Como contratar uma transportadora passo a passo

O ato de contratar uma transportadora pode exigir determinados cuidados.

Sabemos que o crescimento de mercado e surgimento de novas tecnologias ampliam cada vez mais o contato entre as empresas para a realização de negócio e de parcerias.

As parcerias podem envolver compra e venda de serviços, bem como de mercadorias gerando a necessidade de criação o contratação de processos logísticos especializados no transporte de bens em diferentes tipos de modais.

Como contratar uma transportadora?

No caso do Brasil, por ser um país com grande predominância de rodovias como modal, é mais comum as empresas contratarem frotas de caminhões do que linhas de trem ou de transportes marítimos para executar os projetos de retirada ou entrega de produtos.

A seguir daremos algumas dicas para fazer uma contratação mais segura e certa.

1 – Verifique as empresas disponíveis no mercado

É importante que a empresa contratante verifique a quantidade de empresas disponíveis no mercado de transporte.

É importante fazer uma pesquisa por telefone ou internet para selecionar as empresas que trabalham com o modal certo, considerando a localidade, o perfil da carga e as dimensões.

2 - Qualidade da empresa

É importante verificar a qualidade da empresa e a reputação das transportadoras que pretende contratar. Quando uma empresa é contratada ela se torna parte da operação e pode influenciar diretamente o resultado.

Por meio de entregas, a prestadora desse tipo de serviço pode melhorar os processos produtivos da empresa contratante. Para tal, é fundamental que a contratante verifique a reputação da prestadora de serviço e a qualidade de seus serviços.

É fundamental verificar se ela é capaz de cumprir prazos, oferecer bons preços e realizar a entrega com excelência.

É muito importante confirmar a reputação da prestadora de serviços de transporte, verificando os sites e o histórico da mesma no mercado.

3 - Valor do frete

A contratante também deve considerar o valor do frete, conforme as distâncias e as condições do contrato. Verificar a excelência do serviço e compará-lo com o valor do frete.

É importante comparar e saber solicitar descontos conforme a quantidade de volume a ser transportados. Porém, a empresa que irá contratar precisa equilibrar um bom preço com boa qualidade.

No caso de empresas que realizam vendas via internet é importante considerar diferentes variáveis. Normalmente, as empresas online consideram apenas o peso real do produto, porém fatores como tempo e preço também precisam ser considerados.

Portanto, na hora de contratar uma transportadora todas as informações a respeito da empresa precisam ser consideradas e avaliadas.

Além dos fatores como preço, prazos e condições de contrato, fatores como tecnologia de automação nos processos logísticos também é um diferencial.

É importante considerar a geração de benefícios tanto para as empresas quanto para as transportadoras que possam atuar como parceiras somando qualidade ao processo.

Vale a pena analisar as condições de sistemas, tecnologia e habilidade, além de preço e prazo, no momento da contratação.

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Os 4 Indicadores de Entrega mais importantes para sua empresa

Quando falamos em indicadores de entrega nos referimos a diferentes métodos que buscam melhorar os resultados para a empresa.

Os setores de gestão, administração e qualidade precisam ficar atentos aos índices, dados e performances que de fato podem intensificar o sucesso de processos de produção e distribuição de produtos e serviços.

É importante acompanhar cada tipo de dado e ação para verificar se determinado objetivo de um projeto pode ser alcançado com sucesso.

Atingir cada tipo de meta é fundamental para a empresa identificar caminhos, atingir objetivos e obter maior excelência.

O que são indicadores de entrega?

Esse tipo de indicador pode estar atrelado ao KPI (Key Performance Indicators) ou Indicadores Chave de Desempenho que servem para a avaliação e medição de desempenho de processos.

Ajuda a visar e orientar processos, bem como identificar aspectos que precisam ser melhorados em diferentes procedimentos produtivos e empresariais.

Na logística

No campo da logística, por exemplo, as ações de controle e acompanhamento desses dados podem ajudar muito nos setores de aquisição e controle de matéria-prima, transporte, armazenamento e movimentação de produtos.

Pode também orientar a gestão de estoques e métodos de qualidade para aprimorar processos.

A seguir apresentamos quatro indicadores mais importantes para otimizar os projetos numa empresa.

1 - On-Time delivery (OTD)

Quando utilizamos o On-Time delivery nos referimos a um processo que permite medir percentual de pedidos entregues dentro prazo planejado.

Porém, não considerar especificações dos itens, estando estas certas ou não. Ele é usado para confirmar o tempo e os prazos da entrega.

Esse método exige mediação diária com nível de qualidade acima de 90% a cada 100 entregas realizadas.

2-  On-Time & In-Full (OTIF)

Também podendo ser entendido como um complemento do OTD, o OTIF trata-se da quantidade de entregas realizadas no prazo e na quantidade exata que o cliente pediu. A logística deve buscar os dois indicadores, porém deve-se medi-los de forma separada, pois o OTD se trata de uma forte avaliação da expedição e logística de outbound e o OTIF uma forte avaliação mais voltada à gestão de estoques e logística conjunta.

3 - Tempo de ciclo do pedido

Esse método se concentra no tempo ou prazo que inicia com a data de realização de pedido até a data da entrega. A mediação pode ser diária, mensal, trimestral, feita por cliente, linha de produto, serviços ou por conjunto de pedidos.

Exige a realização de cálculo para avaliar possíveis atrasos em processos de transporte e de entrega. Um determinado atraso pode, por exemplo, acontecer pela ausência do produto.

4 – Índice de ocorrência

Outro indicador importante é referente ao índice de ocorrência, principalmente, quando determinado projeto ou evento não esperado acontece.

Geralmente, mesmo que não seja um acidente, ele pode identificar situações de extravio, avarias, troca, devoluções ou perdas inesperadas.

Para cada situação é necessário a aplicação de soluções personalizadas para melhorar o desempenho logístico.

Bônus: Tempo de atraso das entregas

Outro indicador de entrega importante é referente ao de tempo das entregas. O tempo de atraso utilizado como indicador ajuda a precisar o tempo de atraso de entregas, medindo a eficiência da empresa em seu projeto logístico.

Portanto, selecionar e utilizar os processos de uso indicativo de análise de dados e correção de eventos é fundamental. Pois, conforme a situação ou valor identificação, a empresa deverá reavaliar as suas ações e estratégias.

O principal foco sempre será o de reduzir burocracias, perda de qualidades e desvio no processo de envio e entrega.

Leia também: Entenda os Principais KPIs da Logística

Entenda os Custos, Despesas e Investimentos do seu negócio

Os custos, despesas e investimentos são parte essencial da rotina administrativa e gestora de uma empresa.

Elaborar um projeto de gestão implica maior nível de controle sobre esses três requisitos.

Porém, existem diferenças entre os três, principalmente, na compreensão do fluxo de entrada e saída de recursos e receitas financeiras.

O que são custos, despesas e investimento?

No setor de administração, contabilidade e gestão de uma empresa é fundamental existir uma melhor compreensão sobre os conceitos desses três pilares do controle de verba, receita e gastos da empresa.

Esse cuidado, independente do porte da empresa ou da cooperativa, é fundamental para a atualização de todos os dados.

Todo os valores financeiros que saem do caixa da empresa podem ser considerados como gastos e o gastos abrangem esses três requisitos de tratamento do dinheiro na empresa.

Dessa forma, tudo o que é desembolsado é considerado gasto (saída) no caixa da empresa.

Os custos

Quando uma empresa adquire ou produz mercadoria ela gera custos para o seu fluxo financeiro. Esses custos podem estar envolvidos com a matéria-prima, mão-de-obra e esforço de fabricação, depreciação, manutenção e conservação.

A empresa ainda terá que calcular os custos diretos e os custos indiretos.

Os diretos se referem à elaboração de produto e serviço ofertado pela empresa gerando a necessidade de mão de obra, aquisição de matéria-prima e contratação de serviços.

Os indiretos estão ligados à produção de um determinado bem ou serviço de forma indireta abrangendo atividades como manutenção, limpeza, almoxarifado, logística, energia elétrica, alimentação e demais responsabilidades.

Despesas

Quando falamos em despesas, nos referimos aos gastos ligados com a manutenção da estrutura para o alcance do objetivo do negócio.

Refere-se ao pagamento do aluguel da sede da empresa, condomínio, taxa fixa de energia elétrica, taxa de serviços internos, salários, entre outros. Ou seja, estão referentes à manutenção da atividade da empresa.

Investimentos

Quando a empresa gerar um recurso financeiro para elevar o retorno ou lucro da empresa, podemos dizer que ela está investindo.

Pode estar ligado com a compra de novos equipamentos para abertura de novas linhas de produção, remodelação da sede, reforma do ambiente interno e externo da sede da empresa, compra de cursos para os funcionários, contratação de palestrantes ou consultores, desenvolvimento de um novo departamento interno, criação de uma nova campanha de comunicação, logotipo, entre outros.

Investir busca aumentar a receita e o retorno da aplicação de produtos e serviços da empresa no mercado.

Referem-se aos gastos em produtos, bens e serviços que possam melhorar procedimentos, qualidade e processos para gerar benefícios financeiros e mercadológicos a médio e longo prazo.

O investimento pode ser considerado como uma espécie de gasto ou despesa positiva, mas deve ser considerado como um gasto para gerar benefícios.

Portanto, conhecer a diferença conceitual entre os três é importante para nortear as decisões da empresa.

Neste artigo, apresentamos as diferenças de cada um e especificamos o caminho de gestão que cada empresa deve estabelecer em sua rotina organizacional.

Leia também: 3 Custos que sua empresa pode reduzir hoje mesmo

Abertas inscrições gratuitas para evento virtual sobre logística

O evento promovido por uma Faculdade de Petrolina, será realizado no dia 18 de junho, às 19h.

Informações do Portal G1 Petrolina | 08/06/2020 16h09

Estão abertas as inscrições para o debate virtual “Logística em pauta: Armazenagem e distribuição em tempos de crise”, conduzido pelo gerente de Armazenagem, Pedro Celso Martins. O evento promovido por uma Faculdade de Petrolina, será realizado no dia 18 de junho, às 19h.

Os interessados em participar devem se inscrever gratuitamente através do site. Outras informações através do telefone (74)9 9110-2918.

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3 Custos que sua empresa pode reduzir hoje mesmo

Sabemos que reduzir custos é crucial para o sucesso de seu negócio. Empresas que gastam mais do que arrecadam estão fadadas ao fracasso e à falência.

Mesmo que um produto ou setor da empresa seja a “vaca leiteira”, ou seja, esteja gerando muita receita, a empresa em sua estrutura pode ficar comprometida quando outros produtos e setores não estão gerando bom retorno de mercado.

Ressaltamos que, o crescimento de uma empresa depende de sua arrecadação (geração de receita) e o quanto ela gasta seja para cobrir custos ou despesas.

Reduzir custos

A empresa precisa saber implementar uma política de redução de custos e despesas, pois mesmo que ela venda muito e fidelize seus clientes, os resultados podem ficar comprometidos se os custos forem muito altos.

Dessa forma ela não crescerá no mercado de forma sustentável, pois um dos principais objetivos é alcançar lucro e condições de crescimento no mercado.

Mas, para fazer os cortes certos é importante planejamento e estudo estratégico.

Custos e despesas

Muitas pessoas e administradores ainda podem ter dúvidas sobre o conceito de custos e despesas.

As despesas são inerentes aos valores fixos que a empresa precisa cumprir como pagamentos de salários de funcionários, com investimentos de marketing, entre outros.

Os custos são ligados com o valor gasto com a produção de mercadorias, matéria-prima, mão-de-obra, energia elétrica, depreciação de máquinas, entre outros.

A seguir apresentamos três dicas que podem ajudar a sua empresa a economizar mais e realizar cortes estratégicos.

1 - Papel e impressão

Em muitas empresas, o gasto com papel e impressão pode comprometer a saúde financeira da empresa.

Muitas vezes, as empresas podem achar os gastos com papel, fotocópias e impressões, por exemplo.

Além da consciência ambiental em querer reduzir o uso de papel, é importante adotar práticas como o uso de plataformas digitais e de aplicativos para evitar o excesso de papel.

2 - Energia elétrica

Se a conta de luz preocupa dentro de casa, imagine numa empresa e numa fábrica. Lembramos que o descontrole da conta de energia elétrica pode comprometer muito o cálculo de custos e despesas de uma empresa.

Para reduzir esse tipo de gasto, é indicado reduzir o uso da eletricidade em cômodos vazios ou sem uso, saber aproveitar a luz solar, manter lâmpadas led e econômicas sempre bem instaladas.

Mesmo no verão, o ar condicionado deve ser utilizado com moderação, sem abusar da potência do equipamento. Em certas horas do dia é indicado abrir bem as janelas e manter o ar desligado.

3 – Café e água

Cuidado com o desperdício de café e água para visitantes e funcionários. Deixar os funcionários lanchar durante o expediente não significa abusar no cafezinho e tomar café o dia inteiro.

A oferta excessiva de água mineral e de café pode sobrecarregar nas contas da empresa.

Outra dica é ensinar os funcionários a utilizarem canecas individuais para reduzir os gastos com copinhos de plástico e assim também respeitar a natureza.

Muitas empresas têm adotado uma medida de fornecer aos funcionários xícaras individuais (de porcelana ou metal) e copos de produto reaproveitado (Ex. fibra da casca de coco). Essa medida também foi adotada por um dos clientes da Deverhum Consulting e está gerando redução de custos e a empresa está alinhada com os programas de conservação do meio ambiente.

Planejamento de Custos

Crie um plano de gastos e estabeleça uma meta mensal, a partir daí tente obedecer o limite deste plano e aos poucos vá adaptando a rotina da empresa.

Muitas vezes adquirir produtos de qualidade que durem mais do que os de segunda linha, costuma gerar uma boa economia no final de mês. O segredo para reduzir os custos, é ficar atento ao dia a dia da empresa e falar diretamente com seus colaboradores.

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4 passos para calcular a viabilidade financeira do seu negócio

É fundamental estudar a viabilidade financeira do negócio e da empresa em diferentes ciclos de projeto de mercado.

Lembramos que esse tipo de análise é um tópico muito presente nas relações de mercado e no projeto inicial de empresas e produtos.

É fundamental fazer estudos precisos para conhecer a empresa, o mercado e os fatores concorrenciais.

Neste artigo falaremos mais sobre esse dado econômico tão importante para a estruturação de um negócio.

Estudando a viabilidade financeira

Inicialmente, é importante que o empreendedor e o investidor tenham a certeza da necessidade de se fazer projeções realistas para o plano de negócios e para o projeto da empresa.

Cada projeção deve calcular corretamente os custos, despesas e investimentos dentro de conjunto corretos de avaliação realista. Os cálculos precisam ter proporções similares em relação ao capital, aos custos, despesas e demais gastos envolvidos no projeto.

Pode ser difícil tomar uma decisão certa entre mais de um projeto, principalmente, quando a empresa possui tempo e dinheiro somente para investir num único tipo de projeto.

O valor do investimento

O investimento pode ter o seu valor determinado pelo valor financeiro (a grana que ele precisa que ele poderá gerar) e geração de valor (qual solução o projeto e o negócio apresentarão para o cliente e para os parceiros de mercado).

Lembramos que o investimento é referente à aplicação de capital visando a obtenção de lucro em determinado prazo.

Os quatro passos para estudar a viabilidade financeira

A seguir apresentamos os quatro principais passos para orientar a avaliação de um projeto de negócio.

1 - Projeção de receitas

Em primeiro lugar é importante começar estudando o mercado, identificando o nível de aceitação do mercado, posteriormente, faça uma projeção de receitas com alta expectativa e com projeções realistas.

Considere também as possíveis oscilações da receita, oportunidades e ameaças de mercado.

2 – Estude os custos, despesas e investimentos

Como falamos no início do artigo, é fundamental estudar os custos, despesas e investimentos que o negócio precisará.

É importante saber quantificar o investimento inicial em máquinas e utensílios, o custo com a contratação de trabalhadores, com o investimento em marketing (divulgação) e entre outros setores de sua empresa.

Saiba que, no futuro, a empresa poderá necessitar fazer reinvestimento para manutenção de mercado consumidor e ampliação do guarda-chuva de produtos.

3 - Projeção de fluxo de caixa

Mesmo que a empresa ainda esteja em seu processo inicial de criação, é importante calcular a projeção do fluxo de caixa. Podemos definir o fluxo de caixa como a diferença entre as projeções das receitas e das despesas.

4 – Análise de indicadores financeiros

É importante ficar atento às análises de indicadores do projeto do negócio. Essa análise permite estimar o lucro e poder identificar o intervalo de tempo que o capital investido será recuperado (ponto de retorno).

Portanto, esses passos iniciais serão fundamentais para garantir o sucesso da empresa e dos planos de negócio para permitir o crescimento da empresa e uma boa gestão financeira.

Conheça também os 3 métodos de avaliação mais utilizados no mercado através da Consultoria Deverhum.

Empresas de Logística

Empresas de Logística: checklist para escolher o melhor parceiro

É muito importante saber selecionar empresas de logística, em diferentes segmentos de atuação, pois um bom planejamento nesse setor pode ser um importante diferencial para ajudar a otimizar os resultados da empresa.

Mas, na prática sabemos que selecionar fornecedores de qualidade não é uma tarefa fácil, sendo essa fase relacionada com decisões difíceis e atreladas a escolher não somente pontos de produção, mas também de distribuição de produtos e serviços.

Neste artigo falaremos mais sobre essa difícil missão de selecionar e escolher fornecedores que de fato sejam positivos para os projetos da empresa e da marca.

Empresas de logística

Estamos falando de corporações que desenvolvem projetos logísticos para melhorar a seleção da matéria-prima, da produção, da alocação de recursos, seleção de modais de transporte, armazenamento, de canais de distribuição, canais de vendas e método de atendimento inicial ao consumidor como suporte de vendas ou dedicado à logística reversa em casos de retorno de produto, embalagem ou garantia.

No parágrafo acima resumimos as principais atividades de um projeto logístico abrangente, lembrando que esse setor não se resume somente ao transporte.

Sendo assim é fundamental que a sua empresa selecione prestadores de serviços e fornecedores de diferentes tipos de produtos e serviços que de fato ajudem a otimizam o plano estratégico para o setor logístico de sua empresa.

Como fazer o checklist?

A seguir apresentamos os principais passos para você conseguir fazer uma seleção do melhor fornecedor possível para a sua empresa.

1 – Pesquise informações sobre o fornecedor

Mesmo precisando economizar, é importante conhecer o histórico e a qualidade dos serviços da empresa na qual você precisa contratar.

Vale a pena levantar dados online, pedir referências e analisar a reputação da empresa no mercado a respeito da qualidade dos produtos e serviços.

2 – Selecione empresas estáveis no mercado

Antes de fazer uma parceria de longo prazo, é importante selecionar empresas estáveis, ou seja, fornecedores com forte capacidade financeira e sem dificuldades de entrega e aplicação de serviços.

3 – Procure por serviços e produtos que atendam o seu perfil

É essencial também que a sua empresa conheça quais tipos de produtos são do interesse de mercado de seus consumidores e de sua estratégia de vendas.

No mercado atual, por exemplo, existem distribuidoras especializadas em determinados tipos de produtos, como distribuidores de livros e de congelados, por exemplo.

4 – Avalie a qualidade

Além de estudar os custos dos serviços e dos produtos, considere também a qualidade da empresa.

Ressaltamos que a qualidade do serviço oferecido pelo parceiro comercial é essencial para a parceria. Lembramos que pode acontecer de certos fornecedores e distribuidores apresentar e entregar produtos danificados, atrasados ou errados.

5 – Valorize a capacidade de fornecimento

Confirme se o fornecedor do produto ou serviço possui capacidade de fornecimento. A empresa contratada precisa estar pronta para entregar os produtos necessário na quantidade, com a qualidade e com o tempo solicitado.

A capacidade precisa ser confirmada, principalmente, em tempos de crise ou de adaptação de mercado. Portanto, é importante que a empresa contratante saiba selecionar os melhores fornecedores e parceiros para aprimorar as suas estratégias de mercado. E se precisar de uma consultoria logística completa para o seu negócio, conta com a Deverhum Consulting.

Perspectivas do setor Logístico pós-pandemia

O setor logístico pós-pandemia deverá desenvolver inovações em suas aplicações de projetos para manter o mercado abastecido e bem atendido.

Desde novembro de 2019, quando o surto de coronavírus começou na China, muitas cidades de Ásia e da Europa tiveram que restringir atividades comerciais, industriais e as referentes ao turismo.

Num efeito dominó, todos os continentes estavam atingidos pelo novo vírus no mês de março de 2020, gerando perdas na geração de renda, emprego e nas atividades econômicas.

Mas, como repensar e produção, a venda de produtos e serviços e melhorar o atendimento ao cliente em tempos de restrições de mercado causadas pelo necessário isolamento social para conter a disseminação da doença?

O setor logístico pós-pandemia

Seja no contexto científico, social e econômico, o mundo não será o mesmo depois que superar a doença covid-19 causada pelo coronavírus.

Sabemos que o projeto de logística pensa o produto e a disposição do mesmo desde a matéria-prima até o consumidor final, incluindo ainda a logística reversa (retorno do produto ou refil) e, em casos de situações de emergência, ela deve ser repensada para evitar aumento de custos, perda de qualidade e perda de pontos de vendas.

A baixa demanda

Durante a pandemia, um dos grandes desafios será continuar produzindo, vendendo e distribuindo mesmo com a baixa demanda de mercado.

Pois, nesse período o poder aquisitivo deverá registrar quedas causadas pelo desemprego, por fatores socioeconômicos e por retração comercial causada pelo isolamento.

O outro desafio será o de conhecer as novas perspectivas de mercado depois que a pandemia passar tentando conhecer o perfil de novos tipos de consumidores e de novas necessidades que poderão surgir e diferentes segmentos de mercado.

O delivery e o market place

Atualmente, disponibilizar os produtos e os serviços em lojas online ou em marketplace como o Mercado Livre e o ZAP podem ser soluções mais rápidas para tentar escoar parte do estoque que está parado dentro de uma loja física fechada.

Essa mudança também cria novos ritmos e nova cultura organizacional no processo de logística.

O futuro

No futuro próximo, os projetos de aquisição de matéria-prima, planejamento de produção, planejamento de produtos e serviços, distribuição, modais de transporte, armazenamento, tipo de vendas e outros tópicos essenciais num amplo projeto de logística deverão ser adaptados a novas situações.

As empresas deverão buscar movimentar a carga de seus estoques de forma mais rápida para atender mais clientes nos meios virtuais que, certamente, manterão o hábito da compra delivery e da compra digital feita na internet.

Além do estoque da produção de escala, a produção sob demanda que já é uma realidade na indústria dos livros poderá se tornar numa nova realidade para empresas que conseguirem acelerar o seu ritmo de produção e de organização logística.

Devemos avaliar, que os novos rumos aplicados sobre as mudanças de cadeias de suprimentos já era uma realidade desde a guerra comercial entre China e EUA, exigindo desde então mais diversificação de cadeia e forte conexão entre diversos pontos de produção.

Leia também:

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A transformação digital na logística pós-pandemia

Mudanças profundas no mercado de logística estão chegando... As empresas brasileiras estão preparadas?

Foto: Envato Elements / DINO

Segundo pesquisa divulgada recentemente pela NTC&Logística, o transporte rodoviário de cargas no Brasil já despencou 44% desde o início da epidemia, o que provocou a redução do faturamento de 87% das empresas do setor. Isso significa que muitas transportadoras irão fechar e que o preço médio do frete irá subir em consequência da redução da concorrência e do aumento dos custos gerado pelas dificuldades de movimentação.

Esta "sacudida" no mercado irá trazer impactos permanentes motivados por algo tão simples e corriqueiro na vida das pessoas… a mudança de hábitos.

O leitor desta notícia, muito provavelmente, está lendo esse texto a partir da sua casa, porém não em um jornal ou em uma revista, mas no seu computador ou a partir do seu celular. Isso não é nenhuma grande novidade. A novidade é que esse leitor pode estar lendo isso em sua casa, no meio da semana, durante o horário comercial, sem nenhum tipo de supervisão de seus líderes. Bem, isso bastante diferente.

Não é exatamente algo novo, claro, pois há muito já se fala do trabalho remoto e do empregado nômade como tendências da era digital, mas obviamente se via isso como uma realidade distante, aplicável a poucos, especialmente no Brasil, com seus modelos engessados e legislação trabalhista anacrônica.

Pois é, só que veio a pandemia... E, então, a mudança acelerou.

Assim como é difícil para alguém da geração atual imaginar-se lendo esse artigo em um jornal impresso, será difícil para as próximas gerações imaginarem-se cumprindo expediente em um escritório, obedecendo a um relógio ponto e recebendo instruções diretas e presenciais de seu chefe. Simplesmente, o mundo não será mais assim.

Então é importante que se comece a imaginar como será o dia a dia das pessoas depois que essa tempestade passar. Onde a indústria irá buscar matéria-prima? Onde irá entregar seus produtos manufaturados? E, principalmente, como, com quais meios e a que preço isso será feito?

A Transformação Digital bateu à sua porta

Neste tipo de cenário de mudanças abruptas e de novos hábitos é possível compreender a importância da transformação digital. Ela vai acontecer em todos os setores, seja de forma mais suave para quem se preparou, seja aos trancos e barrancos para quem está se movendo mais lentamente.

Inevitavelmente, quem fizer logística do mesmo jeito vai perder competitividade, pois o frete convencional ficará mais caro. E o profissional de logística que não se atualizar digitalmente vai ficar sem emprego, pois a aglomeração em grandes Centros de Distribuição e a consolidação de cargas vão dar lugar aos modelos de direct to consumer e de crowdshipping (se não sabe o que significam esses termos, já está um pouquinho atrasado).

Talvez alguém possa pensar - "Digital? Como digital? Transporte de carga é físico, precisa de caminhão, precisa de gente movimentando caixas." - Só que há muitas formas de ser digital

Entregar comida é algo físico, mas o iFood está aí. Transportar pessoas é algo físico, mas veio o Uber e mudou o mercado. A "digitalização" de um modelo econômico basicamente transforma a maneira que as pessoas se relacionam através de meios digitais, o que hoje em dia significa principalmente disponibilizar serviços e acesso à informação em computadores e smartphones, mas no futuro estará no relógio, nos óculos ou até no traje de uma pessoa.

E é desta forma que a logística está mudando. Quer alguns exemplos?

Logo que a epidemia começou no Brasil as autoridades determinaram o isolamento social. Com o fechamento de diversos estabelecimentos comerciais, os problemas com a logística começaram.

Os caminhões ainda estavam na estrada, transportando as mercadorias, e precisavam continuar suas viagens para abastecer as cidades com alimentos, remédios e gêneros de primeira necessidade.

O problema é que os postos de combustíveis, os restaurantes, oficinas e hotéis que ficam nas estradas muitas vezes estavam fechados, inviabilizando a viagem. No modo offline não havia muito o que se fazer, senão trocar mensagens com alguns outros amigos caminhoneiros para tentar levantar informações sobre onde encontrar algo aberto. Mas quando se está em algum lugar mais remoto desse imenso país é difícil obter informações precisas deste modo.

Foi aí que a startup de logística TruggHub usou a digitalização para resolver o problema. Lançou rapidamente o aplicativo móvel "Na Estrada", desenvolvido para Android e iPhone e especialmente desenhado para ajudar caminhoneiros na estrada com informações atualizadas sobre o funcionamento dos estabelecimentos comerciais, com horários, ofertas e até a rota até esses lugares.

A iniciativa, na verdade, faz parte de um conjunto de ações que a startup lançou, chamada de "CoronaOut", para ajudar a combater o contágio, utilizando os dados que coleta nas operações logísticas que coordena.

Isso é economia digital. Quando as operações estão todas registradas em sistemas informacionais, utilizando-se integração de dados, plataformas abertas e recursos de Big Data e Machine Learning, é possível transformar todos esses dados em inteligência e gerar um impacto positivo em quem está na ponta da operação e não apenas ter informações gerenciais para serem consumidas pela alta administração.

Essa democratização do acesso à informação é o principal viés da economia digital e é isso que irá mudar a vida das pessoas.

A plataforma da TruggHub, por exemplo, também está permitindo um novo modelo de distribuição de cargas fracionadas ao agregar as mercadorias de diversos embarcadores para serem transportados em um único caminhão, com o máximo aproveitamento do espaço disponível. Isso significa que a cada viagem o custo é rateado por um número maior de embarcadores, viabilizando que fretes distantes alcancem o destinatário final a custos competitivos. Assim, um produtor local pode passar a ter abrangência nacional sem inviabilizar sua competitividade por conta do preço do frete.

Esse modelo de distribuição direct to consumer, associado a uma estratégia de e-commerce, muda completamente o jogo do mercado, numa economia pós-covid de pessoas que vão deixar de frequentar lojas físicas para comprar on-line.

Muitas outras tecnologias estão mudando o mercado e as relações de trabalho. O teletrabalho deve continuar forte após a quarentena e gestores de logística precisarão desenvolver métodos e utilizar ferramentas para acompanhar a operação remotamente, a partir da tela de seus computadores ou smartphones, como Torres de Controle, informações georreferenciadas, comunicação direta com o front e sensoriamento remoto. E com a retração econômica, precisarão de soluções de rápida implementação e diluídas no custo da operação, pois não terão muitos recursos de CAPEX para aplicar nesses projetos.

Outra realidade é a migração da força de trabalho. O fechamento de lojas de rua irá colocar muita mão de obra disponível que precisará ser aproveitada em outras funções. Modelos que adotem a economia compartilhada como o Uber, Rappi e Loggi trarão um novo paradigma para o mercado de trabalho, inspirando outros setores.

Concluindo...

O momento é de mudança. Quem não se adaptar, não irá sobreviver. Aliás, quem demorar para se adaptar já corre o risco de não sobreviver. O empresário precisa pensar como atuar de forma diferente e como ser mais digital em cada etapa do seu processo produtivo. Portanto, a logística precisa fazer parte dessa mudança.

Já o profissional de logística, esse está sendo desafiado a inovar disruptivamente e buscar novos conceitos, novas tecnologias, nova equipe e novos parceiros de negócios.

É hora de fazer o movimento certo neste complexo jogo de xadrez. Qual será a próxima jogada?

Fonte: terra.com.br

Estradas

Conheça os principais desafios da Logística no Brasil

Cada vez mais as novas estratégias e tecnologias em logística ganham adeptos no Brasil e em outros países. Porém, muitas dificuldade e desafios ainda precisam ser superados.

Algumas das barreiras enfrentadas pelas empresas do setor, nos mais diferentes modais, são:

  • Infraestruturas precárias;
  • Processos administrativos burocráticos;
  • Pouca mão de obra especializada;
  • Alta tributação.

Mas os desafios não se resumem apenas ao transporte de cargas. Toda a cadeia de suprimentos é afetada, principalmente em processos internos como; planejamento de armazenagem, circulação e distribuição de produto.

Para poder otimizar processos, reduzir prazos e elevar a receita, é necessário que a empresa tenha profissionais tecnicamente capacitados e engajados aos objetivos da organização.

Separamos neste post os principais desafios enfrentados hoje da Logística nacional.

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Infraestrutura das estradas

O alto índice de acidentes constitui um dos principais desafios da logística e tem impacto tanto na conservação da frota como no atendimento dos prazos de entrega. O transporte de cargas no Brasil utiliza, em sua maioria, o modal rodoviário, o que sujeita as empresas a lidar com os custos da falta de conservação das estradas. Sua característica primária é a movimentação de cargas de diversos portes, como produtos agrícolas e minério, para regiões distantes. Porém, os obstáculos nas estradas aumentam na proporção de sua extensão. Para lidar com esse problema, as empresas podem limitar seu raio de entrega, evitando, assim, trafegar por vias em condições precárias. As manutenções preventivas são importantes para deixar os veículos preparados para circular por mais tempo.

Custos elevados

Outro dos principais desafios em trabalhar com logística no Brasil diz respeito aos recursos financeiros aplicados no custeio das operações. O país tem uma alta carga de tributos e, para trabalhar com transportes, um grande número de outras taxas são necessárias para manter o negócio funcionando.

Para a maioria dos gestores, é complexo encontrar soluções que permitam reduzir os custos de frete. O alto preço do combustível, as taxas e encargos, seguros de carga e manutenção dos veículos são os principais fatores que oneram significativamente os custos dos serviços.

Terceirização de serviços logísticos

Trabalhar em prol da redução de custos dentro das operações, deixando-as mais enxutas e eliminando gargalos e desperdícios é questão de sobrevivência para quem quer trabalhar com logística no Brasil. Neste sentido. um grande número de empresas está apostando na adoção da terceirização de operações logísticas.

As atividades logísticas trazem um grande ônus para as empresas, pois são operações caras, tanto com gastos de mão de obra quanto com equipamentos. Em paralelo, as questões logísticas devem ser tratadas de forma assertiva, oferecendo um alto nível de qualidade de serviço e segurança.

Ao contratar um terceiro, é preciso certificar-se da reputação deste fornecedor e se ele tem estrutura adequada para atender o nível de qualidade que o empreendedor quer oferecer aos seus clientes. O ideal é que essas condições estejam descritas em um contrato e que ambas as partes estejam de acordo com todos os requisitos.

Segurança no transporte

Um dos principais problemas causados por acidentes e roubos de carga é o elevado prejuízo econômico, que afeta toda a cadeia de suprimentos. Garantir que o processo de entrega seja concluído de maneira segura é primordial para o setor de transportes. Portanto, a conscientização e a prevenção minimizam os riscos dessas ocorrências. É preciso certificar-se de que os motoristas obedeçam à legislação de trânsito, evitem excesso de velocidade e não consumam bebidas alcoólicas. Além disso, seguir viagem em condições desgastantes, como durante a chuva e no período da noite, estão entre as principais causas de acidentes.

A transportadora também pode desempenhar seu papel e assegurar que o veículo esteja em boas condições de trafegar e que não seja carregado com excesso de peso. Em último caso, é possível optar por adquirir apólices de seguro, tanto para a carga quanto para o veículo, e garantir o seu ressarcimento em caso de sinistro.

Preocupação Socioambiental

O meio ambiente é um fator que está cada vez mais presente no planejamento estratégico das empresas. Seja por pressão da sociedade e do governo, seja pela consciência ambiental, possuir um sistema que tem ações efetivas de prevenção e proteção ao meio ambiente traz uma grande vantagem competitiva e destaca as empresas no mercado.

Por lei, as empresas são oficialmente responsáveis por destinar corretamente todo o resíduo que produz. E um ramo que gera muitos resíduos sólidos é o de transporte de cargas, o que aumenta os desafios na área.

Os empreendedores devem estar capacitados sobre as necessidades e obrigatoriedades legais e incluir o assunto no planejamento da empresa, tratando a logística reversa com a devida importância.

Organização dos estoques

O nível de eficiência obtido com a gestão do estoque pode se tornar tanto uma vantagem estratégica quanto um obstáculo. A localização e organização dos materiais, a distribuição do espaço e o arranjo das prateleiras impactam no andamento do processo. Remessas de pedidos incorretos, dificuldade no embarque e atrasos no envio das mercadorias são algumas das consequências observadas quando a gestão não dedica a atenção necessária a essa atividade.

Para corrigir essa situação, o layout de armazenagem deve ser criado para assegurar a movimentação de cargas, maquinários e funcionários de forma segura. Assim, é possível aproveitar melhor o espaço, reduzir os custos de estocagem e atender aos requisitos de cada produto.

Falta de profissionais capacitados

Para que uma operação logística tenha êxito, é essencial considerar a participação dos diversos agentes encarregados em desempenhar suas atividades no processo. A capacitação técnica e o treinamento especializado desses profissionais será um fator determinante para a evolução da empresa.

Empreendedores de todos os setores reconhecem que o capital intelectual das organizações pode ajudar a minimizar o impacto dos desafios em logística no Brasil. Por essa razão, a constante capacitação dos colaboradores, desde motoristas até gestores, é tão importante.

Análise e mensuração do Desempenho Operacional

A função do processo logístico de transportes é levar as mercadorias dos produtores até os clientes, por um preço viável. Neste sentido, é adequado dizer que o setor transportador configura uma necessidade básica para o mercado, pois a demanda dos clientes será sempre constante.

Os sistemas de informação utilizados são mecanismos que podem passar a gerenciar a cadeia de transporte de ponta a ponta, garantindo maior assertividade ao processo e permitindo controle por parte dos gestores. Além disso, existem diversas oportunidades para o desenvolvimento de modais de transporte pouco utilizados, que podem ser aplicados até mesmo ao processo de exportação.

Embora o conceito de desempenho possa ser empregado em diversas atividades, o acompanhamento da atividade logística se destaca por sua relevância. A dificuldade em criar indicadores capazes de retratar o real comportamento da área acaba desestimulando os gestores. Por outro lado, é necessário persistir e encontrar formas eficientes de mensurar as tarefas. Esse tipo de abordagem contribui para a identificação de problemas de natureza financeira, operacional e comercial, pois permite a criação de planos de ação correspondentes.Os gestores devem ter consciência da necessidade de monitoramento e controle, por intermédio da medição dos fatores de prazos de entrega, custos e níveis de estoque.

Trabalhar com logística no Brasil e conseguir alcançar o sucesso dependerá de diversos fatores. Se capacitar e ter interesse em entender como o mercado de transportes funciona, descobrir o que os clientes realmente enxergam como valor ao contratar o serviço e buscar entregá-lo é essencial para obter o êxito. O mercado vem apresentando diversas oportunidades e a tecnologia também está acompanhando as necessidades dos clientes do setor. Basta força de vontade e determinação para vencer tais desafios.

Diante dos principais desafios em logística no Brasil, o que você faz para enfrentá-los? Compartilhe conosco suas experiências deixando seu comentário logo abaixo!