Gestão de Riscos na Base de Fornecimento pós Covid-19

A gestão de riscos é uma das iniciativas mais essenciais em período de pandemia e de pós-pandemia.

Seja para elevar a segurança sanitária de funcionários e clientes ou para proteger a empresa de possíveis erros, é fundamental que exista um projeto abrangente.

Sabemos que a realização desse tipo de controle se tornou bastante relevante em diferentes empresas. Mesmo em períodos antes da pandemia do novo coronavírus, muitas empresas já estavam implementando novos projetos de proteção visando os impactos da automação e da inserção da inteligência artificial.

Por outro lado, durante o ano de 2020, a adição do trabalho remoto realizado em processo de home office reduziu o controle das empresas sobre os seus colaboradores.

A Gestão de Riscos Pós-Pandemia

Sabemos que toda essa situação pandêmica irá passar e o dia a dia normal voltará aos poucos a ser realizado na convivência social e na produção econômica de pessoas e empresas.

Será necessário que empresas de diferentes segmentos de mercados, de atuação logística e mercadológica revisem seus projetos de controle e de aplicação de projetos de controle de qualidade e de segurança.

Se antes da pandemia muitas empresas estavam revisando suas normas de condutas técnicas e produtivas para reduzir o nível de erros e inconformidades, essa missão se tornará obrigatória a partir do ciclo 2021 e 2022 com a projeção de término do estado de pandemia nas principais economias do mundo.

Foco

As empresas que, no momento, estão atuando parcialmente ou integralmente em home office não podem perder o foco em seus objetivos.

No decorrer da pandemia, percebemos que é crescente a quantidade de empresas que estão perdidas sem saber por onde recomeçar em seus mercados pelo simples fato de ainda não compreenderem os novos comportamentos dos consumidores e das empresas parceiras de negócios.

Para o mercado, o que será o “novo normal”? Quem será o “novo consumidor''? Quais práticas se tornarão essenciais para o dimensionamento de novos micro mercados orientados pelas novas práticas do mercado remoto e da compra online?

Por outro lado, será crescente a preocupação das pessoas com as questões de segurança sanitária e de qualidade que gostarão de encontrar nos produtos e nos serviços disponibilizados pelas marcas e empresas.

Novos cenários

Considerando os novos comportamentos e tipos de demandas que já estão surgindo, controles erros e regularizar os ritmos produtivos de uma empresa se tornará mais desafiador nos próximos anos.

O mercado mundial

Além das adaptações necessárias nas empresas brasileiras, considerando o mercado internacional, diferentes indústrias foram afetadas com os impactos da pandemia, incluindo segmentos de consumo chave como automóvel, viagens, bens de consumo e eletrônica.

No decorrer do ano de 2020, na Coreia do Sul, uma grande fabricante de automóveis precisou fechar sete fábricas devido à incapacidade de seus fornecedores de entregarem as peças essenciais para a linha de produção.

Portanto, para desenvolver novas normas de controle para manter a produção, a qualidade e a segurança visando reduzir erros e desperdícios, é fundamental revisar e reforçar as normas e as pesquisas de prevenção.

Leia também: Perspectivas do setor Logístico pós-pandemia

4 investimentos em logística para impulsionar o seu negócio

Quando falamos em investimentos em logística nos referimos a diferentes iniciativas e plataformas financeiras que visam melhorar recursos e processos para o planejamento, distribuição e alocação de produtos e serviços.

Dessa forma, é importante que empreendedores e empresas em geral pesquisem e conheçam as principais opções de investimento para elevar a qualidade logística e capacidade de resposta da corporação nesse setor.

Se a sua empresa precisa melhorar o investimento de recursos e de capital, fique atento às explicações que daremos neste artigo.

Investimentos em logística

Quando falamos nesse tipo de investimento temos quatro tipos de implementação:

  • Investir em pessoas;
  • Investir em equipamentos;
  • Investir em métodos;
  • Investir em capital;

Inicialmente, o investimento em pessoas envolve a contratação e capacitação de pessoas que estejam aptas para atuarem em linhas de produção, estoque, transporte e controle de distribuição, além de outros níveis estratégicos.

Ao investir em equipamentos, a empresa poderá trocar máquinas como esteiras, máquinas de registros, computadores, emissores de notas e etiquetas, GPS e entre outras formas de tecnologia.

O investimento de capital poderá depender de aplicação direta de recursos dos proprietários e investidores da corporação, além de possibilitar a aplicação em fundos de investimento como forma de aumentar o capital. A seguir damos quatro dicas de investimentos financeiros para o setor logísticos.

Como investir na área financeira?

Como investir e aumentar a verba destinada para o setor logístico? Além da responsabilidade administrativa e alocação de recursos diretos, a empresa poderá manter aplicações para otimizar recursos, veja a seguir.

‍1 – Fundo de Investimento

Aderir a esse tipo de investimento se refere a fazer parte de grupos de investidores que compartilham capitais. Os capitais compartilhados podem ajudar a impulsionar os lucros e manter a empresa com a sua margem sob controle.

Existem sete tipos de fundos:

1 - Multimercados;
2 - Referenciados;
3 - Dívida externa;
4 - Dívida interna;
5 - Renda fixa;
6 - Cambiais;
7 - Ações.
2 – Aplicação em títulos públicos

A empresa ainda pode optar por investir em ativos de renda fixa, certificados de dívida emitidos pelo governo federal, dessa forma será possível atrair financiadores para ações de aplicação financeira.

É possível utilizar o programa de Tesouro Direto com aplicações a partir de R$ 30,00 reais para gerar um novo fluxo de investimento para as áreas internas da empresa.

Mas, lembramos que o tesouro direto é um investimento de longo prazo, pois valores informados na aquisição só são garantidos se o investidor permanecer com as ações até a data prevista.

‍3 – Crédito

Além de optar por créditos bancários para troca de equipamentos ou linhas logísticas na empresa, a empresa, dependendo de seu segmento, pode aplicar parte de seus lucros excedentes na LCI (Letras de Crédito Imobiliário) como uma fonte de título de renda fixa proveniente do setor imobiliário.

‍4 - Ações na Bolsa de Valores

O acesso de ações na Bolsa de Valores é um dos caminhos mais conhecidos por empresas do setor logístico para aplicar parte de seus capitais, porém trata-se de investimento com risco.

Investimentos administrativos e gerenciais

Além do investimento de capitais, como citados anteriormente, a empresa ainda pode fazer investimento direto usando parte de sua receita ou lucro para aquisição direta de equipamentos, treinamento, contratação de empresas terceirizadas e entre outras demandas estratégicas.

A empresa pode decidir, por exemplo, trocar parte de seus equipamentos ou a maquinaria de estocagem por completo. Porém, cada tipo de iniciativa vai exigir alocação de recursos que poderão exigir aplicações como as indicadas neste artigo.

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Entenda o que é Paperless e sua aplicação na logística

Todos os processos logísticos estão se tornando cada vez mais digitalizados e integrados via internet para abranger diferentes funções.

Saber o que é Paperless e procurar empregar soluções que eliminam o uso de papel nos processos de emissão de guias de autorização, informação e demais atividades ajuda a digitalizar a empresa e seus processos estratégicos de atendimento interno e externo.

No contexto logístico, emitir documentos e atualizá-los de forma digitalizada acelera processos e mantém toda a equipe, inclusive os membro remotos, sempre informados e habilitados para responder às demandas constantes da corporação e do mercado.

Todos os processos logísticos estão se tornando cada vez mais digitalizados e integrados via internet para abranger diferentes funções, pontos de venda e de distribuição.

Mas, o que é Paperless?

Ao pé da letra, esse termo significa “processo sem papel”. Trata-se de diversos procedimentos de trabalho, organização e demais funcionalidades que visam iniciar e concluir determinadas tarefas sem utilização de papel.

No caso das empresas, permite organizar e implementar operações de uma empresa sem utilizar papel.

Por outro lado, esse método pode influenciar a maneira como os profissionais lidam com documentos, tarefas administrativas e atividades que requerem protocolo e demais detalhes para conclusão das operações.

Benefícios do Paperless

A implementação desse modelo sem papel gera benefícios como:

  • Economia de papel;
  • Aceleração de atividades;
  • Segurança nas informações corporativas;
  • Rápida correção em casos de inadequações;
  • Acessibilidade tecnológica para os membros da equipe.

O passado e o futuro

Ainda existem empresas que usam o método antigo para gerir suas informações dependendo do papel impresso para organização de dados.

Depender somente do papel é coisa do passado, o novo processo de gestão depende de processos de digitalização e otimização de dados que eliminam o uso do papel.

Porém, algumas empresas ainda utilizam o método híbrido (papel e dados digitais) para compor conteúdo de segurança para situações jurídicas e fiscais.

A logística certa

Para a equipe que trabalha com logística precisa lidar com diversos documentos, esses documentos podem ser os avisos de entrega, CTEs, notas fiscais, faturas de frete, ordens de compra e entre outros registros essenciais.

Em muitos casos, alguns documentos não são tão importantes para o funcionamento do negócio, e mesmo assim podem gerar papelada desnecessária, além de sobrecarregar a impressora da empresa.

A logística se torna mais rápida quando não depende mais da burocracia governamental e empresarial que antes exigia a impressão de três guias para cada documento emitido.

Atualmente, combinando os avanços do governo, das empresas e dos recursos tecnológicos, várias operadoras logísticas já investem em computadores móveis e tablets para reduzir o uso de documentos impressos.

Dessa maneira, a digitalização é um processo que já existe e gera grandes ganhos para empresas, instituições públicas e clientes.

Através desse processo sem papel, temos o uso de documentos e contratos digitalizados, incluindo as consultas online também podem ser feitas para acelerar as buscas por informações e produtos.

Por outro lado, são mudanças que podem exigir capacitação das equipes de atendimento, transporte e vendas. É importante que a empresa e seus colaboradores estejam aptos a inserir as inovações tecnológicas no dia a dia das tarefas laborais no mercado.

Leia também:

Saiba como otimizar o processo de recepção de mercadorias

A recepção de mercadorias é uma das etapas cruciais para a organização e aplicação de um processo logístico de qualidade.

Ter a capacidade de receber produtos, armazená-los e direcionar para cada segmento correto é uma das forças essenciais de qualquer empresa.

Sabemos que as mercadorias podem percorrer curtas e longas distâncias até chegar ao local de estocagem ou ponto de venda, é um percurso que parte da produção até o destino final.

Nesse percurso, podem ocorrer riscos, desvios, acidentes e até ameaças de roubos. A empresa precisa investir em sistemas de gestão de produtos, transporte e segurança de forma integrada para gerar mais eficiência no processo logístico.

Atualmente, as principais empresas do mundo buscam otimizar processos logísticos para melhorar a saída e entrada de mercadorias e, dessa forma, melhorar o ritmo de produção e entrega.

A recepção de mercadorias

O processo de receptividade de produtos ocorre quando determinados produtos são direcionados através de seus fornecedores até o ponto de entrada da empresa receptora.

A empresa receptora pode ser o fabricante que precisa receber matérias-primas e materiais para suprir o seu ciclo de produção, revendedor no perfil de atacadista ou varejista, ponto de armazenamento e entre outros.

Etapas principais

A realização da recepção dos produtos e demais itens de interesse seguem as seguintes etapas de trabalho:

1 - Agendamento da entrega

Agendar o dia e hora provável de entrega ajuda a orientar o planejamento para o fornecedor e receptor da mercadoria.

2 - Identificação da mercadoria

Todas as mercadorias devem receber um selo de identificação conforme o segmento, condições de armazenamento e validade, considerando as características de cada tipo de produto.

3 - Verificação das notas fiscais (MIRO)

O MIRO (Movement In Receipts Out) é um código SAP muito importante para o setor de controle financeiro e fiscal de uma empresa. Basicamente, é utilizado na verificação e confirmação de faturas.

É importante que cada produto tenha nota fiscal com valor, descrição, origem e demais dados de interesse fiscal e tributário.

4 - Inspeção

Determinados tipos de produtos e mercadorias poderão necessitar de inspeção para garantir a segurança e higiene dos produtos.

5 - Separação ou reorganização de mercadorias (MIGO)

Assim como o MIRO, o MIGO (Movement In Goods Out) é um código usado no sistema SAP. É utilizado para informar que uma remessa de fato chegou (ou saiu) do estoque da empresa.

Antes de ser enviado para o estoque, é importante que os produtos sejam catalogados, separados e organizados pela empresa que recebeu as mercadorias.

6 - Gestão de estoque

A gestão permite a sistematização de todos os produtos sempre que as equipes de trabalho venha necessitar acessar determinado tipo de produto através do sistema ou presencialmente no estoque físico.

Processo complexo

Devemos ressaltar que, por ser um processo complexo, o recebimento de mercadorias exige a instalação de softwares de controle, organização constante e cálculo renovado de controle de estoque, sendo essas iniciativas essenciais para reforçar o processo de otimização.

Como otimizar?

A seguir apresentamos os principais passos para otimizar o processo de recebimento de mercadorias.

1º Criando procedimentos profissionais

Ao criar procedimentos padrões, é importante mantê-los sempre atualizado e treinar a equipe de trabalho para executá-los.

2º Manter a Agenda atualizada

Todas as empresas relacionadas com os produtos precisam manter o agendamento de saída e entrada de produtos sempre atualizado, procedimento que agiliza também a arrumação do espaço de estoque.

3º Capacitando a equipe

Manter a equipe treinada ajuda a maximizar a produtividade desse processo, sempre procurando conscientizar a equipe para realizar os registros necessários.

Dessa forma, considerando o recebimento de mercadorias como um dos setores mais estratégicos para a empresa e diferentes players de mercado.

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A Logística do Black Friday em Meio a Pandemia

A logística do Black Friday passou a ser mais desafiada em 2020 em virtude da pandemia do Coronavírus.

Apesar do aumento do consumo de alimentos, vestuários e de equipamentos eletrônicos nas compras feitas pela internet, atrair clientes para novas promoções não é uma missão fácil.

Antes mesmos das promoções Black que ocorrem sempre no mês de novembro de todo ano, os sites de e-commerce e demais tipos de estabelecimentos comerciais conseguiram dobrar as vendas de determinados itens de mercado e, ao mesmo tempo, são exigidos a planejar novas promoções.

Apesar da pandemia, a grande expectativa é que ocorra um novo “boom” no período das promoções Black, o que impactará no processo logístico desde a produção até a disponibilização dos produtos para o cliente final.

A logística do Black Friday

Ao planejar a cadeia de suprimentos e as estratégias de vendas para esse período de aquecimento do mercado, devemos considerar a informação, identificação de movimentos de mercado e outros fatores que, de fato, podem gerar demandas e exigir capacidade de resposta das empresas e revendedores.

Nesse processo, é possível usar ferramentas que orientem o mapeamento do fluxo de produtos e de serviços para as vendas presenciais e e-commerce.

Para o período de pandemia, no qual as pessoas estão evitando sair de casa, é possível ampliar canais de vendas através de site ou loja própria e de marketplaces.

Mudanças estratégicas

Para verificar as oportunidades reais do período de promoções Black no mês de novembro, é importante identificar os produtos e serviços que estão sendo cada vez mais procurados em tempos de pandemia.

No setor de tecnologia, por exemplo, notebooks e celulares estão sendo cada vez mais procurados para abastecer as pessoas que precisam trabalhar em casa e se comunicar remotamente.

Para atender esse mercado, as fabricantes locais estão precisando otimizar a compra de peças, linhas de produção de equipamentos e aceleração do processo de atendimento.

O comportamento do consumidor

Além do volume de vendas e de precificação ter sido alterado, o comportamento do consumidor também mudou bastante neste ano de pandemia.

As pessoas estão buscando conter gastos devido às incertezas da economia brasileira e mundial.

Na prática, as pessoas estão optando por gastar menos e direcionando as compras nas plataformas online. Antes, quem nunca tinha feito uma compra através da internet passou a comprar mais frequentemente pela rede.

Esse crescimento exigiu um novo ritmo logístico nas empresas que passaram a produzir mais e entregar mais para os novos consumidores online.

Outros fatores estão relacionados com as compras de final de ano, incluindo Natal e Ano Novo. Apesar da pandemia e da redução do consumo, para o Ano Novo, por exemplo, metade das ocupações dos hotéis já está garantida nas principais capitais do Brasil.

Portanto, o surgimento de novos clientes no meio digital, da concentração do consumo de eletrônicos e itens essenciais e a necessidade de estabelecer prioridades por parte dos consumidores gerou uma nova direção para o mercado e para a logística como um todo.

Leia também: Supply Chain 2021 e Retomada da Economia

Como evitar falhas na Gestão de Demandas

Quando falamos em gestão de demandas nos referimos ao conjunto de práticas organizacionais que ajudam a identificar o atendimento de demandas do mercado.

Lembrando que tais demandas devem ser atendidas pelos bens e serviços da empresa, considerando os bens de produção, os métodos e os produtos finais da empresa visando o equilíbrio entre oferta e demanda existente no mercado consumidor.

Sabemos que boa parte das empresas e organizações podem apresentar uma quantidade escassa de bens e serviços, tendo que utilizá-los de forma otimizada para alcançar o sucesso pretendido junto aos seus clientes.

Caso a oferta de produtos supere a demanda ou caso a demanda supere a quantidade de produtos a empresa terá grandes prejuízos.

O que é gestão de demandas?

Quando falamos em demanda, nos referimos ao processo de necessidade e procura do consumidor potencial referente a disponibilidade de produtos ou serviços que os clientes desejam consumir em determinado período de tempo e região.

Porém, essa demanda não é estática, ela pode aumentar ou diminuir, sendo mutável e influenciável conforme as necessidades e desejos das pessoas em determinados contextos do mercado e da sociedade.

Sendo assim, podemos conceituar esse tipo de gestão como um conjunto metodológico que proporciona técnicas de previsão para atender a procura dos consumidores mantendo o equilíbrio sadio entre oferta e demanda.

Complexidade

Na prática, esse tipo de gestão envolve processos complexos exigindo aplicação tecnológica, comunicação e acumulação de experiência de mercado.

Como realizar uma gestão de qualidade?

Como falamos anteriormente, a demanda é um processo que muda com o tempo, podendo surgir, se intensificar, se estabilizar ou desaparecer conforme a evolução tecnológica e reorganização social.

Dessa maneira é importante que a empresa se prepare para cada período evitando que a empresa perca vendas e oportunidade de mercado.

O que fazer?

A seguir apresentamos algumas dicas para melhorar o processo de controle de mercado por parte da empresa:

1 – Estudando padrões de mercado

Como as demandas não são estáticas, não existem padrões de mercado sempre previsíveis. Porém, situações sazonais como páscoa e o verão podem incentivar indústrias e revendedores a produzirem mais chocolate e roupas para os dias mais quentes, reduzindo a produção e o plano de vendas para outras épocas do ano.

2 – Pontos de reposição

Para atender a demanda de mercado, o estoque não pode ficar na faixa zero. A não ser que a empresa tenha um ritmo de produção sob demanda com menor custo que contem com um processo de serviço interno que mantenha parceiros e clientes sempre bem atendidos.

Porém, no caso da gestão de estoque a empresa precisa sempre repor os estoques e administrar o tempo de reposição.

3 – Indicadores de desempenho

Nas empresas mais avançadas o uso de KPIs ou indicadores de desempenho servem como direção para a identificação do melhor caminho estratégia.

O uso do KPI ajuda na avaliação de níveis de estoque, bem como para a qualidade dos processos.

Portanto, esse tipo de gestão é fundamental para a melhoria da estratégia de organização, de marketing e de vendas para qualquer tipo de empresa.

Leia também: Entenda os Principais KPIs da Logística

Eleição 2020 exigirá Logística Sofisticada

Para a realização das eleições, é importante ficar atento com atividades relacionadas aos recursos, materiais e equipamentos necessários ao planejamento do evento.

A logística é um conjunto de procedimentos, métodos e ações estratégicas que visa o cumprimento de prazos para a alocação e entrega de produtos e recursos, sendo fundamental também para diferentes eventos como as eleições políticas.

Para que os principais detalhes dêem certo no dia da eleição, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) precisa organizar as equipes de trabalho, fluxos e prazos para repasse de recursos, materiais e equipamentos para a realização do evento.

Porém, existe uma etapa fundamental que é a fase do planejamento logístico e da preparação das ações.

A logística sofisticada

A sofisticação existe quando temos uma personalização dos processos logísticos que buscam profissionalizar a aplicar com eficiência os esforços necessários para o cumprimento de prazos e o atendimento correto no ponto final da entrega.

O planejamento logístico é uma atividade contínua que inicia com o planejamento, se desenvolve com a aplicação, manutenção e monitoramento.

Para as eleições

Para a realização das eleições, é importante ficar atento com atividades relacionadas com a verificação das condições das urnas, execução de reparos e reposição de possíveis peças, além de ações como carregamento de bateria interna de todas as urnas.

Por outro lado, é necessário armazenar os equipamentos de forma adequada em períodos não eleitorais substituindo urnas já obsoletas.

O planejamento eleitoral

Lembramos que as eleições possuem um planejamento prévio que abrange ações de preparação que terá efeitos no dia da eleição e para a qualidade de sua organização.

Dessa forma, o planejamento logístico está incluso no planejamento eleitoral que é mais abrangente.

No início, por exemplo, é desenvolvido conjunto de softwares para organização de urnas que devem conter e apresentar informações básicas e necessárias para eleitores e sobre os candidatos.

O planejamento no Brasil

O país possui cerca de 5.500 municípios, porém o TRE e o TSE possuem 1.269 localidades isoladas em 383 municípios devem que exigem reforço para o processo de entrega das urnas no primeiro e segundo turno.

São locais de diferentes tipos de dificuldade de acesso que podem exigir diferentes modais (rodoviário, aéreo, hidroviário e marítimo) para viabilizar o processo de transporte, sendo o transporte um dos principais quesitos de qualidade e efetivação da realização do projeto.

Nos dados publicados em 2018 pelo TSE, dos 16 estados existentes em locais remotos temos o estado do Amazonas e Pará com maior quantidade de municípios e locais isolados, sendo 380 no Amazonas e 337 no Pará.

Porém, nos principais centros urbanos o TRE possui a missão de organizar e remanejar seções eleitorais quando necessário para manter a segurança e organização de todo o processo.

Inclusão de outros serviços

Além da preocupação logística, a inclusão de outros serviços necessários e previstos em lei também norteiam a realização das eleições.

Como, por exemplo, a inclusão de tradutores de Libras, com a ampliação do número de intérpretes de Libras para auxiliar os mesários nos dias de votação.

Portanto, assim como qualquer evento privado e público, a realização das eleições exige a aplicação de planejamento logístico e estratégia de otimização de tempo e de resultados.

Leia também: 3 Exemplos de Eficiência em Planejamento Logístico

Logística Inbound e Outbound: entenda a diferença!

Nas empresas de diferentes áreas de atuação, a área da logística inbound e outbound tornaram-se cada vez mais estratégicas para os processos de tomada de decisão da empresa.

A aplicação desses dois tipos de planejamento estratégico ajuda a agregar valor para produtos, serviços e processo de atendimento ao cliente na construção de um diferencial no mercado consumidor favorável para a empresa.

Na prática, é importante que todo o processo seja coordenado e focado no decorrer da cadeia de suprimentos (Supply Chain). Neste artigo, você compreenderá quais são as características de cada um destes processos.

As principais diferenças da logística inbound e outbound

No planejamento inbound o processo de gestão dos prazos considera a cidade do fornecedor como principal ponto de partida e a porta da empresa como o ponto de chegada.

Enquanto isso, no planejamento outbound o ponto de partida é a fábrica e o ponto de chegada é o cliente.

Porém, na prática, entre a aplicação dos dois processos podem acontecer pausas, paradas e outros fatores de tempo sobre as mercadorias.

Quando existe equipamentos e pontos de apoio, por exemplo, isso pode impactar em todo o projeto logístico e nos processos de entrega e planejamento, incluindo os procedimentos de revisão do projeto.

Os custos

Entre ambos podem ocorrer diferenciação nos custos totais de cada tipo de processo, sabemos que a aplicação de variadas estratégias podem influenciar bastante no custo para a empresa e para o consumidor final.

No processo outbound, quando abordamos sobre a armazenagem simples o processo de uso de centros de distribuição compartilhados em regiões estratégicas é uma forma eficiente de reduzir gastos e melhorar a qualidade dos serviços.

No processo inbound, reduzir custos desnecessários torna-se uma ordem fundamental nos setores de almoxarifado e compras, buscando também reduzir atrasos na entrega ou entregas antecipadas de fornecedores sem aviso prévio.

Cada tipo de processo

Cada perfil de planejamento pode apresentar processos específicos de cada etapa que podem ser considerados. No outbound, a organização precisará considerar a gestão de tempo e gastos para a coleta de produtos devolvidos gerados por troca ou defeito.

Por outro lado, o inbound se dedica de forma direcionada aos indicadores de abastecimento de matéria prima e distribuição interna buscando evitar atrasos, perdas estoques defasados ou superlotados.

O que é logística inbound?

Como explicamos anteriormente, neste processo temos o início dos trabalhos nos fornecedores até a porta da fábrica com logísticas bem definidas para locomoção, recebimento e descarga de matéria-prima.

O que é logística outbound?

Nesse processo, após a entrada de material, processo de linha de produção e embalagem temos o fator da entrega que visa melhorar o caminho entre a empresa e o cliente final.

Portanto, vale ressaltar que os dois tipos de projetos logísticos são importantes e podem ser aplicados em conjunto no processo de gestão logística.

O principal objetivo é reduzir prazos, custos, riscos e elevar a qualidade para o cliente final.

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4 dicas de gestão de riscos em operações logísticas

A gestão de riscos está ligada a um conjunto de métodos e ações que determina o grau de planejamento e redução de perdas nas empresas no setor logístico.

Sabemos que a logística é uma das áreas estratégicas de uma empresa que pode ajudar a otimizar os recursos e os resultados da corporação no mercado.

Normalmente, podem ocorrer imprevistos e desvios de padrão produtivo em diversas etapas do processo produtivo, gerando a necessidade de avaliação e monitoramento de possíveis riscos.

A aplicação desse procedimento também permite identificar gargalos que poderão colocar em risco toda a operação.

Além de buscar por melhores resultados, as empresas são desafiadas para atender à legislação, às normas de organização de carga para o transporte e organizar orientações para as equipes de trabalho.

Esse tipo de controle requer domínio de diferentes áreas de conhecimento e o envolvimento de todos da empresa.

A gestão de riscos na logística

Ao compreender a necessidade da aplicação gestora sobre os recursos da empresa para as operações logísticas é importante saber aplicar as ferramentas e implementar ações de orientação e correção.

Dessa forma, a empresa conseguirá evitar problemas, retrabalho e atrasos nos cronogramas de entrega e cumprimento de prazos de produção.

Dicas preciosas

A seguir apresentamos dicas preciosas que podem ser aplicadas no gerenciamento logístico de empresas de diferentes portes e atuação:

1 – Identificação de riscos

Um dos primeiros passos é identificar os riscos. Conforme a ocorrência podem aparecer problemas maiores ou menores, sendo fundamental que os gestores busquem importante identificar exatamente quais os erros e desvios que envolvem a empresa e a equipe.

No contexto do transporte, o desgaste dos veículos, a aplicação de multas sobre as atitudes do motorista e a perda do prazo da entrega poderão ser fatores que podem gerar gargalos na empresa.

2 – Análise de riscos

Depois da primeira etapa de processo de identificação de riscos, o segundo passo trata-se da mensuração de cada tipo de risco, nesta segunda etapa é possível verificar e aplicação classificação de grau de risco que poderá impactar na estabilidade operacional da empresa.

É importante definir ações e reduzir os riscos ao máximo, podendo também controles os efeitos de cada situação.

3 – Tratamento das falhas

Outra dica relacionada às principais etapas exige atenção sobre o processo de identificação de falhas e planejamento de estratégias efetivas que ajudem a minimizar os problemas e gargalos.

Detalhes como as condições dos veículos da frota, formação e treinamento dos condutores e reciclagem através de treinamento podem ajudar a superar determinados tipos de falhas.

4 – A tecnologia certa

É muito importante que a empresa selecionar a tecnologia certa para gerenciar os riscos que a empresa poderá enfrentar no seu cotidiano.

A partir do momento que a empresa já possui a solução, é importante aplicar o uso de softwares, sistemas e equipamentos que de fato simplifiquem processos e resolvam os gargalos.

Portanto, para a organização e aplicação de gestão de riscos eficaz, é necessário uma organização efetiva dos processos da empresa com planejamento detalhado sobre as operações produtivas e logística.

O que achou das dicas? Compartilhe conosco nos comentários! Fique a vontade também para sugerir novos temas deste mercado para abordamos em nossos artigos.

A Importância da Análise SWOT no S&OP

A Análise SWOT (strengths, weaknesses, opportunities e threats) está envolvida com diferentes ações corporativas como Suply Chain, Logística, Cadeia de Suprimentos, Planejamento de Vendas, Consultoria de negócio e operações atreladas ao S&OP.

Em português, essa análise é traduzida como “análise FOFA”, sendo “FOFA” as iniciais de “Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças”.

Por outro lado, a aplicação do S&OP representou uma ruptura dos processos de planejamento estratégico de negócio gerando inserção de troca de comunicação e dados entre as diferentes equipes de planejamento que atuam dentro de uma empresa.

Por sua vez, o S&OP (Sales and Operations Planning) pode ser traduzido como Planejamento de Vendas e Operações, e se refere a um processo que integra ações da administração e gestão empresarial.

Aplicações da análise SWOT

Através dessa ferramenta, a empresa pode gerar um melhor direcionamento de seu planejamento sobre o ambiente interno e externo da empresa, podendo identificar aspectos positivos e negativos que influenciam o seu mercado e suas decisões.

A aplicação dessa ferramenta visa a redução de risco de erros sobre a escolha de estratégias percebendo as reais forças e fraquezas da empresa e quais ameaças e oportunidades no ambiente externo podem alterar os caminhos da empresa, de sua marca e produtos.

Benefícios

A utilização dessa ferramenta gera grandes benefícios, como os seguintes:

  • Permite o desenvolvimento de estudo mais aprofundado sobre o ambiente interno e as probabilidades externas para a empresa;
  • Incentiva análise criteriosa da concorrência;
  • Aponta as melhores ações e atitudes que a empresa pode tomar;

Onde aplicar?

A análise SWOT ou matriz FOFA serve para ser aplicada em empresas de pequeno, médio ou grande porte e em diferentes segmentos de mercado, principalmente, para auxiliar procedimentos de tomada de decisão.

Processos S&OP

Aliada a este tipo de análise, podemos inserir também as etapas do S&OP. Os principais passos são:

1 - Atualização de dados

Na primeira fase de inserção do S&OP, precisamos realizar a atualização dos arquivos com os dados em relação ao período anterior relativos a volumes de compra, níveis de estoques e valores financeiros sob a responsabilidade da área comercial da empresa.

Posteriormente, é realizada uma atualização dos arquivos de forma constante para também gerar previsões para a equipe comercial.

2 – Planejando a demanda

O segundo passo é referente à criação de um plano relacionado ao consumo de recursos na empresa que deve considerar informações quantitativas e qualitativas como histórico de dados, dados de mercado e situações fora do comum.

3 - Planejamento de produção e suprimentos

Nesta terceira etapa, listamos no projeto quais insumos e suprimentos são indispensáveis para as vendas previstas.

Essa ação poderá depender de avaliação dos níveis desejados de estoques e conhecimento da linha de produtos da empresa.

Ambiente interno e externo

Tanto a análise SWOT quanto o S&OP podem ajudar a detalhar os riscos e oportunidades para a empresa.

Quando falamos em ambiente externo nos referimos aos fatores concorrenciais, fluxo de mercadoria disponível na praça, taxa de crescimento econômico do país e das economias globais, atitudes de governos e outros fatores que formam a sociedade e o mercado.

O ambiente interno tem a ver com a política interna da empresa, suas práticas, projetos e potencial criativo para o desenvolvimento de produtos e serviços.

Veja também: Consultoria em S&OP para empresas - Indicado para empresas com ineficiências como o excesso de produção, falta de produto acabado requerido pelo cliente, falta de matéria prima, falta de capacidade de produção, falta de capacidade do armazém, desbalanceamento dos estoques, problemas financeiros com excesso de capital aplicado em estoques.