Terceirização Logística

Os 4 principais benefícios da Terceirização Logística

A terceirização logística é uma tendência cada vez mais evidente no mercado.

E grande parte disso se deve aos benefícios que essa relação comercial proporciona para empresas e consumidores.

Com a legislação cada vez mais se abrindo para a terceirização, já é possível repassar todas essas operações para empresas especializadas, mesmo que seja preciso contratar mais de um parceiro.

Uma das razões mais importantes que leva os gestores a optar pela terceirização é a falta de preparo para lidar com processos que influenciam diretamente nos resultados da organização. Porém, essa opção pode ser incrivelmente útil, tanto para os gestores já experimentados quanto para os iniciantes.

As companhias brasileiras que escolhem a terceirização logística estão atrás de maior eficiência operacional, reduzindo custos e investimentos em ativos. Neste post falaremos mais sobre ela, sua aplicação e os benefícios que as empresas podem obter com esse serviço.

1. Redução de custos

A redução de custos talvez seja o principal motivo que leva as empresas a optarem pela terceirização logística. Ela se dá por meio da diminuição da folha de pagamento e encargos referentes a elas e pela troca de alguns custos fixos por variáveis. Ou seja, com a gestão terceirizada, o negócio só absorve os gastos referentes ao trabalho realizado.

2. Foco no core business

Uma das grandes vantagens da terceirização logística é que a organização deixa de executar funções que não são primárias ao empreendimento. Isso permite ganhos de tempo e recursos para manter o foco na melhoria de qualidade dos produtos, garantindo diferencial competitivo e maximização dos lucros.

3. Eficiência na entrega e no transporte de cargas

Uma das etapas mais importantes dos processos logísticos é o transporte e entrega dos produtos ao cliente final. Se o cliente é o foco do negócio, a empresa precisa priorizar o atendimento a ele, trabalhando para que as entregas sejam realizadas no menor tempo possível e em excelente estado.

Ao terceirizar esses serviços, a organização delega a responsabilidade da carga a profissionais capacitados, exigindo que eles efetuem o transporte com segurança até o destino final.

Com auxílio da tecnologia, as transportadoras ainda podem localizar a melhor rota para determinadas cargas, reduzindo a probabilidade de atrasos na entrega. Além disso, elas também podem obter melhores preços de fretes, favorecendo os próprios profissionais do transporte.

4. Mais controle dos processos

Como a gestão passa a ser de responsabilidade de um parceiro, o papel do gestor de logística passa a ser mais analítico, comparando os resultados e objetivos que foram definidos. Assim, é possível verificar os motivos que possam ter levado ao não cumprimento das metas, e buscar soluções.

A otimização dos processos logísticos significa economia de tempo e dinheiro, sendo essencial para qualquer organização. Portanto, ao terceirizar a atuação, a marca passa a ter um controle simplificado dos custos e trabalhos envolvidos nas atividades internas e externas.

A terceirização logística pode ser a solução que você precisa para otimizar a sua gestão. Fale com um profissional da Deverhum Consulting para saber como implementar em sua empresa.

6 Mitos da Logística e Supply Chain

Muitos mitos que tomamos por verdade, tanto em nossa vida pessoal quanto profissional, nos impede de aproveitar diferentes oportunidades ou de aplicar corretamente nossos conhecimentos.

Portanto, o aprendizado constante, seja nos atualizando sobre assuntos que já dominamos ou na obtenção de novos conhecimentos, nos habilita a explorar e utilizar essa inteligência a nosso favor por meio de novos hábitos e boas estratégias.

Neste post, falaremos sobre 6 mitos relacionados à logística e Supply Chain. Conheça um pouco mais sobre eles e saiba diferenciá-los do que é realmente verdade!

1) É possível fazer um bom monitoramento da logística sem uso de tecnologias

O fato é que sem recorrer aos recursos tecnológicos mais desenvolvidos, o monitoramento dificilmente será um recurso plenamente satisfatório. Para quem alega que um bom monitoramento realizado com tecnologia de ponta podem sair muito caro, devem-se considerar primeiramente os prejuízos que a ausência de um monitoramento eficaz pode causar. Além do mais, a tecnologia avança tão rápido quanto se populariza, de modo que as empresas criam formas de reduzir os custos de acesso para o consumidor.

2) As rotas não precisam ser planejadas, apenas ajustadas a cada caso

Na verdade, as rotas precisam de um planejamento que contemple múltiplos fatores, como:

  • menor distância;
  • melhores rotas;
  • paradas do veículo durante o trajeto (inclusive para abastecimento);
  • quantidade de horas dirigidas;
  • capacidade de carga de cada veículo;
  • suporte aos clientes;
  • gerenciamento de riscos;

O objetivo deve ser a redução de custos e aplicando recursos tecnológicos eficientes, pois os sistemas automatizados, em geral, resultam em economia e eficiência.

3) A logística pouco interfere na fidelização de clientes

Para muitos profissionais a verdade parece óbvia, mas ainda existe quem pensa assim. Captação e fidelização de clientes não se relacionam somente ao atendimento dispensado em vendas diretas ou às estratégias de marketing. O processo pós-venda é fundamental para a satisfação do clientes e, nesse sentido, a logística desempenha um papel crucial.

Os tempos modernos caracterizam-se pela agilidade de processos, inclusive na entrega das mercadorias. O cumprimento de prazos, por exemplo, é um requisito que a maioria dos consumidores observa na hora de optar por uma empresa. Falhas podem ocorrer, principalmente em relação a imprevistos, mas há maneiras de evitá-las ou, se inevitáveis, devem ser tratadas de forma transparente.

4) A Logística 4.0 surgiu do desejo das empresas por Inovação.

Ao contrário do que se possa pensar, toda essa movimentação em busca de uma cadeia digital interconectada, não foi impulsionada pelo desejo das empresas por inovação. Na verdade, foi uma reação às mudanças nos hábitos de consumo e demandas, que exigiram uma quebra na linearidade da cadeia de suprimentos tradicional, até então pouco flexível. O aumento contínuo nas compras realizadas via internet e a tendência crescente das indústrias estruturarem canais de venda direto com os seus clientes mudaram os desafios de intralogística, distribuição e logística reversa das empresas. Passaram a ser necessárias novas formas de se realizar os processos, com mais flexibilidade, agilidade e visibilidade.

5) Uma logística de alto nível é coisa para grandes empresas

Pensar dessa forma pode ser um erro fatal para pequenas e médias empresas. Os processos logísticos, independente do nível de desenvolvimento, integram as empresas como um todo.

Neste sentido, convém que elas se planejem para efetivar uma boa logística. Infelizmente, muitas empresas pequenas e de médio porte, como lojas virtuais, não se preocupam o suficiente com o transporte e distribuição.

O e-commerce faz uso dos Correios para efetuar a entrega de suas mercadorias: mais de 90% utilizam e somente 35% recorrem às transportadoras. No entanto, nem sempre os Correios são a melhor opção, e buscar alternativas mais viáveis que ajudem na otimização dos processos logísticos e na redução de custos pode ser a melhor solução para o negócio.

6) A indústria 4.0 tem como finalidade a utilização de tecnologias na cadeia de suprimentos

Quando se fala em Indústria 4.0, muita gente imagina uma fábrica com dezenas de robôs, esteiras gigantes e automação do começo ao fim da produção. O senso comum não é muito diferente em relação à necessidade de tecnologias extremamente complexas na logística. E, aqui, mora um verdadeiro mito – não se pratica a Logística 4.0 assim: as tecnologias não representam os fins, mas os meios para se chegar aos objetivos.

Estamos falando de uma jornada, um passo a passo, com a adoção de soluções escaláveis. São iniciativas baseadas no uso inteligente de dados gerados na cadeia de suprimentos, realidades que já podem, e devem, ser utilizadas a favor dos negócios. Como resultado, ganha-se em previsibilidade de demandas, nivelamento de estoques, análises preditivas de manutenção de frota e otimização de toda a malha logística.

E você, já derrubou esses mitos na gestão administrativa da sua empresa, priorizando a logística de alto nível nos processos? Qual a sua opinião sobre o assunto? Compartilhe sua experiência conosco ou deixe sua dúvida nos comentários do blog.

Movimentação de Materiais: Saiba o que é e quais são os principais Equipamentos Utilizados.

Também conhecido como “Transporte Interno”, a movimentação de materiais se refere ao movimento de produtos dentro de uma determinada área.

Em uma fábrica, por exemplo, significa toda a movimentação com o objetivo de repor a matéria-prima da linha de produção e o transporte para diferentes setores.

O ideal é que toda movimentação de materiais seja feita de forma segura, com baixo custo, acurácia e sem danos. É para conseguir alcançar esse cenário que existem estratégias, técnicas e ferramentas específicas.

Quais os benefícios de otimizar a movimentação de materiais?

Redução de Custos:

Com a utilização de equipamentos mecânicos para a movimentação de materiais, o custo com mão de obra é reduzido. Além disso, uma boa logística interna também reduz perdas de materiais e riscos de acidentes.

Aumento da Capacidade Produtiva:

Boas práticas na movimentação de materiais geram mais agilidade em todo o ciclo produtivo, o que permite o aumento da capacidade de produção. Repensar o layout industrial aproveitando todo o espaço disponível também ajuda nesse processo.

Melhores Condições de Trabalho:

Otimizar as rotas internas, por exemplo, irá garantir mais segurança e menos “esforço” para o trabalhador, criando melhores condições de trabalho.

Melhor Distribuição:

A reorganização do layout do ambiente industrial irá melhorar a distribuição de equipamentos, produtos e pessoas na operação, garantindo um ambiente muito mais produtivo e agradável para trabalhar.

Quais o Principais Equipamentos Usados na Movimentação de Materiais?

Equipamentos para elevação e movimentação de cargas

Para que a gestão possa atuar com mais agilidade, há alguns tipos de ferramentas e Equipamentos utilizadas diariamente em ambientes como esse.

Empilhadeiras

As empilhadeiras são as principais quando falamos de transportes e armazenagem. São equipamento que carregam e descarregam mercadorias leves e pesadas com mais rapidez e facilidade.

Ela pode ser manual, elétrica ou retrátil, e ajuda muito no momento de necessidade, principalmente porque ela é muito resistente e seu corpo proporciona um carregamento muito maior em uma única vez, poupando esforços físicos.

Transpalete

O transpalete é usado para deslocar materiais de forma ordenada, facilitando a vida de quem trabalha dentro de um estoque. Seu trabalho é feito em movimentações horizontais e não são muito bons para altura.

Guindastes

Os guindastes vêm junto com a cinta de elevação de carga, feita de poliéster, que se amarra ao corpo do produto para que sua levitação com a grua ou materiais relacionados possa ser segura e fácil.

Elas são feitas de um material totalmente resistente, são impermeáveis e ainda resistem ao calor. São muito modernas e possuem uma enorme duração, podendo substituir até mesmo o cabo de aço.

Esteiras Transportadoras

As esteiras transportadoras permitem que os trabalhos de grandes dimensões possam ser feitos com mais rapidez e segurança. Ninguém necessita carregar as cargas, somente controlar o funcionamento da máquina.

Equipamento de segurança individual (EPI)

Um dos pontos mais importante em todo esse meio, é a necessidade em fazer uso do EPI (equipamento de segurança individual).

Todos os funcionários que trabalham com armazenagem e carregamento de cargas necessitam se proteger, pois trabalham com cargas pesadas.

Além disso, qualquer risco como quedas, quebras ou vazamentos de produtos não será problematizado se todos os trabalhadores estiverem devidamente protegidos, para que a saúde e integridade física de cada indivíduo não sofra dano algum.

Esses materiais são necessários e obrigatórios. Aulas e treinamentos são dados para que eles sejam usados corretamente, como o cinto de segurança EPI, capacetes, botas, luvas, óculos, entre outros equipamentos que podem ser pedidos.

Planejamento na Movimentação de Materiais

A movimentação de materiais deve ser consequência de um plano estudado e muito bem estruturado. As necessidades, objetivos e métodos devem ser definidos antes de qualquer passo.

Um bom planejamento deve ser desenvolvido por uma equipe de fornecedores, consultores e gestores, que precisam conhecer muito bem a operação e os objetivos estratégicos da empresa.

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Quando o BPO em Compras é a Melhor Estratégia

O BPO refere-se um tipo de processo presente nas empresas que possuem o objetivo de elevar a eficiência de suas operações produtivas com baixo ou médio investimento.

Dentre os principais objetivos iniciais, a empresa busca otimizar serviços e aprimorar melhores formas de colaboração com outras empresas em prol da criação de parcerias.

Atualmente, sabemos que a aplicação da tecnologia digital e da tecnologia da informação é possível realizar os trabalhos e executar determinados projetos em diferentes lugares fora da empresa com a colaboração de empresas terceirizadas.

O que é BPO?

O BPO (Business Process Outsourcing) significa, a partir de uma tradução direta, Terceirização de Processos de Negócios e refere-se a adoção da terceirização de funções e atividades em áreas internas ou externas da empresa.

Na prática, permite que uma empresa contrate uma empresa parceria (terceirizada) para reduzir custos, produzir de modo focado com geração de maior qualidade para a empresa contratante.

Responsabilidades

A empresa contratada passa a assumir os custos com pessoal, espaço físico, equipamento, entre outros, ajudando a empresa contratante a  reduzir custos e gerar uma cultura de aperfeiçoamento técnico na busca de melhores resultados.

Resultados iniciais

Dentre os melhores resultados iniciais do BPO ressaltamos a geração de aperfeiçoamentos e automatização de processos para a empresa parceira ou contratante partindo da redução de custos e elevação da eficiência em áreas específicas.

Qual a diferença entre BPO e terceirização?

Mesmo apresentando similaridades, o BPO e a terceirização comum apresentam diferenças sendo a mais significativa se refere ao processo de desenvolvimento de serviços e soluções técnicas com recursos altamente especializados.

O Business Process Outsourcing é reconhecido como uma modalidade mais profunda de terceirização, pois envolve processos definidos e aplicados por especialistas em determinada área carente de soluções na empresa contratante.

Esses tipos de profissionais são capazes de avaliar dados, promover estudos e desenvolver a renovação do conjunto de serviços a fim de melhorar a qualidade e a eficiência da empresa.

Enquanto que a terceirização comum se preocupa apenas a agrupar a realização de tarefas diretas em determinados setores por outra empresa prestadora de serviços.

Como reduzir custos

Assim como acontece com a terceirização comum, o Business Process Outsourcing permite também a redução de custos, porém permite ainda mais aprimorar a realização de processos e tarefas como um todo.

Dessa forma, a empresa parceria contratante consegue reduzir o peso das tarefas, gerar soluções especializadas e elevar a excelência de suas operações.

Consultoria

Muitas vezes o projeto de BPO pode ser antecedido por uma consultoria que precisará estudar e avaliar as condições da empresa parceira contratante ou determinado departamento específico.

Conclusão

Sabemos que boa parte dos profissionais alocados no cliente poderá conviver com os funcionários nativos da empresa gerando uma relação profissional positiva com troca de informações que podem ajudar ambos os lados.

É importante que as empresas tenham atenção sobre as informações que precisam ser repassadas, pois a comunicação técnica e profissional deve ser eficiente e compartilhada.

O importante é a busca de soluções e desenvolvimento de processos personalizados que impactem o negócio do cliente de forma positiva e diferenciada quando comparados aos modelos tradicionais.

Rastreamento De Frotas: soluções para Redução de Custos

Quando falamos em soluções para redução de custos, o rastreamento de frotas é uma delas.

Nos dias atuais, as tecnologias na área veicular se tornaram em ferramentas essenciais para o controle e a segurança da frota e do processo de transporte como um todo.

A cada dia mais empresas que precisam distribuir produtos e serviços contratam esse tipo de solução para realizar suas etapas logísticas com maior segurança, conquistando mais clientes e resultados no mercado.

Rastreamento de frotas

A empresa de transportes, distribuição e entrega que implementa esse tipo de rastreamento obtém maior vantagem competitiva se destacando mais no mercado.

O principal objetivo é otimizar processos de transportes, fidelizando clientes e atualizando sempre a tecnologia utilizada.

O mercado

A tecnologia de rastreamento de frotas está cada vez mais presente no mercado e evoluindo a cada dia. A tecnologia que utiliza GPS, dados nas nuvens e suporte ao cliente em tempo real tem sido muito procurada para oferecer mais segurança e serviços eficientes.

Os avanços

A aplicação dessas soluções na identificação e monitoramento de linhas de transporte têm exigido a atualização de softwares cada vez mais inteligentes.

A aplicação de equipamentos, softwares e estratégicas logísticas tem ajudado no fomento tecnológico direcionado para  a redução de custos.

Resolvendo problemas

Sabemos que quando uma empresa de transportes e distribuição possui uma frota muito grande ela necessita gerenciar um sistema de controle adequado.

Para uma empresa de transportes ter qualidade, segurança e eficiência ela precisa investir em serviços e plataformas tecnológicas que tornam o rastreamento de frotas pleno e acessível para a gestão da empresa e do sistema de controle central.

Benefícios consolidados

Dentre os benefícios mais presentes na contratação de empresas de transportes que utilizam esses sistemas, podemos destacar a veloz capacidade de resposta.

Caso aconteça algum acidente, desvio ou qualquer tipo de sinistro, o rastreamento de frotas permite tempo hábil para a geração de respostas e soluções rápidas.

Esse fator gera segurança e confiabilidade para o processo como um todo para a empresa de transportes e seus clientes.

Atendendo bem os clientes

Quando os serviços de transportes são bem prestados, o consumidor é mantido informado e todo o processo é monitorado de forma segura, os clientes se sentem bem atendidos.

E o cliente se sente mais seguro quando há maior precisão sobre prazos de entrega, qualidade e segurança.

Conclusão

Portanto, o processo de rastreamento de frotas visa permitir acompanhar veículos, definir as rotas, coletar informações sobre cada trajeto e avisar o cliente em caso de atrasos.

Dessa forma, as principais informações estarão disponíveis em tempo real e arquivadas para serem acessadas pela empresa e seus clientes.

Quando há um aumento de eficiência, a empresa que utiliza ou contrata transporte de materiais, encomendas e cargas com esse sistema consegue atingir excelência em suas atividades, redução de custos e elevação na sua taxa de qualidade.

Dessa forma, é um sistema que está em constante evolução e que em breve será implementado por sistemas de automação e da inteligência artificial que o tornarão mais otimizada e assertivo em sua missão.

Não deixe de conferir as novidades e dicas sobre o rastreamento de frotas aqui mesmo em nosso blog, a cada semana conteúdos exclusivos para ajudar a alavancar o seu negócio!

Redução de Custos: Muito Além da Negociação

A redução de custos é importante nos processos de gestão administrativa de uma empresa.

Sabemos que embora a mesma consiga aumentar suas receitas elevando as suas vendas, caso continue assumindo custos altos a margem de lucro ficará bem comprometida.

Esse tipo de redução pode ser implementada nos setores de produção, logística, comunicação e marketing. Porém, vale ressaltar que fazer cortes não é referente a somente fazer redução de forma aleatória, mas aplicar políticas de otimização de investimentos e gastos reduzindo o que de fato é desnecessário e custoso para a corporação.

A redução de custos

É importante que o planejamento financeiro da empresa seja claro e apresente todos os dados financeiros referente às compras, investimentos, pagamentos de tributos e demais obrigações.

Depois de um estudo detalhado a empresa poderá fazer comparações para identificar qual o setor ou departamento consome muitos recursos financeiros e gera poucos resultados.

A importância de reduzir

O desenvolvimento e expansão de uma empresa no mercado dependem de sua capacidade de gerar produtos e serviços que sejam úteis para seus clientes potenciais, que resultem vendas e receitas para a empresa.

Além do esforço de vendas e da geração de receitas, é importante que a corporação fique atenta aos gastos que, em excesso, podem prejudicar a taxa de retorno do investimento.

Por exemplo, a Coca-Cola

No final de outubro de 2017, a marca Coca-Cola publicou resultados trimestrais superiores em comparação com os períodos anteriores.

Esse positivo resultado se deveu a um forte esforço de redução de custos para compensar a queda nas vendas de suas marcas de bebidas.

No período citado, o lucro líquido registrou elevação de 38,3%, acumulando valor total de 1,45 bilhão de dólares.

Entre os anos de 2016 e 2017, a marca atingiu a redução de 20% em seus custos operacionais.

Os custos em sua empresa

Independente do tamanho de sua empresa, a redução de custos é importante ser realizada sem prejudicar o trabalho, o bem estar e as condições produtivas de sua equipe e de todo o suporto produtivo da corporação.

A seguir daremos algumas dicas de corte de gastos desnecessários que podem ser aplicados em diferentes tipos de empresas.

1 – Economizando papel

Atualmente, tem sido comum as empresas substituírem o papel por transações e soluções digitais através de aplicativos e plataformas eletrônicas.

Mas, mesmo que a impressão seja necessária é indicado usar os dois lados do papel. Em certos casos, para compartilhamento de conteúdo numa equipe é indicada a digitalização de documentos e o compartilhamento através do One Drive ou Google Drive.

2 - Renegocie dívidas

No setor de gestão financeira, é importante que a empresa consiga renegociar dívidas e tarifas bancárias. O principal objetivo nesse caso é tentar reduzir taxas bancárias e de juros.

3 – Gestão de estoque

Para evitar desperdícios no estoque e realizar redução de custos nesse setor, é importante identificar quais produtos estão parados na empresa e decidir reduzir a produção dos mesmos. Geralmente, estoque parado significa “dinheiro parado”.

Conclusão

Portanto, ações como novas práticas de produção, negociação com bancos e fornecedores e cuidado com o estoque são apenas algumas iniciativas que ajudam a empresa a otimizar recursos.

Infelizmente, a redução de custos vai muito além de uma simples negociação com fornecedores ou credores, algumas medidas internas precisam ser adotadas urgentemente e para isso, é necessário ter um ótimo planejamento.

Se neste momento seu negócio está passando por dificuldades financeiras e você já não sabe mais o que fazer, nós temos a solução, fale agora com um dos nossos Consultores, e solicite uma Avaliação Financeira.

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Fonte dos números sobre o case da Coca-Cola: istoe.com.br

3 Exemplos de Eficiência em Planejamento Logístico

3 Exemplos de Eficiência em Planejamento Logístico

O planejamento logístico é uma das áreas mais importantes no planejamento de desenvolvimento, produção e distribuição de produtos.

Atualmente, empresas e marcas de diferentes setores reconhecem a necessidade de formatar melhor planos de objetivos e metas considerando a cadeia de suprimentos, de distribuição e de demais atividades que impactam na qualidade e disponibilidade do produto.

É importante que as pesquisas, o projeto e os objetivos desse setor de atuação estejam alinhados na empresa para permitir o desenvolvimento do modelo de negócio destacando a empresa da melhor forma possível no mercado.

Quando falamos em logística estamos falando no conjunto de atividades que envolve a idealização, produção, distribuição e esforço de venda de um produto.

O que é planejamento logístico?

A logística visa planejar, organizar e executar os planos de armazenagem, produção, distribuição, modais de transporte e disponibilidade do produto e serviço no mercado.

Inicialmente, o planejamento logístico visa organizar e orientar cada etapa dedicada a melhorar e otimizar as aplicações logísticas na empresa.

Quais são os objetivos?

Dentre os principais objetivos desse tipo de planejamento logístico podemos destacar busca por melhores resultados junto aos fornecedores, revendedores e, principalmente, junto aos consumidores finais.

Na prática

Quando implementamos esse tipo de plano de ação na logística da empresa devemos identificar oportunidades, ameaças, forças concorrenciais, parcerias e demais variáveis presentes nas etapas de manuseio, transporte e armazenamento.

Identificando as melhores ações

Através de um projeto de logística bem planejado, é possível identificar melhor as técnicas, inovações, tecnologias, indicadores e demais procedimentos que ajudarão a empresa a otimizar esse setor.

A seguir apresentamos alguns exemplos e dicas para melhorar o planejamento logístico.

1 - Amazon, exemplo de sucesso

Imagine uma mega loja virtual que começou as suas operações vendendo livros novos e usados através da internet em meados dos anos 1990.

Essa loja existe, ela foi fundada por Jeff Bezos e, atualmente, além de livros novos e usados, ela vende quase tudo para o mundo inteiro através da internet.

Para acelerar o método de entregas e não deixar o cliente esperando muito pelos produtos, além de personalizar embalagens de entrega, a Amazon tem desenvolvido um planejamento logístico bastante avançado.

A empresa criou a Amazon Fresh que oferece ao cliente a opção de entregar o produto no mesmo dia da compra. Para isso, a empresa inseriu novos formatos de esteiras de produtos e criou novos departamentos de entrega ao cliente.

2 – Melhoria através da gestão de transportes

Atualmente, seja em diferentes modais, as empresas já utilizam GPS e outros sistemas integrados de informação.

Grandes empresas de entregas e remessas como a Fedex já utilizam vários métodos de integração de dados para agilizar a identificar determinados produtos ou encomendas presentes em seus veículos em trânsito.

 3 – Controle

Além da melhoria de resultados, o planejamento logístico precisa oferecer controle de fretes que ajuda a garantir que o produto seja entregue ao destinatários em perfeitas condições.

Além de soluções tecnológicas, empresas como Correios e demais tipos de transportadoras privadas precisam treinar e capacitar seus funcionários como forma de manter a qualidade dos serviços.

Conclusão

Neste artigo abordamos sobre a importância do planejamento nos processos logísticos de empresas e de transportadoras, sendo fundamental uma visão abrangente sobre os objetivos conforme o produto e serviço oferecido.

Ainda ficou alguma dúvida? Sua empresa está perdendo dinheiro e necessita de um planejamento logístico? Então não perca mais tempo, fale agora mesmo com um de nossos Consultores e descubra otimizar o processo e aumentar os lucros do seu negócio.

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CES dita o futuro, mas no presente tem logística ruim e internet escassa

Feira de tecnologia em Las Vegas é palco para diversas inovações, mas também tem sua pitada de exotismo e repete erros das grandes feiras

Por Nelson dos Santos, Las Vegas (EUA) | Publicado em 17 jan 2020, 07h00 (Quatro Rodas)

Os números da edição de 2019 (os de 2020 ainda não foram divulgados) falam por si só: mesmo sendo uma feira fechada para o grande público e com ingressos propositalmente caros, mais de 175 mil pessoas passaram pelos quase 270 mil m² de exposições.

Para se ter uma ideia do gigantismo, a CES se espalha por quatro hotéis e dois pavilhões de exposições. E, ao contrário do salão de Frankfurt, que também ocorre em diferentes áreas, esses locais não ficam próximos uns aos outros.

E este é um dos velhos problemas que a não tão moderna (sua primeira edição data de 1967) CES se equipara à feiras tradicionais.

O trânsito para acessar os diferentes locais é intenso, e não é incomum perder até uma hora apenas para conseguir chegar ao local partindo da principal avenida da cidade.

É verdade que a CES e Las Vegas tentam implementar a tão propagandeada mobilidade alternativa para facilitar a vida dos visitantes.

Mas os ônibus entre os pavilhões, apesar de gratuitos, não contam com faixas exclusivas de circulação e ficam presos no mar de carros.

O monotrilho da cidade é uma alternativa, mas ele não atende a todos os locais da CES, é caro até para quem ganha em dólar (mais de R$ 20 cada passagem) e não há nenhum incentivo por parte da cidade, como um desconto, para que os atendentes da CES abram mão dos carros.

O futuro da conexão (paga)

A credencial impressa em papel (e que custa mais de R$ 1.200 para ser reposta em caso de perda) conta com um QR Code para facilitar cadastros e modernizar o controle dos visitantes.

Mas não há nada disso na entrada de cada pavilhão. Após uma revista simples, os funcionários sequer conferem a foto da credencial ou checam o código de barras para verificar a autenticidade do documento.

Em um país traumatizado com o terrorismo, a facilidade de acesso à CES é impressionante.

Muito mais difícil é ter acesso à internet. Quem não tiver chip de celular internacional precisará caçar as raras redes Wi-Fi abertas no local.

É verdade que quase nenhuma grande feira oferece internet grátis a seus frequentadores, mas é no mínimo irônico que no estande onde empresas alardeiam as grandes velocidades da conexão 5G, você precise pagar até R$ 60 para ter direito a um dia de internet no local.

Vibradores, maconha e muita realidade virtual

(Nelson dos Santos/Quatro Rodas)

A CES divide seus mais de 4.400 expositores por áreas, o que é ótimo. Lá você descobre que a tecnologia pode ser aplicada a itens tão frugais como bancos, bicicletas e até vibradores.

Para atrair potenciais interessados em investir no negócio para cada estande vale tudo. Sorteio de brindes, demonstrações surreais e até carne que não é carne.

Esta é a premissa da Impossible Foods, start-up que está investindo no mercado de alimentos sintéticos vegetarianos.

(Nelson dos Santos/Quatro Rodas)

Na área de drones, uma pequena piscina é palco da exibição de uma espécie de mini-submarino elétrico, que puxa um mergulhador pra lá e pra cá no tanque com pouco mais de cinco metros de comprimento.

Alguns metros ao lado uma empresa que faz cadeiras de massagem tem fila para quem queira testar seus produtos — que são muito convenientes em um local onde se anda mais de 10 km facilmente.

O Google, gigante do setor, ganhou um estande exclusivo na parte externa de um dos pavilhões, e promoveu gincanas entre os visitantes que davam de meias a celulares de brindes. Deu certo: a fila para participar passava das duas horas.

Os equipamentos de realidade virtual fazem sucesso, sobretudo se combinados a assentos que chacoalham conforme o que é mostrado na tela. Mas um dos locais mais disputados da CES era um estande repleto de fliperamas.

Apesar de modernas, as máquinas mostram que há mercado para quem cresceu jogando Atari ou Mega-Drive.

O que não muda é a presença maciça dos chineses, sobretudo os que representam empresas “pequenas” (se é que dá para usar isso no país asiático).

Geralmente em duplas, eles ficam em estandes simples e com os exóticos nomes ocidentais de suas companhias.

Algumas engenhocas chamam a atenção pelo inusitado. Caixinhas de areia que analisam o cocô do gato a um robô que leva o papel higiênico até você apresentam soluções para problemas que quase ninguém sabia que existia — ou talvez nem exista.

Já outras, de tão futuristas, parecem habitar apenas os sonhos de seus desenvolvedores, como o Mercedes AVTR controlado por gestos.

Mas essa é a CES: com problemas atuais, muita tecnologia e pitadas de exotismo, ela é a representação perfeita da salada digital que se tornou a sociedade atual.

Veja também:

 

OCT - Order Cycle Time

O que é e como calcular o OCT – Order Cycle Time

Independentemente do setor, tarefa ou processo que se pretende otimizar, para poder melhorar é necessário conhecer e mensurar.

É nesse ponto que entram os Indicadores de Desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicators).

Dando continuidade com a nossa série de artigos sobre KPIs Logísticos, hoje falaremos sobre o OCT (Order Cycle Time), ou Tempo de Ciclo de Pedido, que visa mensurar a velocidade com que os pedidos são atendidos pela empresa.

O que é o OCT (Order Cycle Time)?

Este é um KPI sensível, pois lida diretamente com a satisfação do cliente. O OCT considera o tempo total transcorrido do momento em que um pedido é realizado até a sua efetiva entrega ao destinatário.

É o tempo percebido pelo cliente e sobre o qual as suas expectativas são depositadas após ser informado o prazo de entrega.

Como Calcular o OCT (Order Cycle Time)?

Para calcular o OCT é bem simples: basta subtrair da data da entrega a data da efetivação do pedido.

OCT = (data da entrega - data do pedido)/n

Onde:
Data de Entrega = A data / hora em que o pedido foi entregue e aceito pelo cliente ou pelo agente do cliente no ponto de entrega acordado.
Data do Pedido = A data / hora em que o pedido foi enviado para o cliente
n = número total de pedidos ou linhas de pedidos entregues

Qual a Importância de se calcular o OCT (Order Cycle Time)?

Um cenário ideal indica que os pedidos sejam entregues em um prazo inferior a 24 horas em localidades próximas à empresa. Por outro lado, é importante ter controle sobre todas as variáveis que podem influenciar nesse dado.

Empresas com menor tempo de ciclo de pedidos são mais responsivas aos pedidos dos clientes. Prazos mais longos podem resultar em insatisfação do cliente e em desvantagem competitiva. O tempo do ciclo do pedido é considerado menos relevante para as cadeias de suprimentos de produção para estoque, geralmente elas dão mais ênfase à melhoria das taxas de preenchimento.

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...

Por que mensurar o Nível Médio do Estoque

Por que mensurar o Nível Médio do Estoque?

O nível médio de estoque é um dos principais indicadores no processo de gestão de entrada e saída de produtos.

Sabemos que existem diferentes indicadores que um gestor precisa monitorar para garantir uma positiva operação em sua empresa.

Quando falamos em monitoramento de produtos, serviços e todo o processo de estocagem do negócio, estamos nos referindo a processos organizacionais que devem fazer parte do dia a dia da organização.

O nível médio do estoque

Atualmente, no mercado de diferentes setores e segmentos, um dos principais indicadores que precisam ser acompanhados é o estoque médio.

Lembramos que a identificação, organização e descrição desse tipo de indicador envolve diferentes aplicações e formas de cálculo, o que pode prejudicar até mesmo o seu entendimento no ambiente interno e externo da empresa em seu processo de administração e planejamento.

O que é nível médio do estoque?

Geralmente, ele também é conhecido como estoque de segurança, refere-se a um número direto e simplificado sobre a quantidade de insumos e produtos de posse da empresa ou do processo de armazenamento por determinado período de tempo conforme cada categoria de produto.

O prazo médio

Quando falamos em PME (Prazo Médio de Estocagem) abordamos sobre um dos indicadores mais importantes do mercado, onde os os custos com produtos em estoque podem depreciar ou encarecer o preço do item ofertado aos consumidores finais no mercado.

Esse intervalo precisa ser monitorado e gerar na empresa a cultura de reavaliar condições de mercado para melhorias das condições e custos do estoque.

Como utilizar?

Conhecendo o nível médio de estoque e o prazo médio de estocagem, o gestor e sua equipe de administração conseguirão tomar melhores decisões.

Essas decisões poderão ser pontuais ou gerais, e serão mais eficazes em relação à gestão de estoques e das operações logísticas.

Ressaltamos que o prazo médio de estocagem pode abranger os dias que os produtos ficam estagnados no estoque em determinado período de tempo.

O projeto logístico

evemos lembrar que o estoque, a armazenagem e o transporte são tópicos funcionais dentro de um abrangente projeto de logística que parte desde a matéria-prima até a venda do produto final na linha de vendas.

Considerando o conceito logístico do projeto, trabalhamos com o prazo, o giro de mercadorias e demais implicações de custos.

Nesse processo, quanto menor for o prazo de estocagem, melhor será para a empresa e para toda a cadeia de suprimentos e de vendas.

A importância do tempo

O tempo interfere muito no estoque que está parada, em processo de vendas ou de transporte.

Dessa maneira, a gestão e a equipe responsável pelo projeto logístico deve conhecer quais são os produtos com viabilidade econômica e financeira suficiente para gerar o máximo de benefício à empresa.

Conclusão

Assim, a empresa terá uma melhor visão sobre a sua força de mercado a partir de seu estoque.

Não deixe de conferir as novidades em nosso blog, pois ao conhecer o nível médio de estoque a gestão conseguirá identificar desperdícios, evitando o excesso de investimentos e esforços em todo o processo de cadeia de suprimento e de cadeia produtiva.