Profissional Generalista ou Especialista? Quem é mais valorizado?

No mundo corporativo, é comum ouvir o debate sobre ser um profissional Generalista ou Especialista. Mas afinal, qual desses perfis é mais valorizado? Este conteúdo irá explorar as vantagens e desvantagens de cada um e analisar as tendências do mercado de trabalho atual, confira!

Generalista ou Especialista: Quem é mais valorizado?

O mundo profissional está sempre em constante mudança e evolução, o que pode tornar difícil escolher uma carreira. Em muitas áreas, há uma tendência de optar por um perfil de especialização ou por um perfil de generalização, e cada um tem suas vantagens e desvantagens.

Os profissionais generalistas são aqueles que possuem conhecimento em diversas áreas, mas não são especialistas em nenhuma delas. Já os especialistas são aqueles que possuem um alto grau de conhecimento em uma área específica.

Nesse sentido, surge a questão: quem é mais valorizado no mercado de trabalho atualmente?

O valor do profissional generalista

Os profissionais generalistas têm uma ampla gama de habilidades e conhecimentos, o que pode ser muito valioso para as empresas. Eles têm a capacidade de se adaptar rapidamente a novas situações e tarefas, além de serem flexíveis e terem uma visão ampla de diversos assuntos.

Além disso, os profissionais generalistas também são capazes de identificar problemas e soluções em diferentes áreas, o que pode ser um grande diferencial em empresas com múltiplos setores.

Eles geralmente possuem uma habilidade natural para trabalhar em equipe e colaborar com colegas de diferentes áreas.

No entanto, por não terem um conhecimento profundo em uma área específica, os profissionais generalistas podem enfrentar dificuldades em se destacar em determinadas carreiras ou competir com especialistas.

Eles podem ter menos oportunidades de progressão na carreira do que aqueles que possuem habilidades altamente especializadas.

O valor do profissional especialista

Por outro lado, os profissionais especialistas têm um alto grau de conhecimento e habilidades específicas em uma área particular. Isso pode torná-los altamente valorizados no mercado de trabalho, especialmente em campos como medicina, tecnologia ou finanças.

Os especialistas geralmente têm maiores oportunidades de progressão na carreira do que os generalistas, pois seu conhecimento altamente especializado é muito procurado pelas empresas. Eles também tendem a receber salários mais altos do que os generalistas.

No entanto, os especialistas podem enfrentar desafios ao buscar oportunidades fora da sua área de expertise. Além disso, eles podem ter dificuldade em se adaptar rapidamente a novas situações ou tarefas fora da sua área de atuação.

Conclusão

Não há uma resposta certa ou errada quando se trata de escolher entre ser um profissional generalista ou especialista. Dependendo da indústria e das necessidades da empresa, ambos os perfis podem ser altamente valorizados.

No entanto, é importante considerar as vantagens e desvantagens de cada perfil antes de tomar uma decisão sobre a sua carreira. Se você é alguém que tem interesse em várias áreas diferentes e gosta de aprender constantemente coisas novas, pode ser mais adequado seguir uma carreira como generalista.

Por outro lado, se você tem paixão por uma área específica e deseja se tornar um expert nesse campo, pode valer mais a pena seguir o caminho do especialista.

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Treinamento de Compras Ágil – da estratégia ao resultado

As compras são um dos processos mais importantes de qualquer empresa, pois a aquisição de bens e serviços pode impactar diretamente o sucesso do negócio. Por isso, é essencial que as empresas adotem metodologias eficientes para gerenciar esse processo. O Treinamento de Compras Ágil é uma dessas metodologias e tem sido amplamente adotado por empresas que buscam otimizar suas estratégias de compras.

O que é Treinamento de Compras Ágil?

O Treinamento de Compras Ágil é uma metodologia que busca tornar o processo de compras mais eficiente e estratégico. Essa metodologia tem como base a metodologia ágil, que é amplamente utilizada no desenvolvimento de software.

A ideia é aplicar os princípios da metodologia ágil no processo de compras, permitindo que as empresas possam responder rapidamente às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes.

Como o Treinamento funciona na prática

O Treinamento de Compras Ágil funciona por meio de uma série de etapas que vão desde a definição da estratégia até a obtenção de resultados expressivos. Essas etapas são:

Definição da estratégia

A primeira etapa é a definição da estratégia de compras. Nessa etapa, a empresa deve definir os objetivos da estratégia, identificar as necessidades dos clientes e avaliar as oportunidades de mercado.

Planejamento

A segunda etapa é o planejamento. Nessa etapa, a empresa deve definir os processos que serão utilizados para alcançar os objetivos da estratégia, bem como os recursos necessários para executar esses processos.

Execução

A terceira etapa é a execução. Nessa etapa, a empresa deve executar as atividades planejadas, monitorar o progresso do processo de compras e realizar ajustes sempre que necessário.

Avaliação dos resultados

A quarta e última etapa do Treinamento Ágil é a avaliação dos resultados. Nessa etapa, a empresa deve avaliar os resultados obtidos, identificar oportunidades de melhoria e definir novos objetivos para o processo de compras.

A Importância do Método Ágil para o sucesso das suas vendas

Se você é um profissional que atua na área de compras, é fundamental conhecer essa metodologia e suas etapas. O Treinamento de Compras Ágil pode ser aplicado em empresas de diferentes segmentos e tamanhos, permitindo que todas possam otimizar seus processos de compras e alcançar melhores resultados.

Além disso, é importante destacar que o Treinamento de Compras Ágil requer uma mudança cultural na empresa, uma vez que envolve a adoção de uma metodologia ágil e a implementação de processos mais flexíveis e colaborativos.

Por isso, é importante que a empresa conte com o apoio de profissionais capacitados e que ofereça treinamento adequado para seus colaboradores.

Em resumo, o Treinamento de Compras Ágil é uma metodologia eficiente e estratégica que pode ajudar as empresas a otimizar seus processos de compras e alcançar melhores resultados. Se você ainda não conhece essa metodologia, vale a pena estudá-la e avaliar como ela pode ser aplicada em sua empresa.

Com a adoção do Treinamento de Compras Ágil, sua empresa poderá se destacar no mercado e obter vantagem competitiva em relação aos concorrentes.

Conclusão

O Treinamento de Compras Ágil é uma metodologia eficiente e estratégica que tem ajudado empresas a otimizar seus processos de compras.

Essa metodologia permite que as empresas possam responder rapidamente às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes, obtendo assim resultados expressivos em suas estratégias de aquisição de produtos e serviços.

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4 sinais de um clima organizacional ruim

O clima organizacional é parte fundamental nas práticas produtivas de uma empresa. Dentro de um bom clima é possível incentivar e engajar equipes de colaboradores e gerar um fluxo de trabalho mais positivo.

Geralmente, o tipo do clima existente na empresa dependerá da percepção da equipe, podendo essa percepção ser positiva ou negativa, ou até mesmo interferir no cotidiano do trabalho e nos resultados da empresa.

Neste artigo apresentamos os quatro sinais a serem percebidos e o conceito desse tipo de clima para a empresa.

O que é clima organizacional?

Refere-se às condições ambientais, psicológicas e laborativas existentes na empresa ou em qualquer ambiente de trabalho, seja ele físico ou virtual.

A percepção sobre esse tipo de clima pode ser individual, coletivo ou compartilhado, podendo gerar péssimas consequências para os profissionais e para a empresa.

A seguir apresentamos os quatro sinais de um clima ruim no ambiente da empresa.

1 – Turn-over elevado

Quando falamos em “turn-over” nos referimos ao nível de rotatividade de funcionários na empresa, considerando o número de contratações e demissões na empresa.

Caso o número de demissões da empresa seja elevado, esse fator pode gerar muitas perdas, pois a saída constante de funcionários gera custos e perda de tempo com processos de demissões e admissões.

2 – Absenteísmo

Pode gerar alto nível de absenteísmo relacionado a problemas de saúde ou de plenas condições físicas por parte do funcionário para executar suas principais tarefas de trabalho.

Dessa forma, o absenteísmo pode gerar ausências e até afastamentos consecutivos, sendo um dos principais resultados de um clima negativo na empresa.

3 – Resultados ruins no programa de sugestões

O clima organizacional ruim pode gerar resultados de baixo nível colaborativo no programa de sugestões da empresa.

Em muitos casos, quando os funcionários decidem não participar das enquetes e dos programas de sugestões, a empresa perde com a geração de novas ideias e de trocas de experiências que poderiam ser cruciais para o melhor desenvolvimento da empresa.

4 – Perda de desempenho

Mesmo quando a equipe de funcionários é boa e apresenta alto índice de experiência e formação, ao conviver com um clima ruim, não consegue desempenhar suas atividades em alto nível, gerando desgaste e limitações.

Como se forma um clima ruim?

Esse tipo de clima se forma por responsabilidade dos gestores e funcionários de uma empresa, onde vários fatores podem gerar insatisfação e perda de engajamento entre gestores e colaboradores.

Dentre os principais fatores podemos destacar a gestão desqualificada, situações de assédio, ineficiência na comunicação interna e má compreensão dos objetivos a serem compartilhados.

Conclusão

Portanto o clima organizacional deve ser observado pelos gestores com a finalidade de evitar perdas e desvantagens para a empresa e para os seus colaboradores diretos.

Em muitos casos, um clima ruim pode gerar impactos diretos no bem-estar de todos, no relacionamento entre os setores da empresa e profundas perdas no desempenho da organização, prejudicando as metas e as práticas organizacionais.

É importante engajar os funcionários e implementar ações favoráveis para o ambiente de trabalho e para o relacionamento entre os profissionais.

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Avaliação de Fornecedores: você está fazendo certo?

A avaliação de fornecedores é um passo essencial e está ligado a um processo que visa analisar quais fornecedores podem de fato atender a empresa em seu processo de compras e de geração de soluções.

Para uma empresa ser de fato reconhecida ela precisa contar com bons fornecedores dentro das estratégias de produção e de empreendimento da corporação.

Ao identificar os melhores fornecedores, a empresa deve e pode obter melhores benefícios para gerar mais qualidade, capacidade de entrega e redução de custos de forma oportuna.

Avaliação de fornecedores

A empresa pode e deve seguir diferentes tipos de métodos e de normas para selecionar fornecedores da melhor forma possível, dentro de uma padronização que de fato atenda às necessidades de seus clientes. Veja a seguir os principais passos a serem seguidos.

1 – Cotação

A empresa pode e deve solicitar orçamentos relacionados à compra de produtos, prestação de serviços e verificar o potencial de qualidade que o fornecedor poderá conceder à empresa.

2 – Estabilidade

A estabilidade financeira do fornecedor e da empresa que contrata seus serviços e compra seus insumos é parte importante para evitar problemas futuros na aquisição. Pois quando o fornecedor é estável financeiramente ele pode atender seus parceiros da melhor forma possível.

3 – Especificações de produtos

O setor de compras da empresa ao realizar avaliação de fornecedores deve e pode pedir documento que descreva os produtos como quantidade, cor, altura, comprimento e demais dados a serem considerados.

4 – Desempenho operacional

A performance e atividade da empresa deve considerar o nível de desempenho do fornecedor a considerar detalhes como qualidade, flexibilidade, pontualidade, custo e todas as garantias envolvidas.

Objetivos

O processo de avaliação de fornecedores visa atender objetivos plenos para todos os lados, tanto para o fornecedor quanto para a empresa atendida.

Trata-se de um processo que dependerá de indicadores para melhorias para a performance do negócio, abrangendo desempenho, qualidade, capacidade de resposta ou de entrega e mais agilidade.

Esse tipo de avaliação está diretamente ligada à gestão de compras de forma inteligente, com a implementação de ações culturais ligadas à inteligência e à integração.

Além de implementação de diferentes ações e metodologias, as empresas podem e devem incluir novas rotinas favoráveis ao nível de qualidade de seus produtos finais e do desenvolvimento de melhores serviços a serem entregues para o cliente final.

Principais benefícios

A implementação de avaliação de fornecedores oferece grandes benefícios como o desenvolvimento de relacionamentos mais sólidos com os parceiros podendo dessa forma ampliar as oportunidades para a conquista de melhores parceiros de negócios.

Gera ainda importante vantagem competitiva que são impulsionadas a partir da inovação e da qualificação da relação de escolha de fornecedores focada na qualidade, no custo acessível e na geração de valor para o produto final.

Dessa forma, a empresa poderá se manter à frente de seus concorrentes gerando melhor reputação e melhor imagem em seu mercado de atuação.

Conclusão

Neste artigo apresentamos os principais conceitos relacionados à avaliação de fornecedores e seu impacto no projeto produtivo da empresa.

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Como definir os valores de uma empresa?

Toda empresa deve definir a missão, visão e valores de seus projetos e posicionamentos de mercado. Inicialmente, podemos definir os valores como conjunto de posicionamentos éticos que uma empresa forma em seu quadro e no seu código de conduta no mercado e perante a sociedade.

As principais atividades da empresa devem ser conceituadas na missão da corporação e a visão está atrelada aos objetivos do negócio.

Os valores intrínsecos de uma corporação devem ser considerados inegociáveis e, na prática, refletem os principais comportamentos no processo de tomada de decisão em diferentes setores da empresa.

Como definir os valores da empresa?

O conjunto de condutas a serem seguidas pela empresa e inseridos em seu posicionamento ético e produtivo deve considerar, nos primeiros passos de formação, as principais responsabilidades em relação à sociedade, o tratamento a ser direcionado ao cliente, o comportamento dos funcionários, os métodos de realização de negócios e as crenças ou convicções que a empresa segue e defende.

Porém, para definir determinados tipos de condutas, a empresa bem como seus gestores e colaboradores precisam realizar uma reflexão realista e bem compartilhada por todos.

A empresa pode e deve tratar as mensagens de forma bem direcionada e evitar mensagens vazias para evitar enganar os clientes com propaganda negativa ou reconhecida como enganosa.

O que fazer?

É importante ao gestor conhecer melhor a sua equipe, verificando se todos compartilham da missão, visão e valores da empresa, sendo importante compartilhar tais condutas também com os clientes.

Todas as ideias se resumem a gerar valores da empresa como parte dos esforços de ganho de mercado de forma ética e bem direcionada.

Porém, há uma grande diferença entre gerar valores para a empresa e para a sociedade, bem como gerar melhores condutas para os clientes e demais partes interessadas nos produtos e negócios da empresa.

Evite valores passageiros

Os gestores podem e devem evitar a criação de valores maquiados ou vazios. Outro fator é o de evitar a geração de valores passageiros que seguem tendências ligadas à moda do momento.

Quando um cliente decide por consumir uma marca ou produto ele sempre tomará a decisão de forma inconsciente sobre os valores tradicionais e consolidados no processo de atendimento de uma empresa no mercado.

Em todos os casos, a contratação de serviços e consumo de produtos envolve a identificação de valores em diferentes processos para analisar as vantagens e desvantagens.

Quando a empresa compartilha das condutas mais certas, ela pode adequar melhores ações para crescer no mercado e oferecer mais qualidade para seus clientes.

Conclusão

Portanto, é necessário que a empresa identifique pontos essenciais para declarar a missão, visão e valores a nortear as ações da corporação em seu mercado de atuação, visando definir os melhores valores e ações centrais para verificar excessos e enxergar melhores oportunidades.

Dessa forma, a empresa pode e deve desenvolver objetivos de alto nível e melhores condutas para as suas atividades.

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A eterna insatisfação com os prestadores de serviço logístico no Brasil

Diversas empresas têm reclamado da qualidade do serviço prestado pelos operadores logísticos no Brasil.

O aspecto mais interessante destas reclamações é que todas elas se referem a fornecedores distintos, ou seja, não existe um foco em um determinado prestador de serviço, mas um descontentamento generalizado com uma extensa gama de fornecedores, desde pequenas empresas nacionais até grandes operadores internacionais.

Outro ponto que me chamou a atenção foi que algumas delas estão em processo de mudança para um novo fornecedor de serviços, e alguns dos escolhidos por determinadas empresas são os mesmos que não estão satisfazendo alguns clientes atuais, aqueles que têm reclamado da qualidade do serviço prestado.

Origem do Problema

Este fato me fez questionar onde está a origem do problema. Estamos falando de empresas sem qualificação para prestar o serviço requerido? Ou será que os contratantes não sabem exatamente o que querem na hora de escolher o parceiro logístico? Ou ainda, será que ambos estão esquecendo que vivemos em um país de dimensões continentais e que tem sérios problemas com sua infra-estrutura, no momento de combinar o nível de serviço desejado?

A resposta não me parece fácil, principalmente num mercado extremamente dinâmico como o nosso. O desafio é grande para o operador logístico, que normalmente não possui ferramentas tecnológicas adequadas, tem que lidar com recursos humanos pouco qualificados e recursos materiais em quantidade insuficiente, conseguindo resultados pouco expressivos, além de não se preparar para os novos desafios que vem por aí.

Pelo lado das empresas contratantes, tem faltado planejamento estratégico e sobrado pressão para resultados no curto prazo, seja por uma posição conservadora quando da crise mundial recente, não prevendo retorno rápido aos níveis de demanda anteriores, ou ainda para buscar recuperar o mais breve possível eventual prejuízo daquele período conturbado.

Futuro Otimista

Apesar de tudo temos motivos de sobra para estarmos otimistas com o futuro próximo. Temos uma profusão de investimentos de diversas fontes em galpões e terminais de cargas, os eventos de grande porte que estão por acontecer no país irão com certeza demandar investimentos públicos e privados em infra-estrutura, e existem diversas instituições de ensino produzindo material de qualidade para a formação de técnicos e executivos em logística.

Enfim, o que pode estar faltando na relação entre contratantes e contratados é o compartilhamento dos planos estratégicos de negócio, de ambas as partes, o entendimento profundo e detalhado de informações consistentes do modelo atual de operação e dos planos futuros de expansão, das demandas que estão por vir e de como as mesmas deveriam ser atendidas, em termos de prazos, custos e qualidade de serviços e produtos.

É mais barato discutir todas estas questões antes do estabelecimento da parceria logística do que engrossar a fila dos lamuriantes quando o divórcio for iminente.

Por Carlos Montagner - Consultor em Supply Chain

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Matriz de Prioridades: qual o modelo ideal para o seu negócio?

Ao adotar a matriz de prioridades na empresa, contamos com um processo de gestão sobre investimentos e diferentes processos de negócio a serem implementados com responsabilidade.

A partir dessa ferramenta, a empresa poderá desenvolver critérios técnicos que podem de fato otimizar recursos como os da área financeira e tecnológica.

A empresa ao enxergar o que de fato merece ser priorizado conseguirá adotar melhores ações mais eficazes para o seu crescimento e controle interno mais adequado.

Neste artigo apresentamos essa preciosa metodologia que pode ser empregada em empresas de diferentes tipos e de portes.

O que é matriz de prioridades?

Também referida como matriz de priorização ou matriz GUT, trata-se de um poderoso método mais prático do que teórico que ajuda na definição de melhores processos estratégicos.

Considerando os principais critérios, o gestor da empresa passa a contar com a possibilidade de realizar análise objetiva sobre quais tipos de processos podem ser implementados e quais ações a serem priorizadas.

Nos tempos atuais, as empresas de diferentes áreas devem otimizar recursos e tempo, visando identificar projetos e processos que seja, verdadeiramente, relevantes.

Como aplicar?

É importante que o gestor de uma empresa saiba como aplicar a matriz de prioridade no cotidiano produtivo de sua empresa.

Dessa forma, quando a empresa consegue desenvolver o planejamento de forma estratégica consegue ter ampla objetividade para indicar iniciativas e demais processos que poderão ser repassados aos colaboradores e serem colocados em prática.

Em sua implementação, a matriz deve considerar fatores como os benefícios diretos a serem gerados para a empresa, o nível de satisfação para os principais colaboradores, verificar o tipo de impacto gerado nos clientes, se determinada ação gerará resultado financeiro e qualidade a ser alcançada com o produto.

Outro passo é o de conseguir fazer um levantamento ou lista de problemas a serem resolvidos e direcionar as soluções de forma mais assertiva para oferecer o suporte mais adequado. A matriz de prioridades deve ainda:

Enxergar a gravidade

Através desse procedimento, os gestores do negócio podem verificar a intensidade ou nível de profundidade dos prejuízos que poderão estar envolvidos com determinada ocorrência ou processo produtivo.

Verificar urgência

O fator de urgência está relacionado ao tempo para que determinado prejuízo possa atingir a empresa a curto prazo e como evitá-lo.

Analisar tendências

Os gestores podem utilizar essa matriz para verificar os possíveis desdobramentos sobre questões e problemas já identificados e verificar a solução ou processo a ser implementado.

Critérios

Ao aplicar a matriz de prioridades, os gestores deverão monitorar nota de importância na escala de 1 a 5 como critério de medição, sendo o número 1 para menor relevância e o número 5 para o de maior relevância.

Conclusão

Neste artigo apresentamos os principais conceitos da matriz de prioridades e sua implementação de forma direta e resumida.

Essa ferramenta se refere a um tipo de análise qualitativa e quantitativa sobre as informações e verificação de qual dado é mais urgente ou fato a ser priorizado pela empresa.

Dessa forma, a empresa poderá esboçar novas ações seja em nível preventivo, corretivo ou de ação direta.

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3 pilares para uma Gestão de Estoque Eficiente

A gestão de estoque é um dos processos fundamentais e lida com ações cruciais para a implementação de uma logística mais eficiente para a empresa.

Esse tipo de ação gestora envolve uso de informações confiáveis, planejamento de vendas e orientação de diferentes departamentos da empresa e da organização em geral.

É importante que os gestores de uma empresa tenham pleno conhecimento sobre o processo de controle de estoque, visando desenvolver as melhores ações para obtenção de positivos indicadores e realização de efetivo inventário físico.

Neste artigo apresentamos três passos essenciais para orientar a organização na implementação das melhores ações gestoras neste setor.

A gestão de estoque

Sabemos que a palavra “gestão” significa “controle”, sendo essa missão fundamental para a aplicação de medidas e o pleno monitoramento de estoques considerando pessoas, processos e tecnologias. A seguir apresentamos os três pilares mais fundamentais:

1 – Pessoas

Contar com uma equipe formada por pessoas hábeis e bem treinadas é de grande importância para o crescimento da empresa.

É importante que o gestor saiba que será responsável pela administração do inventário da empresa. A corporação precisa sempre contar com uma equipe dedicada para conferir dados, produtos e que saibam manusear sistemas e equipamentos como empilhadeiras.

Geralmente, contar com uma equipe bem treinada requer capacitação e conhecimento pleno sobre as condições de trabalho da empresa.

O trabalho das equipes que atuam no setor logístico de estoque gera importantes impactos para as vendas, reduz avarias e custos com perdas.

Ao mesmo tempo, sabemos que não é fácil manter pessoas de modo exclusivo para contar produtos e insumos o tempo todo. Nos tempos atuais, é fundamental contar com a instalação de sistemas automatizados de dados e de produtos para orientar os colaboradores no controle pleno dos produtos estocados.

2 – Processos

Geralmente, grande parte das empresas podem ter a crença que, ao inserir um sistema de controle de inventário basta somente monitorar os resultados. Porém, é importante verificar os processos de entrada e saída de produtos ou de matéria-prima, verificar critérios de qualidade e verificar a necessidade de substituição de equipamentos quando necessário.

Em muitos casos, todos os processos ou parte deles precisarão ser revistos na profissionalização de gestão de estoque.

3 – Tecnologia

No decorrer do artigo deixamos bastante clara a necessidade de implementação de tecnologia eficaz para organizar e auxiliar todo o trabalho da equipe.

A instalação da tecnologia certa pode ajudar a gerar mais aderência e menos engessamento aos processos de geração de respostas.

Contar com sistemas informatizados e que são de fato aderentes gera mais flexibilidade para criar melhores políticas de administração de dados, de produtos e insumos em geral.

Conclusão

Portanto, além de sistemas, a gestão de estoque deve contar com a atenção de pessoas e com a implementação de tecnologias certas na criação de soluções para a logística da empresa e da administração de estoque de diferentes itens da empresa.

É fundamental que a organização compreenda esses três pilares apresentados neste artigo e implemente as melhores soluções.

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Justa Causa e Causa Justificada, qual a diferença?

Qual a diferença entre Causa Justificada e Justa Causa? A resposta depende do contexto e da abordagem sobre cada situação referente a fatores jurídicos da empresa em relação com os colaboradores e demais iniciativas do setor de recursos humanos.

Inicialmente, a dispensa realizada através da justa causa pode ocorrer por faltas por parte do trabalhador ou quando o trabalhador não apresenta comportamento adequado dentro da empresa perante as normas da organização.

Por outro lado, o trabalhador pode se redimir com a apresentação de uma “causa justificada” para não sofrer demissão ou outro tipo de penalidade. Devemos considerar que as faltas justificadas se referem às ausências nas quais o colaborador apresentou devido motivo que cabe na legislação para ser aceita e perdoada.

Causa justificada e dispensa por justa causa

Sabemos que todo trabalhador quando está contratado em uma empresa por meio de regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ele possui pleno direito de poder se ausentar do trabalho em algumas situações previstas e consideradas como faltas justificadas.

Existem situações previstas na lei da CLT e outras situações que dependem do entendimento do patrão ou do pleno acordo entre patrão e empregado.

Falta injustificada

No caso da falta injustificada estamos nos referindo a diferentes situações nas quais a legislação autoriza o não pagamento de salário.

Em certas ocasiões podem surgir imprevistos que podem impedir que o trabalhador compareça na empresa para cumprir suas atividades e jornada de trabalho. Em casos não previstos na lei ou nas normas da empresa é importante ao trabalhador apresentar documentação que justifique a ausência.

Causa justificada

O conceito desse tipo de causa está ligado ao fato do funcionário apresentar justificativa ou a devida explicação para o motivo da ausência do funcionário do trabalho. E cobre as faltas previstas na legislação do trabalho.

Situações que são aceitas

Em relação às situações que são consideradas como justificativas previstas na lei, podemos citar o falecimento de um parente próximo ( ascendente ou descendente) casamento, nascimento, doação de sangue, registro como eleitor, alistamento militar, realização de provas ou de vestibular, comparecimento na justiça, participação em evento sindical desde que seja representante da entidade de classe, realização de exames médicos, exame pré-natal, consultas e exames preventivos.

Em muitos casos, o trabalhador deverá apresentar atestado médico e outros documentos a fim de não sofrer corte de salário ou outro tipo de penalidade, podendo dessa forma confirmar a sua ausência.

Conclusão

Portanto, ao estudarmos sobre causa justificada e justa causa, é importante se aprofundar cada vez mais no assunto.

Sabemos que há penalidades que podem gerar até mesmo a demissão ou corte salarial, mas é fundamental comprovar o porquê da falta e verificar o que diz a lei do trabalho e as demais resoluções existentes no contrato de trabalho.

A falta e a ausência deve e pode ser justificada através de atestado médico, emissão de documento do poder judiciário e de outros órgãos públicos ou privados que justifiquem a ausência do colaborador na empresa. De todo modo, é importante conhecer os conceitos da causa e estar atento.

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Entenda a Importância de Logística para o Varejo Online

A logística para o varejo online requer profissionalização e visão estratégica para a implementação de atividades previstas no planejamento e na execução de atividades relacionadas ao transporte e na gestão do armazenamento dos produtos.

Em relação às vendas realizadas através da internet, o principal foco é garantir prazos a serem cumpridos mantendo a capacidade de entrega com valor para o cliente.

Tudo envolve também o tamanho do estoque em todas as informações dos produtos, considerando desde o ponto de produção até o consumidor final.

Nos últimos anos, o e-commerce tem se especializado ainda mais e se tornando tão presente quanto o comércio tradicional, mantendo estratégias de posicionamento e de vendas alinhadas à logística.

Logística para o Varejo Online

Compreender a logística dedicada para o setor do varejo exige que a empresa faça pesquisa de mercado, selecione produtos e meios de produção para atender a diferentes perfis de clientes para vencer em um mercado cada vez mais competitivo.

A seguir apresentamos importantes orientações para o empreendedor aprender a organizar e planejar esse setor tão fundamental para o crescimento de sua marca no mercado.

1 – Perspectiva de mercado

Considerando dados do site Reclame Aqui, entre os meses de março e abril de 2020, tivemos o registro de mais de 192 mil reclamações relacionadas a atrasos na entrega de produtos.

Considerando também outra pesquisa feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mais de 60% das lojas online possuem como principal desafio superar riscos gerados com o descumprimento de prazos que podem impactar diretamente na fidelização do cliente.

2 – Processo de recebimento de produtos

Em relação ao processo de recebimento de mercadorias difere do mercado físico que costuma receber produtos em grandes quantidades para atender a uma demanda presencial e constante.

Por outro lado, no ambiente digital, o e-commerce mantém um abastecimento contínuo porém fracionado para manter uma maior variedade de produtos, para manter conhecimento e controle sobre níveis de estoque.

3 – Ponto de armazenagem

É importante que o armazém ou o galpão tenha a devida estrutura para armazenar os produtos de forma adequada com a linha de saída para a entrega do produto vendido no site da empresa.

A empresa pode usar o mesmo ponto de armazenamento de estoque tanto para os produtos que atenderão às lojas físicas quanto para atender às lojas virtuais.

4 – Processo de transporte

Geralmente, a logística para varejo on-line conta não somente com transporte próprio da empresa, mas também das transportadoras e dos serviços dos correios.

5 – Processamento de pedidos

O processamento de registro de entradas e saídas de produtos deve ajudar no processamento de pedidos como forma de adequar a separação e destinação dos produtos para o cliente.

Em todos os casos, esses processos devem ser eficientes abrangendo a separação e preparação dos pedidos, mantendo os passos dos pagamentos e envio via transporte.

Conclusão

Portanto, a logística para varejo online é importante para negócios de pequeno ou de grande porte, pois a empresa deve transmitir mais confiança para os seus clientes mantendo as condições de entrega dentro do prazo.

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