CES dita o futuro, mas no presente tem logística ruim e internet escassa

Feira de tecnologia em Las Vegas é palco para diversas inovações, mas também tem sua pitada de exotismo e repete erros das grandes feiras

Por Nelson dos Santos, Las Vegas (EUA) | Publicado em 17 jan 2020, 07h00 (Quatro Rodas)

Os números da edição de 2019 (os de 2020 ainda não foram divulgados) falam por si só: mesmo sendo uma feira fechada para o grande público e com ingressos propositalmente caros, mais de 175 mil pessoas passaram pelos quase 270 mil m² de exposições.

Para se ter uma ideia do gigantismo, a CES se espalha por quatro hotéis e dois pavilhões de exposições. E, ao contrário do salão de Frankfurt, que também ocorre em diferentes áreas, esses locais não ficam próximos uns aos outros.

E este é um dos velhos problemas que a não tão moderna (sua primeira edição data de 1967) CES se equipara à feiras tradicionais.

O trânsito para acessar os diferentes locais é intenso, e não é incomum perder até uma hora apenas para conseguir chegar ao local partindo da principal avenida da cidade.

É verdade que a CES e Las Vegas tentam implementar a tão propagandeada mobilidade alternativa para facilitar a vida dos visitantes.

Mas os ônibus entre os pavilhões, apesar de gratuitos, não contam com faixas exclusivas de circulação e ficam presos no mar de carros.

O monotrilho da cidade é uma alternativa, mas ele não atende a todos os locais da CES, é caro até para quem ganha em dólar (mais de R$ 20 cada passagem) e não há nenhum incentivo por parte da cidade, como um desconto, para que os atendentes da CES abram mão dos carros.

O futuro da conexão (paga)

A credencial impressa em papel (e que custa mais de R$ 1.200 para ser reposta em caso de perda) conta com um QR Code para facilitar cadastros e modernizar o controle dos visitantes.

Mas não há nada disso na entrada de cada pavilhão. Após uma revista simples, os funcionários sequer conferem a foto da credencial ou checam o código de barras para verificar a autenticidade do documento.

Em um país traumatizado com o terrorismo, a facilidade de acesso à CES é impressionante.

Muito mais difícil é ter acesso à internet. Quem não tiver chip de celular internacional precisará caçar as raras redes Wi-Fi abertas no local.

É verdade que quase nenhuma grande feira oferece internet grátis a seus frequentadores, mas é no mínimo irônico que no estande onde empresas alardeiam as grandes velocidades da conexão 5G, você precise pagar até R$ 60 para ter direito a um dia de internet no local.

Vibradores, maconha e muita realidade virtual

(Nelson dos Santos/Quatro Rodas)

A CES divide seus mais de 4.400 expositores por áreas, o que é ótimo. Lá você descobre que a tecnologia pode ser aplicada a itens tão frugais como bancos, bicicletas e até vibradores.

Para atrair potenciais interessados em investir no negócio para cada estande vale tudo. Sorteio de brindes, demonstrações surreais e até carne que não é carne.

Esta é a premissa da Impossible Foods, start-up que está investindo no mercado de alimentos sintéticos vegetarianos.

(Nelson dos Santos/Quatro Rodas)

Na área de drones, uma pequena piscina é palco da exibição de uma espécie de mini-submarino elétrico, que puxa um mergulhador pra lá e pra cá no tanque com pouco mais de cinco metros de comprimento.

Alguns metros ao lado uma empresa que faz cadeiras de massagem tem fila para quem queira testar seus produtos — que são muito convenientes em um local onde se anda mais de 10 km facilmente.

O Google, gigante do setor, ganhou um estande exclusivo na parte externa de um dos pavilhões, e promoveu gincanas entre os visitantes que davam de meias a celulares de brindes. Deu certo: a fila para participar passava das duas horas.

Os equipamentos de realidade virtual fazem sucesso, sobretudo se combinados a assentos que chacoalham conforme o que é mostrado na tela. Mas um dos locais mais disputados da CES era um estande repleto de fliperamas.

Apesar de modernas, as máquinas mostram que há mercado para quem cresceu jogando Atari ou Mega-Drive.

O que não muda é a presença maciça dos chineses, sobretudo os que representam empresas “pequenas” (se é que dá para usar isso no país asiático).

Geralmente em duplas, eles ficam em estandes simples e com os exóticos nomes ocidentais de suas companhias.

Algumas engenhocas chamam a atenção pelo inusitado. Caixinhas de areia que analisam o cocô do gato a um robô que leva o papel higiênico até você apresentam soluções para problemas que quase ninguém sabia que existia — ou talvez nem exista.

Já outras, de tão futuristas, parecem habitar apenas os sonhos de seus desenvolvedores, como o Mercedes AVTR controlado por gestos.

Mas essa é a CES: com problemas atuais, muita tecnologia e pitadas de exotismo, ela é a representação perfeita da salada digital que se tornou a sociedade atual.

Veja também:

 

OCT - Order Cycle Time

O que é e como calcular o OCT – Order Cycle Time

Independentemente do setor, tarefa ou processo que se pretende otimizar, para poder melhorar é necessário conhecer e mensurar.

É nesse ponto que entram os Indicadores de Desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicators).

Dando continuidade com a nossa série de artigos sobre KPIs Logísticos, hoje falaremos sobre o OCT (Order Cycle Time), ou Tempo de Ciclo de Pedido, que visa mensurar a velocidade com que os pedidos são atendidos pela empresa.

O que é o OCT (Order Cycle Time)?

Este é um KPI sensível, pois lida diretamente com a satisfação do cliente. O OCT considera o tempo total transcorrido do momento em que um pedido é realizado até a sua efetiva entrega ao destinatário.

É o tempo percebido pelo cliente e sobre o qual as suas expectativas são depositadas após ser informado o prazo de entrega.

Como Calcular o OCT (Order Cycle Time)?

Para calcular o OCT é bem simples: basta subtrair da data da entrega a data da efetivação do pedido.

OCT = (data da entrega - data do pedido)/n

Onde:
Data de Entrega = A data / hora em que o pedido foi entregue e aceito pelo cliente ou pelo agente do cliente no ponto de entrega acordado.
Data do Pedido = A data / hora em que o pedido foi enviado para o cliente
n = número total de pedidos ou linhas de pedidos entregues

Qual a Importância de se calcular o OCT (Order Cycle Time)?

Um cenário ideal indica que os pedidos sejam entregues em um prazo inferior a 24 horas em localidades próximas à empresa. Por outro lado, é importante ter controle sobre todas as variáveis que podem influenciar nesse dado.

Empresas com menor tempo de ciclo de pedidos são mais responsivas aos pedidos dos clientes. Prazos mais longos podem resultar em insatisfação do cliente e em desvantagem competitiva. O tempo do ciclo do pedido é considerado menos relevante para as cadeias de suprimentos de produção para estoque, geralmente elas dão mais ênfase à melhoria das taxas de preenchimento.

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...

Por que mensurar o Nível Médio do Estoque

Por que mensurar o Nível Médio do Estoque?

O nível médio de estoque é um dos principais indicadores no processo de gestão de entrada e saída de produtos.

Sabemos que existem diferentes indicadores que um gestor precisa monitorar para garantir uma positiva operação em sua empresa.

Quando falamos em monitoramento de produtos, serviços e todo o processo de estocagem do negócio, estamos nos referindo a processos organizacionais que devem fazer parte do dia a dia da organização.

O nível médio do estoque

Atualmente, no mercado de diferentes setores e segmentos, um dos principais indicadores que precisam ser acompanhados é o estoque médio.

Lembramos que a identificação, organização e descrição desse tipo de indicador envolve diferentes aplicações e formas de cálculo, o que pode prejudicar até mesmo o seu entendimento no ambiente interno e externo da empresa em seu processo de administração e planejamento.

O que é nível médio do estoque?

Geralmente, ele também é conhecido como estoque de segurança, refere-se a um número direto e simplificado sobre a quantidade de insumos e produtos de posse da empresa ou do processo de armazenamento por determinado período de tempo conforme cada categoria de produto.

O prazo médio

Quando falamos em PME (Prazo Médio de Estocagem) abordamos sobre um dos indicadores mais importantes do mercado, onde os os custos com produtos em estoque podem depreciar ou encarecer o preço do item ofertado aos consumidores finais no mercado.

Esse intervalo precisa ser monitorado e gerar na empresa a cultura de reavaliar condições de mercado para melhorias das condições e custos do estoque.

Como utilizar?

Conhecendo o nível médio de estoque e o prazo médio de estocagem, o gestor e sua equipe de administração conseguirão tomar melhores decisões.

Essas decisões poderão ser pontuais ou gerais, e serão mais eficazes em relação à gestão de estoques e das operações logísticas.

Ressaltamos que o prazo médio de estocagem pode abranger os dias que os produtos ficam estagnados no estoque em determinado período de tempo.

O projeto logístico

evemos lembrar que o estoque, a armazenagem e o transporte são tópicos funcionais dentro de um abrangente projeto de logística que parte desde a matéria-prima até a venda do produto final na linha de vendas.

Considerando o conceito logístico do projeto, trabalhamos com o prazo, o giro de mercadorias e demais implicações de custos.

Nesse processo, quanto menor for o prazo de estocagem, melhor será para a empresa e para toda a cadeia de suprimentos e de vendas.

A importância do tempo

O tempo interfere muito no estoque que está parada, em processo de vendas ou de transporte.

Dessa maneira, a gestão e a equipe responsável pelo projeto logístico deve conhecer quais são os produtos com viabilidade econômica e financeira suficiente para gerar o máximo de benefício à empresa.

Conclusão

Assim, a empresa terá uma melhor visão sobre a sua força de mercado a partir de seu estoque.

Não deixe de conferir as novidades em nosso blog, pois ao conhecer o nível médio de estoque a gestão conseguirá identificar desperdícios, evitando o excesso de investimentos e esforços em todo o processo de cadeia de suprimento e de cadeia produtiva.

O Custo de Transporte como um Percentual das Vendas

O Custo de Transporte como um Percentual das Vendas

O custo de transporte interfere diretamente no cálculo de valores da produção de uma mercadoria e no preço final de produtos e serviços.

Numa abordagem relacionada com projeto e planejamento logístico, o transporte é um dos tópicos essenciais presentes em toda a cadeia de suprimentos existente na produção, no desenvolvimento de produtos e na disposição do produto na linha de vendas.

Devemos sempre avaliar e reavaliar a evolução desse tipo de cálculo na descrição de custos e despesas referentes com a mobilidade e alocação dos insumos, produtos e estoques, para não comprometer a previsão de retorno e de receitas atingidas com as vendas.

O custo de transporte

Sabemos que a mobilidade de matéria-prima, insumos e produto final é apontada como uma das principais preocupações no processo de distribuição e posicionamento do produto dentro de um projeto abrangente de vendas.

No Brasil, por exemplo, considerando as nossas rodovias e ferrovias, as linhas de transporte de cargas é um dos principais obstáculos para a competitividade com grandes perdas em comparação com a estrutura de outros países.

O custo Brasil

Quando falamos em produtividade e crescimento da economia em diferentes escalas, o nosso país ainda não investe na área de transportes e perde espaço comercial no exterior, apesar da forte necessidade de escoar commodities agrícolas e minerais como principais produtos para exportação.

Nas pequenas empresas

Além do custo de transporte implicar na condição da macro economia, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e Sebrae, os gastos das pequenas empresas com logística chegam a 6,6% do faturamento.

Segundo os dados, os custos assumidos pelas empresas de médio e grande porte, respectivamente, têm um custo de 6,1% e 7,5% do que arrecadam com as vendas.

Na prática

Se uma carreta de sete eixos transporta trinta toneladas de açúcar entre duas cidades no mesmo estado, ela pode ter um custo operacional de R$ 2,2 mil, o que representa 7,3% do valor total da carga, valor total próximo de 30 mil reais.

Cálculo

No cálculo do custo de transporte, o percentual de custo deve ser calculado em relação ao faturamento, considerando a receita total de vendas dividida pelo custo total de transporte.

A fórmula do cálculo é a seguinte: (Receita total de vendas) dividido por (Custo total de transporte)) x 100.

Planilha de gastos

Cada empresa, seja de pequeno, médio ou grande porte precisa considerar esses valores numa planilha de gastos que contenha os valores de pedágios, combustível, lubrificantes, pneus, câmaras de ar, protetores, depreciação do caminhão, manutenção do caminhão e remuneração do motorista.

Portanto, o percentual dos gastos com logísticas interfere muito na administração e gestão das empresas.

Atualmente, segundo dados de 2010, acredita-se que que o percentual dos custos logísticos em relação ao PIB no Brasil seja de aproximadamente 10,6%, contra 7,7% do PIB dos EUA.

Na média, segundo dados da Associação Brasileira de Logística (Aslog), o impacto da logística no custo final dos produtos de consumo no Brasil é de 7,2%, contra 4% nos EUA.

Estudo de Malha Logística

Outro ponto de grande impacto nos custos de transporte é a malha logística utilizada pela empresa. Um estudo dos pontos de coletas, pontos de entrega e perfil da carga, permite otimizar a utilização dos equipamentos (Rodo trens, Carretas, Trucks, VUC (veículo Urbano de Carga), Peruas, etc.). O estudo de malha além de otimizar a utilização cúbica dos equipamentos, permite criar rotas que sejam mais eficientes, avaliando frequência de entregas por área / região.

Percebe como os custos de transporte refletem diretamente nos lucros de sua empresa? Portanto, não perca mais tempo, fale agora mesmo com um de nossos Consultores e descubra como planejar e gerenciar corretamente sua malha logística, reduzindo custos e otimizando sua margem de lucros.

Aguardamos o seu contato!

Encontro de logística em Piracicaba discute transporte de cargas e agronegócio

'Café da Manhã com Logística' será na sexta-feira (13) e recebe inscrições gratuitas com doação de 1 litro de leite.

Por G1 Piracicaba e Região | 03/12/2019 11h48 Atualizado há 22 horas

O "Café da Manhã com Logística" está com inscrições abertas em Piracicaba (SP). O evento será realizado na sexta-feira (13) na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) e reunirá debates, painéis e presença de profissionais da área. A participação é gratuita, com doação de um litro de leite.

Segundo a organização, o objetivo é aproximar agentes do setor logístico para a apresentação dos principais acontecimentos do mercado de transporte de cargas agroindustriais.

A programação do evento começará às 8h, com o credenciamento dos participantes, seguida da abertura do “Café da Manhã” e das apresentações dos painéis sobre o panorama logístico de 2019, do mercado de grãos, de fertilizantes e do setor sucroenergético.

O encontro abordará também os custos rodoviários e as previsões para o mercado de fretes. Em seguida, será realizada a mesa redonda e o encerramento do evento. Os interessados devem se inscrever pela internet.

De acordo com a organização, os leites serão destinados a entidades assistenciais de Piracicaba.

Serviço

Café da Manhã com Logística
Quando: sexta-feira (13), a partir das 8h
Onde: Esalq, na Avenida Pádua Dias, 11. São Dimas
Quanto: gratuito com doação de 1 litro de leite

O que é OTD (On-Time Delivery) e como calcular este Indicador

Os indicadores de performance (KPIs) são fundamentais para o crescimento de uma empresa e graças à sua avaliação é possível analisar os resultados de todos os setores, especialmente, na logística.

"Se você não pode medir, você não pode gerenciar." - Peter Drucker.

Continuando com a nossa série de artigos sobre KPIs Logísticos, hoje falaremos sobre o OTD (On-Time Delivery), que se trata de um indicador que mede o percentual de pedidos entregues dentro do prazo e é utilizado para mensurar o tempo de separação e expedição do pedido.

Como Calcular o OTD

Calcula-se o OTD por meio da fórmula:

Entregas realizadas no prazo ÷ Total de entregas realizadas no período X 100.

Por exemplo: se uma empresa realizou 100 entregas em um dia e apenas 50 delas chegaram no prazo, o cálculo seria: 50÷100=0,5×100=50%. Ou seja, seu OTD é de 50%.

Quanto maior o OTD, melhor. Porém, o valor ideal pode variar de acordo com a densidade da área da entrega e a distância do percurso.

Como Otimizar o OTD

Alguns fatores que podem contribuir para a otimização desse indicador é uma boa organização das rotas de entrega com a adequada visualização dos mapas e rotas envolvidos de transporte. Além disso, a implementação da prática de agendamento de entregas também pode ser um grande diferencial competitivo para o negócio.

Os KPIs logísticos são recursos fundamentais para a avaliação dos processos em andamento e identificação de gargalos, criando um ponto de partida para a elaboração de planos de ação mais acertados. A partir daí, torna-se possível adotar estratégias que realmente contribuam para a otimização dos resultados corporativos.

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...

Como mensurar o OTIF (On-Time & In-Full) corretamente

O monitoramento e análise de KPIs logísticos é fundamental para compreender a performance e auxiliar a tomada de decisão.

Quando os resultados não são mensurados, dificilmente eles serão geridos com eficiência e com informações relevantes sobre as falhas, suas possíveis causas e o que pode ser feito para otimizar os processos.

Neste artigo, explicamos o que é OTIF e qual a relevância desse indicador nos processos logísticos.

O que são KPIs logísticos?

Os Key Performance Indicators (Indicadores-chave de Performance, em português) são ferramentas utilizadas para avaliar os resultados dos processos e auxiliar o gestor e sua equipe a identificar possíveis gargalos e falhas que impedem o alcance dos objetivos.

O que é OTIF?

OTIF quer dizer “On Time In Full”. Trata-se de um KPI ligado à satisfação de clientes que permite conhecer o desempenho de entrega de produtos e serviços de uma empresa. É um indicador binário em que a cada pedido é avaliado se “Atendeu/Não Atendeu” (resultados: 0 ou 1). É importante destacar que o cálculo se baseia em pedidos atendidos e não em volume de pedidos.

Este KPI é composto por estes dois elementos principais, cada um com seu foco de medição:

  • On Time: Os produtos/serviços devem ser entregues numa determinada data, horário e local previamente combinado com o cliente. Mede a “Pontualidade” da entrega.
  • In Full: Os produtos/serviços devem estar dentro das especificações acordadas com o cliente: qualidade, quantidade, dimensões, integridade físicas e quaisquer outros atributos específicos. Mede a conformidade do pedido ao escopo combinado.

Como mensurar o OTIF corretamente?

A seguir está um exemplo de como calcular o OTIF. Consideramos que uma empresa teve 100 pedidos entregues no mês, 65 cumpriram os requisitos de tempo e 95 estavam de acordo com especificações acordadas. Deve-se cuidar para utilizar porcentagens resultantes da medição em cada um dos critérios. Então, obtivemos os seguintes resultados:

On Time: 0,65%
In Full: 0,95%
O indicador de alcance do pedido perfeito (OTIF), neste caso será:
OTIF = 0,65% x 0,95% = 0,6175 = 61,75%

Trata-se de um indicador rigoroso, pois todos os requisitos contratados devem ser atendidos para que se obtenha o status de “Atendeu”, ou seja, atingiu o OTIF máximo (100%) garantindo que a plenitude dos pedidos dos clientes foi atendida no prazo solicitado e nas especificações corretas.

Benefícios do indicador OTIF

  • Melhora a performance de entrega;
  • Gera mais satisfação ao cliente;
  • Provoca melhorias nos processos;

Onde medir o OTIF na cadeia logística?

Para medir o OTIF na cadeia de suprimentos, é necessário mapear os macroprocessos e suas interfaces. Assim, serão identificados os entregáveis existentes entre as áreas e os pontos de medição sob a responsabilidade de cada uma.

De forma genérica, o OTIF pode ser desdobrado no seguinte esquema:

  • OTIF Fornecedor: Desempenho da entrega de matéria-prima e insumos pelos fornecedores.
  • OTIF Suprimentos: Desempenho da logística interna de matéria-prima. Também pode ser feita por meio de requisições de materiais ou entrega programada.
  • OTIF Produção: Desempenho das diversas etapas de produção da empresa.
  • OTIF Vendas: Agilidade com que o departamento comercial transfere os pedidos para a área de planejamento e programação da produção.
  • OTIF Entrega: Desempenho da entrega final dos produtos aos clientes. Também avalia a qualidade dos fornecedores de transporte de carga.
  • OTIF Logística: Considerado o ponto de medição mais importante, avaliará diretamente a entrega ao cliente e sua satisfação. Este indicador faz a medição do desempenho da logística interna de produtos acabados, da produção à armazenagem e distribuição.

A metodologia OTIF já é utilizada na sua empresa? Que outros métodos são usados para monitorar a performance logística? Deixe seu comentário ou entre em contato conosco.

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...

Como o mercado da Internet das Coisas permite lucros potenciais

por  | Investidores | blog.eqseed.com

Internet das Coisas  (IdC) – também conhecida pela sigla em inglês IoT (Internet of Things) é um termo familiar para quem trabalha com inovação.

De uma maneira simplificada, podemos dizer que o termo se refere a interconexão digital de objetos cotidianos como geladeira, microondas, celular, etc.

É algo recente, mas faz um tempo que a palavra deixou de ser conhecida apenas em grupos de pesquisadores e analistas de tecnologia da informação.

Não percebeu?

O termo praticamente tornou-se obrigatório para quem deseja fazer parte da Indústria 4.0 e, claro, do grupo de investidores que desejam apostar em mercado disruptivos para rentabilizar.

Mas serve para todo mundo?

Por uma questão de demanda, IoT evoluiu mais rápido em alguns setores. Um deles, o de automação residencial, recebeu atenção de startups que desenvolveram produtos para criarem uma espécie de  casa do futuro.

Para quem acompanhou o desenho dos Jetsons, criado em 1962, é possível ter uma referência do que essas startups são capazes de fazer com a Internet das Coisas.

Bom para investidores que, ao entenderem a demanda enorme por produtos interligados via Iot das Coisas, têm uma chance única de apostar em um mercado preparado para um boom de investimentos.

A seguir, vamos falar falar sobre a Internet das Coisas, fazendo uma análise minuciosa sobre o potencial investimento em startups que criaram inovações para a automação residencial.

Aproveite a leitura!

Internet das Coisas: imagem de casa conectada

Internet das Coisas e automação residencial: como funciona

Antes de mais nada, é necessário entender que “coisas” são equipamentos ou objetos que  podem ser conectados à distância e trocarem informações entre si.

Estamos falando de residências em que o ar-condicionado da casa liga sozinho ao saber que o dono está a caminho, ou cortinas que abrem de acordo com a luz natural do ambiente ou ainda interruptores que permitem o controle da luz pelo smartphone.

É uma revolução em andamento.

Tudo graças a essa convergência digital entre aparelhos eletrônicos que, na prática, é a continuação do movimento de digitalização e de transformação digital.

Em outras palavras: é a internet entrando no mundo físico, conectando todas as coisas.

Embora a maioria das discussões sobre Internet das Coisas se concentre em dispositivos inteligentes como relógios, celulares e sensores, boa parte dos consumidores se interessam em saber como os dispositivos podem atender as necessidades mais específicas dos usuários.

O que vemos no mercado é a otimização sob alguns aspectos como:

  • Monitoramento em tempo real – por estarem sempre conectados, equipamentos geram informações e permitem a checagem de dados 24h por dia;

 

  • Aumento da produtividade e conforto – a Internet das Coisas permite que usuários foquem em em atividades mais estratégicas enquanto máquinas fazem o trabalho mecânico. No caso de um casa, que os donos não precisem se preocupar com a administração física do lar, por exemplo;

 

  • Correção de problemas – como há muito trabalhos que podem ser padronizados, falhas e erros se tornam mais previsíveis, podendo ser corrigidos antes mesmo que aconteçam e causem algum tipo de contratempo.

 

Internet das coisas: homem mexe em um tablet sobre a mesa

Internet das coisas: Panorama internacional

O tema, que sempre foi tratado como algo futurístico, já chegou ao presente. E os números para os próximos anos são ainda mais animadores.

O mercado de IoT cresce, em média, 40% ao ano. Isso significa que, entre 2019 e 2025, o mercado passará a movimentar US$ 1,5 trilhão – neste ano, a previsão é de US$ 200 bilhões.

Neste sentido, segundo analistas de mercado, o setor de automação residencial é que deverá puxar tanto o faturamento da área, quanto o desenvolvimento de novos produtos.

O que explica esse crescimento?

– Segundo a consultoria Gartner, os consumidores terão mais de 26 bilhões de dispositivos de IoT até 2020;

– Mais de 50% dos novos negócios terão envolvimento com Internet das Coisas.

Internet das Coisas: ilustração de um celular na frente à uma casa

Internet das coisas e automação residencial: quem se destaca no mercado

Há boas startups no mercado internacional. Algumas se destacaram tanto que já foram até compradas.

Em 2014, por exemplo, o Google agitou o mercado de IoT ao adquirir a startup Nest – uma das primeiras startups a usar a Internet das coisas no espaço doméstico – por US$ 3,2 bilhões.

A empresa, que desenvolvia termostatos e detectores de incêndio “inteligentes” capazes de “aprender” com hábitos dos moradores da casa, evoluiu ainda mais.

Criou, por exemplo, as câmeras inteligentes Nest Cam.

A Nest também foi fundamental para o contínuo aprimoramento do Google Home – o assistente pessoal da empresa.

Na esteira das aquisições nesta década, a Samsung comprou a SmartThings por US$ 200 milhões. A startup, tal qual a Nest, desenvolve soluções para integrar conectividade entre os aparelhos domésticos.

No ano passado, por exemplo, a Samsung lançou sua SmartTV com uma série de features desenvolvidas com soluções IoT.

De acordo com a empresa, graças a capacidade de conexão, entre a TV e a geladeira, seria possível, por exemplo, dar um comando de voz para a televisão mostrar na tela o que há dentro da geladeira.

Internet das Coisas: ilustração de um celular recebendo sinal de uma geladeira

O potencial da Internet das Coisas no mercado brasileiro

O mercado de automação residencial no Brasil apresenta crescimento anual de aproximadamente 30%.

O número reflete a adoção, por parte dos brasileiros, da Internet da Coisas no mercado de automação residencial. Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial, 2 milhões de residências têm alguma automação.

E o melhor: o potencial do mercado é de cerca de 16 milhões até 2027.

Em relação aos brasileiros, 78% têm interesse em automação residencial.

Um dado ainda mais  animador é que, segundo a consultoria Delloite, 80% dos brasileiros já possuem smartphone – principal dispositivo para controlar um sistema de Internet das Coisas dentro de casa.

Internet das Coisas: ilustração de uma sala chique com aparelhos emitindo sinais de conexão

Tendências do mercado

Como há demandas, as startups do setor estão muito valorizadas.

Afinal, a ideia de ter uma casa totalmente automatizada é uma ideia extremamente atrativa.

Uma startup que entendeu esse potencial de mercado é a Kokar, fundada em 2014.

A empresa se posiciona como uma startup inovadora que nasceu para descomplicar o mercado de automação residencial.

Sua solução de conectividade não necessita, por exemplo, de obras para fazer instalação. Além disso, a configuração entre os aparelhos é simples e extremamente segura.

O valor do aparelho também é competitivo frente às demais soluções de mercado.

Investimentos no setor

O estágio de investimento do mercado de Internet das coisas e automação residencial está apenas no começo.

As startups do setor estão buscando investimento para tornar a tecnologia cada vez melhor, ao ponto de se tornarem ainda mais imprescindíveis para qualquer negócio.

Por aqui, já possível observar também uma mudança no perfil de compra do brasileiro, que passou a fazer suas compras online e instalações por conta própria com auxílio de vídeos tutoriais na internet.

Esse é um hábito comum nos EUA e Europa.

Para atender este novo mercado, que contempla pessoas de classe A, B e C, a Kokar – startup que citamos no tópico acima –  lançará, por exemplo, uma nova linha de produto.

A ideia é oferecer um sistema de baixo custo, simples de instalar, sem a necessidade de revendedor especializado e que possa ser comprado online.

Leia também:

 

O que é roteirização? Veja como ela contribui para o rastreamento de frotas

Em tempos de logística 4.0, o uso de tecnologias aliadas às entregas de sua empresa é mais do que uma necessidade, é uma estratégia de diferenciação e qualidade nos serviços prestados. Mas, afinal, o que é roteirização ? Você precisa de um sistema roteirizador na sua empresa hoje ? Porque o rastreamento das cargas, checklists automatizados e sistemas que fornecem informação em tempo real são importantes hoje em dia?

Pensando justamente em esclarecer essas dúvidas, trouxemos para você um material completo com o que há de mais atual e moderno em gestão logística moderna. Sendo assim, continue a leitura até o final e não deixe de tomar nota das dicas e informações úteis que apresentamos aqui! Vamos lá?

Afinal, o que é roteirização ?

A roteirização sempre esteve presente nas estratégias de qualquer empresa que tenha uma operação de entregas, coletas ou serviços. No entanto, o que muda hoje é que a tecnologia chegou para ajudar tornando essa tarefa cada vez mais automatizada e inteligente.

Sendo assim, a roteirização se tornou muito mais do que uma ferramenta para definir o caminho mais curto das entregas das empresas. Ou seja, os algorítimos atuais levam em consideração uma diversa gama de variáveis que vão impactar, diretamente, na melhoria dos custos de utilização das frotas e na redução de horas de trabalho produzindo a melhora da experiência que sua marca proporciona ao cliente final.

Com isso, podemos responder o que é roteirização logística ao explicá-la como o processo matemático que calcula itinerários eficientes baseados em regras, restrições e exceções que vão fazer sua empresa a ter melhores prazos, redução de custos logísticos e clientes mais satisfeitos.

Na prática, como funciona a roteirização logística moderna?

Já foi o tempo em que o profissional de logística precisava elaborar, quase sempre à mão, um plano de entregas de suas demandas. Hoje, graças à tecnologia, existem sistemas específicos de gestão de frota que realizam essa atividade de forma muito mais confiável, rápida e eficiente.

Para exemplificar, imagine que uma fábrica precise entregar insumos em diferentes filiais, garantindo o menor custo de transporte dentro de um prazo apertado e ainda retornar com outros itens. Até pouco tempo, não seria muito estranho o gestor folhear alguns mapas impressos, definir uma rota sem muitas informações e, ainda, designar alguém para acompanhar cada passo da operação (geralmente com ligações ao motorista), a fim de garantir a programação.

Sinceramente, isso não funciona mais como gestão logística! Hoje, cabe ao gestor obter dados reais de relatórios das últimas entregas, gerenciar custos, saber planejar e, principalmente, contar com tecnologias inteligentes de monitoramento online e em tempo real. Ou seja, sem “chutes” ou “previsões”!

Quais são os benefícios reais de um sistema de roteirização logística?

Agora que você sabe o que é roteirização e como ela funciona na prática, resolvemos destacar alguns benefícios reais que essa estratégia pode proporcionar dentro de sua gestão logística! Vamos conferir?

Gestão de frotas mais eficiente

Veículos parados no pátio, viagens vazias e mau aproveitamento dos fretes de retorno podem ser alguns dos sinais críticos de que sua gestão de frotas não está 100%. Além disso, esses fatores acabam pesando, diretamente, na saúde financeira da empresa, na qualidade das operações e no aproveitamento eficiente de sua frota.

Ao contar com sistemas específicos de roteirização, a tendência é que esses aspectos sejam significativamente melhorados e possibilitem que o gestor organize e planeje melhor as operações de sua empresa, levando em consideração o aproveitamento total dos veículos, das rotas e dos prazos.

Redução de custos

Além dos fatores citados no tópico acima, os custos estão presentes em muitos outros pontos dentro de uma operação logística e isso acaba pesando para o valor dos serviços prestados ou para o próprio orçamento interno.

Sendo assim, uma boa roteirização logística pode impactar, diretamente, a sua gestão de custos.

Imagine conseguir otimizar gastos com combustíveis, pedágios e manutenção da frota sem, necessariamente, mexer no frete ou preço do produto? Isso é viável a partir do momento em que há planejamento estratégico com rotas mais inteligentes, abrangendo mais pontos de entregas dentro da mesma operação, aproveitando, ao máximo, menos veículos, dissolvendo os gastos com mais pedidos etc.

Controles mais eficazes

Quando o cliente pede uma previsão de entrega, não dá para parar tudo e “correr atrás” do motorista responsável, para que ele passe um posicionamento, concorda? Com tecnologia de ponta, você pode ter uma torre de controle muito mais eficiente, confiável e segura para passar a posição real do status de uma entrega, coleta ou serviço.

Para isso, é imprescindível que sua empresa conte com sistemas e softwares de última geração, capazes de monitorar, em tempo real, cada passo de sua operação, além de possibilitar comunicações automáticas, como confirmação de entregas, estimativas reais, checklists, entre outros detalhes.

Automação de processos

Além da roteirização em si, os softwares especializados abrangem diversas outras funcionalidades ligadas à gestão logística. Para se ter uma ideia, além do monitoramento em tempo real, sua empresa poderá otimizar processos como o fluxo de notas fiscais, criar check lists personalizados, registrar motivos de devoluções de produtos e outras ocorrências, ler códigos de barras ou QR code e gerar dados e informações para relatórios.

Segurança para a operação

Toda operação logística envolve riscos, ainda mais em um país como o Brasil, no qual violência, estradas malconservadas e falta de estrutura em diversas regiões são fatores preocupantes para os gestores. No entanto, tecnologias de roteirização e rastreamento de cargas se tornam uma solução extraordinária nesse quesito.

Afinal, é por meio delas que se torna possível planejar rotas mais fáceis e seguras, além de proporcionarem um monitoramento online e contínuo de toda operação, identificando qualquer anormalidade no trajeto, como mudança suspeita no caminho e paradas não planejadas. Por fim, ainda é possível se comunicar com o motorista sem precisar ligar e até bloquear o veículo em caso de roubos.

Em resumo, essas foram nossas dicas sobre o que é roteirização logística e como essa tecnologia se tornou fundamental no setor. Além disso, é importante reforçar a ideia de que não se trata apenas de uma ferramenta de otimização das suas entregas, mas também envolve uma questão estratégica para a sua gestão, contribuindo para a redução de custos, o aumento da produtividade e, principalmente, proporcionando experiências únicas e diferenciadas aos seus consumidores finais.

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Fonte: Point Sistemas

Entenda os Principais KPIs da Logística

Os KPIs logísticos são recursos fundamentais para a avaliação dos processos em andamento e identificação de gargalos.

A área de logística está cada vez mais desafiadora para os negócios devido à alta concorrência. As empresas buscam por redução de custos e melhoria na qualidade de atendimento ao cliente. Neste sentido, é importante medir e acompanhar os processos e seus resultados, por meio dos indicadores-chave de desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicator – em inglês).

Os KPIs da logística diferem de organização para organização, pois eles devem ser desenvolvidos em alinhamento com a estratégia de cada empresa. Geralmente as metas são definidas pelos altos executivos e, posteriormente, desdobradas para cada setor específico.

Se sua empresa está com dificuldades em medir os processos ou não sabe quais indicadores utilizar, acompanhe o post de hoje e fique por dentro dos principais KPIs utilizados na logística.

Os principais KPIs Utilizados na Logística

Na avaliação dos processos de uma empresa, o gestor irá utilizar indicadores de desempenho para analisar se deve tomar medidas que melhorem a performance e o rendimento do seu setor de trabalho. Além disso, ele também pode usar estes KPIs para identificar a necessidade de mudanças imediatas, “apagando incêndios”, e oportunidades de redesenhar o processo, criando um novo, mais eficiente, para gerar melhorias contínuas.

Veja quais são os principais KPIs para monitorar:

Time to Market:

Este KPI é muito utilizado em empresas de bens de consumo para medir quanto tempo ela leva para ter a ideia de um produto, desenvolvê-lo, testá-lo, fabricá-lo e colocá-lo no mercado.

OTD (On-Time Delivery):

Este KPI de logística indica qual a percentagem de pedidos entregues no prazo. Para se obter este indicador deve-se apurar a quantidade de entregas feitas no prazo e dividir pelo número total de do período analisado, e multiplica-se por 100 para se obter uma porcentagem.

OCT (Order Cycle Time):

Este é o indicador do tempo que leva para um pedido chegar ao cliente depois que foi recebido pela empresa. Esse KPI de logística é muito utilizado por empresas de e-commerce.
Para calculá-lo, deve-se aferir o tempo que cada entrega levou para ser feita após o pedido, somar todos e dividir pelo número de entregas feitas no período.

OTIF (On Time In Full):

Esse KPI avalia pedidos entregues no prazo combinado pela empresa. Para fazer seu cálculo, deve-se saber a percentagem de pedidos que foram:

  • Atendidos no prazo (P)
  • Entregues sem erro (E)
  • Completo: atendeu todas as especificações do cliente (C)

OTIF = P x E x C

Os KPIs logísticos são recursos fundamentais para a avaliação dos processos em andamento e identificação de gargalos, criando um ponto de partida para a elaboração de planos de ação mais acertados. A partir daí, torna-se possível adotar estratégias que realmente contribuam para a otimização dos resultados corporativos.

Gostou do nosso post de hoje, que tal aproveitar para conhecer os 9 Erros mais comuns da Logística Empresarial?

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...