Mentoria de Liderança: desenvolvendo habilidades profissionais e pessoais

De acordo com a Association for Talent Development, “mentoria é uma relação recíproca e colaborativa que na maioria das vezes ocorre entre um profissional nível sênior e outro menos experiente com a finalidade de crescimento, aprendizado e desenvolvimento de carreira do mentee.”

A ênfase desse trabalho é em atingir metas organizacionais e de carreira através do aconselhamento sobre ações práticas no ambiente de trabalho, desenvolvimento profissional e equilíbrio entre vida pessoal e profissional, o que é fundamental para a constância. Mentores eficazes funcionam como modelos para seus pupilos compartilhando experiências reais que fornecem orientação para ajudá-los a alcançar seus objetivos.

As organizações começaram a ver o valor da mentoria para melhorar a vida profissional, seu desempenho, comprometimento e a satisfação no trabalho.

A mentoria deve ajudar o mentee a mudar o seu mindset ajudando-o a compreender a dinâmica entre o seu perfil pessoal e o da organização onde trabalho, para que o profissional consiga se adaptar de maneira mais rápida e alinhada com as expectativas da empresa. Como resultado, o desempenho do profissional irá crescer rapidamente, uma vez que os resultados surgirão quase que de forma imediata.

A Eficácia vem com a Confiança

Os pontos a seguir são dicas preciosas sobre geração de confiança como base para a eficácia do processo.

  • A relação entre mentor e mentee deve ser mutuamente satisfatória. O mentor sente que cumpriu seu papel e está sendo automaticamente recompensado quando seu pupilo trabalhar para colocar em prática suas orientações, trabalhando fortemente sobre os novos padrões de conhecimento. Da mesma forma, quando o mentee percebe que é compreendido em suas necessidades específicas e que o mentor se preocupa em adaptar seu estilo de comunicação ao dele, o engajamento com o processo de mentoria atinge níveis profundos.
  • Um mentor eficaz dá conselhos sábios e o pupilo se sente à vontade para falar sobre questões que podem ser delicadas. Uma vez que essa confiança é desenvolvida, o mentor pode dar conselhos ou ajudar com recomendações difíceis.
  • Os programas de mentoria tratam de orientação e facilitação, e não de treinamento. O mentor compartilha um nível muito profundo e amplo de conhecimento adquirido por anos de trabalho e exposição a situações bem desafiadoras que exigiram o desenvolvimento de certas habilidades. Sendo assim, ele espera que o mentee tenha mente aberta e capacidade analítica para avaliar como os insigths oferecidos se encaixam na nova realidade.

Um processo de mentoria gera resultados muito expressivos para o mentee reduzindo o tempo de desenvolvimento natural conforme seu perfil e nível de experiência.

O ganho é tanto comportamental quanto técnico, uma vez que o conhecimento compartilhado é sem limites. O mentor se baseia no grau de amadurecimento que mentee vai desenvolvendo ao longo do processo para estabelecer a velocidade e profundidade com que abordará cada assunto.

De forma até intrínseca, percebemos a importância do mentor possuir uma boa capacitação na área de desenvolvimento de pessoas, como uma formação como coaching por exemplo. Saber analisar características de personalidade do coachee é uma habilidade importante com impacto direto sobre a eficácia do programa.

As experiências, personalidade e o conjunto de crenças e valores do mentee influenciam diretamente no seu desenvolvimento. Por essa razão, personalizar o programa garante a melhor relação tempo/capacitação desse profissional.

Veja também: Qual a diferença entre Mentoria e Coaching?

O que é Negociação ZOPA? Planejar é a melhor alternativa

Quando estudamos o ZOPA e outros métodos de negociação procuramos equilibrar interesses e viabilizar projetos que sejam vantajosos para ambas as partes interessadas.

Em todos os processos de negociação, é importante procurar pontos de similaridades de interesse, principalmente, quando o processo envolve uma venda e o fechamento de um negócio mais complexo.

As partes interessadas sempre buscarão por um preço mais acessível, por condições que consideram qualidade e prazo adequado para o fornecedor e o cliente final.

​O que é ZOPA?

Na língua inglesa “ZOPA” é uma sigla que significa “Zone Of Possible Agreement” que podemos traduzir como “Zona de Possível Acordo”. Na prática, é um espaço considerável de concessões a serem aplicadas pelos dois lados envolvidos em um processo de negociação.

Por ser um terreno de concessão, é importante que as condições ou parte delas se tornem flexíveis para as partes envolvidas na busca por um denominador comum.

Principalmente, no segmento de vendas, todos os profissionais procuram por boas negociações e, ao mesmo tempo, podem disponibilizar incentivos como descontos, concessões contratuais e adaptações sobre produtos e serviços.

As Concessões

Ao aplicar esse método de negociação, é importante considerar a troca de concessões até alcançar o ponto que agrade e equilibre os pontos envolvidos de interesse.

Negociando o preço

Muitas vezes, o método de Zona de Possível Acordo pode ajudar a ajustar o preço de determinado produto. Ambas as partes podem chegar a um acordo mais equilibrado e justo para ambas as partes do que aceitar pagar um preço muito elevado para o cliente ou baixo demais para o fornecedor.

Outra sigla: BATNA

Quando falamos em Zona de Possível Acordo, também podemos conciliá-la com a BATNA, cuja sigla significa “Best Alternative to a Negotiated Agreement”, que podemos traduzir como “Melhor Alternativa Para um Acordo Negociado” ou MAPAN em português.

O BATNA pode reforçar os esforços de Zona de Possível Acordo, lembrando que o BATNA ajuda na determinação de concessões a considerar alternativas mais vantajosas em relação à oferta que está sendo apresentada no processo presente.

Ao conciliar as suas técnicas, o BATNA pode ser usado como parâmetro para medir concessões e imposições a serem realizadas durante a negociação.

O BATNA considera os principais aspectos a serem avaliados, incluindo além do preço, os prazos, os parcelamentos, os juros e outras condições. A Zona de Possível Acordo foca mais no preço e nas condições de pagamento.

Para não perder o cliente é um processo de fechamento de vendas, é importante saber oferecer vantagens e pontos de concessão que sejam aceitáveis.

Muitas vezes, o vendedor mais experiente sabe considerar variáveis mais profundas que vão muito além do preço, ou considerar as variáveis mais profundas para melhorar o preço final.

Conclusão

Portanto, todo processo de vendas depende do fator “preço”, porém, em relação a um produto ou serviço, é importante destacar a qualidade e outras variáveis para fortalecer o processo de negociação e elevar o nível de aceitação do produto no processo de vendas.

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O que não te desafia não te desenvolve

Segundo Gardner* o principal fator de sucesso no mundo moderno é a capacidade lógico-matemática já que todos os fenômenos e interpretações são regidos pela ciência, o que exige alta capacidade de análise e síntese por parte dos profissionais, acompanhada da inteligência interpessoal, que é a capacidade de se relacionar, trabalhar em equipe e liderar.

Qualquer um é capaz de elevar essas inteligências, independentemente da idade ou situação que possa ter em qualquer momento de sua da vida.

Esse conceito não é tratado de forma objetiva pelas organizações e, muitas vezes, profissionais com alto potencial em algumas áreas não são considerados de forma adequada em função de determinados gaps.

Trabalhar diretamente sobre esses gaps é mais um dos benefícios de um projeto de intraempreendedorismo, uma vez que o profissional terá que confrontar situações que exigirão dele todo o espectro de competências cognitivas. Desenvolvimento cognitivo do ser humano.

Mais de um terço do conjunto de competências essenciais desejadas da maioria das profissões será composto por competências que ainda não são consideradas fundamentais para os empregos de hoje conforme relatório The Future of Jobs, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, debatido em Davos, em 2016.

O desafio de um projeto de intraempreendedorismo estimula as múltiplas competências dos profissionais. Essa proposta trabalha pautada na Teoria da Mediação da Aprendizagem de Reuven Feuerstein que possui cinco axiomas como pedra fundamental aqui adaptadas* ao contexto do projeto:

  • Todos os seres humanos são modificáveis (a capacidade de se desenvolver é inerente ao ser humano;
  • As pessoas podem ser efetivamente ajudadas no processo de desenvolvimento por mais que demonstrem certos gaps;
  • O mentor entende que tem papel fundamental no processo de modificabilidade do mentee;
  • Desenvolvimento da auto confiança à medida que o indivíduo nota sua transformação e evolução para outros níveis de conhecimento e desempenho;
  • A sociedade (organização), na qual o profissional está inserido, e a opinião pública (líderes e pares) podem ser modificadas por qualquer outro indivíduo também inserido nela.

Por fim, um programa que estimula o intraempreendorismo beneficia a organização sobre muitos aspectos como:

  • Desenvolve os profissionais em atividades práticas com enfoque tanto na gestão como na execução de projetos;
  • Ao utilizar mentores internos a empresa aumenta o nível de interação e conhecimento entre líderes e outros níveis hierárquicos;
  • Aumento do nível de satisfação interna dos colabores em função da sensação de reconhecimento;
  • Cria oportunidades de inovação;
  • Aumenta a possibilidade de se identificar profissionais com alto potencial fornecendo inputs para que RH atue na retenção dessas pessoas.
  • Promove a cultura de "propriedade" sobre o negócio resultado em maior grau de engajamento dos profissionais.

Imagine dois amigos esquiadores que desejam descer uma montanha coberta de neve e extremamente perigosa. Eles estudam muito o circuito de descida e planejam detalhadamente o que farão.

Continua...

Fonte: Ebook Gratuito - Intraempreendedorismo: Desafio, Aprimoramento e Vantagem Competitiva.

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*Howard Gardner, psicólogo cognitivo e educacional da Universidade de Harvard. Pesquisador desenvolvedor da Teoria das Múltiplas Inteligências.

Atacado de Embalagens: 3 dicas de Praticidade e Redução de Custos

O atacado de embalagens tem sido impulsionado, principalmente, pelo aumento da demanda do delivery que cresceu bastante durante a pandemia. Para os produtores e revendedores é essencial selecionar corretamente o tipo de material e os custos de cada tipo de embalagem a ser utilizada.

O Alto consumo de embalagens

No mercado de fast food (comida rápida) a demanda por caixinhas para transportar batatinhas, sanduíches leves e utensílios para a refeição cresceu bastante intensificando a impressão padronizada da marca dos restaurantes sobre o material da embalagem e o modo de organizar os alimentos para a entrega.

Somente no mercado de fast food a demanda se deve também à popularização de aplicativos de pedidos como iFood e Uber Eats. Mas, devemos também ressaltar o crescimento do uso de embalagens para produtos de cosméticos, vestuários e utilitários em geral.

Se você pretende vender através de uma loja virtual ou busca melhorar o processo de empacotamento de seus produtos, é fundamental selecionar a embalagem certa para cada tipo de logística.

Na maioria dos casos, a embalagem costuma ser de papel, plástico ou isopor, podendo variar a matéria-prima dependendo do peso e da especificação do produto.

O Atacado de embalagens

Neste artigo daremos mais dicas essenciais para orientar o empreendedor que precisa profissionalizar a sua logística de entrega e encantar o seu cliente final reduzindo custos e mantendo a qualidade.

1 – Invista em Embalagens de papel

Se a sua empresa procura por sustentabilidade, a dica é procurar por suportes de papel reciclado ou papel com origem certificada pela fabricante.

Sabemos que muitos empreendedores escolhem o plástico como “carro-chefe” para embalagem e processo de entrega, porém o plástico gera impactos mais negativos para o meio ambiente, permanecendo nos lixões, terrenos e nos rios por mais de 400 anos até se decompor por completo.

O papel pode levar menos de seis meses para se decompor, e mesmo assim deve ser descartado de maneira correta para otimizar o processo de reciclagem.

O papel como matéria-prima da embalagem oferece menores custos e é mais adaptável para entrega de alimentos leves, livros e revistas, medicamentos leves e documentos.

Quando falamos no papel, podemos incluir diferentes gramaturas, inclusive o papel fino e médio feito de papel bruto ou kraft. Vantagens do papel:

- O papel é mais customizável, ou seja, se adapta a qualquer tipo de produto e dobradura;

- É facilmente reciclado e permanece por menor tempo no ambiente;

- Custo inicial de investimento mais curto.

2 – Aposte no Vidro

Quando falamos em embalagem durável e que pode reduzir os impactos financeiros para a empresa e financeiro para o empreendedor, o vidro é uma boa dica.

Mas, cuidado, esse tipo de material é indicado para conter produtos mais pesados ou densos.

A embalagem de vidro é super indicada para bebidas, doces, itens de construção ou conserto como parafusos e pregos, e até mesmo para medicamentos e suplementos.

Em relação ao custo, o vidro não é muito indicado para o empreendedor que realiza produção e vendas sob demanda, é necessário que exista uma escala (estoque inicial) para reduzir os custos iniciais com esse tipo de embalagem.

3 – O Plástico

Como falamos anteriormente, o plástico é um grande vilão do meio ambiente, mas, por ser um material muito barato, o empreendedor pode procurar por opções sustentáveis como o plástico biodegradável (que se decompõe em seis meses) para utilizar em suas embalagens.

O plástico pode ser usado para proteger livros (shrink), caixinhas de cosméticos e suplementos, doces de menor porte, produtos como CD e DVD e entre outros.

Conclusão

Portanto, além das características do material, é importante avaliar o custo, a aceitação do cliente e o impacto ambiental que a embalagem poderá gerar na natureza.

Leia também: Tendências do Mercado de Embalagens Pós-Crise

Intraempreendedorismo – O objetivo é desenvolver

A andragogia trouxe o conhecimento de que os adultos avaliam cada informação que lhes chega e a incorporam ou não, em função de suas necessidades.

De acordo com os preceitos dessa ciência, a experiência é o livro-texto vivo do adulto aprendiz.

Um dos grandes desafios dos programas de treinamento e desenvolvimento pautados em cursos é mensurar o grau de absorção dos conceitos apresentados e a prontidão do profissional para colocá-los em prática. É aí que a abordagem do intraemprededorismo entra com uma série de vantagens sobre os modelos tradicionais pois ele permite que o profissional seja avaliado durante todo o projeto em termos de postura, relacionamento, conhecimentos e execução.

As características que devem fundamentar um programa de intraempreendedorismo nas organizações são:

Despertar no profissional a consciência da necessidade de desenvolvimento contínuo e a compreensão da necessidade de agir de forma ativa dentro da organização onde atua;
Permitir sempre a livre iniciativa do profissional na proposição de um projeto de intraempreendedorismo. Isso pode ser estimulado através da perspectiva dos benefícios que o profissional irá obter em sua carreira com essa nova experiência.

Um programa de intraempreendedorismo expõe os profissionais a situações práticas de liderança organizacional fazendo com que pratiquem habilidades fundamentais no mundo empresarial como:

  • Visão de negócio e identificação de oportunidades
  • Planejamento
  • Capacidade de influenciar pessoas
  • Compreensão detalhada do processo de interação entre departamentos e funções.

Olhando de forma mais ampla sob a ótica de um programa de desenvolvimento organizacional de médio e longo prazo, o projeto de intraempreededorismo pode funcionar como a base que irá preparar as habilidades cognitivas (planejamento, criatividade, capacidade de solução de problemas) e sócio emocionais (resiliência, agilidade emocional) de profissionais que podem ser elegíveis a um programa avançado de formação de lideranças através de cursos de gestão como os MBAs, por exemplo.

Fonte: Ebook Gratuito - Intraempreendedorismo: Desafio, Aprimoramento e Vantagem Competitiva.

Os 5 desafios das equipes

Os desafios das equipes são constantes no mundo dos negócios e nas melhores corporações do mundo. Seja no setor de produção ou de serviços, formar equipes competentes é cada vez mais importante para a empresa alcançar os seus principais objetivos.

Mas, quando nos referimos a pontos desafiantes, podemos citar o livro “Os 5 Desafios das Equipes”, uma das obras mais conhecidas de Patrick Lencioni, um dos maiores especialistas em gestão de pessoas em todo o mundo.

O livro ajuda a formar os profissionais a respeito das disfunções que podem surgir em um time de trabalho e como superar essas questões de forma oportuna e estratégica.

Desafios das equipes

Questões como convivência, cooperação, determinação e foco nas metas são as principais abordadas na formação de equipes de trabalhos nas empresas.

O autor do livro afirma que todas as empresas precisam ter atenção aos setores financeiros, tecnológicos e estratégicos, porém a formação e manutenção de equipes é fundamental para manter a competitividade da empresa no mercado.

Em determinados casos, questões como geração de vendas e posicionamento podem ser “copiadas” das outras empresas que lideram o mercado, mas a formação de pessoas e de pessoas que trabalham no mesmo time é um diferencial e uma obrigação que cada empresa deve cumprir.

Conheça os 5 desafios das equipes

1 – Falta de confiança

Geralmente, pode ser ruim para um profissional aceitar assumir seus pontos fracos publicamente perante os outros, mas quando existe forte confiança entre todos os membros de uma equipe um membro pode contar com outro para superar suas questões.

Esse ambiente de confiança mútua aumenta a produtividade e ajuda a todos a superarem seus principais limites. Todos que formam a equipe podem compartilhar os seus pontos fracos abertamente e se ajudarem mutuamente.

2 – Medo de conflito

Querer trabalhar sozinho ou no máximo com uma dupla minimiza os riscos de conflitos, porém evitando a velha filosofia que afirma que somente uma pessoa sai ganhando, a empresa deve estimular a nova filosofia do “ganha-ganha” onde todos podem sair ganhando ao trabalharem em equipe.

Quando se trabalha em equipe é comum surgir conflitos de comunicação, de compreensão e até mesmo ausência de diálogos ( que é mais sério), mas é fundamental a realização de reuniões e dedicar tempo favorável à administração de conflitos, mantendo todos os membros em pleno equilíbrio de convivência.

3 – Falta de compromisso

O compromisso está atrelado à realização, mesmo quando a opinião de uma pessoa é desconsiderada na reunião, o que valerá é seguir o compromisso principal do projeto.

Mesmo sendo voto vencido, o membro da equipe deverá abraçar o compromisso assumido por todos para dar andamento ao projeto.

4 – Fugir da responsabilidade

Mesmo que cada membro da equipe faça uma tarefa específica sem depender diretamente do desempenho de outro membro, é importante frisar que a ação de cada um pode impactar no resultado do projeto e na responsabilidade dos outros colegas.

Pois, quando uma pessoa erra e o projeto falha, toda a equipe será responsabilidade, assim como acontece com um time que sofre uma goleada por culpa do goleiro ou do zagueiro.

Claro que a cobrança será individualizada, mas a responsabilidade continuará sendo coletiva.

5 – Perda de foco nos resultados

Se envolver com as questões diárias e com os detalhes é comum, porém o grande erro é perder o foco nas metas e objetivos reais.

Por exemplo, reclamar demais de um funcionário ou cliente de forma demasiada poderá desviar o foco em expandir o negócio para novos mercados e conquistar clientes melhores.

Conclusão

Seja seguindo as orientações do livro e a experiência de trabalho, é fundamental superar os erros e disfunções que possam surgir nas equipes.

É importante criar modelos de trabalho que de fato ajudem a orientar os colaboradores evitando a cultura da culpa excessiva e da perseguição profissional.

Veja também:

Qual a diferença entre Mentoria e Coaching?

É comum ver uma certa confusão entre o processo de Coaching e o de Mentoring.

A mentoria está preocupada com o desenvolvimento da pessoa como um todo e é impulsionada pelos seus objetivos profissionais ou de vida. Normalmente, a mentoria tem uma estrutura mais informal e objetiva dando foco no aumento da maturidade sócio emocional e técnica do profissional.

Do outro lado, o Coaching é muito mais voltado para o desenvolvimento de competências comportamentais observáveis que conduzirão o coachee na direção aos seus objetivos específicos, ou seja, o resultado no âmbito profissional acontece com uma conseqüência da transformação dos padrões comportamentais do coachee. O coaching também é mais formal e estruturado já que muitas vezes precisa utilizar ferramentas que atuem em um nível mais profundo, exatamente onde se encontra o conjunto de valores e crenças do coachee.

Para que a mentoria seja bem-sucedida, mentor e mentee devem ter uma ótima conexão.

Veja também: Mentoria de Liderança: desenvolvendo habilidades profissionais e pessoais

Veículos Industriais: 5 dicas de segurança

Os veículos industriais se referem aos equipamentos usados para o transporte de materiais, matéria-prima e produtos no ambiente interno da empresa, principalmente, no setor de linha de produção e de saída de produtos.

Eles permitem mais agilidade e eficiência para o transporte de materiais dentro da empresa, porém exigem que sejam operados por profissionais competentes que saibam pilotar e manusear o veículo com toda habilidade e capacitação.

Quando falamos em segurança no setor de produção, devemos lembrar da legislação dedicada aos técnicos de segurança do trabalho e para trabalhadores do setor de produção que necessitam de treinamento técnico, teórico e cursos de reciclagem para atuarem de forma hábil e segura, incluindo, na função de pilotagem e condução de veículos.

Neste artigo falaremos de forma direta sobre a segurança na condução desse tipo de veículo.

5 dicas para veículos industriais

A condução de uma empilhadeira e até mesmo de um elevador na área de produção e estoque de uma empresa requer cuidados e treinamento para manter a eficiência do trabalho e manter todos os colaboradores seguros.

É de responsabilidade da empresa oferecer as melhores ferramentas, proporcionar o ambiente de trabalho mais seguro e treinar periodicamente seus colaboradores para atuarem de forma eficaz e conforme as diretrizes de segurança.

Leia a seguir cinco dicas importantes para a segurança neste setor de trabalho:

​1 – Opere a máquina somente depois do treinamento

Em alguns casos, colocar um “bucha” ou um improvisar um condutor para conduzir o veículo pode atender a uma situação de emergência na empresa, porém, é indicado que o veículo seja conduzido por um profissional treinado, avaliado e certificado por um curso vinculado à empresa para que a condução seja feita de modo seguro.

2 – Conheça o equipamento

O condutor e todos os funcionários que atuam no mesmo setor precisam conhecer a máquina e respeitar a sinalização no ambiente interno para evitar casos de atropelamento ou bloqueios do veículo.

3 – Respeite a velocidade

Da mesma forma que o trânsito nas ruas, avenidas e rodovias exige respeito ao limite de velocidade, o mesmo se aplica ao veículo de uso industrial e produtivo.

É importante que o condutor evite ultrapassar o limite de velocidade e não faça manobras arriscadas.

4 – Trafegue na linha de transporte

É essencial que o equipamento seja utilizado para trafegar somente na linha de transporte e nunca utilize o veículo fora das “vias” traçadas no ambiente interno da empresa.

5 – Respeite os limites de carga e altura

Imagine uma empilhadeira sobrecarregada e carregando materiais acima de sua própria altura em excesso? O risco de queda de material e prejuízo será grande, além do risco de um acidente fatal na empresa.

É importante que o condutor e os carregadores de materiais e produtos respeitem o limite de carga para evitar maiores problemas.

Conclusão

O principal foco é proteger o operador de máquinas e o condutor de veículos de transporte interno na fábrica e áreas produtivas da empresa. É importante que o profissional seja capacitado e orientado para atuar e desenvolver o melhor trabalho no ambiente da corporação.

Leia também:

Intraempreendedorismo – O Modelo

Como a ideia de empreender pode se conectar com a cultura de uma organização?

A atitude empreendedora é um padrão comportamental. Essa forma de agir é muito mais guiada pelo mindset do indivíduo do que pelos incentivos externos que ele possa receber.

De forma simples e objetiva, empreender tem a ver com a vontade de mudar as coisas, mudar como algo é feito, mudar o status quo. Pessoas como Thomas Edson, Walt Disney, Steve Jobs e Elon Musk já estão eternizados na história não só por tudo o que criaram mas como por suas trajetórias.

Empreender não é somente ter ideias.

É fazer algo alinhado com o seu propósito de vida. Quando uma pessoa decide empreender ela está com muito mais foco naquilo que deseja alcançar no futuro do que nos resultados que conseguirá obter de forma imediata.

Olhando para o mundo corporativo, como a ideia de empreender pode se conectar com a cultura de uma organização?

É aí que surge o conceito de intraempreendedorismo. Levar as pessoas da organização a agirem como donos dos seus processos através da compreensão de que os resultados gerados pelas ações intraempreendedoras irão impulsioná-las na direção do que tanto desejam.

A mensagem que precisa ficar clara é que o intraempreendedorismo não é algo que todos estão disposta a executar pois o profissional precisa:

1. Ter iniciativa e capacidade de inovar. Independente da sua função ou tempo de experiência o profissional comprometido com os resultados tem iniciativa e não age apenas quando recebe as demandas vindas do líder. Aliar iniciativa à capacidade de inovar, de pensar de forma criativa e prática, com foco em gerar maior performance e entrega de resultados, faz do profissional um intraempreendedor

2. Possuir grande poder de persuasão e influência pois precisará remover a resistência das pessoas tomadoras de decisão. A capacidade de influenciar pode ser definida como a conjunção das habilidades de:

  • comunicação
  • contextualização
  • desenvolvimento de projetos
  • relacionamento com diversos níveis da organização

Agir de maneira intraempreendedora permite ao profissional praticar, vivenciar, confrontar situações novas e desconfortáveis, pensar, refletir, concluir e transformar.

Esse não é um caminho curto, mas é o mais assertivo para os profissionais que buscam crescimento sólido e organizações que desejam construir lideranças engajadas e inspiradoras.

Fonte: Ebook Gratuito - Intraempreendedorismo: Desafio, Aprimoramento e Vantagem Competitiva.

Matéria-Prima ou Insumo? Entenda a diferença.

Quando falamos em matéria-prima e em insumos, geralmente, consideramos esses dois termos como sinônimos, mas na visão técnica e administrativa isso pode ser consequência de um erro de interpretação.

No caso de projetos formais apresentados nos ambientes de negócio externos e internos, é importante fazer a abordagem correta e conhecer o significado de cada termo de forma correta.

Neste artigo, apresentaremos os conceitos de cada palavra e sua importância para o mercado.

O que é matéria-prima?

Esse tipo de material ou fonte de trabalho se refere ao objeto utilizado na produção de um produto. Se uma bolsa é de couro, ela precisará de couro in natura ou sintético para ser produzida.

No processo de planejamento e produção, esse objeto torna-se agregado ao produto final ou ao seu processo de fabricação até a finalização da criação e disposição do artefato.

Na fábrica de tecidos, por exemplo, dedicada para a fabricação de camisas de algodão, é imprescindível a compra de linhas de algodão para a produção de camisetas e outros artigos de vestuário.

Material para uso e consumo

Outro termo muito usado no setor de produção é o “uso e consumo”, referente às principais atividades comerciais, operacionais e administrativas da corporação.

O uso e consumo pode ser referente aos papéis e canetas usados no escritório, ao cafezinho feito na copa da empresa, à graxa utilizada na máquina da fábrica, na tinta da impressora e outros tipos de produtos consumidos internamente no dia a dia de uma empresa.

​O que é insumo?

Essa palavra se tornou muito comum entre o público leigo ao ser muito citada nas telenovelas e nos filmes. Essa palavra costuma ser usada como sinônimo de matéria-prima pelo fato de também abrangê-la no processo de produção.

O insumo pode se referir à matéria-prima principal para a produção como a argila para a produção dos tijolos, mas ao mesmo tempo, para a produção do mesmo tijolo também abrange o forno e todos os ativos necessários para a fabricação do tijolo.

Principais diferenças

Dessa forma, mesmo que os dois conceitos sejam muito similares, as suas definições técnicas são diferentes no dia a dia corporativo e no fechamento de orçamentos.

Quando falamos em matéria-prima, por exemplo, podemos dizer que existem três tipos, a vegetal, a animal e a mineral. Lembrando que cada tipo pode ser aplicada ao processo produtivo de forma natural ou transformada.

Quando nos referimos ao insumo, estamos falando de um objeto ou ferramenta que permite a produção de um produto ou prestação de um serviço. Há três tipos de insumos, os naturais, do trabalho e capital.

O insumo abrange a matéria-prima, a máquina utilizada, a mão de obra, a energia elétrica e todos os meios aplicados para a produção.

Conclusão

Neste artigo, apresentamos de forma simples as principais diferenças entre os dois termos e ainda apresentamos o conceito de “uso e consumo” para orientar melhor os empreendedores.

Vale a pena conhecer esses conceitos para orientar projetos e orçamentos da melhor forma possível.