia: junto com outros países, faz parte dos 25% restantes do total.

Entenda o que é blockchain

Blockchain consiste em um banco de dados que implementa a descentralização de informações compartilhadas, registrando transações verificáveis e imutáveis, e que começou a ganhar visibilidade com as criptomoedas. E vista como o futuro de todos os processos.

Essa ferramenta traz mais confiança à segurança de dados, uma vez que não é possível alterá-los sem que haja a confirmação e a autorização de todas as partes envolvidas no processo. Isso sem contar que estão disponíveis para todos que tenham acesso, dificultando ainda mais ataques e fraudes.

Vantagens do blockchain na Logística

Além de reduzir custos e facilitar o acesso às informações em rede, o blockchain torna os processos mais ágeis, confiáveis, transparentes e seguros.

Veja outras vantagens do investimento em blockchain na gestão logística:

  • redução de custos, por ser um sistema autossuficiente, sem dependência de um servidor central;
  • possibilita verificar a origem e a autenticidade dos suprimentos que fazem parte de cada momento da cadeia de suprimentos;
  • melhora a transparência e autonomia nas transações;
  • redução de riscos com fraudes, uma vez que, com as informações de identificação em uma estrutura de blockchain, apenas os participantes da rede têm permissão para validar cada etapa da transação;
  • acesso a todos os detalhes do transporte e variáveis envolvidas, de modo mais confiável e justo, além da visibilidade a qualquer participante da rede;
  • rastreamento de transportes e monitoramento relativos à segurança dos produtos e dos funcionários, o que permite a integridade das mercadorias e a rápida notificação de situações circunstanciais envolvendo os caminhões, como acidentes ou roubos.

Diante de tantos benefícios, acredita-se, portanto, que a aplicação dessa tecnologia poderá ser dominante no setor em torno de 5 a 10 anos, regulamentando e automatizando todos os seus processos no futuro.

Quer entender mais sobre Blockchain? Temos outros artigos no blog sobre o assunto:

Centro de logística da Itália

Itália inaugura o maior centro de logística do país

Os correios italianos inauguraram o maior centro de logística do país voltado para o e-commerce.

Com uma área proporcional a 10 campos de futebol, o hub empregará 600 funcionários no Interporto de Bentivoglio, em Bolonha, por onde passarão 250.000 pacotes e embalagens de toda a Itália.

O presidente da Itália, Sergio Mattarella, visitou o local e afirmou que o empreendimento é um exemplo de como a "inovação nunca é inimiga do trabalho". "Mas, sim, é um modo para olhar para o futuro", disse.

Já o ministro do Desenvolvimento Econômico do país, Luigi Di Maio, do Movimento 5 Estrelas (M5S), afirmou que o hub do Grupo Poste Italiane é "uma história de sucesso" nacional.

Investimento em Logística

O hub foi aberto pensando no crescimento do e-commerce e na evolução dos modelos de consumo eletrônico. Além do centro de Bolonha, os serviços postais italianos mantêm estruturas de logística em Roma, Piacenza e Milão.

O novo centro foi construído em 17 meses, com um investimento de 50 milhões de euros. A estrutura também conta com 5.500 metros quadrados de painéis fotovoltaicos para geração energética e os quais proporcionam uma economia de 225 toneladas anuais de emissões de CO2.

Fonte: Terra | Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Leia também: Como atingir alta performance em Supply Chain?

Logística de Alta Performance

Logística de Alta Performance: mais do que um diferencial competitivo

O mercado atual está cada vez mais exigente, principalmente quando o assunto é logística.

Além disso, a competição está se tornando cada vez mais um ponto determinante na grande maioria das empresas. Apenas atender sobre o que seu cliente procura, não está sendo mais suficiente, neste caso, é o mínimo que a empresa tem de fazer por seus consumidores em suas experiências de compra até o início da fidelização.

É exatamente neste ponto que entra a logística de alta performance. Neste artigo, vamos lhe explicar melhor sobre esse conceito e como ele pode te ajudar completamente no diferencial competitivo da sua empresa. Dominar algumas visões estratégicas e outros pontos será ideal para seu crescimento perante aos seus consumidores.

Logística de alta performance?

O alto desempenho do setor logístico de qualquer negócio está estritamente ligado ao desenvolvimento empresarial como um todo. No geral, uma empresa só será capaz de conseguir desfrutar de bons resultados preocupando-se constantemente com sua performance quanto à logística.

Este setor é uma forma estratégica para qualquer tipo de negócio, ou melhor, não importa qual nicho sua empresa ocupa e muito menos o tamanho de seu negócio; os processos de logística sempre deverão ser acionados e incluídos para um padrão de qualidade. Mas a questão definitiva é: como podemos usar a logística para obter um grande diferencial competitivo em uma empresa? Veremos a seguir!

Por que adotar uma logística com qualidade?

Toda empresa possui setores, sejam elas de grande, médio ou pequeno porte. Cada um desses setores possui uma importância individual e a logística é o veículo que ajuda sua empresa a percorrer os caminhos necessários. Melhor ainda dizendo, ela é responsável por todas as atividades que devem e precisam ser realizadas em um negócio.

Portanto, investir em uma logística com qualidade é o que irá garantir que sua empresa caminhe para o progresso, o sucesso e muito mais que isso, garante que ela aprenda a lidar com as competitividades que pode encontrar neste progresso. Você vai concordar conosco: de que adiantaria apostar no marketing e ter uma equipe de vendas qualificada, se a logística usada não funciona?

E como alcançar os melhores resultados?

Um bom gerenciador de logística de uma determinada empresa deve saber que seu maior objetivo é e sempre será alcançar uma ótima performance no setor em que atua. Porém, o que precisa ser feito para que eles se tornem cada vez mais eficientes em suas áreas, para ajudar no alavancamento de seu negócio?

Além do mais, o que precisa ser feito para que as atividades se tornem cada vez mais seguras e rápidas? Veja as dicas que separamos!

Fazer uso de boas plataformas de gestão

A tecnologia avançou tanto, que hoje é considerada uma das melhores formas quando o assunto é desenvolvimento empresarial. Aprender a manusear essas tecnologias pode ser uma grande estratégia para o diferencial competitivo.

Fazer uso de um bom sistema de gerenciamento é uma necessidade na maioria das empresas que buscam desenvolvimento. Por isso, invista em um software de qualidade que tenha compatibilidade com o que você e sua empresa necessitam. Esses softwares podem ser úteis, por exemplo, para:

1. Melhoria da comunicação externa e interna;
2. Gerenciamento de transportadoras;
3. Controle de estoque;
4. Monitoramento das cargas;
5. Confirmação de entregas;
6. etc.

Estudar estratégias indicadas para a empresa

Toda empresa é única. Por mais que ofereçam serviços e produtos parecidos, toda empresa possui algo que se diferencia de outra no mesmo nicho. Sabendo disso, todas os problemas desafiadores que surgirem deverão ser analisados pelo gestor de logística, que deverá saber identificá-los e desenvolver a habilidade adequada para a situação.

Quando há certa clareza relacionada às necessidades de uma empresa, o papel de planejar estratégias fica muito mais simples. Um gestor de logística de um setor, atua colocando foco naquele ponto que precisa de melhorias, com isso, o serviço se torna mais seguro e ágil.

Monitorar o desempenho das atividades

Nada que você colocar em prática pode ser deixado para trás. Todas as estratégias pedem um monitoramento adequado e constante. Você ou o gestor de logística de sua empresa precisam sempre se lembrar de acompanhar os resultados obtidos. Afinal, essa análise é necessária para a manutenção do desempenho das atividades, gerando insights para otimização de resultados, mesmo para aqueles que já estão satisfatórios.

Trabalhar com bons parceiros logísticos

A sua empresa ou a empresa em que trabalha não irá conseguir caminhar perfeitamente se aqueles que trabalham com ela não conseguem progredir. Por isso, saber quem incluir em sua empresa, tanto internamente quanto externamente é super importante. Dê espaço para aqueles que estão usando as estratégias de logística e que estão caminhando, mesmo que devagar, com elas.

Se necessário, conte com uma boa consultoria logística para alavancar a performance do seu negócio. Neste quesito, fale com um dos especialistas da Deverhum Consulting.

A logística é super importante para seu negócio, aprender sobre ela e evoluir com o tempo certamente te trará bons resultados!