4 dicas para um Planejamento Orçamentário eficiente

Desenvolver um planejamento orçamentário faz parte de uma cultura de gestão que visa posicionar os projetos de uma empresa em ordem no contexto econômico, financeiro e administrativo.

Nenhuma empresa consegue tomar decisões antes de orçar despesas e qualquer tipo de gasto para solucionar determinado problema ou alcançar algum tipo de objetivo.

Dessa forma, a corporação consegue criar uma previsão de gastos, podendo adequá-la a uma determinada meta e orientando melhor o conjunto de tomada de decisões.

O planejamento orçamentário

Essa atividade faz parte de todos os esforços da área financeira, ajudando a identificar objetivos, práticas e seleção de projetos que de fato ajudam no crescimento da empresa.

Na prática otimiza o trabalho de quantificação de processos e etapas a serem estabelecidos e atingidos, além de otimizar os recursos financeiros da empresa.

A empresa, a instituição ou qualquer plano de negócio precisa orçar custos e despesas para a aquisição de bens e materiais, contas de serviços e outros compromissos essenciais para a realização de seus objetivos de mercado.

Mais controle

Esse tipo de administração prévia dos gastos ajuda a gerar uma nova cultura de controle de gastos, melhora a comunicação interna e define melhor sobre as definições de cada projeto a ser realizado ou não pela empresa. A seguir apresentamos algumas dicas fundamentais para esse feito.

1 – Defina os valores em detalhes

É importante jamais arredondar os valores. É importante que cada linha de valores declare cada valor não permitindo qualquer tipo de desvio ou desinformação sobre o preço de materiais a serem adquiridos ou sobre serviços a serem contratados pela empresa.

É fundamental que, junto com a planilha de valores, haja uma especificação detalhada a respeito de cada tipo de contratação, gasto e definição de compra a ser aprovada ou não.

Em muitos documentos de gestão, a equipe gestora pode cometer erros caso não haja estudo e compreensão sobre cada tipo de linha de gasto.

2 – Colaboração da equipe

É importante que a lista de valores orçados sejam acompanhados e verificados por todos da equipe de gestão. No caso de uma empresa de médio e grande porte é fundamental que departamentos de administração, RH, marketing e financeiro faça parte da tomada de decisão.

Dessa maneira, os principais setores da empresa tornam-se responsáveis para aprovar os orçamentos de cada departamento e de também participar da aprovação das planilhas gerais da empresa.

3 – Projeção de cenários

Sabemos que um bom administrador procura por informações para prever cenários de ameaças ou de oportunidades que possam atingir a empresa.

Muitas vezes, investir demais no mesmo produto pode ser um risco se a sua demanda está em constante queda ou se no ambiente externos há aumento de tributos e de concorrentes que possam prejudicar as vendas.

Dessa forma, revisar custos de produção faz parte da missão de planejar melhor o investimento e a renovação dos recursos de produção.

4 – Monitore as despesas do RH

Geralmente, quando a empresa está em crescimento, a corporação precisa contratar mais pessoas para dar conta do recado e manter a produtividade.

Porém, é importante verificar que a empresa não está contratando demais ou se está contratando mal. Muitas vezes, existe o risco de pagar altos salários para funcionários que não possuem habilidade ou treinamento para desenvolver o esperado.

Portanto, saber realizar um estudo prévio sobre os investimentos e gastos da empresa evita problemas financeiros e até mesmo o risco de uma falência. Sendo fundamental que a gestão da empresa desenvolva a cultura do controle interno sobre os valores investidos.

A Deverhum Consulting conta uma uma equipe especializada em Consultoria em Planejamento Orçamentário, ideal para parceiros que buscam elevar o padrão do negócio financeiramente, consolidando as mudanças necessárias na Profissionalização da Empresa e implantação da Governança Corporativa.

Legislação Logística - conheça as principais normas do setor

Legislação Logística: conheça as principais normas do setor

A legislação logística visa orientar as atividades nesse setor e conscientizar as empresas a respeito de seus direitos e deveres no decorrer das atuações desenvolvidas no mercado.

Todas as empresas e corporações logísticas precisam ter uma compreensão a respeito das leis e das normas do setor.

É importante que todas as instituições e empreendimentos que atuam nesse segmento estejam sempre informados e atualizados para manter as atividades dentro da devida legalidade.

Dessa forma, o projeto corporativo sempre terá uma boa desenvoltura em seu processo de planejamento logístico, administração de diferentes cadeias de suprimentos e de produtos, além de uma melhor gestão no processo de transporte de cargas.

A legislação logística

Recentemente, esse setor que envolve planejamento e diferentes operações, recebeu atualizações na lei como, por exemplo, a lei 12.619 de 2012, conhecida como a lei do descanso, e a nova lei dos caminhoneiros datada de março de 2015 através da lei 13.103 que revogou alguns dispositivos da lei anterior.

Porém, muitos detalhes da lei ainda são desconhecidos por grande parte dos profissionais e gestores desse setor.

Modais

Considerando os modais rodoviário, dutoviário, ferroviário, aeroviário, aquaviário e marítimo, cada modal logístico possui normas e legislação própria a ser aplicada em seu segmento de desenvolvimento, adequação e fiscalização.

Em cada setor, é importante ressaltar que há especificações sobre o limite do peso da carga, temperatura para produtos específicos, velocidade média a ser utilizada para o percurso e dentre outros fatores que devem ser de pleno conhecimento da equipe de gestão da empresa.

A importância do modal rodoviário

Sabemos que no Brasil o modal rodoviário é um dos mais utilizados, demandando grande quantidade de caminhões e carreta para transportar insumos, matéria-prima e produtos para diferentes regiões do Brasil.

A adequação à lei

Em relação ao modal rodoviário brasileiro, as empresas transportadoras e caminhoneiros autônomos tiveram que se adequar à legislação 13.103 de 2015.

Dentre as alterações, devemos ressaltar a de pedágios aplicáveis aos veículos de carga, caso a carga esteja vazia o responsável pelo veículo não paga pedágio sobre os eixos que estiverem suspensos.

Em outros casos, há a possibilidade do perdão da multa caso o cálculo do peso esteja incorreto ou em desacordo com a nota fiscal.

Não somente no modal rodoviário, mas em outros modais, o cálculo do peso é uma obrigação prevista em lei podendo gerar multas e complicações judiciais caso a empresa transportadora não obedeça o limite de peso previsto.

A jornada de trabalho

Em todos os modais, fica estabelecida a jornada de trabalho média de 8 horas, podendo variar conforme acordo com o empregador, intercalação de equipes de atuação, seja para a condução e auxílio, e previsto pagamento de taxa de insalubridade dependendo do horário e do tipo de carga envolvida.

No caso de empresas de transporte de alta escala ou padrão, é importante contratar consultoria jurídica para verificar a validação da lei sobre as diferentes atividades de planejamento, locação e transporte de produtos para as atividades nas quais a empresa se dedica para evitar multas e demais tipos de penalidades.

Leia também:

Logística Reversa; Conheça as Principais Práticas

A logística reversa tem se tornado uma atividade estratégica para diferentes empresas que atuam em vários segmentos de mercado.

Também é importante para empresas cuja atividade é específica em mercados mais fechados.

Em todos os casos, ela tem se tornado num diferencial competitivo e de qualificação no processo de relacionamento com o cliente, desenvolvimento de processos e de melhoria técnica.

Também envolve fatores como sustentabilidade no processo de devolução de produtos e peças para evitar o descarte incorreto com o risco de causar danos à natureza.

A logística reversa

Esse procedimento envolve diferentes tipos de abordagem estratégica que permite à empresa a redução de custos, principalmente, com as atividades de coleta, entrega e troca de produtos.

É muito indicada também para empresa tratar melhor produtos descartáveis e que podem ser reaproveitados de alguma forma.

Na prática, esse tipo de logística envolve retirar o produto das mãos do consumidor final (para troca, reparo ou devolução) e inserir o mesmo nas linhas de revisão e produção.

As principais práticas

A seguir apresentamos os principais tipos desse tipo de logística no Brasil e muito conhecidos no mundo.

1 - Pós-consumo

Através do pós-consumo o produto retorna para a fábrica ou para outro processo de transformação depois de ser utilizado plenamente pelo cliente.

Num processo de reutilização e reciclagem, temos o processo de revalorização do produto, dos materiais e até mesmo da marca.

Tem a ver também com o conceito de ciclo de vida do produto, permitindo a retirada e direcionamento do produto em seu pós-consumo evitando o seu descarte em qualquer lugar.

O pós-consumo gera também um destino mais certo e adequado seguindo os conceitos de reuso, reciclagem ou desmanche.

2 - Pós-venda

No processo de pós-venda nos referimos a um tipo de produto que foi adquirido, mas não atendeu às expectativas plenas do cliente.

Pode ser por causa de um defeito, inconformidade, ausência de determinada funcionalidade e outros fatores que pode gerar a devolução ou retorno do produto para a empresa revendedora ou fabricante.

Esse tipo de logística permite que a empresa recupera o seu produto e possa administrar a relação com o cliente buscando manter a venda oferecendo outro produto e gerando retorno.

3 – Varejo

Antes da entrega, o cliente pode se arrepender da compra ou não compreender a utilização do produto e solicitar a devolução com a recuperação total do valor do dinheiro.

E o reuso?

O reuso quando aplicado ao processo de recuperação de ativos utilizados pode ser considerado como um projeto logístico. Em muitos casos pode ser administrado pela própria empresa fabricante ou por outras empresas em procedimentos de leilões, venda e revenda.

Componentes

A logística reversa também pode ser aplicada aos produtos que são fundamentais para a linha de produção, permitindo a separação de peças e componentes para serem reaproveitados ou reciclados.

Portanto, essas atividades são essenciais para organizar a empresa no processo de retirado, inserção e reaproveitamento de produtos e componentes em suas linhas de produção e atendimento.

Gostou desse conteúdo? Então siga a Deverhum no Linkedin e não perca nenhuma novidade do blog.

Quando ter um Centro de Distribuição Próprio?

O centro de distribuição (CD) pode ser próprio, alugado ou terceirizado dependendo da estrutura, demanda e condições financeiras de uma empresa.

Geralmente, num positivo planejamento de negócio, é importante que o local de concentração de bens e suprimentos a serem gerenciados estejam bem localizados para gerar ótimo desempenho para a cadeia logística.

Neste artigo falaremos mais sobre os conceitos e aplicações desse tipo de estrutura para os esforços da cadeia de suprimentos e de distribuição de uma empresa.

O que é Centro de Distribuição (CD)?

Refere-se, na prática, a um local cujo espaço deve ser utilizado para o armazenamento de mercadorias, seja para o processo de recebimento ou envio de produtos.

Ele é fundamental para todo tipo de recebimento e envio de mercadorias. E estamos falando de diferentes segmentos e tipos de produtos.

Imagine, por exemplo, o centro de empresas como Amazon, Americanas, Casas Bahia, Magazine Luiza ou até mesmo de estoques de matérias-primas da GM e Intel.

Mesmo em caso de empresas menores, é importante lembrar que esses locais de armazenamento, estoque, recebimento e envio exigem um processo de organização de dados e informações referentes a diferentes tipos de produtos, incluindo codificação e automação.

Objetivos

Dentre os principais objetivos do CD, ele deve ser de propriedade própria quando a empresa possui uma grande demanda de consumo e de organização de produtos e grande quantidade de produtos a serem armazenados com grande fluxo de movimentação de bens.

Porém, a expansão ou criação de novos CD pode ainda envolver a locação de terrenos e de outros centros já previamente existentes para acelerar o processo de organização, até a empresa construir novos centros próprios.

Funcionalidades

Dentre as principais funcionalidades podemos destacar a de gerar um melhor processo de gestão financeira, de controle de estoque de planejamento de fluxo de produtos.

Por outro lado, também proporciona construir uma melhor experiência para o cliente e para as empresas parceiras (fornecedores, transportadoras, empresas de limpeza, etc.)

Projeto

É importante que o CD compreenda os demais projetos logísticos da empresa como, por exemplo, o tipo de modal de transporte que a empresa utiliza, mantendo o centro próximo de rodovias, linhas ferroviárias, portos aquaviários ou marítimos, e proximidade até mesmo com áreas de dutos e aeroportos.

A localização do CD e sua proximidade com os modais podem ajudar a reduzir custos e simplificar processos.

Benefícios para a organização

Indicamos, dentre os principais benefícios, que a criação e manutenção de um ou mais CD pode ajuda na organização dos processos logísticos, facilitando o controle de estoque na distribuição e atividades afins da empresa.

Principais atividades

Ao utilizar o CD, a empresa terá mais facilidade para executar atividades relacionadas à armazenagem, transporte e entrega como o envio e recebimento das mercadorias, à conferência, movimentação para armazenagem, guarda, separação dos pedidos, embalagem e transporte identificado.

Portanto, o centro de distribuição é um ponto estratégico para a empresa, podendo ser alugado, compartilhado ou ser de propriedade da própria empresa dependendo das necessidades e possibilidades da corporação.

Leia também:

Consultoria Estratégica: O que é, como funciona e Quando Contratar

Contratar uma consultoria estratégica é oportuno quando a empresa conhece os benefícios desse tipo de planejamento sabendo selecionar os melhores prestadores de maneira certa.

Inicialmente, trabalhar o planejamento de produção, de vendas e de atendimento pode fazer parte desse tipo de análise prévia para definir os melhores caminhos para a empresa em seu mercado.

Numa visão geral, ajuda a orientar empreendedores, gestores e investidores a respeito de esforços e indicativos de mercado que poderão resultar em maiores receitas para a empresa e para a corporação.

Esse tipo de contratação pode ser bastante indicada para melhorar a profissionalização de processos e a seleção de estratégias certas para a corporação.

A consultoria estratégica?

É uma prestação de serviço que ajuda a definir etapas, processos e aplicação de ações para a empresa atingir determinado tipo de objetivo.

Permite também a criação de novos processos de trabalho seguindo um novo tipo de planejamento visando melhores resultados.

Ao contratar um consultor a empresa e sua diretoria estará recebendo a visita e a orientação de um profissional externo e estranho à organização.

O seu principal papel na empresa será o de orientar na composição de projetos, revisão de processos, gerenciamento de ações e ajudar a empresa a chegar onde ela nunca antes chegou no mercado.

Receber conselhos e orientações externas pode ser esquisito, mas saiba que até as grandes marcas e corporações do mundo contratam esse tipo de serviço, principalmente, para gerar uma visão de fora da empresa que possa melhorar a gestão e a aplicação de novos projetos.

Olhar externo (como funciona)

Ao receber um profissional experiente e com capacidades de organização e otimização de processos, a empresa recebe também um olhar externo que pode ajudar a encantar os seus clientes e melhorar os seus produtos.

Esse consultor entra na empresa depois de assinar contrato de prestação de serviço com o foco de compartilhar conhecimento, ajudar na elaboração de novos projetos e sugerir soluções para diferentes setores como os de produção, marketing, vendas, distribuição, atendimento, logística, compras e suprimentos, entre outros.

Atua por melhorar a modelagem de processos de negócios e otimizar os resultados da empresa.

Resultados (quando contratar)

Um dos principais momentos para contratar esse tipo de serviço é quando a empresa precisa rever seus processos e melhorar os resultados.

A melhora dos resultados pode estar, principalmente, ligada com a redução de custos, desperdícios e elevação de receita. Também pode ser indicada quando a empresa precisa entrar em novos mercados nacionais e internacionais e necessite de orientação, adequação e treinamento.

Portanto, sempre que a empresa precisa atingir melhores resultados, dominar novos métodos e se adaptar a novos processos, a contratação de consultoria estratégica é oportuna para a marca e corporação.

Dentro de uma empresa a visão, o planejamento e a execução de estratégias são primordiais para a empresa atingir excelência em seus processos e alcançar ótimos resultados de mercado.

Nem sempre a equipe interna e seus gestores conseguem dominar todos os conhecimentos e práticas necessárias para determinar novos caminhos, sendo necessário contratar um consultor experiente e dedicado para esses novos objetivos.

Conheça as Soluções de Consultoria Deverhum e Treinamentos Corporativos.

Como contratar uma transportadora passo a passo

O ato de contratar uma transportadora pode exigir determinados cuidados.

Sabemos que o crescimento de mercado e surgimento de novas tecnologias ampliam cada vez mais o contato entre as empresas para a realização de negócio e de parcerias.

As parcerias podem envolver compra e venda de serviços, bem como de mercadorias gerando a necessidade de criação o contratação de processos logísticos especializados no transporte de bens em diferentes tipos de modais.

Como contratar uma transportadora?

No caso do Brasil, por ser um país com grande predominância de rodovias como modal, é mais comum as empresas contratarem frotas de caminhões do que linhas de trem ou de transportes marítimos para executar os projetos de retirada ou entrega de produtos.

A seguir daremos algumas dicas para fazer uma contratação mais segura e certa.

1 – Verifique as empresas disponíveis no mercado

É importante que a empresa contratante verifique a quantidade de empresas disponíveis no mercado de transporte.

É importante fazer uma pesquisa por telefone ou internet para selecionar as empresas que trabalham com o modal certo, considerando a localidade, o perfil da carga e as dimensões.

2 - Qualidade da empresa

É importante verificar a qualidade da empresa e a reputação das transportadoras que pretende contratar. Quando uma empresa é contratada ela se torna parte da operação e pode influenciar diretamente o resultado.

Por meio de entregas, a prestadora desse tipo de serviço pode melhorar os processos produtivos da empresa contratante. Para tal, é fundamental que a contratante verifique a reputação da prestadora de serviço e a qualidade de seus serviços.

É fundamental verificar se ela é capaz de cumprir prazos, oferecer bons preços e realizar a entrega com excelência.

É muito importante confirmar a reputação da prestadora de serviços de transporte, verificando os sites e o histórico da mesma no mercado.

3 - Valor do frete

A contratante também deve considerar o valor do frete, conforme as distâncias e as condições do contrato. Verificar a excelência do serviço e compará-lo com o valor do frete.

É importante comparar e saber solicitar descontos conforme a quantidade de volume a ser transportados. Porém, a empresa que irá contratar precisa equilibrar um bom preço com boa qualidade.

No caso de empresas que realizam vendas via internet é importante considerar diferentes variáveis. Normalmente, as empresas online consideram apenas o peso real do produto, porém fatores como tempo e preço também precisam ser considerados.

Portanto, na hora de contratar uma transportadora todas as informações a respeito da empresa precisam ser consideradas e avaliadas.

Além dos fatores como preço, prazos e condições de contrato, fatores como tecnologia de automação nos processos logísticos também é um diferencial.

É importante considerar a geração de benefícios tanto para as empresas quanto para as transportadoras que possam atuar como parceiras somando qualidade ao processo.

Vale a pena analisar as condições de sistemas, tecnologia e habilidade, além de preço e prazo, no momento da contratação.

Conheça a consultoria em Gestão de transportes Deverhum. Processo que permite controlar toda a operação de transportes de forma integrada, tendo como finalidade otimizar cargas, rotas, modais e veículos. Esse serviço inclui todas as etapas de transporte incluindo carga, descarga, transito, paradas, entre outras. Clique Aqui para saber mais ou entre em contato conosco.

Os 4 Indicadores de Entrega mais importantes para sua empresa

Quando falamos em indicadores de entrega nos referimos a diferentes métodos que buscam melhorar os resultados para a empresa.

Os setores de gestão, administração e qualidade precisam ficar atentos aos índices, dados e performances que de fato podem intensificar o sucesso de processos de produção e distribuição de produtos e serviços.

É importante acompanhar cada tipo de dado e ação para verificar se determinado objetivo de um projeto pode ser alcançado com sucesso.

Atingir cada tipo de meta é fundamental para a empresa identificar caminhos, atingir objetivos e obter maior excelência.

O que são indicadores de entrega?

Esse tipo de indicador pode estar atrelado ao KPI (Key Performance Indicators) ou Indicadores Chave de Desempenho que servem para a avaliação e medição de desempenho de processos.

Ajuda a visar e orientar processos, bem como identificar aspectos que precisam ser melhorados em diferentes procedimentos produtivos e empresariais.

Na logística

No campo da logística, por exemplo, as ações de controle e acompanhamento desses dados podem ajudar muito nos setores de aquisição e controle de matéria-prima, transporte, armazenamento e movimentação de produtos.

Pode também orientar a gestão de estoques e métodos de qualidade para aprimorar processos.

A seguir apresentamos quatro indicadores mais importantes para otimizar os projetos numa empresa.

1 - On-Time delivery (OTD)

Quando utilizamos o On-Time delivery nos referimos a um processo que permite medir percentual de pedidos entregues dentro prazo planejado.

Porém, não considerar especificações dos itens, estando estas certas ou não. Ele é usado para confirmar o tempo e os prazos da entrega.

Esse método exige mediação diária com nível de qualidade acima de 90% a cada 100 entregas realizadas.

2-  On-Time & In-Full (OTIF)

Também podendo ser entendido como um complemento do OTD, o OTIF trata-se da quantidade de entregas realizadas no prazo e na quantidade exata que o cliente pediu. A logística deve buscar os dois indicadores, porém deve-se medi-los de forma separada, pois o OTD se trata de uma forte avaliação da expedição e logística de outbound e o OTIF uma forte avaliação mais voltada à gestão de estoques e logística conjunta.

3 - Tempo de ciclo do pedido

Esse método se concentra no tempo ou prazo que inicia com a data de realização de pedido até a data da entrega. A mediação pode ser diária, mensal, trimestral, feita por cliente, linha de produto, serviços ou por conjunto de pedidos.

Exige a realização de cálculo para avaliar possíveis atrasos em processos de transporte e de entrega. Um determinado atraso pode, por exemplo, acontecer pela ausência do produto.

4 – Índice de ocorrência

Outro indicador importante é referente ao índice de ocorrência, principalmente, quando determinado projeto ou evento não esperado acontece.

Geralmente, mesmo que não seja um acidente, ele pode identificar situações de extravio, avarias, troca, devoluções ou perdas inesperadas.

Para cada situação é necessário a aplicação de soluções personalizadas para melhorar o desempenho logístico.

Bônus: Tempo de atraso das entregas

Outro indicador de entrega importante é referente ao de tempo das entregas. O tempo de atraso utilizado como indicador ajuda a precisar o tempo de atraso de entregas, medindo a eficiência da empresa em seu projeto logístico.

Portanto, selecionar e utilizar os processos de uso indicativo de análise de dados e correção de eventos é fundamental. Pois, conforme a situação ou valor identificação, a empresa deverá reavaliar as suas ações e estratégias.

O principal foco sempre será o de reduzir burocracias, perda de qualidades e desvio no processo de envio e entrega.

Leia também: Entenda os Principais KPIs da Logística

Entenda os Custos, Despesas e Investimentos do seu negócio

Os custos, despesas e investimentos são parte essencial da rotina administrativa e gestora de uma empresa.

Elaborar um projeto de gestão implica maior nível de controle sobre esses três requisitos.

Porém, existem diferenças entre os três, principalmente, na compreensão do fluxo de entrada e saída de recursos e receitas financeiras.

O que são custos, despesas e investimento?

No setor de administração, contabilidade e gestão de uma empresa é fundamental existir uma melhor compreensão sobre os conceitos desses três pilares do controle de verba, receita e gastos da empresa.

Esse cuidado, independente do porte da empresa ou da cooperativa, é fundamental para a atualização de todos os dados.

Todo os valores financeiros que saem do caixa da empresa podem ser considerados como gastos e o gastos abrangem esses três requisitos de tratamento do dinheiro na empresa.

Dessa forma, tudo o que é desembolsado é considerado gasto (saída) no caixa da empresa.

Os custos

Quando uma empresa adquire ou produz mercadoria ela gera custos para o seu fluxo financeiro. Esses custos podem estar envolvidos com a matéria-prima, mão-de-obra e esforço de fabricação, depreciação, manutenção e conservação.

A empresa ainda terá que calcular os custos diretos e os custos indiretos.

Os diretos se referem à elaboração de produto e serviço ofertado pela empresa gerando a necessidade de mão de obra, aquisição de matéria-prima e contratação de serviços.

Os indiretos estão ligados à produção de um determinado bem ou serviço de forma indireta abrangendo atividades como manutenção, limpeza, almoxarifado, logística, energia elétrica, alimentação e demais responsabilidades.

Despesas

Quando falamos em despesas, nos referimos aos gastos ligados com a manutenção da estrutura para o alcance do objetivo do negócio.

Refere-se ao pagamento do aluguel da sede da empresa, condomínio, taxa fixa de energia elétrica, taxa de serviços internos, salários, entre outros. Ou seja, estão referentes à manutenção da atividade da empresa.

Investimentos

Quando a empresa gerar um recurso financeiro para elevar o retorno ou lucro da empresa, podemos dizer que ela está investindo.

Pode estar ligado com a compra de novos equipamentos para abertura de novas linhas de produção, remodelação da sede, reforma do ambiente interno e externo da sede da empresa, compra de cursos para os funcionários, contratação de palestrantes ou consultores, desenvolvimento de um novo departamento interno, criação de uma nova campanha de comunicação, logotipo, entre outros.

Investir busca aumentar a receita e o retorno da aplicação de produtos e serviços da empresa no mercado.

Referem-se aos gastos em produtos, bens e serviços que possam melhorar procedimentos, qualidade e processos para gerar benefícios financeiros e mercadológicos a médio e longo prazo.

O investimento pode ser considerado como uma espécie de gasto ou despesa positiva, mas deve ser considerado como um gasto para gerar benefícios.

Portanto, conhecer a diferença conceitual entre os três é importante para nortear as decisões da empresa.

Neste artigo, apresentamos as diferenças de cada um e especificamos o caminho de gestão que cada empresa deve estabelecer em sua rotina organizacional.

Leia também: 3 Custos que sua empresa pode reduzir hoje mesmo

3 Custos que sua empresa pode reduzir hoje mesmo

Sabemos que reduzir custos é crucial para o sucesso de seu negócio. Empresas que gastam mais do que arrecadam estão fadadas ao fracasso e à falência.

Mesmo que um produto ou setor da empresa seja a “vaca leiteira”, ou seja, esteja gerando muita receita, a empresa em sua estrutura pode ficar comprometida quando outros produtos e setores não estão gerando bom retorno de mercado.

Ressaltamos que, o crescimento de uma empresa depende de sua arrecadação (geração de receita) e o quanto ela gasta seja para cobrir custos ou despesas.

Reduzir custos

A empresa precisa saber implementar uma política de redução de custos e despesas, pois mesmo que ela venda muito e fidelize seus clientes, os resultados podem ficar comprometidos se os custos forem muito altos.

Dessa forma ela não crescerá no mercado de forma sustentável, pois um dos principais objetivos é alcançar lucro e condições de crescimento no mercado.

Mas, para fazer os cortes certos é importante planejamento e estudo estratégico.

Custos e despesas

Muitas pessoas e administradores ainda podem ter dúvidas sobre o conceito de custos e despesas.

As despesas são inerentes aos valores fixos que a empresa precisa cumprir como pagamentos de salários de funcionários, com investimentos de marketing, entre outros.

Os custos são ligados com o valor gasto com a produção de mercadorias, matéria-prima, mão-de-obra, energia elétrica, depreciação de máquinas, entre outros.

A seguir apresentamos três dicas que podem ajudar a sua empresa a economizar mais e realizar cortes estratégicos.

1 - Papel e impressão

Em muitas empresas, o gasto com papel e impressão pode comprometer a saúde financeira da empresa.

Muitas vezes, as empresas podem achar os gastos com papel, fotocópias e impressões, por exemplo.

Além da consciência ambiental em querer reduzir o uso de papel, é importante adotar práticas como o uso de plataformas digitais e de aplicativos para evitar o excesso de papel.

2 - Energia elétrica

Se a conta de luz preocupa dentro de casa, imagine numa empresa e numa fábrica. Lembramos que o descontrole da conta de energia elétrica pode comprometer muito o cálculo de custos e despesas de uma empresa.

Para reduzir esse tipo de gasto, é indicado reduzir o uso da eletricidade em cômodos vazios ou sem uso, saber aproveitar a luz solar, manter lâmpadas led e econômicas sempre bem instaladas.

Mesmo no verão, o ar condicionado deve ser utilizado com moderação, sem abusar da potência do equipamento. Em certas horas do dia é indicado abrir bem as janelas e manter o ar desligado.

3 – Café e água

Cuidado com o desperdício de café e água para visitantes e funcionários. Deixar os funcionários lanchar durante o expediente não significa abusar no cafezinho e tomar café o dia inteiro.

A oferta excessiva de água mineral e de café pode sobrecarregar nas contas da empresa.

Outra dica é ensinar os funcionários a utilizarem canecas individuais para reduzir os gastos com copinhos de plástico e assim também respeitar a natureza.

Muitas empresas têm adotado uma medida de fornecer aos funcionários xícaras individuais (de porcelana ou metal) e copos de produto reaproveitado (Ex. fibra da casca de coco). Essa medida também foi adotada por um dos clientes da Deverhum Consulting e está gerando redução de custos e a empresa está alinhada com os programas de conservação do meio ambiente.

Planejamento de Custos

Crie um plano de gastos e estabeleça uma meta mensal, a partir daí tente obedecer o limite deste plano e aos poucos vá adaptando a rotina da empresa.

Muitas vezes adquirir produtos de qualidade que durem mais do que os de segunda linha, costuma gerar uma boa economia no final de mês. O segredo para reduzir os custos, é ficar atento ao dia a dia da empresa e falar diretamente com seus colaboradores.

Para continuar acompanhando nossos conteúdos, siga nossa página no facebook ou linkedin.

4 passos para calcular a viabilidade financeira do seu negócio

É fundamental estudar a viabilidade financeira do negócio e da empresa em diferentes ciclos de projeto de mercado.

Lembramos que esse tipo de análise é um tópico muito presente nas relações de mercado e no projeto inicial de empresas e produtos.

É fundamental fazer estudos precisos para conhecer a empresa, o mercado e os fatores concorrenciais.

Neste artigo falaremos mais sobre esse dado econômico tão importante para a estruturação de um negócio.

Estudando a viabilidade financeira

Inicialmente, é importante que o empreendedor e o investidor tenham a certeza da necessidade de se fazer projeções realistas para o plano de negócios e para o projeto da empresa.

Cada projeção deve calcular corretamente os custos, despesas e investimentos dentro de conjunto corretos de avaliação realista. Os cálculos precisam ter proporções similares em relação ao capital, aos custos, despesas e demais gastos envolvidos no projeto.

Pode ser difícil tomar uma decisão certa entre mais de um projeto, principalmente, quando a empresa possui tempo e dinheiro somente para investir num único tipo de projeto.

O valor do investimento

O investimento pode ter o seu valor determinado pelo valor financeiro (a grana que ele precisa que ele poderá gerar) e geração de valor (qual solução o projeto e o negócio apresentarão para o cliente e para os parceiros de mercado).

Lembramos que o investimento é referente à aplicação de capital visando a obtenção de lucro em determinado prazo.

Os quatro passos para estudar a viabilidade financeira

A seguir apresentamos os quatro principais passos para orientar a avaliação de um projeto de negócio.

1 - Projeção de receitas

Em primeiro lugar é importante começar estudando o mercado, identificando o nível de aceitação do mercado, posteriormente, faça uma projeção de receitas com alta expectativa e com projeções realistas.

Considere também as possíveis oscilações da receita, oportunidades e ameaças de mercado.

2 – Estude os custos, despesas e investimentos

Como falamos no início do artigo, é fundamental estudar os custos, despesas e investimentos que o negócio precisará.

É importante saber quantificar o investimento inicial em máquinas e utensílios, o custo com a contratação de trabalhadores, com o investimento em marketing (divulgação) e entre outros setores de sua empresa.

Saiba que, no futuro, a empresa poderá necessitar fazer reinvestimento para manutenção de mercado consumidor e ampliação do guarda-chuva de produtos.

3 - Projeção de fluxo de caixa

Mesmo que a empresa ainda esteja em seu processo inicial de criação, é importante calcular a projeção do fluxo de caixa. Podemos definir o fluxo de caixa como a diferença entre as projeções das receitas e das despesas.

4 – Análise de indicadores financeiros

É importante ficar atento às análises de indicadores do projeto do negócio. Essa análise permite estimar o lucro e poder identificar o intervalo de tempo que o capital investido será recuperado (ponto de retorno).

Portanto, esses passos iniciais serão fundamentais para garantir o sucesso da empresa e dos planos de negócio para permitir o crescimento da empresa e uma boa gestão financeira.

Conheça também os 3 métodos de avaliação mais utilizados no mercado através da Consultoria Deverhum.