sistema de controle de estoque

Como escolher o sistema de controle de estoque ideal para o seu negócio

Uma empresa precisa se manter de muitas formas, isso inclui também os setores que são responsáveis por cada ação que deve ser tomada dentro do negócio.

Um desses setores é o estoque, que precisa de muitos cuidados quanto aos produtos que estão entrando e saindo. Por isso, a escolha de um bom sistema de controle de estoque sempre será necessário para um negócio que deseja alavancar.

Apesar de ser uma exigência ter os cuidados necessários com o estoque de uma empresa, nem sempre será uma tarefa simples. Porém, com todos os avanços tecnológicos que vêm surgindo todos os dias, formas de automatizar e ajudar no melhor desenvolvimento dessa missão estão disponíveis no mercado.

Você pode encontrar programas gratuitos, que na maioria das vezes oferece um trabalho simples, mas também pode investir em um programa com todas as funções necessárias para seu estoque. O que você tem que saber agora é que precisa ir atrás de um sistema de controle de estoque que seja compatível com suas necessidades, e claro, nós vamos te ajudar nesta busca.

Como um sistema de controle de estoque pode ajudar sua empresa?

Todos nós sabemos que as novas tecnologias ajudam - e muito - quando o assunto é gerenciamento de um negócio. Hoje, existe no mercado muitos softwares especializados para diversos setores de uma empresa e a gestão de estoque não poderia ficar para trás. É importante lembrar que investir em um sistema de controle de estoque jamais substituirá o serviço de um gestor.

Os softwares são essenciais para fornecer dados e monitorar as rotinas da empresa. O papel do gestor é fazer as avaliações necessárias e tomar as decisões essenciais para o melhor funcionamento do sistema. A tecnologia funciona apenas como um auxílio e não possui a capacidade intelectual de um gestor especializado.

Sabendo disso, adquirir um bom sistema de controle de estoque é importante para que no futuro você tenha bons resultados e poucos problemas. Isso demanda uma busca bem detalhada no mercado que fornece esses softwares.

Dicas para selecionar o sistema adequado

Como nós entendemos bem sobre a importância de um software como este, separamos alguns pontos que precisam ser levados em consideração no momento de escolha do seu sistema de controle de estoque.

Avalie bem

O primeiro passo é fazer a avaliação completa do software. Há muitos sistemas presentes no mercado que possuem a ferramenta acoplada com outras funções de gerenciamento. Nem sempre será fácil encontrar uma ferramenta que seja apenas para controle de estoque.

Na grande maioria das vezes, os sistemas possuem sincronia de informações entre vendas, planejamento financeiro, compras, fidelização dos leads e estoque. Por isso, se você precisa de um sistema de gestão de estoque, saiba que pode encontrar outras funções necessárias para outros setores de sua empresa e isso pedirá uma boa avaliação.

Escolha o sistema compatível com sua realidade

A sua realidade precisa ser levada em conta. Por exemplo, existe sistema de controle de estoque para supermercados, roupas, varejos e muito mais. Nem todos vão servir para sua empresa, por isso verificar as funcionalidades é importante. Uma maneira de detectar a compatibilidade é saber quais empresas estão fazendo uso do software desejado e se elas se encaixam no seu nicho, pode ser uma boa aquisição.

Veja bem sobre o custo benefício

Muito acessível para todos os tipos de empresa, os softwares estão crescendo e se tornando essenciais. Você encontrará sistemas muito caros, mas também poderá encontrar sistemas que são mais baratos e valem a pena. O valor adicionado a um sistema de controle de estoque não define sobre ser bom ou não ser.

Normalmente, os programas mais caros são aqueles que possuem maiores funcionalidades e prometem uma personalização diferenciada. E aqueles com valor mais acessível, podem ser mais simples e também, bem úteis.

Faça uso do período gratuito

Esta é uma ótima oportunidade para testar o produto que você deseja comprar futuramente. Faça um teste pelo período que for possível de forma gratuita e veja como se dá as vantagens e desvantagens do sistema de controle de estoque escolhido.

Fale com outros usuários

Ter um contato com pessoas que já fazem uso do sistema que você deseja aderir pode ser um passo importante para saber como funciona o programa. Além disso, colocar seu gestor de estoque (se você não for você) para conversar com essas pessoas pode ajudar na decisão da melhor ferramenta de trabalho.

O importante, acima de tudo, é entender como se dá o funcionamento e se ele será útil na demanda da sua empresa. Faça as buscas necessárias e encontre o sistema de controle de estoque ideal para sua empresa.
E se precisar de ajuda, conte com a Deverhum Consulting. Somos especialistas em soluções logísticas para diversos setores do mercado. Clique aqui para saber como funciona nossa consultoria.

O que é BMP

O que é BPM (Business Process Management)? – Significado, definição, método

Se você tem buscado informações preciosas sobre Gestão de Processos de Negócios para sua empresa, deve ter se encontrado com a questão: O que é BPM?

E se esta questão ainda não foi solucionada de suas dúvidas, nós vamos te ajudar e entender mais sobre o Business Process Management, que é o nome dado em inglês para esse tipo de gestão empresarial.
O que é BPM?

BPM é um agregado de práticas ideais com foco na melhoria gradual dos processos relacionados a uma empresa. O objetivo do BPM é incluir estratégias para organizar as expectativas bem como as necessidade dos leads de uma empresa. Com uma boa gestão de processos, um negócio é completamente capaz de fazer análises, definições, execuções, monitoramentos e gerenciamentos de todos os processos necessários.

Com todos esses aspectos bem gerenciados, a empresa será capaz de ganhar a competitividade perante o mercado que atua. Dentro da questão sobre o que é BPM, podemos incluir o que não é BPM para um melhor entendimento. Por isso, BPM não pode ser:

● Metodologia;
● Estrutura empresarial;
● Conjunto de ferramentas.

A resposta que mais se adequa ao significado de BPM é que ele é uma forma de manter a organização. Agora que você já sabe sobre o significado, possuem alguns conceitos que são super importantes para entender como funciona o Business Process Management.

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Como funciona o BPM?

Todo processo de gerenciamento de uma dada empresa possui conceitos que precisam ser seguidos para que possa funcionar de maneira correta. Por conta disso, veja a seguir quais são os conceitos de BPM que você precisa conhecer para entender como funciona a Gestão de Processos do Negócio.

Mapeamento

Com objetivo de entender e ajudar a aprimorar os processos de uma empresa, o mapeamento diz muito sobre a procura dos detalhes relacionados ao funcionamento de seu negócio e atua na materialização com a ajuda de documentos de organização. O mapeamento é ideal, pois ajuda a ter o conhecimento profundo dos processos bem como a identificar e resolver problemas.

Padronização

Solucionada a questão sobre o que é BPM, entender que a padronização é o ato de organização e formalização de processos é o próximo passo. Os padrões são criados para serem seguidos e no conceito de BPM ele não seria diferente. As empresas fazem a padronização para ter uma visão ampla e planejar a melhor maneira de colocá-los em prática.

Melhoria

Também conhecido como BPI (Business Process Improvement), a melhoria dos processos diz respeito ao reparo incremental necessário. Colocar em prática, significa trabalhar na garantia do processo de atender as expectativas da empresa e de seus clientes, com isso, os resultados esperados começam a surgir.

As empresas que fazem o uso da melhoria de processos normalmente desfrutam de ótimos benefícios como: otimização do tempo, redução dos custos e elevação dos resultados da empresa.

Otimização

Esta é uma das formas mais usadas pelos negócios para elevar o desempenho de suas empresas. A otimização possui como objetivo principal as identificações das oportunidades de melhoria, buscas de aperfeiçoamento dos processos utilizados e busca dos melhores resultados possíveis.

A otimização sempre gera bons frutos e dentre eles estão as reduções de risco e de custos, elevação da eficiência, melhoria ideal de resultados e favorece a capacidade de solucionar problemas da empresa. Por isso, entender o que é BPM é tão necessário para seu negócio.

Desenvolva bem o seu método de aplicação

Quando falamos de método, estamos nos referindo a forma de realizar algo. Com um escritório especial de processos, sua empresa terá uma maior oportunidade de conduzir as otimizações e as melhorias dos processos existentes. Com um método específico para sua empresa e agora que você sabe o que é BPM e como ele funciona, ficará ainda mais fácil alavancar seu negócio de acordo com seus processos.

Aprender sobre formas de elevar seu negócio é sempre bom. Cada vez mais estão surgindo formas que ensinam você e seus funcionários a incrementar bons aspectos à sua empresa.

Se precisar de um programa de treinamento ou consultoria de BPM, fale com a Deverhum Consulting. Teremos o plano ideal para o seu negócio. Clique aqui para enviar uma mensagem.

Não deixe de testar o BPM e veja que ele pode ser bem útil!

Cases de Logística

3 cases de logística que NÃO deram certo

Normalmente, quando queremos aprimorar a gestão dos negócios, procuramos por cases de logística de sucesso.

Isso é excelente para otimizar os processos operacionais da empresa com base em exemplos inspiradores.

Contudo, os cases de logística que deram errado são tão importantes quanto os que deram certo. Com eles, conhecemos falhas que podem ser evitadas no dia a dia. Dessa maneira, o atendimento às demandas se torna mais sólido e de qualidade.

Se você já enfrentou gargalos logísticos ou simplesmente quer evitar que eles aconteçam, fique de olho nas dicas de hoje. Veremos quais são os impactos de possíveis falhas e quais são as mais comuns.

Por fim, também daremos uma dica bônus de como estar entre os cases de logística bem sucedidos. Interessante, não é mesmo? Então vamos lá!

Consequências negativas das falhas de logística

Erros em operações logísticas acontecem. Entretanto, tais falhas devem servir como aprendizado para que não se repitam. Ser negligente nesse aspecto pode ser terrível para a reputação e para a saúde financeira da empresa.

Em cases de logística mal sucedidos, algumas consequências negativas podem ser:

• Insatisfação do consumidor final devido a entregas erradas ou atrasos;
• Danos e perda de bens, matérias primas ou produtos;
• Desperdício de recursos humanos e financeiros;
• Pagamento de despesas e custos desnecessários;
• Aumento do retrabalho;
• Prejuízos para a imagem e reputação da marca;
• Perda de posição no ranking de mercado;
• Migração de clientes para a concorrência;
• Diminuição dos ganhos e da lucratividade;
• Gargalos e rombos no fluxo de caixa.

Cases de logística que deram errado

Nos tópicos seguintes, estarão três cases de logística falhos que servem de exemplo sobre como NÃO gerir os seus processos operacionais diários. Confira só!

Case #1: A empresa não tem planejamento logístico

Quando a companhia não consegue ver a sua cadeia de suprimentos como uma estrutura dinâmica, deixando de investir em um bom planejamento logístico, as consequências podem ser péssimas.

Há quem negligencie nesse aspecto por se recusar a acreditar que o ritmo de compras e entregas seja tão importante assim. É fundamental ter uma visão do todo e considerar as sazonalidades.

Quer um exemplo? Em períodos de alta demanda, como na Black Friday ou nas comemorações natalinas, é preciso estar previamente preparado para acelerar as entregas. Caso contrário, a decepção do cliente pode resultar em reclamações que impactarão negativamente nas vendas do restante do ano.

O gerente de logística precisa manter um histórico de operações, bem como analisar métricas de performance. Desse jeito, ele identifica padrões que determinarão as ações da empresa no médio e longo prazo, atendendo cada vez melhor.

Case #2: A empresa não utiliza indicadores de performance

Indicadores de desempenho ou de performance são utilizados para analisar resultados e perceber a evolução dos negócios ao longo do tempo. Quando a empresa não utiliza tais recursos, ela está fadada a ter mais dificuldade de identificar falhas e corrigir elas.

Algumas métricas são essenciais para dar mais segurança aos procedimentos operacionais. Dentre elas, estão:

OTIF: que constata a eficiência no cumprimento de prazos e atendimentos;
OTD: que mede o tempo de trajeto do produto desde a saída do estoque até o envio ao cliente;
OCT: que analisa o tempo entre o pedido do cliente até a entrega em suas mãos;
Custo de transporte: identifica a influência do valor do transporte na lucratividade das vendas;
• Entre outras.

Case #3: A empresa não tem uma boa comunicação interna

Não basta se aproximar do cliente e melhorar o atendimento. A comunicação interna é tão necessária quanto a externa. O fluxo de informações entre setores influi diretamente no seu desempenho logístico.
Entre os cases de logística que deram errado, estão falhas de comunicação que acontecem em empesas de todos os portes, inclusive as pequenas. Quem lida com um grande volume de dados corre ainda maiores riscos de extravios e interpretações equivocadas.

A comunicação deve impreterivelmente ser clara, objetiva e acessível a todos. Um dos principais responsáveis pela mediação intersetores é o gerente de logística.

Como evitar cases de logística mal sucedidos

A tecnologia é uma das principais parceiras na solução e prevenção de falhas logísticas. Contar com softwares modernos e com uma boa consultoria logística ajuda (e muito!) a superar gargalos operacionais e garantir a fluidez de suas atividades.

Além de aumentar o controle e minimizar erros de comunicação, a gestão da empresa como um todo é favorecida. Como consequência, a economia e a lucratividade também aumentam.

Por hoje é isso.

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Até o próximo post!

Transporte de Carga

A Evolução do Transporte de Cargas no Brasil

O transporte de cargas se apresenta como uma das etapas mais essenciais das ações de qualquer tipo de empresa ligada à produção ou à distribuição de produtos.

A atividade figura como peça chave na cadeia econômica.

Diante disso, fica fácil de constatar o quanto a logística é importante. Com uma boa gestão de transporte de cargas o abastecimento adequado de estoques e matérias primas é garantido, bem como a entrega de itens comprados ou vendidos entre lugares distantes.

Porém, a realidade pode ser mais complexa do que o esperado. Nosso país tem características geográficas peculiares, com grandes distâncias a serem percorridas e diferentes regiões a serem abastecidas. Obras de infraestrutura são fundamentais nesse contexto. Embora hoje possamos observar uma série de problemas do gênero.

Para compreendermos as circunstâncias atuais e projetarmos perspectivas para o futuro, precisamos revisitar o passado. A publicação de hoje tem justamente essa tarefa como objetivo principal.

Vamos analisar a evolução do transporte de cargas no Brasil? Acompanhe a seguir!

O transporte de cargas ao longo da história do Brasil

Na colonização das Américas e do território que hoje corresponde ao Brasil, a ocupação se deu especialmente nas áreas litorâneas. De início, o alcance do interior foi lento.

Além do mais, o transporte de cargas era principalmente marítimo. Em terra firme, podia se contar somente com o uso de animais ou de meios de transporte tracionados por eles.

Aos poucos, rotas para a exploração do ouro se delinearam rumo ao continente. A pecuária e a agricultura também estavam entre as atividades econômicas principais. Mas foi com a construção das primeiras ferrovias que o nosso país começou a se conectar de fato.

Os caminhos para o escoamento da produção foram evoluindo desde então. Até que, por volta de 1920, surgiram os primeiros automóveis.

Nesses últimos 100 anos a ciência aprimorou a tecnologia dos veículos significativamente. Por consequência, a necessidade de rodovias se tornou cada vez mais crescente.

Dentre as medidas estatais que mais chamaram a atenção nesse sentido, está o projeto de governo do presidente Juscelino Kubitscheck. Ele preocupou-se em atender melhor as necessidades do interior, inclusive as de transporte.

Ao mudar a capital para o centro do país, JK tinha como objetivo interconectar as regiões. Assim, a malha viária chegou aos lugares mais distantes, facilitando o transporte de cargas. Embora haja o sucateamento de inúmeras rodovias, elas representam uma das maiores redes de estradas do mundo. Já são mais de 1.610.076 quilômetros!

Evolução tecnológica do transporte de cargas

As atividades econômicas brasileiras estão entre os motivos essenciais para a evolução do transporte de cargas. Afinal de contas, novas demandas exigem novos métodos de transporte.

Um dos melhores exemplos disso é o aprimoramento dos caminhões. Existem diferentes tipos para transportar produtos com necessidades diferentes: cegonha, refrigerado, tanque, graneleiro, porta-contêiner, entre outros.

Até mesmo a segurança da carga melhorou. O rastreamento via GPS é praticamente obrigatório hoje em dia. Em alguns casos, até mesmo batedores.

A produção nacional de veículos para transporte de cargas progride a passos lentos. Muitas tecnologias são importadas do exterior ao invés de serem desenvolvidas aqui, o que encarece o produto final. Contudo, percebem-se avanços enormes na parte de logística, o que acaba ajudando a lidar melhor com as dificuldades estruturais.

Nosso contexto atual

A trajetória do transporte de cargas culminou na realidade que temos hoje. Conhecer as características desse sistema é fundamental para a logística e para uma dimensão completa da atividade.

No Brasil, a matriz de transportes é composta por:

  • Transporte rodoviário: o responsável pela maior parte da carga movimentada (60%). Ele não é o meio mais econômico, tendo em vista o custo do combustível, pedágios e segurança. Ainda assim, é o mais desenvolvido;
  • Transporte ferroviário: movimenta cerca de 21% da carga no país. É utilizado especialmente para a circulação de materiais da indústria de base, tais como os minérios. Tem um custo mais baixo, mas a estrutura de ferrovias ainda é deficiente;
  • Transporte aquaviário: movimento em torno de 14% das cargas brasileiras. É normalmente utilizado para escoamento de produções que têm como destino o exterior, sendo mais comum no litoral. O custo é baixo mas o tempo da entrega é mais demorado. Além disso, as hidrovias não recebem muitos investimentos também;
  • Transporte aéreo: movimenta menos de 1% da carga. É um número baixo, o que se deve principalmente pelo custo elevado desse tipo de transporte. Em contrapartida, é o mais ágil de todos os tipos.

Tendências para o futuro do transporte de cargas

Basicamente, as tendências no transporte de cargas daqui para frente são:

  • Aplicação contínua de novas tecnologias;
  • Uso equilibrado de diferentes meios de transporte;
  • Alinhamento de processos;
  • Terceirização da logística.
  • Esses quatro itens são cada vez mais estratégicos, seja para empresas B2B ou B2C. Eles vêm ganhando força e se tornando diferenciais competitivos. Vale a pena investir neles.

E então, gostou do conteúdo de hoje? Deixe seu comentário!

Leia também: 7 dicas para otimizar a gestão de transporte da sua empresa

gerente de logística

O que faz um gerente de logística

O gerente de logística tem se tornado um profissional cada vez mais essencial no quadro de gestores de diversas companhias.

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre quais são os objetivos práticos dessa função.

Se esse é o seu caso, você veio ao lugar certo. Na publicação de hoje, vamos conversar sobre como a contratação de um gerente de logística é estratégica para a redução de custos da empresa e, é claro, para a expansão dos negócios e de sua lucratividade.

Logo no primeiro tópico, você já vai descobrir alguns detalhes sobre a atividade. Em seguida, verá como o profissional responsável impacta positivamente os processos operacionais diários, bem como as principais habilidades que ele deve ter.

Uma boa leitura para você!

O que faz um gerente de logística?

A atividade do gerente de logística já existe há bastante tempo, embora anteriormente ela fosse vista somente como uma função operacional. Com todas as transformações do mundo e do mercado contemporâneo, ela acabou se tornando importante também no planejamento estratégico dos negócios.

O profissional é capaz de observar a dinâmica da empresa como um todo, buscando sempre reduzir custos. Além disso, ele garante que as operações de transporte, depósito e distribuição de matérias primas e/ou da produção final seja eficiente.

Em termos gerais, podemos dizer que o que ele faz é garantir um fluxo de produtos sadio, eficaz e econômico. Para tanto, são indicadas as soluções necessárias sem que elas afetem a qualidade do produto ou as necessidades da empresa e do consumidor final.

Responsabilidades essenciais

Dentre os papéis exercidos pelo gerente de logística, estão:

  • Gerir a cadeia de suprimentos;
  • Garantir a circulação de mercadorias, serviços e informações com a máxima eficiência para os negócios;
  • Administrar o manuseio, a embalagem e o armazenamento de mercadorias;
  • Estreitar o vínculo da empresa com os fornecedores e os clientes;
  • Reduzir custos de inventário;
  • Gerenciar o planejamento e execução de recebimentos e entregas;
  • Configurar uma rede de transporte e distribuição adequada;
  • Monitorar estratégias de performance;
  • Identificar e sugerir melhorias nos sistemas operacionais da companhia.

A importância do gerente de logística

Contar com o gerente de logística é uma atitude inteligente por diversas razões. Esse profissional traz resultados positivos em empresas de qualquer porte, desde as pequenas até as médias e grandes.

As principais vantagens para a empresa são:

  • Melhoria das técnicas de planejamento, controle e conferência de materiais e produtos;
  • Garantia de processos de recebimento e envio eficazes;
  • Aprimoramento da metodologia de transporte e estocagem;
  • Coordenação minuciosa da cadeia de suprimentos;
  • Redução de custos operacionais;
  • Maior satisfação do consumidor final;
  • Melhoria da reputação da empresa;
  • Melhor posicionamento perante a concorrência.

Habilidades principais que o profissional deve ter

Com todos os tópicos vistos até aqui, você certamente já percebeu que o gerente de logística é fundamental nos empreendimentos atuais. Ele tem a expertise necessária para ajudar no planejamento e execução de procedimentos rotineiros, os quais impactam diretamente nos seus custos, despesas e rendimentos.

No entanto, antes mesmo de fazer a contratação ou terceirização desse setor, você precisa estar atento às habilidades necessárias para que o serviço prestado seja de qualidade. Um bom gerente de logística precisa atender a três requisitos básicos:

  • Conhecimento e visão do negócio como um todo: somente com essa postura analítica ele poderá corresponder às expectativas e demandas que estão atreladas ao seu tipo de empresa, além de apontar fragilidades e soluções. Para tanto, ofereça a maior quantidade de dados possível para o profissional;
  • Capacidade de gerir imprevistos: por mais que haja um planejamento conciso, imprevistos acontecem e o gerente de logística precisa ser habilidoso para encontrar alternativas e soluções rápidas. Esse know how é extremamente relevante para os seus resultados;
  • Traquejo no relacionamento entre setores, com fornecedores e com clientes: saber transmitir segurança na comunicação interna e externa é uma qualidade da qual você não pode abrir mão no profissional ou empresa que irá contratar. Fique de olho nesse aspecto.

Pronto! Agora você já sabe o que um gerente de logística faz e de que maneira ele pode ajudar a alavancar os negócios. Se ainda restaram dúvidas, não hesite em deixar seu comentário ou em nos contatar caso necessite de uma consultoria logística. Até a próxima!

Por que contratar uma Consultoria Logística?

Por que contratar uma Consultoria Logística?

O mercado é dinâmico e está em constante transformação. São mudanças na legislação, aumento do número de concorrentes, novas tributações e demandas que acabam gerando obstáculos no dia a dia da empresa.

Diante disso tudo, ter um planejamento sólido para prestar um serviço de excelência é mais primordial do que nunca. A reputação da empresa pode estar em jogo quando falhas logísticas acontecem. Além, é claro, de a lucratividade nos negócios ser prejudicada diante dos prejuízos e imprevistos.

Uma tendência que veio para ficar é a contratação de uma consultoria logística para atuar dentro das empresas. Essa atividade é focada em reduzir custos, otimizar a comunicação entre setores e garantir um atendimento de qualidade superior ao consumidor final.

No artigo de hoje, estarão alguns dos principais motivos pelos quais você deveria contratar uma consultoria logística. Confira tudo de bom que ela tem a oferecer.

Motivo #1: Destaque no seu segmento

Como mencionado anteriormente, a concorrência é cada vez mais acirrada. Isso é ainda mais preocupante em circunstâncias de crise. Apenas as empresas que investem em aprimoramento e atualização conseguem manter a saúde financeira e sobreviver aos tempos difíceis.

A consultoria logística cai como uma luva para quem quer se destacar em determinado segmento. Ela é capaz de identificar fragilidades e propor soluções que certamente farão com que a empresa seja uma referência no próprio nicho.

Motivo #2: Superação de problemas específicos

O serviço de consultoria logística consegue ver os processos operacionais da empresa como um todo, atuando em todas as suas interconexões. No entanto, essa contratação também é uma excelente oportunidade para a resolução de problemas específicos.

Digamos que a sua empresa tenha uma conta muito elevada no transporte de mercadorias. A consultoria vai encontrar caminhos e alternativas mais econômicas que possam diminuir os custos dessa área sem afetar negativamente na qualidade da atividade.

Motivo #3: Expertise técnica

Quem contrata uma boa consultoria logística conta com profissionais que têm a expertise técnica necessária para o seu negócio andar nos trilhos. A aprendizagem que essa experiência gera ajuda a aperfeiçoar processos a curto e longo prazo.

O consultor mostra aonde estão os problemas e opções variadas para que eles sejam sanados. Sem sombra de dúvidas, a sua maturidade profissional será outra depois dessa vivência.

Motivo #4: Novas soluções para problemas antigos

Independentemente de a sua empresa ser tradicional no mercado ou não, certamente há alguns probleminhas que lhe incomodam desde o princípio. Acabamos aprendendo a conviver com certas falhas e frustrações, ainda mais quando tentamos de tudo para superar a dificuldade sem obter sucesso.

Com a ajuda da consultoria logística para a empresa, a visão de alguém de fora pode ajudar a apontar soluções modernas que você talvez nem saiba que existam. Muitas vezes, o ajuste também acontece por vias que você já conhecia mas que não tinha pensado em usar naquela situação.

Motivo #5: Otimização de processos

Reestruturar seus procedimentos operacionais de tempos em tempos é saudável e necessário. É possível simplificar tarefas, automatizando processos que simplificam o dia a dia e reduzem seus custos.

Nesse sentido, mais uma vez o olhar “de fora” que a consultoria logística tem é importantíssimo. Ela propõe alterações que você pode aprovar ou não, mas que certamente vale a pena serem consideradas.

Motivo #6: Boa relação entre custo e benefícios

A consultoria logística pode custar menos do que você imagina. Ainda mais quando consideramos todas as vantagens e economias que ela tende a gerar.

Na realidade, a contratação de uma consultoria nem poderia ser vista como uma despesa. Ela é um investimento que rende bons frutos no presente e para o futuro da empresa. O retorno é garantido.

Motivo #7: Oportunidade de reestruturação

É um erro pensar que mantendo sempre o mesmo molde para os procedimentos internos da empresa garantirá a qualidade do produto ou do serviço prestado. Muitas vezes, essa teimosia pode gerar custos excessivos que poderiam ser evitados.

Além do mais, estagnação nunca foi sinônimo de sucesso. A consultoria é uma oportunidade de reestruturação para que a empresa se atualize e ganhe uma reputação ainda mais positiva entre os consumidores.

Essas foram as dicas de hoje. Se ficou alguma dúvida, é só deixar seu comentário! Até mais!

E se estiver considerando contratar uma consultoria logística, fale com a Deverhum Consulting e surpreende-se com o resultados.

Inteligência Artificial na Logística

A inteligência artificial (IA) possibilita que máquinas aprendam e se ajustem com suas próprias experiências, interpretadas em dados, e executem tarefas como seres humanos.

A maioria dos exemplos de IA sobre os quais ouvimos falar hoje, como computadores mestres em xadrez a carros autônomos, dependem de deep learning e processamento de linguagem natural.

A logística 4.0 busca conciliar todas essas possibilidades da IA, gerando soluções que visam principalmente a redução de falhas, assim como o esforço manual, automatizando processos. Continue lendo este artigo e saiba mais como a IA pode ser aplicada no setor.

Otimização de recursos e automatização dos processos

Toda inovação tem custos, principalmente quando falamos de mudanças tecnológicas, que é o que a inteligência artificial propõe. Neste sentido, é preciso estudar e pesquisar para ver se as melhorias trarão retorno para o negócio.

A IA trabalha a favor da otimização de recursos e automatização dos processos. Veja alguns benefícios dessa tecnologia:

Redução de falhas - Quanto menor a necessidade de trabalho manual, menor o risco de falhas no processo. Com a Inteligência Artificial muitos processos são automatizados permitindo que os parâmetros sejam ajustados de modo deixar a atividade à prova de erros.

Minimização de perdas – A redução de perdas é consequência tanto desse número reduzido de falhas que citamos, quanto pela otimização dos processos de modo geral. Neste novo cenário, não somente erros são mais facilmente identificáveis, mas outras circunstâncias adversas. Por exemplo: imagine que um cliente de e-commerce faz uma compra que deve ser entregue em sete dias, porém, quando chega a data limite de entrega, ele reclama que não recebeu a mercadoria. Ao averiguar a situação, você identifica que essa carga foi extraviada.

Com um sistema robusto de gestão de frotas, você localiza a carga facilmente, descobre não somente em qual processo ela foi extraviada mas também consegue identificar o motivo da falha, tendo a possibilidade de corrigir o erro para que não haja recorrência.

Neste exemplo, a empresa responsável pela venda precisaria ressarcir o cliente ou pagar por um novo produto. Além do ônus monetário, a empresa fica com a imagem manchada diante do mercado. Com processos mais precisos, erros como esse são minimizados.

Maximização de produtividade - Para atuar no mercado com um alto nível de eficiência e qualidade, os processos precisam ser robustos e, ao mesmo tempo, enxutos. Isso significa que sua operação precisa custar pouco e oferecer bons resultados, gerando vantagem competitiva. Com a IA, os processos são otimizados, deixando a operação mais ágil para melhorar os tempos de entrega aumentando a satisfação do cliente.

Redução de custos - Ser enxuto significa ter uma operação que trabalha no máximo de sua produtividade. Qualquer detalhe no processo é significativo: uma movimentação extra que faz com que um operador perca mais tempo, por exemplo, é um fator de perda de produtividade. Neste sentido, a mão de obra será mais aproveitada, fazendo com que os colaboradores gastem maior tempo em atividades de valor agregado.

As inovações tecnológicas que a inteligência artificial traz à logística 4.0 estão cada vez mais presentes nas empresas. Cada inovação significa maior vantagem competitiva e aumento da capacidade de satisfazer o cliente com a oferta de um serviço de alta qualidade e por um preço justo. Otimizar processos, reduzir custos e criar sistemas à prova de erros ditam o caminho que as empresas precisam trilhar para alcançar os melhores resultados.

Gostou desse conteúdo? Estão você também vai gostar de ler: Logística do Futuro | perspectivas para 2030!

Gestão de Compras

Entenda a Importância de uma Gestão de Compras Eficaz

Alinhar os objetivos de gestão de compras com as estratégias de negócio é fundamental para o bom desempenho de qualquer empresa.

Todas as decisões de compra têm influência direta sobre a rentabilidade e o crescimento de uma organização, e é importante garantir que o que se compra realmente agrega valor para a empresa. O conceito de valor, neste caso, depende diretamente dos objetivos estratégicos.

Se o objetivo da sua empresa for oferecer produtos com baixo valor, o foco da gestão de compras deve ser negociar com os fornecedores a fim de se obter os melhores preços. Por outro lado, se seu objetivo é aumentar a rentabilidade por meio da cobrança de preços mais altos em produtos de qualidade elevada, o responsável pelas compras precisa garantir que os fornecedores entreguem os melhores produtos possíveis.

Por que a gestão de compras é tão importante para uma organização?

O principal pilar de uma gestão de compras eficaz é o bom relacionamento com os fornecedores. Relacionamentos fortes e saudáveis com fornecedores geram vantagens competitivas para o seu negócio.
Quanto melhor você e seus fornecedores se conhecerem, maior a chance de você se beneficiar de serviços personalizados, preços diferenciados e condições especiais. Com isso, sua cadeia de suprimentos se torna mais eficiente, rentável e produtiva.

Uma gestão de compras bem feita pode trazer inúmeros benefícios para uma organização. Mas como em todo processo de gestão, os primeiros passos sempre exigem planejamento.

Tradicionalmente, o processo de Compras é orientado à execução, com pouco tempo dedicado a atividades mais estratégicas.

A efetividade do processo de Compras contribui fortemente para a geração de resultados para a empresa.

Planejamento na Gestão de Compras

O primeiro passo para conseguir uma gestão compras eficiente é cadastrar os produtos ou insumos disponíveis, organizando melhor o estoque e agilizando a procura por determinado item.

A partir deste cadastro, é preciso ter um planejamento com o registro de tudo o que foi comprado, o que foi vendido e o que restou em estoque. Esse controle é essencial para entender como está o fluxo de vendas, quais materiais têm mais saída e o que está parado no estoque.

É possível contar também com o uso de tecnologias nesse processo. Hoje, existem no mercado alguns softwares específicos para a gestão de compras, facilitando assim o monitoramento e acompanhamento dos processos.

Também é preciso saber questões sobre o armazenamento correto, se há algum prejuízo manter determinado produto em estoque. Com essa análise, é possível criar, por exemplo, estratégias para vender os produtos com baixa saída, promoções específicas de queima de estoque.

Compras programadas

Com todas as análises prontas e as estratégias traçadas, é possível programar suas compras, criando calendários para fazer pedidos maiores de produtos específicos em determinadas épocas, mantendo em estoque apenas produtos com maior giro, evitando aqueles com menor preferência pelo cliente.

As compras programadas são grandes aliadas no seu fluxo de caixa, já que você consegue melhores negociações de preços e a estimativa das datas de pagamentos.

Redução de Custos e Desperdícios

Um bom plano de compras é fundamental para quem precisa de matéria-prima para produção ou de material para revenda; reduz custos e desperdícios, afetando diretamente o seu cliente. Sem o devido cuidado, as falhas atingem do estoque às vendas e causam prejuízos às finanças. Por isso, é indispensável existir uma integração entre os setores de compras e estoque, aumentando as oportunidades de negócio.

A Deverhum Consulting desenvolveu um programa de treinamento em Strategic Sourcing cujo objetivo é proporcionar aos participantes um conjunto de métodos, procedimentos e ferramentas relacionados à gestão de fornecimento sob uma perspectiva estratégica voltado às necessidades de curto e longo prazo na organização, permitir troca de experiência entre profissionais de compras de diferentes segmentos de mercado. Para mais informações, clique aqui e entre em contato com um de nossos consultores.

Redução de Custos Com Logística

11 Dicas Para Manter Os Custos Otimizados Com a Logística

A gestão logística é fundamental para o sucesso de um negócio. Ela deve ser bem planejada, executada e controlada.

As boas práticas do setor devem ser adotadas pelos líderes empresariais para auxiliar na redução de custos, seja para uma empresa física ou online.

No artigo de hoje separamos 11 Dicas que podem contribuir no alcance deste objetivo. Boa leitura!

Conceitos Básicos De Logística

1. Desenvolva estratégias eficientes

Desenvolver rotinas mais eficientes e estratégicas que são uma necessidade constante nas atividades de qualquer gestor que deseja reduzir os custos logísticos do negócio.

Porém, para atingir esse ponto é essencial parar para racionalizar todos os processos envolvidos. Por exemplo: remessas que deveriam ir juntas são enviadas de forma separada para uma mesma região, em razão de atrasos ou outros problemas. Esse tipo de situação acaba gerando gastos desnecessários que poderiam ser facilmente evitados.

Outro exemplo: é comum que os veículos de carga iniciem o transporte com capacidade abaixo do limite. Isso causa aumento no número de viagens e, consequentemente, nos custos, já que mais viagens serão realizadas.

Fazer pequenos ajustes estratégicos como a elaboração de novas rotas, planejamento de pontos de carga e descarga de mercadorias, podem reduzir significativamente os custos com transporte.

2. Conheça os custos logísticos do seu negócio

A logística abrange diversas atividades, como: armazenamento, movimentação de materiais, estoque e transporte. É extremamente importante conhecer quais são estes gastos, pois isso exerce uma grande ajuda na tomada de decisões. Dessa forma, pode-se realizar um comparativo entre custos e orçamento, que ajuda a identificar pontos de desequilíbrio, que precisam de atenção e como direcionar as ações de redução. Além disso, a definição de metas torna-se mais eficaz, facilitando o acompanhamento dos resultados.

3. Racionalize as rotinas de entrega

Utilize um bom sistema de suporte, para gerenciar o tráfego dos itens. Isso evita a ocorrência de diversos erros que resultam em gastos, como despachar separadamente produtos que fazem parte da mesma compra (como já exemplificamos na dica 1) ou enviar pedidos trocados, por exemplo. Além disso, a utilização de uma ferramenta voltada para a elaboração de rotas pode ajudar a encontrar e definir quais são os percursos mais eficientes para as entregas, considerando o volume das cargas, os pontos de distribuição, o gasto de combustível etc.

4. Mantenha contato com diversas transportadoras

É recomendado possuir variadas opções de transportadoras para não ficar preso aos preços e condições de apenas uma. Isso permite que se negocie preços melhores, regiões de entrega mais interessantes e maior flexibilidade no volume de cargas. Possibilita também um melhor atendimento das necessidades do cliente, com variadas condições de frete e preços mais atrativos.

5. Considere formas de entrega alternativas

Dependendo das circunstâncias de entrega, como produtos de menor volume, torna-se mais lucrativo realizar o frete por meio de um modal alternativo. Existem diversas opções: carros menores, motos e, inclusive, bikes! Optar por meios alternativos pode ser uma maneira inteligente de reduzir os custos logísticos.

6. Utilize a tecnologia em seu favor

A tecnologia existe para facilitar nosso dia a dia. Nas empresas, isso não é diferente, muito menos no setor logístico. Investir em soluções tecnológicas pode trazer diversos benefícios como: redução de custos e desperdícios, mais agilidade nas entregas e melhorias nos produtos. Existem diversas soluções que podem ajudar a aprimorar a gestão logística e a diminuir os gastos. Leia também: Automação em Supply Chain: 7 motivos para implantar.

7. Monitore os contratos de frete

Depois do planejamento e da execução, uma etapa muito importante é o controle. Só assim é possível identificar o que está dando certo ou errado; as falhas, os lucros, os prejuízos, entre outros aspectos fundamentais para o sucesso do negócio. Desta forma, pode-se analisar a situação atual da empresa, o que permite maior facilidade na tomada de decisões e na formulação de estratégias mais eficientes.

8. Invista na terceirização logística

Uma recomendação é avaliar a possibilidade de uma logística terceirizada. Atualmente, há no mercado uma grande variedade de empresas que oferecem estes serviços. É importante escolher a mais adequada aos interesses e necessidades da sua organização. A terceirização gera diversas consequências positivas, como simplificação dos processos da empresa, melhorias na experiência do cliente e, principalmente, redução de custos logísticos.

9. Atenção à previsão de demanda

A previsão de demanda pode ser realizada com base nos dados da área comercial e da gestão de estoques. Ao cruzar essas informações, torna-se possível criar estimativas de qual será a procura dos clientes nos próximos períodos e organizar a aquisição de novos produtos. Assim, a composição do estoque passa a se basear na realidade do negócio, evitando problemas como faltas, excessos e desperdícios. Tudo isso influencia diretamente nos custos operacionais, na redução de perdas e prejuízos e na otimização do gasto do capital de giro da empresa.

10. Aplique a curva ABC na gestão de estoque

A curva ABC é um método de análise de estoque que classifica os itens por relevância de custos e de acordo com o impacto que estes causam no faturamento, no lucro e no giro. Grupo A: os produtos dessa classe costumam ter maior valor agregado, o que significa que a maior parte do faturamento (Normalmente com mais de 70% do faturamento), e possuem uma pequena quantidade de itens (normalmente cerca de 20%, ou menos), que devem ter um giro alto, e uma gestão bem focada neste itens. Grupo B: são os itens que representam cerca de 20% do faturamento e normalmente uma pequena quantidade de itens (cerca de 30%). Grupo. Grupo C: são os produtos de baixo valor (de 5 a 10% do faturamento), mas que são necessários para atender a procura de alguns clientes (normalmente em torno de 50% dos itens). Por meio dessa divisão, fica mais fácil identificar a composição ideal do estoque e evitar problemas como obsolescência, altos custos de manutenção de estoque e prejuízos com a aquisição de itens que ficarão parados.

11. Acompanhe indicadores de desempenho

Os Indicadores de Desempenho ou KPIs (Key Performance Indicators) são cruciais para que empresas acompanhem o desenvolvimento do negócio. Existem diversos índices que podem ser monitorados para diversos fins, como o nível de satisfação do cliente e o número de reclamações.

Contudo, para promover a eficiência e a redução de custos logísticos, não é necessário medir todos os KPIs que existem, mas saber monitorar os indicadores certos que vão, de fato, contribuir para a criação de um plano de otimização de recursos. Alguns dados que valem a pena ser acompanhados de perto são:

  • custo médio por viagem;
  • consumo de combustível;
  • custo com manutenções preventivas e corretivas;
  • índice de depreciação dos veículos;
  • sinistros;
  • índice de multas.

Os indicadores de performance são um importante termômetro que ajudam gestores a encontrar falhas operacionais. Com base nos resultados que eles apresentam, é possível realizar uma redução de custos inteligente, na qual gastos desnecessários são cortados e a eficiência é redobrada.

Dica bônus: invista em consultoria para redução de custos.

O trabalho da consultoria para redução de custos é mensurar todas as etapas do funcionamento e cadeia de valor de uma empresa e identificar que áreas podem sofrer cortes, sem comprometer o seu desempenho, imagem e eficiência na prestação de serviços. A Deverhum Consulting é formada por profissionais de larga experiência em soluções em Supply Chain e oferece modelos de consultoria e treinamentos para redução de custos logísticos para empresas de diversos segmentos do mercado. Clique aqui para solicitar mais informações.

Treinamento em Vendas: 6 dicas de ouro!

Treinamentos de Vendas preparam melhor os vendedores para o dia a dia comercial; e vendedores preparados vendem mais e melhor.

Por esse motivo, e também pela capacidade de um bom profissional, ou Empresa de Treinamentos, de despertar nos participantes a gana para vencer, depois de serem capacitados os profissionais de vendas sentem-se motivados para dar o seu melhor.

Dentre os principais benefícios do treinamento em vendas estão: a Melhoria nos resultados em vendas; Equipes mais motivadas; Clientes mais satisfeitos; Redução do turnover e Melhora da lucratividade do negócio.

Portanto, veja a seguir 6 dicas de ouro para fazer seu treinamento em vendas levar os melhores resultados para a sua empresa.

1) Não deixe para treinar somente quando as vendas estiverem ruins.

Treine constantemente, mesmo quando tudo parecer perfeito. É a continuidade do processo de treinamento que fará com que todos os benefícios citados anteriormente sejam possíveis.

2) Faça uma boa divulgação do treinamento.

É necessário dar a devida importância a esse investimento. Faça um bonito convite impresso e entregue pessoalmente aos participantes. Envie também um e-mail com um layout caprichado que valorize o evento. No final, providencie certificados com o nome de cada um e os entregue em uma pequena cerimônia.

3) Antes de escolher o treinamento ideal à sua equipe de vendas, saiba quais são seus pontos fortes e fracos.

Às vezes, o que você precisa fazer com que os pontos fracos tornem-se pontos fortes é oferecer um bom treinamento sobre esses temas à sua equipe.

4) Não deixe os líderes de fora do seu treinamento.

É papel deles garantir que os ensinamentos do treinamento se perpetuem. Para isso, eles precisam estar presentes em todo o processo.

5) Use os exemplos de sucesso a seu favor.

Simples histórias funcionam como excelentes fontes de inspiração e de conhecimento.

6) Ao mensurar os resultados do treinamento não se preocupe apenas com o retorno financeiro.

Preocupe-se com critérios mais subjetivos como motivação da equipe, desenvolvimento de atitudes e assim por diante. Isso é tão importante quanto o aumento no lucro. O retorno no longo prazo é surpreendente!

Além de treinamentos motivacionais, se faz também necessário a adoção de treinamentos técnicos para a equipe e seus líderes. Capacitações em S&OP - Sales and Operations Planning (Planejamento de Vendas e Operações, em português) são de suma importância para a maximização dos resultados. A Deverhum Consulting é referência em soluções de treinamentos e consultoria em S&OP. Clique aqui para solicitar uma proposta ou obter mais informações.