Qual a diferença entre Mentoria e Coaching?

É comum ver uma certa confusão entre o processo de Coaching e o de Mentoring.

A mentoria está preocupada com o desenvolvimento da pessoa como um todo e é impulsionada pelos seus objetivos profissionais ou de vida. Normalmente, a mentoria tem uma estrutura mais informal e objetiva dando foco no aumento da maturidade sócio emocional e técnica do profissional.

Do outro lado, o Coaching é muito mais voltado para o desenvolvimento de competências comportamentais observáveis que conduzirão o coachee na direção aos seus objetivos específicos, ou seja, o resultado no âmbito profissional acontece com uma conseqüência da transformação dos padrões comportamentais do coachee. O coaching também é mais formal e estruturado já que muitas vezes precisa utilizar ferramentas que atuem em um nível mais profundo, exatamente onde se encontra o conjunto de valores e crenças do coachee.

Para que a mentoria seja bem-sucedida, mentor e mentee devem ter uma ótima conexão.

Veja também: Mentoria de Liderança: desenvolvendo habilidades profissionais e pessoais

Veículos Industriais: 5 dicas de segurança

Os veículos industriais se referem aos equipamentos usados para o transporte de materiais, matéria-prima e produtos no ambiente interno da empresa, principalmente, no setor de linha de produção e de saída de produtos.

Eles permitem mais agilidade e eficiência para o transporte de materiais dentro da empresa, porém exigem que sejam operados por profissionais competentes que saibam pilotar e manusear o veículo com toda habilidade e capacitação.

Quando falamos em segurança no setor de produção, devemos lembrar da legislação dedicada aos técnicos de segurança do trabalho e para trabalhadores do setor de produção que necessitam de treinamento técnico, teórico e cursos de reciclagem para atuarem de forma hábil e segura, incluindo, na função de pilotagem e condução de veículos.

Neste artigo falaremos de forma direta sobre a segurança na condução desse tipo de veículo.

5 dicas para veículos industriais

A condução de uma empilhadeira e até mesmo de um elevador na área de produção e estoque de uma empresa requer cuidados e treinamento para manter a eficiência do trabalho e manter todos os colaboradores seguros.

É de responsabilidade da empresa oferecer as melhores ferramentas, proporcionar o ambiente de trabalho mais seguro e treinar periodicamente seus colaboradores para atuarem de forma eficaz e conforme as diretrizes de segurança.

Leia a seguir cinco dicas importantes para a segurança neste setor de trabalho:

​1 – Opere a máquina somente depois do treinamento

Em alguns casos, colocar um “bucha” ou um improvisar um condutor para conduzir o veículo pode atender a uma situação de emergência na empresa, porém, é indicado que o veículo seja conduzido por um profissional treinado, avaliado e certificado por um curso vinculado à empresa para que a condução seja feita de modo seguro.

2 – Conheça o equipamento

O condutor e todos os funcionários que atuam no mesmo setor precisam conhecer a máquina e respeitar a sinalização no ambiente interno para evitar casos de atropelamento ou bloqueios do veículo.

3 – Respeite a velocidade

Da mesma forma que o trânsito nas ruas, avenidas e rodovias exige respeito ao limite de velocidade, o mesmo se aplica ao veículo de uso industrial e produtivo.

É importante que o condutor evite ultrapassar o limite de velocidade e não faça manobras arriscadas.

4 – Trafegue na linha de transporte

É essencial que o equipamento seja utilizado para trafegar somente na linha de transporte e nunca utilize o veículo fora das “vias” traçadas no ambiente interno da empresa.

5 – Respeite os limites de carga e altura

Imagine uma empilhadeira sobrecarregada e carregando materiais acima de sua própria altura em excesso? O risco de queda de material e prejuízo será grande, além do risco de um acidente fatal na empresa.

É importante que o condutor e os carregadores de materiais e produtos respeitem o limite de carga para evitar maiores problemas.

Conclusão

O principal foco é proteger o operador de máquinas e o condutor de veículos de transporte interno na fábrica e áreas produtivas da empresa. É importante que o profissional seja capacitado e orientado para atuar e desenvolver o melhor trabalho no ambiente da corporação.

Leia também:

Intraempreendedorismo – O Modelo

Como a ideia de empreender pode se conectar com a cultura de uma organização?

A atitude empreendedora é um padrão comportamental. Essa forma de agir é muito mais guiada pelo mindset do indivíduo do que pelos incentivos externos que ele possa receber.

De forma simples e objetiva, empreender tem a ver com a vontade de mudar as coisas, mudar como algo é feito, mudar o status quo. Pessoas como Thomas Edson, Walt Disney, Steve Jobs e Elon Musk já estão eternizados na história não só por tudo o que criaram mas como por suas trajetórias.

Empreender não é somente ter ideias.

É fazer algo alinhado com o seu propósito de vida. Quando uma pessoa decide empreender ela está com muito mais foco naquilo que deseja alcançar no futuro do que nos resultados que conseguirá obter de forma imediata.

Olhando para o mundo corporativo, como a ideia de empreender pode se conectar com a cultura de uma organização?

É aí que surge o conceito de intraempreendedorismo. Levar as pessoas da organização a agirem como donos dos seus processos através da compreensão de que os resultados gerados pelas ações intraempreendedoras irão impulsioná-las na direção do que tanto desejam.

A mensagem que precisa ficar clara é que o intraempreendedorismo não é algo que todos estão disposta a executar pois o profissional precisa:

1. Ter iniciativa e capacidade de inovar. Independente da sua função ou tempo de experiência o profissional comprometido com os resultados tem iniciativa e não age apenas quando recebe as demandas vindas do líder. Aliar iniciativa à capacidade de inovar, de pensar de forma criativa e prática, com foco em gerar maior performance e entrega de resultados, faz do profissional um intraempreendedor

2. Possuir grande poder de persuasão e influência pois precisará remover a resistência das pessoas tomadoras de decisão. A capacidade de influenciar pode ser definida como a conjunção das habilidades de:

  • comunicação
  • contextualização
  • desenvolvimento de projetos
  • relacionamento com diversos níveis da organização

Agir de maneira intraempreendedora permite ao profissional praticar, vivenciar, confrontar situações novas e desconfortáveis, pensar, refletir, concluir e transformar.

Esse não é um caminho curto, mas é o mais assertivo para os profissionais que buscam crescimento sólido e organizações que desejam construir lideranças engajadas e inspiradoras.

Fonte: Ebook Gratuito - Intraempreendedorismo: Desafio, Aprimoramento e Vantagem Competitiva.

Matéria-Prima ou Insumo? Entenda a diferença.

Quando falamos em matéria-prima e em insumos, geralmente, consideramos esses dois termos como sinônimos, mas na visão técnica e administrativa isso pode ser consequência de um erro de interpretação.

No caso de projetos formais apresentados nos ambientes de negócio externos e internos, é importante fazer a abordagem correta e conhecer o significado de cada termo de forma correta.

Neste artigo, apresentaremos os conceitos de cada palavra e sua importância para o mercado.

O que é matéria-prima?

Esse tipo de material ou fonte de trabalho se refere ao objeto utilizado na produção de um produto. Se uma bolsa é de couro, ela precisará de couro in natura ou sintético para ser produzida.

No processo de planejamento e produção, esse objeto torna-se agregado ao produto final ou ao seu processo de fabricação até a finalização da criação e disposição do artefato.

Na fábrica de tecidos, por exemplo, dedicada para a fabricação de camisas de algodão, é imprescindível a compra de linhas de algodão para a produção de camisetas e outros artigos de vestuário.

Material para uso e consumo

Outro termo muito usado no setor de produção é o “uso e consumo”, referente às principais atividades comerciais, operacionais e administrativas da corporação.

O uso e consumo pode ser referente aos papéis e canetas usados no escritório, ao cafezinho feito na copa da empresa, à graxa utilizada na máquina da fábrica, na tinta da impressora e outros tipos de produtos consumidos internamente no dia a dia de uma empresa.

​O que é insumo?

Essa palavra se tornou muito comum entre o público leigo ao ser muito citada nas telenovelas e nos filmes. Essa palavra costuma ser usada como sinônimo de matéria-prima pelo fato de também abrangê-la no processo de produção.

O insumo pode se referir à matéria-prima principal para a produção como a argila para a produção dos tijolos, mas ao mesmo tempo, para a produção do mesmo tijolo também abrange o forno e todos os ativos necessários para a fabricação do tijolo.

Principais diferenças

Dessa forma, mesmo que os dois conceitos sejam muito similares, as suas definições técnicas são diferentes no dia a dia corporativo e no fechamento de orçamentos.

Quando falamos em matéria-prima, por exemplo, podemos dizer que existem três tipos, a vegetal, a animal e a mineral. Lembrando que cada tipo pode ser aplicada ao processo produtivo de forma natural ou transformada.

Quando nos referimos ao insumo, estamos falando de um objeto ou ferramenta que permite a produção de um produto ou prestação de um serviço. Há três tipos de insumos, os naturais, do trabalho e capital.

O insumo abrange a matéria-prima, a máquina utilizada, a mão de obra, a energia elétrica e todos os meios aplicados para a produção.

Conclusão

Neste artigo, apresentamos de forma simples as principais diferenças entre os dois termos e ainda apresentamos o conceito de “uso e consumo” para orientar melhor os empreendedores.

Vale a pena conhecer esses conceitos para orientar projetos e orçamentos da melhor forma possível.

Técnica SMART aplicada à Logística

Quando falamos na técnica SMART, estamos nos referindo a uma estratégia baseada em cinco critérios para ajudar a empresa ou o projeto a alcançar a meta definida. Inicialmente, o termo “SMART” neste caso corresponde a uma sigla.

Temos a letra “S” de “Specific” (Específica), “M” de “Measurable” (Mensurável), “A” de “Achievable” (Alcançável), “R” de “Relevant” (Relevante) e “T” de “Time based” (Temporal).

Trata-se de uma ferramenta estratégica que se destaca por ser utilizada no ambiente corporativo e de desenvolvimento de negócios com a finalidade de direcionar melhor os recursos conforme a demanda de mercado com visão mais realista.

Neste artigo, falaremos mais sobre esse tema e determinaremos essa ferramenta como uma grande oportunidade para empresas e corporações.

​As 5 letras mágicas da meta SMART

Como explicamos anteriormente, cada letra dessa sigla está atrelada a um tipo de qualidade ou meta inserida no projeto. Antes de indicar como essa meta pode ser adaptada ao setor de logística, a explicaremos de modo resumido, vejamos:

1 - Metas específicas (S)

É importante determinar um conjunto de metas específicas para adotar a ferramenta da melhor forma possível.

No caso da logística, por exemplo, todo o projeto de armazenamento e transporte poderá ajudar a otimizar as vendas e reduzir custos com prazos de entregas.

Porém, é importante responder às seguintes questões:

  • O que a corporação ou empresa enxerga com essa meta?

  • Quem será responsável por ela?

  • Onde a meta será efetivada?

  • Como esta será alcançada?

  • Por que a meta precisa ser cumprida?

​2 - Metas mensuráveis (M)

Quando falamos na meta mensurável devemos considerar o objetivo a ser aliado à qualificação do desempenho dos profissionais que atuam no projeto, considerando:

  • Qual resultado é esperado?

  • Qual é o período de tempo necessário para alcançar a meta?

3 - Metas alcançáveis (A)

No contexto dos objetivos alcançáveis, é necessário que cada ponto seja atingível para não gerar desmotivação nas equipes. Considerando:

  • O histórico da empresa e das ações para alcançar o objetivo planejado;

  • A crença positiva dos colaboradores no projeto.

4 - Metas relevantes (R)

Quando o objetivo é relevante e efetivo ele ajuda a elevar o engajamento da equipe para alcançar a meta. Nesse caso é importante que o projeto considere fatos e tópicos concretos que dependerão de questões reais e análises sobre faturamento, lucro e carteira de clientes.

5 – Metas temporais (T)

Todas as metas precisam de prazo para serem alcançadas, e todo tipo de prazo precisa ser estudado e compreendido por todos.

Como aplicar para o setor de logística?

Um bom projeto de logística precisa ter visão desde o processo de aquisição de matéria-prima e todo o processo de transporte, estocagem e armazenagem de matéria-prima, insumos e produtos até os pontos finais de saída de produto para o estoque final e distribuição no mercado.

Essas etapas podem exigir a aplicação de metas realistas e de pleno conhecimento de todos os colaboradores, considerando combinar prazos, cronogramas, qualidade e demais formas de direcionamento de esforços.

Melhorando o prazo

Quando falamos ,especificamente em transporte e carga, um dos grandes fatores para justificar a aplicação das metas SMART é a obediência aos prazos.

Cumprir prazos ajuda a manter a satisfação dos clientes e a gerar maior retorno de mercado.

A meta SMART pode ser aplicada em qualquer empresa — não importa o ramo de atuação e nem o tamanho. Nesta parte, vamos mostrar alguns exemplos de metas SMART para empresas que transportam cargas.

Conclusão

Inicialmente, afirmamos que a aplicação dessa ferramenta ajuda a otimizar a geração de lucro de uma empresa, mas também pode ser eficaz para melhorar processos e resultados internos na corporação.

Os “3” maiores desafios do Trabalho em Equipe

Se o trabalho em equipe é um desafio em projetos acadêmicos, imagine dentro de uma empresa. Além do cargo e de sua importância na corporação, cada profissional precisa executar tarefas e saber tomar decisões de forma compartilhada.

Isso porque as decisões e direcionamentos são realizados em grupo, porém alguns profissionais podem apresentar dificuldades no processo de realização de tarefas com outros profissionais.

Na maioria dos casos, os processos de trabalho em grupos dependem das relações existentes entre as pessoas. Todos devem colaborar de forma mútua para que cada profissional consiga realizar suas funções da melhor maneira.

A importância do trabalho em equipe

Quando uma empresa possui prazo apertado e grande fluxo de trabalho é comum ela organizar grupos de trabalho para agilizar a realização de cada tarefa.

O nível de dificuldade dependerá do contexto de cada empresa e seu mercado. Sabemos que há fatores que podem ser mais frequentes, enquanto que situações especiais ou inesperadas também podem surgir.

O trabalho em equipe pode ajudar a reduzir custos financeiros, de tempo e a reduzir a sobrecarga de trabalho.

O que pode atrapalhar?

O individualismo pode ser um fator que poderá atrapalhar sempre o processo de execução das tarefas. Querer atuar sempre de forma autônoma pode gerar divisão interna no grupo e quebrar o sentimento de colaboração entre todos.

Os principais desafios

A seguir apresentamos os três principais desafios a serem superados por todos que trabalham em equipe.

1 – Individualismo

Como descrevemos anteriormente, o individualismo é um tipo de comportamento que tem crescido muito recentemente. A tecnologia de comunicação no mundo digital tem incentivado as pessoas a serem cada vez mais individuais e distantes umas das outras.

Algumas tarefas podem ser executadas individualmente, porém, considerando o fluxo de uma empresa, ter equipes fortes é fundamental para a empresa alcançar seus objetivos reduzindo custos.

2 – Frustração

Em certos casos, determinada equipe pode não atingir o resultado esperado, ou a taxa de retorno esperada conforme o esforço que foi dedicado em todo o processo produtivo.

O sentimento de frustração é normal, porém é fundamental que a equipe possa revisar os pontos cruciais do projeto e melhorar as aplicações de cada ação.

3 – Falta de percepção da empresa

Além das pessoas e dos componentes do grupo cometerem erros, a própria empresa poderá errar em não perceber o valor de suas equipes, em não oferecer treinamento e até mesmo esquecer de compartilhar as responsabilidades.

Geralmente, esse erro começa no RH (Recursos Humanos) e no departamento de gestão.

Conflitos

Geralmente, o trabalho em equipe pode gerar conflitos como a não entrega de mapas de produção, de material ou de lentidão na pesquisa.

Conclusão

Normalmente, alguns gestores possuem a crença que se alguns profissionais se envolvessem mais, os erros e desafios não ocorreriam.

Desde a fase acadêmica, as dinâmicas em grupos deveriam ser mais aplicadas de forma criativa integrando a equipe. Por outro lado, as empresas deveriam oferecer mais capacitação para que os profissionais realizassem suas atividades da melhor forma.

Dicas Para um Controle de Estoque Eficiente no Excel

O controle de estoque no Excel é uma prática segura e comum no processo de administração e gestão de estoque de insumos e produtos em uma empresa.

É necessário utilizar ferramentas digitais adequadas para o desenvolvimento e organização de dados para reduzir a perda de informações e tornar os processos menos complicados.

Devemos ressaltar que o estoque é um dos pontos mais cruciais para a diferenciação de uma empresa em seu mercado, podendo orientar da melhor forma, quando bem organizado, as vendas e o faturamento da corporação.

Faz parte do dia a dia de um administrador esse tipo de controle, seja no ramo atacadista, varejista ou até mesmo nas linhas de produção visando evitar prejuízo e reduzir perda de insumos e de tempo.

Organizando controle de estoque no Excel

O administrador pode desenvolver uma personalização dos dados através de diferentes perfis de planilha de controle, usando os campos e as orientações de cada coluna conforme a quantidade de informação do programa.

A empresa pode organizar colunas de entrada, colunas de saída, o número do código do produto, a descrição de cada material ou produto, unidade, informações como data de dia e mês, quantidades de cada unidade, informações de custo e o nome do fornecedor.

Ressaltamos que os dados referentes a datas, quantidades e valores devem ser registrados tanto na entrada quanto na saída de cada produto.

Em muitos casos, também é indicado informar o motivo e decisão sobre a saída de cada mercadoria.

O preenchimento

É importante ter bastante atenção com o preenchimento dos dados nos campos de cada tipo de planilha. Por exemplo, os dados dos registros de entrada devem ocorrer quando do recebimento dos itens.

Por outro lado, o dado de saída não é restrito somente na etapa da venda, mas em casos de perdas, erros de manipulação, vencimento da data de validade, deterioração e até mesmo furto.

Manuseio

Ressaltamos que o manuseio da planilha precisa ser prático e manter os dados sempre atualizados, sempre que possível em tempo real.

Em caso de trabalho em equipe, é importante manter o manuseio sempre acessível para todos de forma inteligível e fácil.

Planilha pronta

Alguns profissionais buscam baixar e utilizar uma planilha já pronta, muitas vezes já disponível na internet.

Porém, a planilha pronta poderá necessitar de ajustes e de adaptações conforme a necessidade diária da empresa em seus projetos.

Conclusão

Neste artigo falamos da importância de uma planilha que pode ser criada, melhorada e, em certos casos, baixada já pronta na internet.

Para algumas pessoas pode ser desafiador organizar e atualizar uma planilha constantemente, sendo necessário ter bons conhecimentos em Excel e em outros programas similares para executar tal função.

Faz parte de todo o planejamento organizar, salvar e atualizar planilhas de modo profissional e de maneira bem orientada, principalmente, no caso de tarefas compartilhadas em comum com as equipes de trabalho na empresa.

De todo o modo é importante conhecer os dados e suas origens antes de inseri-las no campo e nas células de cada coluna.

Leia também:

Você comeria um pacote de sal com seus fornecedores?

Por Andrei Maturano* via Linkedin

Imagine na seguinte cláusula contratual: “O fornecedor deve confiar no seu cliente, gestores e em toda a equipe de compras, sob qualquer circunstância”.

Nem em cenários econômicos totalmente favoráveis eu acredito que essa cláusula seria aceita por qualquer fornecedor.

Digo isso por uma razão muito simples, confiança não é um aspecto do relacionamento que se impõe, ela tem que ser conquistada.

A relação entre comprador e vendedor é naturalmente cercada de certa atmosfera de desconfiança. É aquele sentimento de que o outro lado sempre vai querer levar alguma vantagem desproporcional.

O velho ditado que diz que

“só conhecemos verdadeiramente uma pessoa depois de comer um pacote de sal”

define muito bem como é complexo desenvolver verdadeira confiança em outra pessoa.

Quando falamos do mundo corporativo temos ferramentas de governança e compliance que ajudam muito a proteger os dois lados mas, para mim, isso está mais relacionado ao medo de ser punido do que gerar confiança.

Aqui vão 5 dicas de como compradores e gestores de suprimentos podem construir confiança verdadeira:

  1. Compartilhe dados reais e relevantes em forma de gráfico para gerar a sensação de profissionalismo;
  2. Leve o fornecedor para dar uma volta na fábrica e nos escritórios falando sobre investimentos sendo realizados e das melhorias que precisam acontecer;
  3. Compartilhe sua visão de futuro de forma honesta mesmo que o cenário não seja dos melhores. Afinal, você precisa de um fornecedor que contribua nos momentos bons e também nos difíceis;
  4. Crie fóruns de comunicação para fornecedores onde a alta liderança irá apresentar informações estratégicas;
  5. Seja sempre ético no relacionamento com o fornecedor e nunca arrisque um comentário que possa ser interpretado de forma duvidosa.

Você consegue medir o nível de confiança que seus fornecedores atualmente?

*ANDREI MATURANO

Executivo de Suprimentos | Fundador da Deverhum e da Integralis | Palestrante | Mentor | Influenciador de Comportamentos e Mindsets

@andreimaturano

Treinamento e Desenvolvimento (T&D) – 3 Etapas Fundamentais

UMA PERSPECTIVA ESTRATÉGICA DA FUNÇÃO DE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO (T&D)

A área de Treinamento & Desenvolvimento é, sem dúvida alguma, uma das mais estratégicas dentro das organizações. Ela olha para as demandas atuais e futuras para capacitar seu capital humano de maneira consistente e antecipada, garantindo sua força competitiva.

Além das competências técnicas (hard skills) e comportamentais (soft skills) as empresas estão dando grande ênfase à dimensão da “saúde mental e bem estar” das suas pessoas como forma de gerar um ambiente ao mesmo tempo dinâmico, saudável e agradável de trabalhar.

O Treinamento e Desenvolvimento (T&D)

O melhor desempenho de um colaborador depende de um conjunto de fatores incluindo a cultura da empresa e suas competências técnicas e comportamentais.

O departamento de T&D é fundamental para uma empresa pois ele é quem garante o aperfeiçoamento dos profissionais no ambiente extremamente vulnerável, incerto, complexo e ambíguo em que vivemos. Enquanto Recrutamento e Seleção atraem talentos T&D deve desenvolvê-los e atuar para a sua retenção.

Treinar e desenvolver também são competências que precisam ser aprimoradas dentro da empresas. É através delas que podemos encurtar a curva de aprendizado para cada indivíduo acelerando o retorno para a organização e aumentando o nível de satisfação e engajamento do profissional.

Objetivos do T&D

Podemos classificar o processo de T&D em duas categorias de tempo: Necessidades Imediatas e Necessidades Futuras.

Necessidades Imediatas: A equipe de T&D precisa conhecer profundamente as competências dos profissionais de todas as áreas e níveis, identificando os gaps em relação às competências exigidas no curto prazo. São essas competências que sustentam a empresa em suas principais atividades core.

Necessidades Imediatas: Essa é a função mais estratégica. T&D deve estar fortemente conectada com o a alta liderança da empresa entendendo os rumos do negócio e do mercado. Da mesma forma, deve entender a mudança do perfil dos profissionais à medida que novas gerações começam a chegar no mercado de trabalho pois elas tem suas próprias características e exigências. Essas duas fontes de informação será a base para o trabalho de médio e longo prazos em termos de identificação das necessidades de capacitação.

O Framework do Trabalho de T&D

De maneira muito ampla, separamos o trabalho de T&D três etapas: diagnóstico, o desenvolvimento e implementação dos programas de T&D e avaliação dos resultados dos programas.

1 - Diagnóstico

É nessa etapa que todas as necessidades são coletadas tendo como perspectivas as necessidades da empresa e das pessoas. O diagnóstico ajuda a definir quais áreas precisam ser priorizados, os tipos de treinamento, os colaboradores que farão parte do programa, as limitações a serem enfrentadas e os investimentos.

Um diagnóstico mal feito é sinônimo de perda de dinheiro e desperdício de tempo das pessoas, além da continuidade dos gaps.

2 - Desenvolvimento e Implementação dos Programas de T&D

Essa etapa pode ser desenvolvida tanto pelos recursos internos com por uma empresa parceira. O mais importante aqui é garantir tanto o conteúdo como o método que será utilizado.

Quando a organização não tem competência interna ela precisa buscar suporte de parceiros especialistas. Economizar nessa fase é o barato que sai caro. Além disso, programas de T&D de baixa qualidade afetam fortemente a confiança das pessoas em projetos futuros.

3 - A avaliação

A avaliação de todo o processo é fundamental para verificar se os objetivos do programa foram atingidos.

Algumas formas de capturar as mudanças geradas pelos programas são feedbacks de colegas e líderes, aumento de produtividade, melhora no padrão de qualidade dos entregáveis, feedback do próprio profissional, entre outras maneiras.

Outro ponto importante do processo de avaliação é a constância dos resultados. Isso quer dizer que não é possível definir eficácia olhando somente para o horizonte de curto prazo.

Nos últimos anos as ferramentas de People Analytics vem sendo cada vez mais utilizadas para avaliar diferentes variáveis relacionadas às pessoas como abertura a novas idéias, autonomia, competência do líder e oportunidades de desenvolvimento. Muitas dessas métricas estão diretamente relacionadas com os objetivos traçados para os programas de T&D.

Conclusão

O processo de T&D é uma ciência, requer competências específicas e ferramentas avançadas. Sem correr riscos no excesso de valorização, podemos afirmar que investir em uma área de T&D de alta performance é vital para a sobrevivência e crescimento sustentado de qualquer organização.

Clique aqui para conhecer os programas de Treinamentos Deverhum. Ou entre em contato com nossos consultores

Incertezas da Gestão de Riscos

Por Andrei Maturano* via Linkedin

E agora? Como vamos nos proteger de tantas incertezas?

Cerca de 6 anos atrás, na posição de líder de compras da organização onde trabalhava, participei da implementação do programa corporativo ADVANCED S&OP.

Suprimentos tinha a responsabilidade de monitorar , mensalmente, os fornecedores com maior risco de impacto para o negócio e gerar indicadores de desempenho. O processo proposto era eficiente, mas não tão eficaz como poderia ser...

Noto, no momento pandemia, que as companhias precisam de uma gestão de riscos flexível e dinâmica para navegarem em um cenário imprevisível. Percebo graus muito diferentes de maturidade desse processo dentro das companhias e, por isso, não existe uma única abordagem que possa ser aplicada a todas.

Baseado em experiências recentes posso afirmar que o processo Supplier Risk Management deve ser prioridade nas organizações, independentemente do seu tamanho.

4 dicas que dou aos meus clientes:

  1. Defina um grupo multifuncional com pessoas capazes de desenvolver o projeto;
  2. Crie uma nova cultura organizacional com novos hábitos e planos de longo prazo que garantam a sustentabilidade do negócio;
  3. Treine todas as funções envolvidas no processo;
  4. Se o seu orçamento for curto planeje investir em soluções digitais para ganhar agilidade.

Você acrescentaria outra dica? Qual?

*ANDREI MATURANO

Executivo de Suprimentos | Fundador da Deverhum e da Integralis | Palestrante | Mentor | Influenciador de Comportamentos e Mindsets

@andreimaturano