Ilustração de gestão de transportes orientada por dados com caminhão, caixas, checklist e mapa de rotas em fundo escuro.

Gestão de transportes orientada por dados: por onde começar

A gestão de transportes orientada por dados se tornou essencial para empresas que desejam reduzir custos, melhorar entregas e tomar decisões mais seguras na logística. Em um mercado cada vez mais competitivo, não basta apenas transportar produtos de um ponto a outro. Também é necessário entender custos, prazos, rotas, falhas e oportunidades de melhoria.

Durante muito tempo, muitas decisões no transporte foram tomadas com base apenas na experiência da equipe. Esse conhecimento continua sendo importante. No entanto, quando ele é combinado com dados confiáveis, a gestão se torna muito mais eficiente.

Afinal, como saber se uma rota realmente é vantajosa? Como identificar quais entregas geram mais custo? De que forma a empresa pode descobrir se o problema está no planejamento, no carregamento, no trânsito ou na comunicação com o cliente?

A resposta está na organização das informações, no acompanhamento de indicadores e na análise constante da operação.

Neste artigo, você vai entender o que é a gestão de transportes orientada por dados, quais informações devem ser acompanhadas e por onde começar para transformar dados em decisões logísticas melhores.


O que é gestão de transportes orientada por dados?

A gestão de transportes orientada por dados é uma forma de administrar a operação logística com base em informações reais. Em vez de decidir apenas por percepção, urgência ou costume, a empresa passa a usar dados para planejar, acompanhar e melhorar o transporte.

Na prática, isso significa observar informações como custo por entrega, tempo médio de transporte, atrasos, desempenho por rota, ocupação dos veículos, quilometragem rodada e consumo de combustível.

Além disso, também é possível acompanhar a produtividade dos motoristas, a quantidade de entregas por região, o índice de devoluções e os casos de reentrega.

Dessa forma, a empresa consegue identificar gargalos, corrigir falhas e criar uma operação mais previsível.

A gestão orientada por dados ajuda a responder perguntas importantes, como: quais rotas são mais caras? Quais clientes exigem mais reentregas? Quais horários geram mais atrasos? Qual veículo está sendo pouco aproveitado? Onde a empresa está perdendo dinheiro?


Por que os dados são importantes na gestão de transportes?

O transporte costuma representar uma parte relevante dos custos logísticos de uma empresa. Combustível, manutenção, pedágios, horas extras, ociosidade, atrasos e falhas de roteirização podem comprometer diretamente a margem do negócio.

Quando a gestão não acompanha esses fatores com clareza, a empresa até percebe que existe um problema. Porém, muitas vezes, não consegue identificar exatamente onde ele está.

Por isso, os dados são fundamentais.

Eles permitem reduzir custos operacionais, melhorar o aproveitamento da frota, planejar rotas mais eficientes e evitar entregas atrasadas. Além disso, ajudam a acompanhar a produtividade da equipe, melhorar a comunicação com clientes e tomar decisões com menos achismo.

Outro ponto importante é que os dados criam uma visão histórica da operação. Assim, a empresa consegue comparar períodos, entender sazonalidades e prever necessidades futuras com mais segurança.


O primeiro passo é organizar as informações básicas

Antes de pensar em sistemas avançados, inteligência artificial ou automações complexas, é necessário começar pelo básico. A empresa precisa organizar as informações da operação.

Muitas empresas ainda controlam entregas por mensagens, anotações soltas, planilhas incompletas ou conversas informais. Embora isso pareça suficiente no dia a dia, esse tipo de controle dificulta a análise depois.

Para iniciar uma gestão de transportes orientada por dados, é importante registrar informações como data da entrega, origem, destino, cliente atendido, tipo de produto transportado, veículo utilizado e motorista responsável.

Também vale acompanhar horário de saída, horário de chegada, quilometragem percorrida, custo estimado da entrega, ocorrências durante o transporte e status final da entrega.

Essas informações formam a base para qualquer análise logística. Sem elas, a empresa fica sem histórico, sem comparação e sem clareza sobre a própria operação.

Portanto, o ideal é que os dados sejam registrados sempre da mesma forma. Isso evita campos soltos, descrições diferentes para a mesma situação e dificuldade na hora de gerar relatórios.


Defina os principais indicadores logísticos

Depois de organizar os dados básicos, o próximo passo é definir quais indicadores serão acompanhados.

Os indicadores logísticos, também chamados de KPIs, ajudam a medir o desempenho da operação de transporte. Eles mostram se a empresa está evoluindo, estagnada ou perdendo eficiência.

No início, não é necessário acompanhar dezenas de métricas. Pelo contrário, o mais indicado é começar com poucos indicadores, desde que eles sejam realmente úteis.

Custo por entrega

O custo por entrega mostra quanto a empresa gasta, em média, para realizar cada entrega. Esse cálculo pode considerar combustível, pedágio, manutenção, mão de obra, frete terceirizado e outros custos envolvidos.

Esse indicador ajuda a identificar rotas pouco lucrativas, pedidos mal planejados ou regiões que exigem uma estratégia diferente.

Tempo médio de entrega

O tempo médio de entrega mostra quanto tempo a empresa leva para concluir uma entrega, desde a saída até a chegada ao destino.

Com esse dado, fica mais fácil avaliar se os prazos prometidos ao cliente são realistas. Além disso, a empresa consegue entender se a operação está cumprindo o que foi planejado.

Taxa de entregas no prazo

A taxa de entregas no prazo mede o percentual de entregas realizadas dentro do período combinado.

Uma taxa baixa pode indicar problemas de roteirização, excesso de pedidos, falhas na comunicação, trânsito recorrente ou falta de capacidade operacional.

Ocupação dos veículos

A ocupação dos veículos mostra se a frota está sendo bem utilizada.

Um veículo rodando com pouca carga pode representar desperdício. Por outro lado, o excesso de carga pode gerar riscos, atrasos e problemas operacionais.

Quilometragem por entrega

A quilometragem por entrega ajuda a entender se as rotas estão otimizadas.

Quando a quilometragem é alta demais para poucas entregas, pode existir uma oportunidade de reorganizar trajetos, agrupar pedidos por região ou rever a estratégia de distribuição.


Comece com uma planilha bem estruturada

Muitas empresas acreditam que precisam começar com um sistema caro e complexo. No entanto, uma planilha bem estruturada já pode ser suficiente para iniciar a gestão de transportes orientada por dados.

O mais importante no começo é criar disciplina de registro e análise.

Uma boa planilha de controle de transportes pode conter número do pedido, cliente, endereço de entrega, região, data prevista, data realizada, veículo, motorista, status, motivo de atraso, custo estimado, custo real e observações.

Com o tempo, esses dados podem gerar gráficos, rankings e relatórios simples. Assim, a empresa passa a visualizar quais regiões têm mais atrasos, quais veículos rodam mais, quais clientes exigem mais deslocamento e quais entregas possuem maior custo.

Depois que a operação estiver mais madura, a empresa pode migrar para sistemas mais completos, como TMS, ERP integrado ou ferramentas de BI.


Padronize os motivos de atraso e ocorrência

Um erro comum na gestão logística é registrar ocorrências de forma muito genérica.

Por exemplo, escrever apenas “atrasou” não ajuda a entender a causa do problema. Para que o dado seja útil, é melhor padronizar os motivos de atraso.

Algumas categorias possíveis são trânsito intenso, endereço incorreto, cliente ausente, falha no carregamento, veículo indisponível, problema mecânico, atraso na produção, falta de documentação, mudança de prioridade, clima ou evento externo.

Essa padronização permite identificar padrões. Se muitos atrasos ocorrem por endereço incorreto, o problema pode estar no cadastro do pedido. Já quando os atrasos vêm da produção, o transporte pode estar sendo impactado por uma etapa anterior.

Ou seja, os dados ajudam a mostrar que nem todo problema logístico nasce no transporte.


Use dados para melhorar a roteirização

A roteirização é uma das áreas que mais se beneficiam da análise de dados.

Ao acompanhar entregas por região, horário, distância e tempo de deslocamento, a empresa consegue criar rotas mais inteligentes e evitar decisões improvisadas.

Uma boa roteirização pode reduzir quilometragem, economizar combustível, diminuir atrasos, melhorar a produtividade dos motoristas e agrupar entregas próximas.

Além disso, também ajuda a evitar deslocamentos desnecessários e equilibrar melhor a carga de trabalho da equipe.

Mesmo sem um sistema automatizado, é possível começar analisando mapas, regiões recorrentes e históricos de entrega.

Com o passar do tempo, a empresa pode identificar padrões importantes. Algumas regiões, por exemplo, podem ser atendidas em dias específicos. Certos horários podem ser evitados. Alguns clientes podem precisar de janelas de entrega mais precisas. Outros pedidos podem ser agrupados para reduzir custos.


Integre transporte com outras áreas da empresa

A gestão de transportes não deve funcionar de forma isolada. Ela depende de informações vindas de vendas, estoque, produção, atendimento e financeiro.

Quando essas áreas não se comunicam bem, o transporte acaba recebendo problemas acumulados.

Vendas podem prometer um prazo sem consultar a operação. A produção pode atrasar e comprometer a saída do veículo. O estoque pode informar uma disponibilidade incorreta. O atendimento pode deixar de confirmar o endereço com o cliente. O financeiro, por sua vez, pode não calcular corretamente o custo da entrega.

Por esse motivo, a gestão de transportes orientada por dados deve considerar o fluxo completo da empresa.

Os dados do transporte ajudam outras áreas a entenderem o impacto de suas decisões. Ao mesmo tempo, os dados dessas áreas ajudam o transporte a planejar melhor rotas, prazos e recursos.


Evite acompanhar dados demais no início

Um dos principais erros de quem começa a usar dados na logística é tentar medir tudo ao mesmo tempo.

Embora pareça uma boa ideia, isso pode gerar confusão, excesso de informação e falta de ação prática.

No início, é melhor acompanhar poucos indicadores, mas com consistência. Uma boa sugestão é começar com entregas realizadas, entregas atrasadas, custo por entrega, quilometragem percorrida e motivo das ocorrências.

Esses dados já permitem uma visão inicial muito útil da operação.

Depois, conforme a empresa amadurece, novos indicadores podem ser adicionados. Entre eles estão produtividade por motorista, custo por região, taxa de ocupação da frota, tempo de parada e eficiência por rota.


Transforme dados em decisões práticas

Coletar dados não é suficiente. O valor real está em transformar essas informações em decisões.

Se os dados mostram que uma região gera atrasos constantes, a empresa pode rever a janela de entrega. Caso uma rota tenha custo muito alto, pode ser necessário avaliar o agrupamento de pedidos. Quando um veículo apresenta manutenção recorrente, a gestão pode planejar uma revisão preventiva ou até uma substituição.

Portanto, a gestão orientada por dados precisa gerar ação.

Entre as decisões práticas estão alterar horários de saída, reorganizar rotas por região, revisar prazos prometidos aos clientes, treinar motoristas, ajustar processos de carregamento, criar critérios de prioridade, negociar fretes terceirizados, melhorar cadastros de endereço e revisar políticas de entrega.

O objetivo não é apenas criar relatórios bonitos. A principal finalidade é melhorar a operação real.


Crie uma rotina de acompanhamento

Para que a gestão de transportes orientada por dados funcione, é necessário criar uma rotina de análise.

Não adianta preencher dados durante meses e nunca avaliá-los. A empresa precisa reservar momentos específicos para acompanhar indicadores e discutir melhorias.

Essa rotina pode ser semanal, quinzenal ou mensal, dependendo do volume de entregas.

Em uma reunião simples, a equipe pode avaliar quantas entregas foram feitas, quantas atrasaram, quais foram os principais motivos, quais rotas tiveram maior custo, quais problemas se repetiram e quais ações serão tomadas no próximo período.

Dessa maneira, a empresa cria uma cultura de melhoria contínua.

Com o tempo, a equipe passa a enxergar os dados como apoio à operação, e não como uma simples ferramenta de cobrança.


Quando investir em tecnologia?

A tecnologia é uma grande aliada da gestão logística. Porém, ela deve entrar no momento certo.

Antes de investir em ferramentas mais avançadas, a empresa precisa entender quais problemas deseja resolver. Caso contrário, pode contratar um sistema sem saber exatamente como utilizá-lo.

Algumas tecnologias que podem apoiar a gestão de transportes são sistemas TMS, sistemas ERP, ferramentas de roteirização, rastreamento veicular, aplicativos para motoristas, dashboards de BI, integração com pedidos e estoque e automação de relatórios.

O ideal é começar pela organização dos dados. Depois disso, a empresa pode buscar ferramentas que ajudem a ganhar escala, velocidade e precisão.

A tecnologia deve servir à estratégia, não o contrário.


Benefícios da gestão de transportes orientada por dados

Quando bem aplicada, a gestão de transportes orientada por dados gera benefícios diretos para a empresa.

Entre os principais resultados estão redução de custos logísticos, maior previsibilidade nas entregas, melhor uso da frota, diminuição de atrasos, tomada de decisão mais segura, melhor experiência do cliente, maior controle operacional, identificação rápida de gargalos e melhoria contínua dos processos.

Além disso, os dados ajudam a empresa a deixar de agir apenas de forma reativa. Em vez de resolver problemas somente quando eles aparecem, a gestão passa a antecipar riscos e planejar melhor.


A gestão de transportes orientada por dados não precisa começar com sistemas complexos ou grandes investimentos. O primeiro passo é organizar as informações básicas, registrar a operação de forma padronizada e acompanhar indicadores simples.

A partir de dados confiáveis, a empresa consegue entender melhor seus custos, identificar atrasos, melhorar rotas, aumentar a produtividade e tomar decisões mais inteligentes.

O transporte é uma área estratégica para qualquer negócio que depende de entregas, deslocamentos ou distribuição. Por isso, transformar dados em decisões não é apenas uma questão de tecnologia, mas também de gestão.

Começar pequeno, medir o essencial e agir com base nas informações coletadas é o caminho mais seguro para construir uma operação logística mais eficiente, previsível e competitiva.

Legislação do Transporte de Cargas: Conheça as Principais Normas do Setor

Para que não haja problemas, é importante ter conhecimento sobre a legislação do transporte de cargas, é necessário entender que no Brasil, cada estado possui suas regras, por isso, as empresas devem ter cuidado para impedir multas e pagamento de taxas.

Quais as normas mais conhecidas para legislação do transporte de cargas?

No Brasil a fiscalização para o transporte de cargas é extremamente rígido, sendo composto por leis estaduais e federais, o seu órgão regulador é a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), se você trabalha com logística fique atento com as normas abaixo:

1º Lei 11.442

Aqui, encontram-se as normas mais relevantes, que estão em vigor desde 2007, é necessário que empresas e clientes tenham em mãos os dados sobre os serviços que foram contratados, a movimentação de carga é de responsabilidade de quem está realizando o transporte.

2º Norma Regulamentadora Nº 11 (NR-11)

Se refere aos procedimentos que estão relacionados com a segurança no transporte de cargas, também acrescentamos:  armazenamento, manuseio e movimentação de produtos e materiais em território nacional, os padrões de trabalho e equipamentos devem ser estabelecidos.

3º Lei do descanso

Trata-se da Lei 12.619 que existe desde o ano de 2012, as transportadoras devem controlar a jornada de trabalho dos caminhoneiros, para evitar sobrecargas e longas corridas.

Qual é a tributação a ser paga?

Para não ser penalizado na legislação do transporte de cargas, é importante realizar o pagamento dos seguintes impostos:  ISS, ICMS e GRIS e IPI. O ISS será cobrado quando o transporte da carga ocorrer dentro do município, já a cobrança do ICMS acontece quando o transporte é intermunicipal e interestadual.

O imposto federal desta lista é o IPI, a cobrança incide sobre produtos nacionais e importados, os valores mudam conforme a natureza de cada item a ser transportado.

Valor da infração

Conforme o artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é fundamental que as transportadoras respeitem as dimensões de carga, se houver o descumprimento, a multa é grave com o valor de R$ 195,23, quem deve autuar é sempre a ANTT.

O que é o  COFINS — Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social?

É um tributo federal que afeta o faturamento da empresa, sua apuração acontece mensalmente conforme o PIS, as taxas oscilam entre 3% até 7,5%, esta arrecadação é utilizada para cobrir custos com assistência social, previdência e saúde, o pagamento deve ser feito até o último dia útil de cada quinzena.

IPI — Imposto sobre Produtos Industrializados

Este é também um imposto federal, que é cobrado sobre os produtos nacionais e importados, para não errar no cálculo desse imposto, você deve consultar a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados, as taxas podem chegar a 30%.

O valor do IPI é calculado sobre o valor total da nota fiscal, neste valor podemos acrescentar: seguro, juros, custo do frete.

Inteligência na Gestão de transportes

Nós da Deverhum consultoria em Inteligência na Gestão de transportes, processo que permite controlar toda a operação de transportes de forma integrada, tendo como finalidade otimizar cargas, rotas, modais e veículos. Esse serviço inclui todas as etapas de transporte incluindo carga, descarga, transito, paradas, entre outras, sempre em conformidade com as normas do setor.

É indicado para empresas que buscam otimizar a gestão de transporte e eliminar ineficiências tais como baixo aproveitamento da capacidade de transporte, utilização dos veículos próprios abaixo do planejado, grandes filas para carregar e descarregar, falta de controle no pagamento dos fretes e atrasos de entregas para os clientes.

Para solicitar um orçamento ou conhecer algum case de sucesso, basta enviar uma mensagem que os nossos consultores entrarão em contato!

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6 motivos para otimizar o transporte de cargas

Otimizar o transporte e os custos logísticos é imprescindível para que haja uma gestão eficiente.

Na verdade, essa é uma das metas de toda e qualquer empresa de transporte de cargas, não é mesmo?

Afinal de contas, o desempenho do negócio depende da maximização dos lucros e da redução de despesas. Além disso, com a alta competitividade do mercado, o cliente sempre vai priorizar quem oferece um serviço de qualidade pelo melhor preço possível.

Nesse contexto, otimizar o transporte através de ferramentas modernas de logística é uma escolha inteligente. Contamos com softwares desenvolvidos exclusivamente para o setor. Eles são capazes de causar mudanças significativas nos processos operacionais do trânsito de cargas.

Foi justamente pensando nisso que selecionamos para o artigo de hoje 6 dos principais motivos para otimizar o transporte da sua empresa. Vale a pena conferir!

Motivo #1. Ter mais controle de custos

Ao contar com uma análise de resultados automatizada, o gestor consegue otimizar o transporte e identificar onde os recursos são aplicados de fato. Dessa maneira, é muito mais simples e assertiva a escolha de onde devem ser cortados gastos desnecessários.

Esse tipo de cuidado é vital para a saúde financeira dos negócios. Sem um controle minucioso do orçamento torna-se muito mais difícil de serem alcançados os objetivos da empresa.

Motivo #2. Contar com um plano de negócios mais eficiente

A tecnologia presente nos softwares de logística é eficaz pois foi elaborada com as ferramentas que a gestão desse segmento especificamente necessita. Isso permite um planejamento detalhado e o acompanhamento da execução do plano de negócios em tempo real.

Como bem sabemos, sem traçar metas e avaliar o alcance dos resultados, a produtividade pode ser comprometida. Porém, ao otimizar o transporte com um programa adequado, é possível antecipar estratégias e garantir que a carga seja entregue conforme o programado.

Motivo #3. Usufruir dos benefícios da tecnologia

Otimizar a logística, hoje em dia, não acontece sem o apoio da tecnologia. Com o sistema certo, conseguimos promover mudanças positivas no dia a dia da empresa e no médio/longo prazo também.
Um dos inúmeros propósitos desse tipo de ferramenta é a emissão de relatórios. Eles facilitam (e muito!) a gestão de transportes. Além, é claro, de diminuírem a incidência de erros humanos e retrabalhos. As métricas são precisas.

Motivo #4. Aumentar a produtividade da equipe

Quando a equipe de motoristas e a administração na sede da empresa estão em sintonia por intermédio de um software de logística, otimizar o transporte é uma consequência óbvia. Ao adotar uma metodologia padronizada e em uma plataforma online segura, as informações circulam com mais segurança e agilidade.

A própria adesão ao sistema já é um incentivo à produtividade. A equipe se sente mais amparada e valorizada, pois contribui diretamente na inserção de dados no programa.

Motivo #5. Otimizar a manutenção dos veículos

Problemas na frota fazem parte do cotidiano de qualquer empresa que trabalha com logística. Por essas e outras, otimizar o transporte acaba contribuindo para o controle da manutenção também, inclusive prevenindo avarias mais complexas nos veículos.

Os motoristas podem informar em tempo real possíveis defeitos ou gastos emergenciais. As medidas podem ser tomadas rapidamente, poupando tempo e dinheiro.

Motivo #6. Monitorar e otimizar as rotas

Ao otimizar o transporte, o gestor de logística conta com um sistema completo de monitoramento de rotas. Os trajetos podem ser melhor planejados, permitindo que as entregas ocorram dentro do tempo previsto e com menos quilometragem.

O software tem funções de simulação de rotas. Além disso, traz informações obre o tráfego em tempo real e possíveis desvios de obras, congestionamentos ou acidentes.

Concluindo...

O software de gestão e otimização de transportes é essencial para que a sua logística seja bem feita e eficiente. O programa é capaz de integrar diferentes setores e melhorar o desempenho das atividades realizadas.

A tomada de decisão do gestor, dos líderes e da equipe como um todo passa a ser fundamentada por dados sólidos. A mobilidade de acesso à plataforma também é um diferencial que atende às necessidades do mundo contemporâneo.

Sendo assim, otimizar o transporte é um investimento e não uma despesa. A empresa só tende a ganhar com esse upgrade!
Entre em contato conosco e você encontrará uma solução personalizada para a sua companhia. Até mais!

Leia também: 7 dicas para otimizar a gestão de transporte da sua empresa