Entenda os Custos, Despesas e Investimentos do seu negócio

Os custos, despesas e investimentos são parte essencial da rotina administrativa e gestora de uma empresa.

Elaborar um projeto de gestão implica maior nível de controle sobre esses três requisitos.

Porém, existem diferenças entre os três, principalmente, na compreensão do fluxo de entrada e saída de recursos e receitas financeiras.

O que são custos, despesas e investimento?

No setor de administração, contabilidade e gestão de uma empresa é fundamental existir uma melhor compreensão sobre os conceitos desses três pilares do controle de verba, receita e gastos da empresa.

Esse cuidado, independente do porte da empresa ou da cooperativa, é fundamental para a atualização de todos os dados.

Todo os valores financeiros que saem do caixa da empresa podem ser considerados como gastos e o gastos abrangem esses três requisitos de tratamento do dinheiro na empresa.

Dessa forma, tudo o que é desembolsado é considerado gasto (saída) no caixa da empresa.

Os custos

Quando uma empresa adquire ou produz mercadoria ela gera custos para o seu fluxo financeiro. Esses custos podem estar envolvidos com a matéria-prima, mão-de-obra e esforço de fabricação, depreciação, manutenção e conservação.

A empresa ainda terá que calcular os custos diretos e os custos indiretos.

Os diretos se referem à elaboração de produto e serviço ofertado pela empresa gerando a necessidade de mão de obra, aquisição de matéria-prima e contratação de serviços.

Os indiretos estão ligados à produção de um determinado bem ou serviço de forma indireta abrangendo atividades como manutenção, limpeza, almoxarifado, logística, energia elétrica, alimentação e demais responsabilidades.

Despesas

Quando falamos em despesas, nos referimos aos gastos ligados com a manutenção da estrutura para o alcance do objetivo do negócio.

Refere-se ao pagamento do aluguel da sede da empresa, condomínio, taxa fixa de energia elétrica, taxa de serviços internos, salários, entre outros. Ou seja, estão referentes à manutenção da atividade da empresa.

Investimentos

Quando a empresa gerar um recurso financeiro para elevar o retorno ou lucro da empresa, podemos dizer que ela está investindo.

Pode estar ligado com a compra de novos equipamentos para abertura de novas linhas de produção, remodelação da sede, reforma do ambiente interno e externo da sede da empresa, compra de cursos para os funcionários, contratação de palestrantes ou consultores, desenvolvimento de um novo departamento interno, criação de uma nova campanha de comunicação, logotipo, entre outros.

Investir busca aumentar a receita e o retorno da aplicação de produtos e serviços da empresa no mercado.

Referem-se aos gastos em produtos, bens e serviços que possam melhorar procedimentos, qualidade e processos para gerar benefícios financeiros e mercadológicos a médio e longo prazo.

O investimento pode ser considerado como uma espécie de gasto ou despesa positiva, mas deve ser considerado como um gasto para gerar benefícios.

Portanto, conhecer a diferença conceitual entre os três é importante para nortear as decisões da empresa.

Neste artigo, apresentamos as diferenças de cada um e especificamos o caminho de gestão que cada empresa deve estabelecer em sua rotina organizacional.

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3 Custos que sua empresa pode reduzir hoje mesmo

Sabemos que reduzir custos é crucial para o sucesso de seu negócio. Empresas que gastam mais do que arrecadam estão fadadas ao fracasso e à falência.

Mesmo que um produto ou setor da empresa seja a “vaca leiteira”, ou seja, esteja gerando muita receita, a empresa em sua estrutura pode ficar comprometida quando outros produtos e setores não estão gerando bom retorno de mercado.

Ressaltamos que, o crescimento de uma empresa depende de sua arrecadação (geração de receita) e o quanto ela gasta seja para cobrir custos ou despesas.

Reduzir custos

A empresa precisa saber implementar uma política de redução de custos e despesas, pois mesmo que ela venda muito e fidelize seus clientes, os resultados podem ficar comprometidos se os custos forem muito altos.

Dessa forma ela não crescerá no mercado de forma sustentável, pois um dos principais objetivos é alcançar lucro e condições de crescimento no mercado.

Mas, para fazer os cortes certos é importante planejamento e estudo estratégico.

Custos e despesas

Muitas pessoas e administradores ainda podem ter dúvidas sobre o conceito de custos e despesas.

As despesas são inerentes aos valores fixos que a empresa precisa cumprir como pagamentos de salários de funcionários, com investimentos de marketing, entre outros.

Os custos são ligados com o valor gasto com a produção de mercadorias, matéria-prima, mão-de-obra, energia elétrica, depreciação de máquinas, entre outros.

A seguir apresentamos três dicas que podem ajudar a sua empresa a economizar mais e realizar cortes estratégicos.

1 - Papel e impressão

Em muitas empresas, o gasto com papel e impressão pode comprometer a saúde financeira da empresa.

Muitas vezes, as empresas podem achar os gastos com papel, fotocópias e impressões, por exemplo.

Além da consciência ambiental em querer reduzir o uso de papel, é importante adotar práticas como o uso de plataformas digitais e de aplicativos para evitar o excesso de papel.

2 - Energia elétrica

Se a conta de luz preocupa dentro de casa, imagine numa empresa e numa fábrica. Lembramos que o descontrole da conta de energia elétrica pode comprometer muito o cálculo de custos e despesas de uma empresa.

Para reduzir esse tipo de gasto, é indicado reduzir o uso da eletricidade em cômodos vazios ou sem uso, saber aproveitar a luz solar, manter lâmpadas led e econômicas sempre bem instaladas.

Mesmo no verão, o ar condicionado deve ser utilizado com moderação, sem abusar da potência do equipamento. Em certas horas do dia é indicado abrir bem as janelas e manter o ar desligado.

3 – Café e água

Cuidado com o desperdício de café e água para visitantes e funcionários. Deixar os funcionários lanchar durante o expediente não significa abusar no cafezinho e tomar café o dia inteiro.

A oferta excessiva de água mineral e de café pode sobrecarregar nas contas da empresa.

Outra dica é ensinar os funcionários a utilizarem canecas individuais para reduzir os gastos com copinhos de plástico e assim também respeitar a natureza.

Muitas empresas têm adotado uma medida de fornecer aos funcionários xícaras individuais (de porcelana ou metal) e copos de produto reaproveitado (Ex. fibra da casca de coco). Essa medida também foi adotada por um dos clientes da Deverhum Consulting e está gerando redução de custos e a empresa está alinhada com os programas de conservação do meio ambiente.

Planejamento de Custos

Crie um plano de gastos e estabeleça uma meta mensal, a partir daí tente obedecer o limite deste plano e aos poucos vá adaptando a rotina da empresa.

Muitas vezes adquirir produtos de qualidade que durem mais do que os de segunda linha, costuma gerar uma boa economia no final de mês. O segredo para reduzir os custos, é ficar atento ao dia a dia da empresa e falar diretamente com seus colaboradores.

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4 passos para calcular a viabilidade financeira do seu negócio

É fundamental estudar a viabilidade financeira do negócio e da empresa em diferentes ciclos de projeto de mercado.

Lembramos que esse tipo de análise é um tópico muito presente nas relações de mercado e no projeto inicial de empresas e produtos.

É fundamental fazer estudos precisos para conhecer a empresa, o mercado e os fatores concorrenciais.

Neste artigo falaremos mais sobre esse dado econômico tão importante para a estruturação de um negócio.

Estudando a viabilidade financeira

Inicialmente, é importante que o empreendedor e o investidor tenham a certeza da necessidade de se fazer projeções realistas para o plano de negócios e para o projeto da empresa.

Cada projeção deve calcular corretamente os custos, despesas e investimentos dentro de conjunto corretos de avaliação realista. Os cálculos precisam ter proporções similares em relação ao capital, aos custos, despesas e demais gastos envolvidos no projeto.

Pode ser difícil tomar uma decisão certa entre mais de um projeto, principalmente, quando a empresa possui tempo e dinheiro somente para investir num único tipo de projeto.

O valor do investimento

O investimento pode ter o seu valor determinado pelo valor financeiro (a grana que ele precisa que ele poderá gerar) e geração de valor (qual solução o projeto e o negócio apresentarão para o cliente e para os parceiros de mercado).

Lembramos que o investimento é referente à aplicação de capital visando a obtenção de lucro em determinado prazo.

Os quatro passos para estudar a viabilidade financeira

A seguir apresentamos os quatro principais passos para orientar a avaliação de um projeto de negócio.

1 - Projeção de receitas

Em primeiro lugar é importante começar estudando o mercado, identificando o nível de aceitação do mercado, posteriormente, faça uma projeção de receitas com alta expectativa e com projeções realistas.

Considere também as possíveis oscilações da receita, oportunidades e ameaças de mercado.

2 – Estude os custos, despesas e investimentos

Como falamos no início do artigo, é fundamental estudar os custos, despesas e investimentos que o negócio precisará.

É importante saber quantificar o investimento inicial em máquinas e utensílios, o custo com a contratação de trabalhadores, com o investimento em marketing (divulgação) e entre outros setores de sua empresa.

Saiba que, no futuro, a empresa poderá necessitar fazer reinvestimento para manutenção de mercado consumidor e ampliação do guarda-chuva de produtos.

3 - Projeção de fluxo de caixa

Mesmo que a empresa ainda esteja em seu processo inicial de criação, é importante calcular a projeção do fluxo de caixa. Podemos definir o fluxo de caixa como a diferença entre as projeções das receitas e das despesas.

4 – Análise de indicadores financeiros

É importante ficar atento às análises de indicadores do projeto do negócio. Essa análise permite estimar o lucro e poder identificar o intervalo de tempo que o capital investido será recuperado (ponto de retorno).

Portanto, esses passos iniciais serão fundamentais para garantir o sucesso da empresa e dos planos de negócio para permitir o crescimento da empresa e uma boa gestão financeira.

Conheça também os 3 métodos de avaliação mais utilizados no mercado através da Consultoria Deverhum.

Empresas de Logística

Empresas de Logística: checklist para escolher o melhor parceiro

É muito importante saber selecionar empresas de logística, em diferentes segmentos de atuação, pois um bom planejamento nesse setor pode ser um importante diferencial para ajudar a otimizar os resultados da empresa.

Mas, na prática sabemos que selecionar fornecedores de qualidade não é uma tarefa fácil, sendo essa fase relacionada com decisões difíceis e atreladas a escolher não somente pontos de produção, mas também de distribuição de produtos e serviços.

Neste artigo falaremos mais sobre essa difícil missão de selecionar e escolher fornecedores que de fato sejam positivos para os projetos da empresa e da marca.

Empresas de logística

Estamos falando de corporações que desenvolvem projetos logísticos para melhorar a seleção da matéria-prima, da produção, da alocação de recursos, seleção de modais de transporte, armazenamento, de canais de distribuição, canais de vendas e método de atendimento inicial ao consumidor como suporte de vendas ou dedicado à logística reversa em casos de retorno de produto, embalagem ou garantia.

No parágrafo acima resumimos as principais atividades de um projeto logístico abrangente, lembrando que esse setor não se resume somente ao transporte.

Sendo assim é fundamental que a sua empresa selecione prestadores de serviços e fornecedores de diferentes tipos de produtos e serviços que de fato ajudem a otimizam o plano estratégico para o setor logístico de sua empresa.

Como fazer o checklist?

A seguir apresentamos os principais passos para você conseguir fazer uma seleção do melhor fornecedor possível para a sua empresa.

1 – Pesquise informações sobre o fornecedor

Mesmo precisando economizar, é importante conhecer o histórico e a qualidade dos serviços da empresa na qual você precisa contratar.

Vale a pena levantar dados online, pedir referências e analisar a reputação da empresa no mercado a respeito da qualidade dos produtos e serviços.

2 – Selecione empresas estáveis no mercado

Antes de fazer uma parceria de longo prazo, é importante selecionar empresas estáveis, ou seja, fornecedores com forte capacidade financeira e sem dificuldades de entrega e aplicação de serviços.

3 – Procure por serviços e produtos que atendam o seu perfil

É essencial também que a sua empresa conheça quais tipos de produtos são do interesse de mercado de seus consumidores e de sua estratégia de vendas.

No mercado atual, por exemplo, existem distribuidoras especializadas em determinados tipos de produtos, como distribuidores de livros e de congelados, por exemplo.

4 – Avalie a qualidade

Além de estudar os custos dos serviços e dos produtos, considere também a qualidade da empresa.

Ressaltamos que a qualidade do serviço oferecido pelo parceiro comercial é essencial para a parceria. Lembramos que pode acontecer de certos fornecedores e distribuidores apresentar e entregar produtos danificados, atrasados ou errados.

5 – Valorize a capacidade de fornecimento

Confirme se o fornecedor do produto ou serviço possui capacidade de fornecimento. A empresa contratada precisa estar pronta para entregar os produtos necessário na quantidade, com a qualidade e com o tempo solicitado.

A capacidade precisa ser confirmada, principalmente, em tempos de crise ou de adaptação de mercado. Portanto, é importante que a empresa contratante saiba selecionar os melhores fornecedores e parceiros para aprimorar as suas estratégias de mercado. E se precisar de uma consultoria logística completa para o seu negócio, conta com a Deverhum Consulting.

Perspectivas do setor Logístico pós-pandemia

O setor logístico pós-pandemia deverá desenvolver inovações em suas aplicações de projetos para manter o mercado abastecido e bem atendido.

Desde novembro de 2019, quando o surto de coronavírus começou na China, muitas cidades de Ásia e da Europa tiveram que restringir atividades comerciais, industriais e as referentes ao turismo.

Num efeito dominó, todos os continentes estavam atingidos pelo novo vírus no mês de março de 2020, gerando perdas na geração de renda, emprego e nas atividades econômicas.

Mas, como repensar e produção, a venda de produtos e serviços e melhorar o atendimento ao cliente em tempos de restrições de mercado causadas pelo necessário isolamento social para conter a disseminação da doença?

O setor logístico pós-pandemia

Seja no contexto científico, social e econômico, o mundo não será o mesmo depois que superar a doença covid-19 causada pelo coronavírus.

Sabemos que o projeto de logística pensa o produto e a disposição do mesmo desde a matéria-prima até o consumidor final, incluindo ainda a logística reversa (retorno do produto ou refil) e, em casos de situações de emergência, ela deve ser repensada para evitar aumento de custos, perda de qualidade e perda de pontos de vendas.

A baixa demanda

Durante a pandemia, um dos grandes desafios será continuar produzindo, vendendo e distribuindo mesmo com a baixa demanda de mercado.

Pois, nesse período o poder aquisitivo deverá registrar quedas causadas pelo desemprego, por fatores socioeconômicos e por retração comercial causada pelo isolamento.

O outro desafio será o de conhecer as novas perspectivas de mercado depois que a pandemia passar tentando conhecer o perfil de novos tipos de consumidores e de novas necessidades que poderão surgir e diferentes segmentos de mercado.

O delivery e o market place

Atualmente, disponibilizar os produtos e os serviços em lojas online ou em marketplace como o Mercado Livre e o ZAP podem ser soluções mais rápidas para tentar escoar parte do estoque que está parado dentro de uma loja física fechada.

Essa mudança também cria novos ritmos e nova cultura organizacional no processo de logística.

O futuro

No futuro próximo, os projetos de aquisição de matéria-prima, planejamento de produção, planejamento de produtos e serviços, distribuição, modais de transporte, armazenamento, tipo de vendas e outros tópicos essenciais num amplo projeto de logística deverão ser adaptados a novas situações.

As empresas deverão buscar movimentar a carga de seus estoques de forma mais rápida para atender mais clientes nos meios virtuais que, certamente, manterão o hábito da compra delivery e da compra digital feita na internet.

Além do estoque da produção de escala, a produção sob demanda que já é uma realidade na indústria dos livros poderá se tornar numa nova realidade para empresas que conseguirem acelerar o seu ritmo de produção e de organização logística.

Devemos avaliar, que os novos rumos aplicados sobre as mudanças de cadeias de suprimentos já era uma realidade desde a guerra comercial entre China e EUA, exigindo desde então mais diversificação de cadeia e forte conexão entre diversos pontos de produção.

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Estradas

Conheça os principais desafios da Logística no Brasil

Cada vez mais as novas estratégias e tecnologias em logística ganham adeptos no Brasil e em outros países. Porém, muitas dificuldade e desafios ainda precisam ser superados.

Algumas das barreiras enfrentadas pelas empresas do setor, nos mais diferentes modais, são:

  • Infraestruturas precárias;
  • Processos administrativos burocráticos;
  • Pouca mão de obra especializada;
  • Alta tributação.

Mas os desafios não se resumem apenas ao transporte de cargas. Toda a cadeia de suprimentos é afetada, principalmente em processos internos como; planejamento de armazenagem, circulação e distribuição de produto.

Para poder otimizar processos, reduzir prazos e elevar a receita, é necessário que a empresa tenha profissionais tecnicamente capacitados e engajados aos objetivos da organização.

Separamos neste post os principais desafios enfrentados hoje da Logística nacional.

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Infraestrutura das estradas

O alto índice de acidentes constitui um dos principais desafios da logística e tem impacto tanto na conservação da frota como no atendimento dos prazos de entrega. O transporte de cargas no Brasil utiliza, em sua maioria, o modal rodoviário, o que sujeita as empresas a lidar com os custos da falta de conservação das estradas. Sua característica primária é a movimentação de cargas de diversos portes, como produtos agrícolas e minério, para regiões distantes. Porém, os obstáculos nas estradas aumentam na proporção de sua extensão. Para lidar com esse problema, as empresas podem limitar seu raio de entrega, evitando, assim, trafegar por vias em condições precárias. As manutenções preventivas são importantes para deixar os veículos preparados para circular por mais tempo.

Custos elevados

Outro dos principais desafios em trabalhar com logística no Brasil diz respeito aos recursos financeiros aplicados no custeio das operações. O país tem uma alta carga de tributos e, para trabalhar com transportes, um grande número de outras taxas são necessárias para manter o negócio funcionando.

Para a maioria dos gestores, é complexo encontrar soluções que permitam reduzir os custos de frete. O alto preço do combustível, as taxas e encargos, seguros de carga e manutenção dos veículos são os principais fatores que oneram significativamente os custos dos serviços.

Terceirização de serviços logísticos

Trabalhar em prol da redução de custos dentro das operações, deixando-as mais enxutas e eliminando gargalos e desperdícios é questão de sobrevivência para quem quer trabalhar com logística no Brasil. Neste sentido. um grande número de empresas está apostando na adoção da terceirização de operações logísticas.

As atividades logísticas trazem um grande ônus para as empresas, pois são operações caras, tanto com gastos de mão de obra quanto com equipamentos. Em paralelo, as questões logísticas devem ser tratadas de forma assertiva, oferecendo um alto nível de qualidade de serviço e segurança.

Ao contratar um terceiro, é preciso certificar-se da reputação deste fornecedor e se ele tem estrutura adequada para atender o nível de qualidade que o empreendedor quer oferecer aos seus clientes. O ideal é que essas condições estejam descritas em um contrato e que ambas as partes estejam de acordo com todos os requisitos.

Segurança no transporte

Um dos principais problemas causados por acidentes e roubos de carga é o elevado prejuízo econômico, que afeta toda a cadeia de suprimentos. Garantir que o processo de entrega seja concluído de maneira segura é primordial para o setor de transportes. Portanto, a conscientização e a prevenção minimizam os riscos dessas ocorrências. É preciso certificar-se de que os motoristas obedeçam à legislação de trânsito, evitem excesso de velocidade e não consumam bebidas alcoólicas. Além disso, seguir viagem em condições desgastantes, como durante a chuva e no período da noite, estão entre as principais causas de acidentes.

A transportadora também pode desempenhar seu papel e assegurar que o veículo esteja em boas condições de trafegar e que não seja carregado com excesso de peso. Em último caso, é possível optar por adquirir apólices de seguro, tanto para a carga quanto para o veículo, e garantir o seu ressarcimento em caso de sinistro.

Preocupação Socioambiental

O meio ambiente é um fator que está cada vez mais presente no planejamento estratégico das empresas. Seja por pressão da sociedade e do governo, seja pela consciência ambiental, possuir um sistema que tem ações efetivas de prevenção e proteção ao meio ambiente traz uma grande vantagem competitiva e destaca as empresas no mercado.

Por lei, as empresas são oficialmente responsáveis por destinar corretamente todo o resíduo que produz. E um ramo que gera muitos resíduos sólidos é o de transporte de cargas, o que aumenta os desafios na área.

Os empreendedores devem estar capacitados sobre as necessidades e obrigatoriedades legais e incluir o assunto no planejamento da empresa, tratando a logística reversa com a devida importância.

Organização dos estoques

O nível de eficiência obtido com a gestão do estoque pode se tornar tanto uma vantagem estratégica quanto um obstáculo. A localização e organização dos materiais, a distribuição do espaço e o arranjo das prateleiras impactam no andamento do processo. Remessas de pedidos incorretos, dificuldade no embarque e atrasos no envio das mercadorias são algumas das consequências observadas quando a gestão não dedica a atenção necessária a essa atividade.

Para corrigir essa situação, o layout de armazenagem deve ser criado para assegurar a movimentação de cargas, maquinários e funcionários de forma segura. Assim, é possível aproveitar melhor o espaço, reduzir os custos de estocagem e atender aos requisitos de cada produto.

Falta de profissionais capacitados

Para que uma operação logística tenha êxito, é essencial considerar a participação dos diversos agentes encarregados em desempenhar suas atividades no processo. A capacitação técnica e o treinamento especializado desses profissionais será um fator determinante para a evolução da empresa.

Empreendedores de todos os setores reconhecem que o capital intelectual das organizações pode ajudar a minimizar o impacto dos desafios em logística no Brasil. Por essa razão, a constante capacitação dos colaboradores, desde motoristas até gestores, é tão importante.

Análise e mensuração do Desempenho Operacional

A função do processo logístico de transportes é levar as mercadorias dos produtores até os clientes, por um preço viável. Neste sentido, é adequado dizer que o setor transportador configura uma necessidade básica para o mercado, pois a demanda dos clientes será sempre constante.

Os sistemas de informação utilizados são mecanismos que podem passar a gerenciar a cadeia de transporte de ponta a ponta, garantindo maior assertividade ao processo e permitindo controle por parte dos gestores. Além disso, existem diversas oportunidades para o desenvolvimento de modais de transporte pouco utilizados, que podem ser aplicados até mesmo ao processo de exportação.

Embora o conceito de desempenho possa ser empregado em diversas atividades, o acompanhamento da atividade logística se destaca por sua relevância. A dificuldade em criar indicadores capazes de retratar o real comportamento da área acaba desestimulando os gestores. Por outro lado, é necessário persistir e encontrar formas eficientes de mensurar as tarefas. Esse tipo de abordagem contribui para a identificação de problemas de natureza financeira, operacional e comercial, pois permite a criação de planos de ação correspondentes.Os gestores devem ter consciência da necessidade de monitoramento e controle, por intermédio da medição dos fatores de prazos de entrega, custos e níveis de estoque.

Trabalhar com logística no Brasil e conseguir alcançar o sucesso dependerá de diversos fatores. Se capacitar e ter interesse em entender como o mercado de transportes funciona, descobrir o que os clientes realmente enxergam como valor ao contratar o serviço e buscar entregá-lo é essencial para obter o êxito. O mercado vem apresentando diversas oportunidades e a tecnologia também está acompanhando as necessidades dos clientes do setor. Basta força de vontade e determinação para vencer tais desafios.

Diante dos principais desafios em logística no Brasil, o que você faz para enfrentá-los? Compartilhe conosco suas experiências deixando seu comentário logo abaixo!

Terceirização Logística

Os 4 principais benefícios da Terceirização Logística

A terceirização logística é uma tendência cada vez mais evidente no mercado.

E grande parte disso se deve aos benefícios que essa relação comercial proporciona para empresas e consumidores.

Com a legislação cada vez mais se abrindo para a terceirização, já é possível repassar todas essas operações para empresas especializadas, mesmo que seja preciso contratar mais de um parceiro.

Uma das razões mais importantes que leva os gestores a optar pela terceirização é a falta de preparo para lidar com processos que influenciam diretamente nos resultados da organização. Porém, essa opção pode ser incrivelmente útil, tanto para os gestores já experimentados quanto para os iniciantes.

As companhias brasileiras que escolhem a terceirização logística estão atrás de maior eficiência operacional, reduzindo custos e investimentos em ativos. Neste post falaremos mais sobre ela, sua aplicação e os benefícios que as empresas podem obter com esse serviço.

1. Redução de custos

A redução de custos talvez seja o principal motivo que leva as empresas a optarem pela terceirização logística. Ela se dá por meio da diminuição da folha de pagamento e encargos referentes a elas e pela troca de alguns custos fixos por variáveis. Ou seja, com a gestão terceirizada, o negócio só absorve os gastos referentes ao trabalho realizado.

2. Foco no core business

Uma das grandes vantagens da terceirização logística é que a organização deixa de executar funções que não são primárias ao empreendimento. Isso permite ganhos de tempo e recursos para manter o foco na melhoria de qualidade dos produtos, garantindo diferencial competitivo e maximização dos lucros.

3. Eficiência na entrega e no transporte de cargas

Uma das etapas mais importantes dos processos logísticos é o transporte e entrega dos produtos ao cliente final. Se o cliente é o foco do negócio, a empresa precisa priorizar o atendimento a ele, trabalhando para que as entregas sejam realizadas no menor tempo possível e em excelente estado.

Ao terceirizar esses serviços, a organização delega a responsabilidade da carga a profissionais capacitados, exigindo que eles efetuem o transporte com segurança até o destino final.

Com auxílio da tecnologia, as transportadoras ainda podem localizar a melhor rota para determinadas cargas, reduzindo a probabilidade de atrasos na entrega. Além disso, elas também podem obter melhores preços de fretes, favorecendo os próprios profissionais do transporte.

4. Mais controle dos processos

Como a gestão passa a ser de responsabilidade de um parceiro, o papel do gestor de logística passa a ser mais analítico, comparando os resultados e objetivos que foram definidos. Assim, é possível verificar os motivos que possam ter levado ao não cumprimento das metas, e buscar soluções.

A otimização dos processos logísticos significa economia de tempo e dinheiro, sendo essencial para qualquer organização. Portanto, ao terceirizar a atuação, a marca passa a ter um controle simplificado dos custos e trabalhos envolvidos nas atividades internas e externas.

A terceirização logística pode ser a solução que você precisa para otimizar a sua gestão. Fale com um profissional da Deverhum Consulting para saber como implementar em sua empresa.

6 Mitos da Logística e Supply Chain

Muitos mitos que tomamos por verdade, tanto em nossa vida pessoal quanto profissional, nos impede de aproveitar diferentes oportunidades ou de aplicar corretamente nossos conhecimentos.

Portanto, o aprendizado constante, seja nos atualizando sobre assuntos que já dominamos ou na obtenção de novos conhecimentos, nos habilita a explorar e utilizar essa inteligência a nosso favor por meio de novos hábitos e boas estratégias.

Neste post, falaremos sobre 6 mitos relacionados à logística e Supply Chain. Conheça um pouco mais sobre eles e saiba diferenciá-los do que é realmente verdade!

1) É possível fazer um bom monitoramento da logística sem uso de tecnologias

O fato é que sem recorrer aos recursos tecnológicos mais desenvolvidos, o monitoramento dificilmente será um recurso plenamente satisfatório. Para quem alega que um bom monitoramento realizado com tecnologia de ponta podem sair muito caro, devem-se considerar primeiramente os prejuízos que a ausência de um monitoramento eficaz pode causar. Além do mais, a tecnologia avança tão rápido quanto se populariza, de modo que as empresas criam formas de reduzir os custos de acesso para o consumidor.

2) As rotas não precisam ser planejadas, apenas ajustadas a cada caso

Na verdade, as rotas precisam de um planejamento que contemple múltiplos fatores, como:

  • menor distância;
  • melhores rotas;
  • paradas do veículo durante o trajeto (inclusive para abastecimento);
  • quantidade de horas dirigidas;
  • capacidade de carga de cada veículo;
  • suporte aos clientes;
  • gerenciamento de riscos;

O objetivo deve ser a redução de custos e aplicando recursos tecnológicos eficientes, pois os sistemas automatizados, em geral, resultam em economia e eficiência.

3) A logística pouco interfere na fidelização de clientes

Para muitos profissionais a verdade parece óbvia, mas ainda existe quem pensa assim. Captação e fidelização de clientes não se relacionam somente ao atendimento dispensado em vendas diretas ou às estratégias de marketing. O processo pós-venda é fundamental para a satisfação do clientes e, nesse sentido, a logística desempenha um papel crucial.

Os tempos modernos caracterizam-se pela agilidade de processos, inclusive na entrega das mercadorias. O cumprimento de prazos, por exemplo, é um requisito que a maioria dos consumidores observa na hora de optar por uma empresa. Falhas podem ocorrer, principalmente em relação a imprevistos, mas há maneiras de evitá-las ou, se inevitáveis, devem ser tratadas de forma transparente.

4) A Logística 4.0 surgiu do desejo das empresas por Inovação.

Ao contrário do que se possa pensar, toda essa movimentação em busca de uma cadeia digital interconectada, não foi impulsionada pelo desejo das empresas por inovação. Na verdade, foi uma reação às mudanças nos hábitos de consumo e demandas, que exigiram uma quebra na linearidade da cadeia de suprimentos tradicional, até então pouco flexível. O aumento contínuo nas compras realizadas via internet e a tendência crescente das indústrias estruturarem canais de venda direto com os seus clientes mudaram os desafios de intralogística, distribuição e logística reversa das empresas. Passaram a ser necessárias novas formas de se realizar os processos, com mais flexibilidade, agilidade e visibilidade.

5) Uma logística de alto nível é coisa para grandes empresas

Pensar dessa forma pode ser um erro fatal para pequenas e médias empresas. Os processos logísticos, independente do nível de desenvolvimento, integram as empresas como um todo.

Neste sentido, convém que elas se planejem para efetivar uma boa logística. Infelizmente, muitas empresas pequenas e de médio porte, como lojas virtuais, não se preocupam o suficiente com o transporte e distribuição.

O e-commerce faz uso dos Correios para efetuar a entrega de suas mercadorias: mais de 90% utilizam e somente 35% recorrem às transportadoras. No entanto, nem sempre os Correios são a melhor opção, e buscar alternativas mais viáveis que ajudem na otimização dos processos logísticos e na redução de custos pode ser a melhor solução para o negócio.

6) A indústria 4.0 tem como finalidade a utilização de tecnologias na cadeia de suprimentos

Quando se fala em Indústria 4.0, muita gente imagina uma fábrica com dezenas de robôs, esteiras gigantes e automação do começo ao fim da produção. O senso comum não é muito diferente em relação à necessidade de tecnologias extremamente complexas na logística. E, aqui, mora um verdadeiro mito – não se pratica a Logística 4.0 assim: as tecnologias não representam os fins, mas os meios para se chegar aos objetivos.

Estamos falando de uma jornada, um passo a passo, com a adoção de soluções escaláveis. São iniciativas baseadas no uso inteligente de dados gerados na cadeia de suprimentos, realidades que já podem, e devem, ser utilizadas a favor dos negócios. Como resultado, ganha-se em previsibilidade de demandas, nivelamento de estoques, análises preditivas de manutenção de frota e otimização de toda a malha logística.

E você, já derrubou esses mitos na gestão administrativa da sua empresa, priorizando a logística de alto nível nos processos? Qual a sua opinião sobre o assunto? Compartilhe sua experiência conosco ou deixe sua dúvida nos comentários do blog.

Movimentação de Materiais: Saiba o que é e quais são os principais Equipamentos Utilizados.

Também conhecido como “Transporte Interno”, a movimentação de materiais se refere ao movimento de produtos dentro de uma determinada área.

Em uma fábrica, por exemplo, significa toda a movimentação com o objetivo de repor a matéria-prima da linha de produção e o transporte para diferentes setores.

O ideal é que toda movimentação de materiais seja feita de forma segura, com baixo custo, acurácia e sem danos. É para conseguir alcançar esse cenário que existem estratégias, técnicas e ferramentas específicas.

Quais os benefícios de otimizar a movimentação de materiais?

Redução de Custos:

Com a utilização de equipamentos mecânicos para a movimentação de materiais, o custo com mão de obra é reduzido. Além disso, uma boa logística interna também reduz perdas de materiais e riscos de acidentes.

Aumento da Capacidade Produtiva:

Boas práticas na movimentação de materiais geram mais agilidade em todo o ciclo produtivo, o que permite o aumento da capacidade de produção. Repensar o layout industrial aproveitando todo o espaço disponível também ajuda nesse processo.

Melhores Condições de Trabalho:

Otimizar as rotas internas, por exemplo, irá garantir mais segurança e menos “esforço” para o trabalhador, criando melhores condições de trabalho.

Melhor Distribuição:

A reorganização do layout do ambiente industrial irá melhorar a distribuição de equipamentos, produtos e pessoas na operação, garantindo um ambiente muito mais produtivo e agradável para trabalhar.

Quais o Principais Equipamentos Usados na Movimentação de Materiais?

Equipamentos para elevação e movimentação de cargas

Para que a gestão possa atuar com mais agilidade, há alguns tipos de ferramentas e Equipamentos utilizadas diariamente em ambientes como esse.

Empilhadeiras

As empilhadeiras são as principais quando falamos de transportes e armazenagem. São equipamento que carregam e descarregam mercadorias leves e pesadas com mais rapidez e facilidade.

Ela pode ser manual, elétrica ou retrátil, e ajuda muito no momento de necessidade, principalmente porque ela é muito resistente e seu corpo proporciona um carregamento muito maior em uma única vez, poupando esforços físicos.

Transpalete

O transpalete é usado para deslocar materiais de forma ordenada, facilitando a vida de quem trabalha dentro de um estoque. Seu trabalho é feito em movimentações horizontais e não são muito bons para altura.

Guindastes

Os guindastes vêm junto com a cinta de elevação de carga, feita de poliéster, que se amarra ao corpo do produto para que sua levitação com a grua ou materiais relacionados possa ser segura e fácil.

Elas são feitas de um material totalmente resistente, são impermeáveis e ainda resistem ao calor. São muito modernas e possuem uma enorme duração, podendo substituir até mesmo o cabo de aço.

Esteiras Transportadoras

As esteiras transportadoras permitem que os trabalhos de grandes dimensões possam ser feitos com mais rapidez e segurança. Ninguém necessita carregar as cargas, somente controlar o funcionamento da máquina.

Equipamento de segurança individual (EPI)

Um dos pontos mais importante em todo esse meio, é a necessidade em fazer uso do EPI (equipamento de segurança individual).

Todos os funcionários que trabalham com armazenagem e carregamento de cargas necessitam se proteger, pois trabalham com cargas pesadas.

Além disso, qualquer risco como quedas, quebras ou vazamentos de produtos não será problematizado se todos os trabalhadores estiverem devidamente protegidos, para que a saúde e integridade física de cada indivíduo não sofra dano algum.

Esses materiais são necessários e obrigatórios. Aulas e treinamentos são dados para que eles sejam usados corretamente, como o cinto de segurança EPI, capacetes, botas, luvas, óculos, entre outros equipamentos que podem ser pedidos.

Planejamento na Movimentação de Materiais

A movimentação de materiais deve ser consequência de um plano estudado e muito bem estruturado. As necessidades, objetivos e métodos devem ser definidos antes de qualquer passo.

Um bom planejamento deve ser desenvolvido por uma equipe de fornecedores, consultores e gestores, que precisam conhecer muito bem a operação e os objetivos estratégicos da empresa.

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Quando o BPO em Compras é a Melhor Estratégia

O BPO refere-se um tipo de processo presente nas empresas que possuem o objetivo de elevar a eficiência de suas operações produtivas com baixo ou médio investimento.

Dentre os principais objetivos iniciais, a empresa busca otimizar serviços e aprimorar melhores formas de colaboração com outras empresas em prol da criação de parcerias.

Atualmente, sabemos que a aplicação da tecnologia digital e da tecnologia da informação é possível realizar os trabalhos e executar determinados projetos em diferentes lugares fora da empresa com a colaboração de empresas terceirizadas.

O que é BPO?

O BPO (Business Process Outsourcing) significa, a partir de uma tradução direta, Terceirização de Processos de Negócios e refere-se a adoção da terceirização de funções e atividades em áreas internas ou externas da empresa.

Na prática, permite que uma empresa contrate uma empresa parceria (terceirizada) para reduzir custos, produzir de modo focado com geração de maior qualidade para a empresa contratante.

Responsabilidades

A empresa contratada passa a assumir os custos com pessoal, espaço físico, equipamento, entre outros, ajudando a empresa contratante a  reduzir custos e gerar uma cultura de aperfeiçoamento técnico na busca de melhores resultados.

Resultados iniciais

Dentre os melhores resultados iniciais do BPO ressaltamos a geração de aperfeiçoamentos e automatização de processos para a empresa parceira ou contratante partindo da redução de custos e elevação da eficiência em áreas específicas.

Qual a diferença entre BPO e terceirização?

Mesmo apresentando similaridades, o BPO e a terceirização comum apresentam diferenças sendo a mais significativa se refere ao processo de desenvolvimento de serviços e soluções técnicas com recursos altamente especializados.

O Business Process Outsourcing é reconhecido como uma modalidade mais profunda de terceirização, pois envolve processos definidos e aplicados por especialistas em determinada área carente de soluções na empresa contratante.

Esses tipos de profissionais são capazes de avaliar dados, promover estudos e desenvolver a renovação do conjunto de serviços a fim de melhorar a qualidade e a eficiência da empresa.

Enquanto que a terceirização comum se preocupa apenas a agrupar a realização de tarefas diretas em determinados setores por outra empresa prestadora de serviços.

Como reduzir custos

Assim como acontece com a terceirização comum, o Business Process Outsourcing permite também a redução de custos, porém permite ainda mais aprimorar a realização de processos e tarefas como um todo.

Dessa forma, a empresa parceria contratante consegue reduzir o peso das tarefas, gerar soluções especializadas e elevar a excelência de suas operações.

Consultoria

Muitas vezes o projeto de BPO pode ser antecedido por uma consultoria que precisará estudar e avaliar as condições da empresa parceira contratante ou determinado departamento específico.

Conclusão

Sabemos que boa parte dos profissionais alocados no cliente poderá conviver com os funcionários nativos da empresa gerando uma relação profissional positiva com troca de informações que podem ajudar ambos os lados.

É importante que as empresas tenham atenção sobre as informações que precisam ser repassadas, pois a comunicação técnica e profissional deve ser eficiente e compartilhada.

O importante é a busca de soluções e desenvolvimento de processos personalizados que impactem o negócio do cliente de forma positiva e diferenciada quando comparados aos modelos tradicionais.