Logística do Futuro | perspectivas para 2030!

Logística e transporte do futuro: tecnologias emergentes que vão mudar o segmento e habilidades necessárias.

O mercado global logístico tem valor estimado em 4 trilhões de dólares. Desde 2011, é o setor econômico que cresce mais rápido, 7% ao ano. Diante dessa magnitude, é esperado que os serviços de logística estejam constantemente buscando inovação e tendências tecnológicas para se aprimorarem.

À medida que a logística assume um papel estratégico dentro das empresas, seus processos se desenvolvem e, com eles, a tecnologia usada para otimizar cada vez mais as operações.

Nesse sentido, a busca por inovações e desenvolvimento de soluções diferenciadas é constante. Já é possível saber o que se pode esperar para os próximos 10 anos no que diz respeito a tendências em logística.

Segue algumas dessas tendências e inovações:

1 - 4PL

O 4PL — Fourt-party Logistics, ou Quarteirização Logística — é uma abreviatura usada para definir o papel de uma empresa dentro de uma cadeia de suprimentos. Ela faz parte de um grupo contendo outras siglas, usadas para identificar cada participante, sendo elas:

1PL: fornecedor;

2PL: comprador;

3PL: operador logístico terceirizado;

4PL: gestor da cadeia de abastecimento.

Normalmente, aqui no Brasil, os serviços logísticos são feitos por meio de empresas terceirizadas, o que quer dizer que são realizados pelos 3PLs. Os 4PLs realizam uma gestão mais abrangente. Elas são relacionadas aos processos de uma gestão da cadeia de suprimentos — e não apenas de armazenagem e distribuição, como no caso do trabalho terceirizado.

O objetivo é evoluir as relações comerciais entre as empresas e seus parceiros de negócio, integrando-os em uma cadeia de suprimentos. Por meio da gestão 4PL, essa integração se torna mais eficaz, melhorando diversos aspectos da gestão e os resultados.

Assim, todos passam a competir no mercado como um grupo, tornando-se mais forte e aumentando a vantagem competitiva — em vez de cada empresa buscando seus resultados isoladamente.

2 - Habilidades no mercado de trabalho 2030

  • Habilidades, “sem diplomas”. Este é o novo mantra do mercado.
  • Paixão, ética, perseverança e a lealdade são muito mais importantes do que o nome da instituição superior em que você estudou.
  • Outra habilidade fundamental para o profissional do futuro - “mentalidade de crescimento”.
  • Pesquisa da Pearson “O futuro das habilidades: empregabilidade em 2030” mostrou que temos de nos preocupar menos com as profissões surgirão daqui pra frente, já que ainda não sabemos com toda certeza quais serão, e mais em como podemos nos preparar pra elas.
  • Profissionais de Logística – Continuarão a ter importância nas organizações, porém precisarão adquirir cada vez mais conhecimentos globais, inovação e tecnologia. Há algum tempo, era comum ouvir que a logística seria a profissão do futuro. Dizia-se que a logística deixaria de ser custo, para virar assunto estratégico dentro das empresas. Isso realmente aconteceu. Não é novidade, para os profissionais da área, de que os custos logísticos, no Brasil, chegam a 11,5% ou mais, o que é uma enormidade, se comparados a pouco mais de 8%, nos Estados Unidos, sem contar a infraestrutura totalmente precária, leis tributárias complexas e dezenas de outros problemas, que os profissionais de logística enfrentam todos os dias. Sendo assim, a logística, mais do que nunca, é tratada como prioridade nas empresas e podemos dizer que, em muitos casos, é fator de sobrevivência, pois sem uma logística estruturada e inovadora, é impossível ter competitividade.

O que muda?

Acreditar que aquela faculdade de 1ª linha vai garantir a sua vida profissional até você se aposentar. É preciso se reinventar todos os dias.

  • Nos próximos anos, muitos profissionais provavelmente encontrarão novos rumos em áreas completamente diferentes daquelas em que começaram.
  • O investimento em educação será a chave para a reconfiguração da própria forma de ver o mundo. E para a abertura de muitas portas.

3 - Impressora 3D

  • 40% dos produtores industriais e varejistas esperam que seus operadores logísticos tenham expertise em impressão 3D. Entretanto, apenas 19,2% já está usando a tecnologia em seus processos de fabricação.

Muito tem se falado sobre as impressoras 3D e em como elas podem imprimir modelos tridimensionais com a aparência e funcionalidade semelhantes às dos produtos originais.

Por meio delas, é possível descentralizar a produção de materiais e aumentar a capacidade de customização, já que ela elimina a necessidade de produção em larga escala de produtos padronizados.

Com isso, os itens poderiam ser produzidos localmente, fazendo com que não seja mais necessário despachar os pedidos por longas distâncias — substituindo essa rotina por trajetos menores, dos centros até o cliente final.

Além disso, as empresas poderiam eliminar a necessidade de manter altos estoques, já que a produção seria baseada na demanda, fazendo com que os produtos disponíveis sejam usados apenas como modelos.

Algumas regulamentações ainda precisam ser discutidas a respeito deste tema.

O que muda?

Alta customização e produção descentralizada

  • A impressão 3D promove produtores locais e regionais, além de permitir alto nível de customização para os produtos – não é mais necessária produção padronizada em larga escala.
  • Aumento nos despachos de curta distância.
  • Não haverá mais necessidade de despachar mercadorias para o outro lado do mundo, pois as mesmas poderão ser produzidas localmente. As longas rotas serão substituídas por trajetos curtos do centro de produção até o cliente. A armazenagem será digital.
  • Peças de reposição serão produzidas sob demanda, e estoques virtuais vão expor os modelos disponíveis.

4 - Internet das coisas

  • 26% das empresas de logística já estão utilizando tecnologia de comunicação máquina a máquina (M2M) – quando dados são transferidos em tempo real diretamente de equipamentos/terminais para monitoramento dos mesmos.
  • 47% das empresas do setor acreditam que a internet das coisas vai representar um gigantesco impacto no gerenciamento de logística e cadeia de suprimentos.
  • No que diz respeito às mudanças nas operações logísticas, a Internet das Coisas pode tornar o chão de fábrica mais conectado, permitindo monitorar em tempo real os processos industriais.
  • Além disso, ela facilitaria o controle das etapas logísticas, simplificando a identificação dos status das mercadorias (desde os fornecedores até a entrega nos clientes).
  • Com isso, a identificação de possíveis falhas seria muito mais eficaz e poderia se criar soluções para os problemas.

O que muda?

Chão de fábrica conectado

  • A internet das coisas permite identificar exatamente o que está acontecendo no ambiente fabril – performance das máquinas, consumo de energia, status do estoque e fluxo de materiais.
  • Visibilidade de mercadorias em trânsito.
  • Será possível acompanhar de perto todas as etapas logísticas.

Monitoramento de processos

  • A segurança e eficiência das pessoas e processos será aprimorada com a internet das coisas, que é capaz de prever problemas iminentes e cenários futuros que podem representar algum perigo.

5 - Drones

  • Sobre o uso de drones na logística, profissionais têm a seguinte opinião:
  • 36% acredita que entregas com drones serão realidade em 5 a 10 anos;
  • 6,3% acredita que em dez anos será um cenário comum;
  • 27, 3% considera pequena a chance de entregas com drones em 5 a 10 anos;
  • 5,88% acredita que isso nunca será realidade.
  • Por enquanto, 31% dos produtores e varejistas gostariam que empresas de logística utilizassem drones em suas entregas.
  • A Amazon idealizou um modelo de entrega por drones, para ajudar a reduzir os custos de transporte e o tempo para o produto chegar até o cliente. No entanto, vale ressaltar que a utilização dos drones para entregas em larga escala ainda enfrenta alguns desafios, o principal deles é o tempo total de autonomia no ar, já que se consegue cobrir, em média, um raio de 16km de distância entre o ponto de origem e o de destino. Além disso, existe a restrição de tamanho e peso, a adaptação dos dispositivos para acondicionar e transportar as cargas em segurança.
  • As autorizações necessárias para utilizar o espaço aéreo e suas regulamentações precisarão ser revisitadas.

O que muda?

Alívio urbano e rotas de curta distância. Menores custos e prazo de entrega, e aumento da satisfação dos clientes com os serviços prestados.

  • Drones podem desafogar o trânsito tirando veículos das ruas.
  • Uma rede de drones pode se encarregar das rotas de curta distância, atualmente um desafio logístico.

Expansão da área de entrega.

Empresas de logística poderão utilizar drones para monitorar e escoltar entregas valiosas, locais de risco e até localizar desaparecidos.

  • Regiões rurais, com pouca infraestrutura ou de difícil acesso serão incluídas no mapa de entregas.
  • O Google já tem um projeto piloto em teste de entregas rurais na região de Queensland, na Austrália.

Vigilância da infraestrutura.

6 - Armazenagem em 2030

  • Armazéns autônomos -> Com a escalada tecnológica, toda a cadeia de suprimentos se esforça para não ficar para trás e, em um exercício de futurologia, a Swisslog, uma divisão da Kuka Robotics, especializada em automação para logística, armazéns e centros de distribuição orientados ao futuro, projetou o que seria um armazém em 2030. O desenvolvimento da análise preditiva e a aprendizagem das máquinas, veículos autônomos e drones, robótica e impressão 3D também moldarão a armazenagem e a distribuição do futuro. A tecnologia desempenhará um papel significativo no fornecimento da velocidade e eficiência necessárias e na automação da movimentação de produtos de grandes armazéns regionais para centros de distribuição urbanos, permitindo ao mesmo tempo a recolha, carregamento e entrega mais rápida.
  • Perfil do consumidor -> As mudanças no comportamento do consumidor também podem servir de parâmetro para o futuro. Isso inclui o crescimento do omnicanal, no qual os consumidores se movimentam facilmente entre os canais e escolhem o que comprar e onde. Os clientes continuarão a exigir maior personalização e terão menos tolerância para atrasos na entrega. Quando compram algo, independentemente do canal, esperam receber no próprio dia.
  • Armazéns urbanos e compactos -> o armazém do futuro deverá aproximar-se dos clientes que atende. Prevê-se um crescimento dos centros de distribuição urbanos que ofereçam produtos próximos dos clientes dentro das grandes cidades para possibilitar uma entrega rápida e uma experiência omnicanal mais perfeita. O desafio para este cenário será ao nível das limitações aos mercados urbanos. Esta realidade levará à constituição de armazéns compactos e eficientes com estoques limitados, otimizados com base na análise preditiva e complementados com impressão 3D. O centro de distribuição urbano deve ser configurado para suportar a entrega no mesmo dia através de uma combinação de veículos autônomos, separação e carregamento robótico, drones e pontos de recolha móveis.
  • Armazéns compartilhados - As restrições de espaço, impostas pelos ambientes urbanos, provavelmente também irão impor um modelo de serviço compartilhado, para armazenagem, produçao e entrega.
  • Produção no armazém - O armazém urbano deve estar equipado para produzir produtos, armazená-los e transportá-los. Com maior customização no horizonte e amadurecimento contínuo da tecnologia de impressão 3D, o centro de distribuição urbano estará bem posicionado para imprimir produtos de acordo com a procura, empacotá-los e entregá-los, tal como acontece com os produtos estocados.

7 - Entrega antecipada

  • Mais uma vez, a Amazon entra como idealizadora de uma nova forma de entregar produtos aos clientes. A ideia, nesse caso, é que o produto já saia do estoque antes mesmo do consumidor efetuar a compra. Nesse caso, a empresa precisaria ter o controle do histórico das compras anteriores e das pesquisas realizadas, buscando atender a necessidade do cliente para aquele momento.

Se essa estratégia for bem implementada pelo negócio, ela pode tornar a análise preditiva ainda mais eficaz. Isso aumenta a possibilidade de encantar os clientes e conseguir deleitá-los. Isso se repete positivamente no momento de atrair novos consumidores com a propaganda positiva que essa operação pode gerar.

8 - Transporte em 2030

  1. Veículos autônomos para logística
  • 42% dos produtores e varejistas gostariam que suas empresas de logística utilizassem carros sem motorista para suas entregas.
  • Apenas 0,75% são capazes de oferecer o serviço e 1,5% têm expertise e conhecimento e planejam oferecer o serviço.
  • 12, 78% das empresas de logística têm algum conhecimento e 6,02% planeja oferecer os serviços.
  • Em 2030 estima-se que 40% dos veículos serão autônomos.
  • No mesmo conceito dos automóveis e ônibus autônomos, os caminhões semiautônomos fazem parte de um futuro próximo, porém dependerá da implantação de uma infraestrutura confiável e da adequação das legislações locais, adaptadas aos tempos modernos. Dotado de tecnologias de gerenciamento de condução inteligente, com o uso de sofisticados sistemas de câmaras, radares e eletro-hidráulico, o transporte do futuro tem o objetivo de tornar a viagem mais econômica e segura, além de mais agradável. A tecnologia pode ser aplicada nas diferentes formas de propulsão, como motor diesel, a gás, elétrico, híbrido ou a futura célula de combustível.
  • A economia de combustível vem, além de uma condução conforme os parâmetros de economia, por meio da comunicação com os semáforos, que farão com que o veículo não perca muito tempo nos cruzamentos; evitando o alto consumo de combustível gerado em partidas, e tornando as viagens mais rápidas.
  • A segurança é garantida pelas câmeras e radares que podem detectar um veículo parado ou pedestre atravessando a via até 200 metros adiante. O conforto para o motorista, além da viagem mais rápida, se dará por velocidades mais regulares, mais conforto e ambiente mais agradável, por uso de ferramentas, design e iluminação superior.
  • A presença do motorista na condução continuará sendo obrigatória, e ele pode assumir a condução do veículo sempre que quiser. Para o condutor, a jornada de trabalho será menos estressante, pois não precisará acelerar, frear ou mudar de marchas constantemente, apenas em condições específicas e em caso de emergência.

Um estudo da AXA UK estima que veículos autônomos podem economizar 34 bilhões de libras para a indústria logística.

  1. Exemplos de caminhões autônomos

Já podemos encontrar caminhões autônomos realizando viagens e tarefas específicas.

Um bom exemplo é o caminhão utilizado nas minas da Austrália. Robustos e com capacidade para transportar toneladas de terra e minério, eles já estão em operação desde 2012 e contribuíram para um aumento de 12% na produtividade da empresa.

Nos Estados Unidos, uma parceria entre a Uber e a Otto desenvolveu um caminhão que executou uma viagem de 200 quilômetros em apenas 2 horas e transportou mais de 45 mil latas de cerveja. Para que isso pudesse acontecer, foram instalados detectores a laser e uma câmera de alta precisão, assegurando que o caminhão trafegasse de maneira segura.

Além disso, no Brasil, a Volvo apresentou um modelo desenvolvido para a colheita de cana-de-açúcar. Na verdade, o veículo semipesado VM recebeu essa automatização e deverá ser produzido em escala nos próximos anos. Portanto, a ideia é que seja comercializado um kit que permita que essa tecnologia seja instalada nos caminhões.

Em geral, as pesquisas no setor estão avançando, principalmente com o intuito de desenvolver sistemas que simulem a ação humana e seus reflexos ao volante, como em freadas bruscas e desvio de obstáculos, como um pedestre distraído.

Além disso, há de se enfatizar que existem alguns obstáculos legais a serem superados e também questões de infraestrutura. Estima-se que, ao menos na fase inicial, será necessário criar faixas exclusivas para o tráfego desses veículos, evitando que eles possam colidir ou serem atingidos por veículos comuns.

  1. Quais os benefícios ele pode trazer ao setor de logística?
  • Redução do consumo de combustível

Um caminhão autônomo é projetado para cumprir com a rota da maneira mais eficiente possível. Como estamos falando de uma máquina, é possível determinar inúmeros aspectos que contribuem para a redução do consumo de combustível.

Assim, pode-se, por exemplo, determinar a velocidade média, evitar freadas bruscas e retomadas ineficientes, além de manter o motor trabalhando em um giro que favoreça a redução de gastos com combustível.

  • Maior produtividade no transporte

Outra vantagem expressiva é o aumento da produtividade do transporte. Em geral, há menos interrupções no trabalho, já que as paradas normais executadas pelos motoristas para descanso e alimentação, por exemplo, são eliminadas.

Na prática, o caminhão autônomo só deixa de trabalhar para manutenções e abastecimento. Isso permite que a produção seja aumentada e que as viagens e tarefas sejam executadas em menos tempo, sem que isso, no entanto, represente uma queda na qualidade logística.

  • Maior segurança nas operações

Grande parte dos acidentes envolvendo veículos de carga está relacionada à imprudência dos condutores. Desse modo, com a direção autônoma em uso, teríamos estradas mais seguras e entregas mais rápidas e de qualidade.

Os veículos podem ser programados para cumprir o trajeto em uma velocidade específica, não realizar ultrapassagens em locais proibidos e são equipados com recursos que evitam colisões e situações de risco.

Isso contribuirá não apenas para estradas mais seguras, como reduzirá os índices de perdas de mercadorias e, claro, os gastos com manutenção, seguros e indenizações em decorrência de acidentes.

  • Menor dependência de mão de obra qualificada

O uso de veículos autônomos reduz a necessidade de mão de obra qualificada. Apesar de parecer uma desvantagem para o mercado de trabalho, deve-se levar em consideração que o setor de logística tem passado por dificuldades para encontrar motoristas qualificados e experientes.

Desse modo, isso permitiria que as empesas do setor não sofressem tanto com essa escassez de profissionais e conseguissem manter um bom nível de produtividade. Lembrando que o uso desses caminhões não elimina totalmente o trabalho humano, visto que eles precisam ser monitorados.

  1. Características dos veículos autônomos no futuro
  • Design /Emissões -> uso de motores com emissão zero, design futurista, uso de materiais mais leves na construção dos Veículos, melhor acessibilidade etc.
  • Conforto -> Sistema de entretenimento em cada poltrona para ônibus rodoviários, carregadores de celulares em cada poltrona (já é realidade na Pássaro Marrom e Litorânea); com a População mais idosa, existe a necessidade do desenvolvimento de novas exigências que atendam uma população cada vez mais idosa e que possuem dificuldades de locomoção.
  • Compartilhamento - a frota de veículos deve diminuir, mas a distância percorrida por cada indivíduo vai crescer com a facilidade no compartilhamento das viagens e o preço reduzido do transporte. O aumento será de 23% na distância média percorrida por cada pessoa na Europa até 2030. Enquanto isso a frota da região tende a encolher das atuais 280 milhões de unidades para 200 milhões. Nos Estados Unidos o acréscimo será de 24% nas viagens, com a frota caindo de 270 milhões de veículos para 2012 milhões. Na direção oposta, na China o número de automóveis em circulação vai saltar de 180 milhões para 280 milhões nos próximos 12 anos.
  • Outro indicador interessante apurado no estudo é que, no mesmo prazo, 55% dos veículos produzidos no continente europeu serão elétricos. Das vendas globais, 95% terão algum tipo de eletrificação. Os mais jovens serão responsáveis por puxar o crescimento de soluções de mobilidade mais sustentáveis e convenientes nos próximos anos. Eles “os novos consumidores” adotarão rapidamente novas tecnologias, ainda que sejam complexas, se isso tornar a vida deles mais fácil.
  1. Ideias futuristas para transporte:
  • Robô guindaste balão - poderia revolucionar o transporte de cargas mundial. Os robôs poderiam transformar totalmente a economia de transporte, transportando até 90% dos bens mundiais de comércio, transferindo containers de navios sem a necessidade de quaisquer portos de forma rápida. O robô consiste de um corpo de elevação de carga, suspenso a partir de quatro cabos de carga que, por sua vez, se ligam a quatro cabos de ancoragem verticais. Esses cabos de ancoragem se unem com um enorme balão no topo para formar uma “pirâmide” – um design que permite que o robô guindaste se mova em qualquer lugar dentro desse espaço, encurtando e estendendo seus cabos de suspensão ou deslizando para cima e para baixo os cabos de ancoragem.
  • Hyperloop - projetar um veículo totalmente elétrico inovador, utilizando um sistema ultrarrápido de transporte de cidade a cidade que poderia levar passageiros ou cargas pequenas, de San Francisco a Los Angeles (613 km) em apenas 35 minutos. O Hyperloop é descrito como um tubo de aço elevado contendo cápsulas de alumínio que viajam a velocidades de mais de 1.200 quilômetros por hora transportando carros e pessoas, tudo alimentado por energia solar.
  • Transporte radioativo – Sistema que utiliza os benefícios do tório, um elemento em grande parte responsável por gerar o calor no centro da Terra. Enquanto a maioria das nações pesquisa tório para uso em usinas nucleares, a LPS tem um objetivo mais direto: construir um motor de carro alimentado por um único pequeno pedaço desse material radioativo. O motor funcionaria concentrando o calor emitido pelo tório e usando-o para transformar água em vapor, girando uma série de microturbinas e, consequentemente, eletricidade. Tório é incrivelmente denso, o que significa que oito gramas seriam capazes de alimentar um carro por mais de 100 anos.
  • Barco de supercavitação -> é um efeito criado quando uma camada de bolhas de gás é formada em torno de um objeto dentro de um líquido (imagine o casco submerso de um barco rodeado por bolhas). Essa camada reduz a fricção em até 900 vezes, permitindo que o objeto (nesse caso, o navio) se mova muito mais rapidamente do que o normal através da água. Claro que um barco desse seria um enorme trunfo para qualquer frota marinha. Além da alta velocidade com pouco combustível, um barco desse seria difícil para qualquer sonar detectar. Ele poderia até superar torpedos.
  • Veículo icônico - O transporte individual pode voar de 30 minutos a uma hora com uma velocidade máxima de pouco menos de 74 quilômetros por hora, além de atingir altitudes de 900 metros. O produto deve chegar primeiro para bombeiros e equipes de emergência, sendo desenvolvido para ser utilizado como um veículo de primeiros socorros.

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Entenda como o just in time impacta o processo da logística

Você sabe o que é Just in Time e como essa metodologia pode ser aplicada ao seu negócio? Conhece quais são as suas principais vantagens quando implementada de forma bem-sucedida?

O setor logístico está em constante aprimoramento. Os últimos anos têm sido muito importantes para o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de metodologias que contribuem para a execução das atividades. Neste post, confira quais resultados podem ser obtidos com esse tipo de mudança na gestão dos transportes. Boa leitura!

O que é Just in Time?

A metodologia Just in Time teve origem na empresa Toyota, ficando conhecida como Sistema de Produção Toyota. O seu desenvolvimento começou na década de 1960 em razão das dificuldades enfrentadas pelo Japão no período pós-guerra. Para conhecer mais sobre esse método, é importante refletir sobre as principais mudanças vividas pelo setor produtivo, como padronização da produção e dos processos de trabalho, organização eficiente do layout, redução de desperdício e aperfeiçoamento constante das atividades.

E quais são suas principais vantagens?

O impacto do Just in Time pode ser observado, principalmente, na gestão dos estoques e no relacionamento com os fornecedores. Veja a seguir.

Redução do estoque

Sob o ponto de vista desse processo, o excesso de materiais armazenados é uma desvantagem, já que demanda espaço, requer altos investimentos e aumenta os custos operacionais. Com a minimização do inventário, a produção passa a ser feita de acordo com a demanda de matérias-primas em cada etapa da produção. Por isso, o envolvimento dos fornecedores é fundamental para manter o fluxo de abastecimento de acordo com o que foi programado.

Evita o desperdício

Para muitas empresas, as principais perdas financeiras podem ser observadas durante a produção e, principalmente, com a manutenção de estoques elevados. O Just in Time muda esse cenário, pois requer a eliminação da prática de acumular.O aprimoramento da linha de produção também contribui para evitar o desperdício com produtos defeituosos que devem ser descartados ou refeitos, gerando novos custos. Portanto, a obtenção da quantidade mínima de insumo, peças, equipamento e mão-de-obra é vantajosa.

Favorece o fluxo de caixa

Os benefícios financeiros não ficam restritos à economia, mas também afetam o fluxo de receitas e o pagamento das despesas da empresa. Isso ocorre porque há o desembolso de recursos para pagar os fornecedores antes mesmo que as vendas possam ser realizadas.Esse desequilíbrio é capaz de causar problemas a longo prazo. Já a proposta do Just in Time garante que as compras sejam realizadas conforme a necessidade, evitando, dessa forma, gastos excessivos.Se você leu até aqui, já sabe o que é Just in Time e quais são as suas vantagens. Sem dúvida, a agilidade na gestão dos processos logísticos torna essa metodologia atrativa, porque simplifica processos e eleva a qualidade.

Gostou deste post sobre como o Just in Time impacta o processo da logística? Então, que tal aprimorar os seus conhecimentos sobre Logística e Supply Chain. Confira os últimos posts do nosso blog.

O conteúdo deste artigo foi publicado originalmente em Blog Logística.

Área de suprimentos: redução de custos sustentáveis e melhoria do nível de serviço

Muitos profissionais que trabalham na área de compras têm falado  em Strategic Sourcing, porém, não existe muito conteúdo sobre o assunto e poucos dominam o tema no meio empresarial.

Strategic sourcing é um método de aquisições que avalia os custos dos insumos antes da efetivação da compra. Entre suas variáveis, são analisados o poder de negociação com fornecedores, a importância dos materiais para a empresa e os níveis de serviço.

A IMAM treinamento desenvolveu um curso que tem como objetivo prover uma visão gerencial e tempo detalhada dos processos envolvendo a estruturação e a gestão da área de suprimentos a partir de um Modelo de Excelência.

O conteúdo desse treinamento irá abordar aspectos estratégicos da área de suprimentos, tendo como base a estratégia da organização, e aspectos práticos de gestão como relacionamento com fornecedores, gerenciamento de riscos e governança. Ainda dentro desse bloco serão apresentadas ferramentas como indicadores de desempenho e sua relação com o Balanced Scorecard.

O que será aprendido

  • Entender a cadeia de suprimentos;
  • Apresentação das melhores práticas para desenvolvimento de fornecedores;
  • Gerar o valor base dos itens comprados - aplicação do (TCO - Total Cost Ownership);
  • Como analisar o mercado fornecedor, aplicando a inteligência de mercado;
  • Desenvolver os canais de compras alinhados com a estratégia da empresa;
  • Desenvolvimento e templates de RFI/RFQ/RFP (Request for Information/Proposal/Quotation);
  • Como estruturar um modelo de contrato e implementação dos KPI´s de controle;
  • Quais as ferramentas de tecnologias disponíveis para garantir uma alta performance de suprimentos.

Benefícios

  • Nesse curso os participantes serão capacitados a criar uma estratégia de suprimentos alinhada com os objetivos estratégicos da organização.
  • Aprenderão a definir modelos completos para a tomada de decisão com base nos conceitos de Pacote de Valor e de Custo Total de Aquisição (TCO) e como envolver os stakeholdes no processo de avaliação e escolha do melhor provedor de produtos e serviços de acordo com as necessidades da empresa.
  • Ao final do treinamento os participantes terão uma visão detalhada do processo de desenvolvimento de fornecedores e gerenciamento de riscos tendo condições agrupar essas empresas em grupos de acordo com o seu impacto para o negócio. Conseguirão assim, estabelecer a melhor forma de gerenciar cada categoria de fornecedores otimizando os recursos internos da área de suprimentos.
  • Com os conhecimentos compartilhados nesse treinamento, os participantes poderão estruturar processos de concorrência robustos atendendo critérios rígidos de governança corporativa através do uso de ferramentas como RFI, RFP e RFQ e Matriz de Decisão.
  • Através da poderosa ferramenta de Strategic Sourcing os profissionais de compras conseguirão ser mais técnicos em suas avaliações e mais assertivos em seus projetos aumento o retorno financeiro dos seus projetos de redução de custos.

Quem deve participar

Para gerentes e supervisores de compras que desejam levar novas práticas para as suas organizações e alavancar seus resultados. Compradores que buscam desenvolvimento através do conhecimento mais profundo sobre as metodologias e ferramentas mais atuais disponíveis no mercado.

Informações Úteis

Data do Treinamento: 13/03/2019 e 14/03/2019

Horário do Treinamento: Das 8:00h às 18:00h

Valor promocional: R$ 2.000,00* em até 6x no cartão

Está incluso no preço do curso na sede do IMAM: coffee-break, material didático e certificado de participação.

Formas de Pagamento

  • Pessoa Física: Cartão de Crédito (Amex, Visa, MasterCard) em até 6 vezes sem juros
  • Pessoa Jurídica: Cartão de Crédito (Amex, Visa, MasterCard) em até 6 vezes sem juros ou boleto bancário em uma única parcela

Empresa Pública: Empenho, Cartão de Crédito (Amex, Visa, MasterCard) em até 6x s/ juros ou boleto bancário em uma única parcela

Está com dúvida: Ligue para nós: (11) 5575-1400 whatsapp: (11) 9.7550-8384

Dúvidas do Curso

Automação em Supply Chain

Automação em Supply Chain: 7 motivos para implantar.

Estar atualizado com os avanços tecnológicos e investir em medidas para reduzir custos e aumentar a eficiência estão entre os desafios para o aumento da produtividade do Supply Chain.

Desenvolver e Automatizar os processos da Cadeia de Suprimentos, desde a produção, armazenagem e distribuição, tem sido uma solução adotada por muitas empresas.

A automatização da cadeia de suprimentos garante grandes benefícios pois ajuda a reduzir os processos manuais repetitivos, gerando atendimentos mais ágeis.

Essa automação faz com que os gestores tenham mais ciência da empresa como um todo. A partir do momento em que automatiza, ganha mais recursos e tempo, podendo se preocupar com outras áreas gerenciais da empresa, inclusive na prevenção de riscos.

Elaboramos neste artigo 7 motivos para adorar a automação na cadeia de suprimentos. Continue e leitura!

Otimização de tempo

A partir do momento em que se implementa softwares de gestão, as tarefas passam a ser desempenhadas com muito mais facilidade. A automatização da cadeia de suprimentos permite que executivos façam melhorias contínuas em seus processos de compra e fornecimento.

Redução de trabalhos manuais

O trabalho manual talvez seja o maior vilão da produtividade. Ele exige dos colaboradores uma obrigação física, impossibilitando que desempenhem outras atividades, limitando suas capacidades, além de gerar riscos as condições de salubridade do trabalho. Ao informatizar processos repetitivos, que não tenham necessidade real de alguém desempenhando a função, o gestor deixa sua equipe mais à vontade para se dedicar a tarefas mais valiosas, que agreguem valor aos seus produtos e serviços.

Mas agilidade no Gerenciamento de Inventário

Atualmente, empresas eficientes devem dominar a arte de gerenciar o inventário. Antecipar-se as necessidades do mercado para equilibrar o estoque com a demanda real, evitando assim que os produtos fiquem parados.

Aumento de produtividade

Há diversos fatores que afetam a produtividade dos funcionários, e boa parte provém da sensação de não está fazendo algo útil, gerando desmotivação. As pessoas buscam estar envolvidas em tarefas que sejam desafiadoras, que exijam o máximo da sua capacidade, e que onde os resultados do seu desempenho seja reconhecido. Quando o gestor reduz a carga de trabalho enfadonha dos seus colaboradores, eles passam a ter mais tempo para se aperfeiçoar nas atividades que desempenham, estimula sua criatividade, tornando-se mais produtivos e eficientes.

Redução da porcentagem de falhas

Um sistema automatizado pode gerar ordens de compra, organizar documentos “físicos” e o preenchimento de cadastros sem erros, evitando que o profissional se distraia ou perca tempo refazendo a atividade. Por tanto, tarefas repetitivas e que exigem maior precisão devem ser feitas por softwares.

Mais condições de negociações com fornecedores

Quando a equipe não conta com monitoramento de dados, ela constantemente se perde em meio a negociações longas e infrutíferas. Mesmo quando se trata de uma negociação recorrente, a falta de informatização impede o acesso a esses dados. Por isso, o compartilhamento de informações é algo de grande importância nas negociações da cadeia de suprimentos. Em vez de fazer e refazer as cotações a cada nova necessidade, o funcionário passa a se dedicar em conseguir repetir a última negociação ou até mesmo melhorar as condições junto ao fornecedor antes obtidas. Isso gera economia de tempo e dinheiro.

Mais capacidade na tomada de decisões

A automação do supply chain pode fornecer informações valiosas e em tempo real para melhorar a tomada de decisão. Ao apresentar planilhas e relatórios em um clique, os sistemas automatizados evitam prejuízos e gastos desnecessários, além de garantirem mais segurança no controle de dados.

A Deverhum Consulting é um dos principais fornecedores de soluções em Supply Chain de grandes empresas, formada por profissionais de larga experiência na entrega de resultados esperados.

Somos uma consultoria com foco em melhoria de processos logísticos e de suprimentos. Desenvolvemos projetos de redução de custos em todas as áreas.

Para mais informações, entre em contato conosco.

O que é Supply Chain Management

Afinal, o que é Supply Chain Management?

O Supply Chain Management (SCM), ou ‘Gestão da Cadeia de Suprimentos’ em português, é uma nova concepção de como fazer logística, de forma a atender altos níveis de serviços, com o menor custo possível, visando criação de valor para os clientes e vantagens competitivas para o negócio.

O Conselho de Profissionais da Gestão da Cadeia de Suprimentos (do inglês, Council of Supply Chain Management Professional – CSCMP) define a Gestão da Cadeia de Suprimentos como “o planejamento e a gestão de todas as atividades associadas à logística interna e interorganizacional, bem como a coordenação e colaboração entre todos os parceiros da cadeia, sejam eles fornecedores, prestadores de serviço ou consumidores”.

Muitos profissionais definem o termo como um sinônimo para Logística. Porém, a definição de Supply Chain Management é mais ampla do que isso. O conceito de SCM surgiu como uma evolução natural do conceito de Logística. Enquanto a Logística representa uma integração interna de atividades, o Supply Chain Management representa sua integração externa, pois estende a coordenação dos fluxos de materiais e informações aos fornecedores e ao cliente final.

Sua complexidade torna indispensável o uso da tecnologia. Afinal, não se pode conceber a gestão de operações interligadas e de naturezas distintas que dispense os recursos mais modernos.

Assim, a Tecnologia da Informação (TI) é uma fundamental aliada do SCM.

Quais áreas o Supply Chain Management abrange?

A natureza multidisciplinar que caracteriza a Supply Chain é evidenciada pelas diversas áreas, elementos e especialidades que compõem suas etapas, com destaque para:

  • Pessoas
  • Modais de transporte
  • Dados
  • Equipamentos
  • Documentos
  • Insumos
  • Organizações/Empresas.

A interdependência de cada uma dessas áreas é o que faz da Supply Chain uma extensa rede que exige uma elevada capacidade analítica detida sobre dados.

Por exemplo, não se pode conceber a cadeia de suprimentos sem entender como os modais de transporte se integram aos outros agentes. Da mesma forma, não se pode ignorar o contexto dos recursos humanos dentro das operações, desenvolvendo novos métodos de treinamento, aperfeiçoamento e gestão de pessoas, de forma a otimizar resultados.

Toda empresa pode e deve buscar o aperfeiçoamento dos seus processos logísticos e das operações dentro da cadeia de suprimentos.

Ao mesmo tempo, todo profissional deve perseguir o seu desenvolvimento, investindo na qualificação para fazer frente aos desafios.

A evolução contínua é a única resposta possível, diante de desafios crescentes e da complexidade do setor.

Mantenha-se informado, busque as melhores referências e veja seus resultados melhorarem gradativamente.

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alta performance em Supply Chain

Como atingir alta performance em Supply Chain?

Com a evolução tecnológica e da internet, a multiplicação de negócios virtuais (e-commerce), clientes com mais acesso à informação, mais exigentes, e a constante necessidade de reduzir custos e otimizar processos…

…cada vez mais organizações investem em inovação na logística pois entendem que ela precisa operar com o máximo de qualidade e eficiência possível.

As operações logísticas passaram por uma importante evolução nas últimas décadas. Com o tempo, o mercado percebeu seu impacto na performance de um negócio. Muitas empresas já têm o Supply Chain como seu core business.

Contudo, tem sido um desafio para os gestores do setor adotar práticas de supply Chain que realmente agreguem valor e tragam competitividade e seu negócio. Afinal, o que é realmente necessário ser feito para que a cadeia de suprimento atinja a alta performance?

Neste artigo, apresentamos 6 dicas de como gerenciar as operações de supply chain com mais qualidade e eficiência. Continue lendo!

1. Capacite sua equipe

As pessoas são o maior ativo das empresas, portanto, investir em capacitação profissional da equipe é um dos itens que mais colaboram para a alta performance em supply chain.

Enquanto tecnologias contribuem para otimizar processos cotidianos, nada substitui a criatividade e talento humano. Poder contar com colaboradores motivados que entregam um serviço de qualidade faz toda a diferença nas operações de um negócio.

Portanto, aposte em treinamentos e outras modalidades de endomarketing com seus colaboradores e surpreenda-se com os resultados.

2. Busque sempre as melhores práticas

Com a consolidação da tecnologia, redes sociais, entre outras inovações, o mercado mudou e o perfil dos consumidores também. Assim, empresas precisam se adaptar a novas demandas e cenários. Estar sempre bem-informado sobre novos modelos de serviço, operações e boas práticas é fundamental.

Por isso, gestores devem buscar participar de eventos e conferências, ler artigos e pesquisar sobre o que as corporações que são referências no mercado estão fazendo para aprimorar seu desempenho em logística.

A prática do benchmarking é muito útil para entender as novidades e absorver o que de melhor está sendo feito no mercado e, assim, se manter alinhado com as práticas mais modernas.

3. Otimize processos

Constantemente, falhas de processos resultam em gargalos, falhas e perdas em toda a cadeia de suprimentos. A cadeia é composta por muitas operações complexas, portanto, a organização estruturada das atividades e suas respectivas etapas, de forma clara e objetiva, fazem toda a diferença para atingir a alta performance.

Saber exatamente o que deve ser feito em cada situação, é fundamental. Dessa forma, os gestores têm a segurança de que tudo funciona adequadamente e que as atividades seguem em fluxo adequado e contínuo.

Da mesma forma, processos alinhados contribuem para que a empresa cumpra prazos e promessas para o cliente. A organização das etapas contribuí para a identificação de erros e redução de custos, uma vez que há melhor aproveitamento de tempo e recursos.

4. Reduza custos sem comprometer resultados

Reduzir custos de forma inteligente um desafio para qualquer empresa. Muitos gestores apenas olham para a importância de controlar gastos em momentos de crise quando deveria ser um cuidado constante.

Mas reduzir custos não significa apenas eliminar etapas ou substituir materiais por outros mais baratos. É preciso que esse processo seja bem pensado, e que a economia não comprometa a qualidade. É necessário adotar tecnologias que automatizem atividades, facilitem o poder de decisão e sejam capazes de aproveitar melhor os recursos da instituição.

5. Modernize a cadeia e Invista em Inovação

Para operar em alta performance, a gestão logística precisa ter mais controle dos processos, informações e etapas a fim de tomar decisões mais rápidas e assertivas. Nesse sentido, a tecnologia pode ser uma importante aliada na forma de um sistema especializado da supply chain.

Com o suporte de uma solução digital, os gestores terão mais visibilidade e poderão atender com mais precisão e agilidade as diferentes demandas da cadeia de suprimentos, obtendo melhores resultados para o negócio.

Além de automatizar processos, a tecnologia busca sempre oferecer novidades para o setor da logística que são realmente determinantes para que uma empresa tenha mais competitividade e relevância no mercado.

Por exemplo, ferramentas como a criação de mapas inteligentes e rastreamento de cargas são soluções que fornecem dados em tempo real sobre trajetos e o status da movimentação de uma mercadoria, agregando mais valor para o atendimento ao cliente, o planejamento estratégico e a gestão de riscos, contribuindo para a alta performance.

6. Monitore os indicadores de performance corretos

Como saber se os resultados de uma empresa estão atingindo a alta performance? Ter metas claras e acompanhar o desenvolvimento de um negócio de perto é essencial.

O caminho ideal para isso é definir e monitorar as KPI (Key Performance Indicator) adequadas que forneçam dados concretos e bases precisas para tomadas de decisão mais assertivas e insights que permitam um entendimento aprimorado do negócio, do mercado e das tendências.

Acompanhar os indicadores corretos é fundamental para se saber exatamente o que deve ser melhorado e como se planejar para alcançar objetivos.

Se você gostou deste artigo, você também terá interessem em conhecer Os 9 Erros mais comuns da Logística Empresarial.

Erros da Logística Empresarial

Os 9 Erros mais comuns da Logística Empresarial

Erros de logística dentro das organizações são responsáveis por diversos prejuízos financeiros, além de perdas de oportunidade e até mesmo cancelamentos de contratos.

A falta de planejamento das operações podem gerar problemas como baixa de veículos por falta de manutenção, falha no cumprimento de prazos de entrega, perdas de encomendas, falta de materiais, entre outros.

É necessário que as organizações fiquem atentas a erros previsíveis nos processos logísticos, pois se estes não forem evitados ou corrigidos a tempo, a credibilidade frente aos clientes e parceiros poderá ser gravemente comprometida.

Continue com esta leitura e veja 10 erros mais comuns da logística empresarial para se evitar.

1. Falta de um planejamento logístico eficiente

Os gestores tendem a deixar de se preocuparem com o desempenho da empresa quando os resultados estão bons. Essa atitude pode levar a problemas, pois o mercado oscila com frequência, inclusive por motivos que não se relacionam com o seu negócio.

Todo processo logístico abrange várias etapas, sendo algumas complexas. Um transporte, por exemplo, precisa de um planejamento de rotas para fornecer os melhores resultados com os menores custos possíveis.

E todo bom planejamento precisa contar com indicadores de performance (KPIs) e métricas claras para monitorar o desempenho do negócio, a produtividade, as vendas e a qualidade dos produtos e serviços. Diante deste conhecimento prévio é possível encontrar alternativas em períodos de baixa.

2. Baixo preparo da equipe

Um erro bastante comum nas organizações é se preocupar treinamentos da equipe de vendas, para aumentar comercialização de produtos e serviços. Porém, a equipe de logística também precisa estar bem preparados para atender os clientes e fornecer uma experiência de compra de excelência.

Os colaboradores precisam aplicar as boas práticas de gestão de estoque e ciclo de pedidos para garantir que tudo ocorra dentro do planejamento. O resultado da venda será negativo se o produto chegar ao consumidor com atraso ou com avarias.

Uma equipe capacitada domina as operações do fluxo da cadeia produtiva e realiza as atividades com eficiência e eficácia. Essas características elevam a satisfação do consumidor e possibilita a sua fidelização.

3. Falta de pontualidade no cumprimento de prazos

Este erro está intimamente ligado aos erros anteriores, mas devido sua importância, merece uma posição de destaque. A falta de pontualidade no cumprimento dos prazos pode ser tanto uma falha no planejamento gerencial quanto de na capacitação de funcionários, e é um ponto bastante crítico dentro das empresas. Por isso precisa ser encarado pelos diretores e gestores como prioridade máxima a ser resolvida, pois, caso não seja, a empresa colocará em risco a manutenção dos clientes e sua reputação no mercado.

4. Não investir em tecnologia e automatização

Os softwares de gestão logística reduzem e facilitam processos em toda a cadeia.

Assim é possível ter uma maior visibilidade dos dados e obter mais precisão nas informações, evitando erros, desperdícios, inconsistências, extravios, etc.

A tecnologia permite que gestores possam realizar ajustes necessários para garantir que os processos sejam executados adequadamente. Além disso, outro benefício está na segurança, possibilitando o monitoramento de cargas e consulta de envios e coletas em tempo real, garantindo a entrega.

Os procedimentos manuais são os maiores vilões do crescimento de uma empresa. Toda automatização que preserve a qualidade do serviço ou produto final merece o investimento.

5. Problemas de comunicação entre departamentos

Sem dúvida esse é um dos erros mais graves e que pode ocasionar muitos prejuízos. Quando há ruídos na comunicação entre diferentes setores de uma empresa, a possibilidade de uma atividade interferir negativamente em outra é maior.

É fundamental que haja sinergia entre todos os setores. O gestor deve trabalhar de modo integrado à sua equipe e a outras áreas, sendo um canal de comunicação direto. Além disso, é importante incentivar os colaboradores a exporem suas opiniões e compartilharem ideias. Isso aumenta o engajamento e a motivação.

A comunicação bem estruturada ainda evita maus entendimentos e falta de registro das informações.

6. Ter altos custos com atividades operacionais

As tarefas diárias podem consumir bastante tempo de profissionais qualificados para executar atividades mais específicas. Uma boa solução nestes casos é a terceirização. Contar com parceiros especializados nas atividades operacionais facilita a execução dos processos e permite criar outros mais transparentes, auditáveis e padronizados. O resultado é a redução de custos, o que leva a uma vantagem estratégica.

7. Falha na previsão de demandas

As empresas precisam prever a demanda de modo assertivo para evitar custos desnecessários por estoque excessivo ou escasso. É fundamental conhecer o mercado, bem como sua sazonalidade, e antecipar-se a informações sobre demanda ou retração.

A gestão do estoque é um ponto fundamental na logística e pode impactar o preço do produto e a lucratividade do negócio de modo significativo. É necessário contar com um controle de entrada e saída de itens bem estruturado.

Para isso, é necessário estudar os relatórios de vendas e identificar os produtos e serviços com maior e menor giro. Essa avaliação também permitirá analisar os clientes que diminuíram as compras na sua empresa. Assim, será possível tomar medidas para reconquistá-los.

8. Não controlar rigorosamente os custos

É de fundamental importância acompanhar de perto os custos operacionais. Dessa forma, é possível identificar se alguns dos custos podem ser reduzidos, sem que prejudique a qualidade dos serviços oferecidos. Por exemplo: redução de horas extras da equipe ou minimizar o uso da frota.

9. Ignorar os resultados

Complementando o que foi dito no primeiro item dessa lista, sobre os gestores tenderem a deixar de se preocupar com o desempenho quando os resultados estão bons, mensurar estes resultados em qualquer circunstância possibilita identificar ajustes necessários que possam ser executados, seja para corrigir ou otimizar processos.

Analisando esses 9 erros da logística empresarial, fica fácil identificar o que é necessário para que sua empresa atinja resultados mais eficientes.

E a sua empresa, comete algum desses erros? Se a sua resposta é sim, precisa mudar os processos agora mesmo!

Uma consultoria empresarial pode ser a resposta que você precisa para não comentar mais erros, ou evitá-los. Fale com nossos consultores!

Supply Chain e Logística

Qual a diferença entre Supply Chain e Logística?

É comum a confusão entre os conceitos.

Apesar da expressão inglesa “Supply Chain”, ou “Cadeia de Suprimentos” em português, ser um conceito relativamente novo, ela tem sua origem no surgimento da logística como objeto de estudo em 1950.

Enquanto a logística tem seus esforços concentrados no transporte físico de mercadorias e em todo o suporte necessário para que isso ocorra, a supply chain vem com uma visão mais ampla, planejando todo o fluxo do produto e sua relação com o negócio e os clientes.

Quer ter uma ideia mais clara sobre essa diferença? Então continue lendo este artigo!

Afinal, o que é a Logística?

Basicamente, a logística é responsável pela movimentação dos produtos de um lugar para o outro e por toda a documentação ligada a esses processos. Tem raiz na Era Napoleônica: época de guerra que necessitava da locomoção de bens militares e de suprimentos. Evoluiu ao longo dos anos para lidar com a dinâmica dos produtos da empresa até o consumidor final.

Essas atividades, portanto, passaram a englobar não somente o transporte em si, mas também a análise estratégica para definir os meios mais eficientes e adequados a cada tipo de produto, o uso das tecnologias de transporte e rastreio, gestão de riscos e o controle de cargas e descargas.

E o que é Supply Chain?

O Supply Chain representa todas as atividades de compra de insumos e produtos, transporte, estocagem, infraestrutura, transformação, embalagem, gerenciamento interno, venda e distribuição aos clientes e até mesmo a processos relacionados à criação de novos produtos, atendimento ao consumidor, controle financeiro e ao marketing.

O conceito da cadeia de suprimentos cresceu a partir do campo da logística nos anos 1980 como um processo mais estratégico, abrangendo todos os aspectos de como as empresas fornecem matérias-primas, produtos de manufatura e distribuição para revendedores e clientes.

Logística é parte integrante da Cadeia de Suprimentos

De modo geral, a logística inclui:

• Transporte de entrada;
• Armazenagem;
• Transporte de saída;
• Execução;
• Logística Reversa;

Enquanto o Supply Chain Inclui:

• “Logística”;
• Fabricação;
• Compras / Aquisição.
• Planejamento de demanda;
• Planejamento de fornecimento;
• Gerenciamento de estoque;
• ERP;
• Melhoria contínua;

E quais são os benefícios de uma gestão eficiente de Supply Chain?

Dentre muitos, podemos resumi-los em três: redução de custos operacionais, aumento de receita e aprimoramento de serviços.

Não é à toa que a supply chain tem alçado um papel estratégico de suma importância nas organizações.

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Transformação Digital

Tsunami de Possibilidades

Devemos investir primeiro nas ““necessidades” ou nas “possibilidades”?

Por *Paulo Eduardo Corazza

Tempestade Perfeita – O rápido surgimento de novas tecnologias modificam demasiado nosso ambiente de negócios criando o que se tem chamado de “tempestade perfeita” (ref. livro The Perfect Storm , lançado em 1997, quando o uso da expressão se intensificou, aplicando-se a qualquer evento em que uma situação é drasticamente agravada em decorrência de uma combinação excepcionalmente rara de circunstâncias).

Tempestade significa tormenta, uma chuvarada de novos problemas a serem enfrentados, sem dúvida, e o uso potencial dessas novas tecnologias e práticas criam enormes desafios recheados de dúvidas, tanto para quem é de tecnologia como muito mais para quem é do negócio.

Essa tempestade no caso é formada pelo avanço das tecnologias como Mobilidade, Internet das Coisas (IoT), Cloud Computing, Analytics, Inteligência Artificial, Blockchain, Computação Cognitiva, 3D Printing; e quando combinadas criam um novo universo digital para pensar e atuar.

Olhando pelo lado positivo, criamos o mundo das “possibilidades”. Abrem-se novas oportunidades para questionar e melhorar a forma como as coisas são criadas e consumidas hoje em dia e para o futuro. Um novo conjunto de demandas surge junto com o desafio de como iremos atendê-las. É uma nova agenda a ser mantida.

Campo das Possibilidades

Para tentar entender o que seria essa agenda de inovação, precisamos refletir sobre alguns pontos de nosso ambiente de negócios pensando nas possibilidades:

  • Seria possível levar o negócio para novos e promissores rumos e/ou a patamares mais altos?
  • Pensando no Cliente, se pudéssemos “ouvir literalmente” o cliente e efetivar uma venda de ponta-a-ponta por canais digitais, isso aumentaria sua satisfação e as vendas?
  • No âmbito industrial, seria possível evitar perdas de produção a partir de sintomas das linhas de produção? Seria possível “conversar” com as máquinas como os médicos fazem com seus pacientes? Há como ‘vacinar” as máquinas para não pararem?
  • Será que eu, como Gestor, sei que as regras do negócio foram corretamente aplicadas?
  • Como posso inovar mantendo ou arriscando pouco o que já conquistamos? Quais mudanças podemos fazer já? Quanto custaria? De onde vou tirar orçamento para isso?
  • Devo “pagar pra ver” ou “o fornecedor tem que investir primeiro?”
  • Devo usar start-ups para surfar essa onda de experimentos sem atrapalhar meus projetos ?
  • Como conduzir a integração dos experimentos que deram certo com meus processos atuais (e “antigos”)?
  • Como dar dimensão corporativa e fazer com que os projetos experimentais ganhem escala?
  • Minha empresa, os executivos e as pessoas da operação estão preparadas e capacitadas para essa transformação?

Muito provavelmente estas perguntas nunca foram feitas internamente ou várias ainda estão sem resposta. Pensar em inovação apenas como resultado de uma tempestade parece algo negativo, não faz sentido em si, muito embora as dores de cabeça de muitos executivos só aumentam quando se tem que falar sobre investimentos já conhecidos disputando espaço com a inovação numa mesma pauta. De qualquer forma essa agenda de inovação é importante e precisa ser considerada.

Investir nas Possibilidades

Os investimentos em capacitação pensando primeiro nas “necessidades” ou nas “possibilidades”?

O investimento “de sempre” foi feito para criar capacidade de operar o “core business”, suportar decisões de necessidades que já sabemos, seja para hoje e para um futuro previsível. Exemplos disso são projetos de atualização das aplicações empresariais (ERP), na automação de fábrica ou de lojas, comércio eletrônico e sistemas analíticos, focados quase sempre em manter ou melhorar a eficiência e expandir mercados e vendas. Cabe lembrar que eficiência sempre tem um limite: 99,99% e aí para.

O orçamento de investimentos TI e de Negócios são anualmente definidos separadamente, conhecidos e sempre sob pressão, pois estão atrelados aos resultados potenciais ou reais de negócio. Se vão bem, tem dinheiro, se vão mal, bem… “segura a mão”. Mesmo assim, tem sido difícil decidir onde investir mesmo quando sabemos ou prevemos os resultados.

Ocorre que, na maior parte das empresas que consideram inovação importante (e são poucas!), ela aparece como uma agenda paralela aos dos projetos tradicionais e quase sempre de responsabilidade de TI e ela quase sempre perde prioridade, não está no orçamento. Nem de TI e nem do Negócio.

Mas deveríamos ter um orçamento de inovação para TI e outro para o Negócio? Deveriam existir agendas separadas para inovação e a tradicional, que toquem os investimentos de negócio mais tradicional ? A resposta para isso é que a agenda deve ser única.

Agenda de Transformação Digital

O que parece estratégico e urgente é conhecer e testar essas novas tecnologias já – ou o quanto antes – para criar possibilidades de revitalizar o negócio ou até modelos inéditos e disruptivos. Isso irá induzir novas necessidades a serem atendidas (que ainda não sabemos quais e nem exatamente como), criar novas capacidades, modificar ou descontinuar práticas e recursos. E fazer isso antes dos concorrentes, obviamente.

O exercício obrigatório dos executivos de TI e de Negócios é entrarem juntos nessa tempestade perfeita que está em curso. Há que se destinar uma pequena parte do “investimento core” para projetos de inovação, mesmo sabendo que o pay-back muitas vezes será de difícil comprovação. Estamos inseridos no contexto global e essa tempestade vem em forma de “tsunami” destruindo as “casas mais frágeis ou despreparadas”. Por aqui no Brasil, nesses tempos de crise e de baixo crescimento, sobra pouco para explorar possibilidades, assim precisamos ser ainda mais criativos e colaborativos.

Deve-se aproveitar que os recursos tradicionais sofrerão revitalização em algum momento e parte desse orçamento pode ser revisitado. Podemos sim contar com a ajuda de grandes fornecedores e start-up´s interessados em desvendar novos caminhos, mas a empresa deve ser líder dessa transformação, e não ficar dependentes de sua boa vontade, pois não construiremos o nosso caminho, não veremos a transformação acontecer de verdade.

Uma forma correta para unir forças é ter uma Agenda de Transformação Digital, única, da empresa e não de TI. Essa agenda deve trazer a inovação como bandeira, juntando orçamentos de TI e Negócios, conduzindo ações estratégicas que busquem investigar possibilidades, atender necessidades, manter e criar novas capacidades, expandido pouco-a-pouco, como numa jornada. Essa jornada deve ser percorrida de forma conjunta com visão única de médio e longo prazos; mas com ações simples, de curto prazo e de baixo investimento que mostre caminhos para viabilidade, mas sem compromisso de pagar a conta da jornada toda logo de entrada.

Um fator crítico de sucesso além de ter a agenda clara, é realizar uma gestão integrada. Estes projetos não são projetos de TI e sim do negócio. Deve-se fazer uso de métodos ágeis e criativos, que coloquem todas na mesa sala, buscar engajamento top-down e bottom-up, consumindo investimentos com menores riscos que permitam redirecionamento em função dos resultados; buscando objetivos de sustentação e de expansão das fronteiras das empresas e dos negócios. A hora da Transformação Digital é agora. Tsunami à vista.

Sua empresa já tem uma agenda assim ?

*Autor: Paulo Eduardo Corazza – Consultor em Supply Chain e Transformação Digital. – Nov. 2018.

Leia também: Indústria 4.0 – Por que precisamos nos reinventar?