Quando o BPO em Compras é a Melhor Estratégia

O BPO refere-se um tipo de processo presente nas empresas que possuem o objetivo de elevar a eficiência de suas operações produtivas com baixo ou médio investimento.

Dentre os principais objetivos iniciais, a empresa busca otimizar serviços e aprimorar melhores formas de colaboração com outras empresas em prol da criação de parcerias.

Atualmente, sabemos que a aplicação da tecnologia digital e da tecnologia da informação é possível realizar os trabalhos e executar determinados projetos em diferentes lugares fora da empresa com a colaboração de empresas terceirizadas.

O que é BPO?

O BPO (Business Process Outsourcing) significa, a partir de uma tradução direta, Terceirização de Processos de Negócios e refere-se a adoção da terceirização de funções e atividades em áreas internas ou externas da empresa.

Na prática, permite que uma empresa contrate uma empresa parceria (terceirizada) para reduzir custos, produzir de modo focado com geração de maior qualidade para a empresa contratante.

Responsabilidades

A empresa contratada passa a assumir os custos com pessoal, espaço físico, equipamento, entre outros, ajudando a empresa contratante a  reduzir custos e gerar uma cultura de aperfeiçoamento técnico na busca de melhores resultados.

Resultados iniciais

Dentre os melhores resultados iniciais do BPO ressaltamos a geração de aperfeiçoamentos e automatização de processos para a empresa parceira ou contratante partindo da redução de custos e elevação da eficiência em áreas específicas.

Qual a diferença entre BPO e terceirização?

Mesmo apresentando similaridades, o BPO e a terceirização comum apresentam diferenças cuja grande diferença está presente no processo de desenvolvimento de serviços e soluções.

O Business Process Outsourcing é reconhecido como uma modalidade mais profunda de terceirização, pois envolve processos definidos e aplicados por especialistas em determinada área carente de soluções na empresa contratante.

Esses tipos de profissionais são capazes de avaliar dados, promover estudos e desenvolver a renovação do conjunto de serviços a fim de melhorar a qualidade e a eficiência da empresa.

Enquanto que a terceirização comum se preocupa apenas a agrupar a realização de tarefas diretas em determinados setores por outra empresa prestadora de serviços.

Como reduzir custos

Assim como acontece com a terceirização comum, o Business Process Outsourcing permite também a redução de custos, porém permite ainda mais aprimorar a realização de processos e tarefas como um todo.

Dessa forma, a empresa parceria contratante consegue reduzir o peso das tarefas, gerar soluções especializadas e elevar a excelência de suas operações.

Consultoria

Muitas vezes o projeto de BPO pode ser antecedido por uma consultoria que precisará estudar e avaliar as condições da empresa parceira contratante ou determinado departamento específico.

Conclusão

Sabemos que boa parte dos profissionais inseridos na empresa poderá conviver com os funcionários nativos da empresa contratante, gerando uma positiva relação profissional com troca de informações que podem ajudar ambos os lados.

É importante que as empresas tenham atenção sobre as informações que precisam ser repassadas, pois a comunicação técnica e profissional deve ser eficiente e compartilhada.

O importante é a busca de soluções e desenvolvimento de processos que impactem de modo positivo na corporação.

Rastreamento De Frotas: soluções para Redução de Custos

Quando falamos em soluções para redução de custos, o rastreamento de frotas é uma delas.

Nos dias atuais, as tecnologias na área veicular se tornaram em ferramentas essenciais para o controle e a segurança da frota e do processo de transporte como um todo.

A cada dia mais empresas que precisam distribuir produtos e serviços contratam esse tipo de solução para realizar suas etapas logísticas com maior segurança, conquistando mais clientes e resultados no mercado.

Rastreamento de frotas

A empresa de transportes, distribuição e entrega que implementa esse tipo de rastreamento obtém maior vantagem competitiva se destacando mais no mercado.

O principal objetivo é otimizar processos de transportes, fidelizando clientes e atualizando sempre a tecnologia utilizada.

O mercado

A tecnologia de rastreamento de frotas está cada vez mais presente no mercado e evoluindo a cada dia. A tecnologia que utiliza GPS, dados nas nuvens e suporte ao cliente em tempo real tem sido muito procurada para oferecer mais segurança e serviços eficientes.

Os avanços

A aplicação dessas soluções na identificação e monitoramento de linhas de transporte têm exigido a atualização de softwares cada vez mais inteligentes.

A aplicação de equipamentos, softwares e estratégicas logísticas tem ajudado no fomento tecnológico direcionado para  a redução de custos.

Resolvendo problemas

Sabemos que quando uma empresa de transportes e distribuição possui uma frota muito grande ela necessita gerenciar um sistema de controle adequado.

Para uma empresa de transportes ter qualidade, segurança e eficiência ela precisa investir em serviços e plataformas tecnológicas que tornam o rastreamento de frotas pleno e acessível para a gestão da empresa e do sistema de controle central.

Benefícios consolidados

Dentre os benefícios mais presentes na contratação de empresas de transportes que utilizam esses sistemas, podemos destacar a veloz capacidade de resposta.

Caso aconteça algum acidente, desvio ou qualquer tipo de sinistro, o rastreamento de frotas permite tempo hábil para a geração de respostas e soluções rápidas.

Esse fator gera segurança e confiabilidade para o processo como um todo para a empresa de transportes e seus clientes.

Atendendo bem os clientes

Quando os serviços de transportes são bem prestados, o consumidor é mantido informado e todo o processo é monitorado de forma segura, os clientes se sentem bem atendidos.

E o cliente se sente mais seguro quando há maior precisão sobre prazos de entrega, qualidade e segurança.

Conclusão

Portanto, o processo de rastreamento de frotas visa permitir acompanhar veículos, definir as rotas, coletar informações sobre cada trajeto e avisar o cliente em caso de atrasos.

Dessa forma, as principais informações estarão disponíveis em tempo real e arquivadas para serem acessadas pela empresa e seus clientes.

Quando há um aumento de eficiência, a empresa que utiliza ou contrata transporte de materiais, encomendas e cargas com esse sistema consegue atingir excelência em suas atividades, redução de custos e elevação na sua taxa de qualidade.

Dessa forma, é um sistema que está em constante evolução e que em breve será implementado por sistemas de automação e da inteligência artificial que o tornarão mais otimizada e assertivo em sua missão.

Não deixe de conferir as novidades e dicas sobre o rastreamento de frotas aqui mesmo em nosso blog, a cada semana conteúdos exclusivos para ajudar a alavancar o seu negócio!

Redução de Custos: Muito Além da Negociação

A redução de custos é importante nos processos de gestão administrativa de uma empresa.

Sabemos que embora a mesma consiga aumentar suas receitas elevando as suas vendas, caso continue assumindo custos altos a margem de lucro ficará bem comprometida.

Esse tipo de redução pode ser implementada nos setores de produção, logística, comunicação e marketing. Porém, vale ressaltar que fazer cortes não é referente a somente fazer redução de forma aleatória, mas aplicar políticas de otimização de investimentos e gastos reduzindo o que de fato é desnecessário e custoso para a corporação.

A redução de custos

É importante que o planejamento financeiro da empresa seja claro e apresente todos os dados financeiros referente às compras, investimentos, pagamentos de tributos e demais obrigações.

Depois de um estudo detalhado a empresa poderá fazer comparações para identificar qual o setor ou departamento consome muitos recursos financeiros e gera poucos resultados.

A importância de reduzir

O desenvolvimento e expansão de uma empresa no mercado dependem de sua capacidade de gerar produtos e serviços que sejam úteis para seus clientes potenciais, que resultem vendas e receitas para a empresa.

Além do esforço de vendas e da geração de receitas, é importante que a corporação fique atenta aos gastos que, em excesso, podem prejudicar a taxa de retorno do investimento.

Por exemplo, a Coca-Cola

No final de outubro de 2017, a marca Coca-Cola publicou resultados trimestrais superiores em comparação com os períodos anteriores.

Esse positivo resultado se deveu a um forte esforço de redução de custos para compensar a queda nas vendas de suas marcas de bebidas.

No período citado, o lucro líquido registrou elevação de 38,3%, acumulando valor total de 1,45 bilhão de dólares.

Entre os anos de 2016 e 2017, a marca atingiu a redução de 20% em seus custos operacionais.

Os custos em sua empresa

Independente do tamanho de sua empresa, a redução de custos é importante ser realizada sem prejudicar o trabalho, o bem estar e as condições produtivas de sua equipe e de todo o suporto produtivo da corporação.

A seguir daremos algumas dicas de corte de gastos desnecessários que podem ser aplicados em diferentes tipos de empresas.

1 – Economizando papel

Atualmente, tem sido comum as empresas substituírem o papel por transações e soluções digitais através de aplicativos e plataformas eletrônicas.

Mas, mesmo que a impressão seja necessária é indicado usar os dois lados do papel. Em certos casos, para compartilhamento de conteúdo numa equipe é indicada a digitalização de documentos e o compartilhamento através do One Drive ou Google Drive.

2 - Renegocie dívidas

No setor de gestão financeira, é importante que a empresa consiga renegociar dívidas e tarifas bancárias. O principal objetivo nesse caso é tentar reduzir taxas bancárias e de juros.

3 – Gestão de estoque

Para evitar desperdícios no estoque e realizar redução de custos nesse setor, é importante identificar quais produtos estão parados na empresa e decidir reduzir a produção dos mesmos. Geralmente, estoque parado significa “dinheiro parado”.

Conclusão

Portanto, ações como novas práticas de produção, negociação com bancos e fornecedores e cuidado com o estoque são apenas algumas iniciativas que ajudam a empresa a otimizar recursos.

Infelizmente, a redução de custos vai muito além de uma simples negociação com fornecedores ou credores, algumas medidas internas precisam ser adotadas urgentemente e para isso, é necessário ter um ótimo planejamento.

Se neste momento seu negócio está passando por dificuldades financeiras e você já não sabe mais o que fazer, nós temos a solução, fale agora com um dos nossos Consultores, e solicite uma Avaliação Financeira.

Descubra quais os pontos negativos estão acabando com o seu negócio.

Aguardamos o seu contato!

 

Fonte dos números sobre o case da Coca-Cola: istoe.com.br

3 Exemplos de Eficiência em Planejamento Logístico

3 Exemplos de Eficiência em Planejamento Logístico

O planejamento logístico é uma das áreas mais importantes no planejamento de desenvolvimento, produção e distribuição de produtos.

Atualmente, empresas e marcas de diferentes setores reconhecem a necessidade de formatar melhor planos de objetivos e metas considerando a cadeia de suprimentos, de distribuição e de demais atividades que impactam na qualidade e disponibilidade do produto.

É importante que as pesquisas, o projeto e os objetivos desse setor de atuação estejam alinhados na empresa para permitir o desenvolvimento do modelo de negócio destacando a empresa da melhor forma possível no mercado.

Quando falamos em logística estamos falando no conjunto de atividades que envolve a idealização, produção, distribuição e esforço de venda de um produto.

O que é planejamento logístico?

A logística visa planejar, organizar e executar os planos de armazenagem, produção, distribuição, modais de transporte e disponibilidade do produto e serviço no mercado.

Inicialmente, o planejamento logístico visa organizar e orientar cada etapa dedicada a melhorar e otimizar as aplicações logísticas na empresa.

Quais são os objetivos?

Dentre os principais objetivos desse tipo de planejamento logístico podemos destacar busca por melhores resultados junto aos fornecedores, revendedores e, principalmente, junto aos consumidores finais.

Na prática

Quando implementamos esse tipo de plano de ação na logística da empresa devemos identificar oportunidades, ameaças, forças concorrenciais, parcerias e demais variáveis presentes nas etapas de manuseio, transporte e armazenamento.

Identificando as melhores ações

Através de um projeto de logística bem planejado, é possível identificar melhor as técnicas, inovações, tecnologias, indicadores e demais procedimentos que ajudarão a empresa a otimizar esse setor.

A seguir apresentamos alguns exemplos e dicas para melhorar o planejamento logístico.

1 - Amazon, exemplo de sucesso

Imagine uma mega loja virtual que começou as suas operações vendendo livros novos e usados através da internet em meados dos anos 1990.

Essa loja existe, ela foi fundada por Jeff Bezos e, atualmente, além de livros novos e usados, ela vende quase tudo para o mundo inteiro através da internet.

Para acelerar o método de entregas e não deixar o cliente esperando muito pelos produtos, além de personalizar embalagens de entrega, a Amazon tem desenvolvido um planejamento logístico bastante avançado.

A empresa criou a Amazon Fresh que oferece ao cliente a opção de entregar o produto no mesmo dia da compra. Para isso, a empresa inseriu novos formatos de esteiras de produtos e criou novos departamentos de entrega ao cliente.

2 – Melhoria através da gestão de transportes

Atualmente, seja em diferentes modais, as empresas já utilizam GPS e outros sistemas integrados de informação.

Grandes empresas de entregas e remessas como a Fedex já utilizam vários métodos de integração de dados para agilizar a identificar determinados produtos ou encomendas presentes em seus veículos em trânsito.

 3 – Controle

Além da melhoria de resultados, o planejamento logístico precisa oferecer controle de fretes que ajuda a garantir que o produto seja entregue ao destinatários em perfeitas condições.

Além de soluções tecnológicas, empresas como Correios e demais tipos de transportadoras privadas precisam treinar e capacitar seus funcionários como forma de manter a qualidade dos serviços.

Conclusão

Neste artigo abordamos sobre a importância do planejamento nos processos logísticos de empresas e de transportadoras, sendo fundamental uma visão abrangente sobre os objetivos conforme o produto e serviço oferecido.

Ainda ficou alguma dúvida? Sua empresa está perdendo dinheiro e necessita de um planejamento logístico? Então não perca mais tempo, fale agora mesmo com um de nossos Consultores e descubra otimizar o processo e aumentar os lucros do seu negócio.

Aguardamos o seu contato!

CES dita o futuro, mas no presente tem logística ruim e internet escassa

Feira de tecnologia em Las Vegas é palco para diversas inovações, mas também tem sua pitada de exotismo e repete erros das grandes feiras

Por Nelson dos Santos, Las Vegas (EUA) | Publicado em 17 jan 2020, 07h00 (Quatro Rodas)

Os números da edição de 2019 (os de 2020 ainda não foram divulgados) falam por si só: mesmo sendo uma feira fechada para o grande público e com ingressos propositalmente caros, mais de 175 mil pessoas passaram pelos quase 270 mil m² de exposições.

Para se ter uma ideia do gigantismo, a CES se espalha por quatro hotéis e dois pavilhões de exposições. E, ao contrário do salão de Frankfurt, que também ocorre em diferentes áreas, esses locais não ficam próximos uns aos outros.

E este é um dos velhos problemas que a não tão moderna (sua primeira edição data de 1967) CES se equipara à feiras tradicionais.

O trânsito para acessar os diferentes locais é intenso, e não é incomum perder até uma hora apenas para conseguir chegar ao local partindo da principal avenida da cidade.

É verdade que a CES e Las Vegas tentam implementar a tão propagandeada mobilidade alternativa para facilitar a vida dos visitantes.

Mas os ônibus entre os pavilhões, apesar de gratuitos, não contam com faixas exclusivas de circulação e ficam presos no mar de carros.

O monotrilho da cidade é uma alternativa, mas ele não atende a todos os locais da CES, é caro até para quem ganha em dólar (mais de R$ 20 cada passagem) e não há nenhum incentivo por parte da cidade, como um desconto, para que os atendentes da CES abram mão dos carros.

O futuro da conexão (paga)

A credencial impressa em papel (e que custa mais de R$ 1.200 para ser reposta em caso de perda) conta com um QR Code para facilitar cadastros e modernizar o controle dos visitantes.

Mas não há nada disso na entrada de cada pavilhão. Após uma revista simples, os funcionários sequer conferem a foto da credencial ou checam o código de barras para verificar a autenticidade do documento.

Em um país traumatizado com o terrorismo, a facilidade de acesso à CES é impressionante.

Muito mais difícil é ter acesso à internet. Quem não tiver chip de celular internacional precisará caçar as raras redes Wi-Fi abertas no local.

É verdade que quase nenhuma grande feira oferece internet grátis a seus frequentadores, mas é no mínimo irônico que no estande onde empresas alardeiam as grandes velocidades da conexão 5G, você precise pagar até R$ 60 para ter direito a um dia de internet no local.

Vibradores, maconha e muita realidade virtual

(Nelson dos Santos/Quatro Rodas)

A CES divide seus mais de 4.400 expositores por áreas, o que é ótimo. Lá você descobre que a tecnologia pode ser aplicada a itens tão frugais como bancos, bicicletas e até vibradores.

Para atrair potenciais interessados em investir no negócio para cada estande vale tudo. Sorteio de brindes, demonstrações surreais e até carne que não é carne.

Esta é a premissa da Impossible Foods, start-up que está investindo no mercado de alimentos sintéticos vegetarianos.

(Nelson dos Santos/Quatro Rodas)

Na área de drones, uma pequena piscina é palco da exibição de uma espécie de mini-submarino elétrico, que puxa um mergulhador pra lá e pra cá no tanque com pouco mais de cinco metros de comprimento.

Alguns metros ao lado uma empresa que faz cadeiras de massagem tem fila para quem queira testar seus produtos — que são muito convenientes em um local onde se anda mais de 10 km facilmente.

O Google, gigante do setor, ganhou um estande exclusivo na parte externa de um dos pavilhões, e promoveu gincanas entre os visitantes que davam de meias a celulares de brindes. Deu certo: a fila para participar passava das duas horas.

Os equipamentos de realidade virtual fazem sucesso, sobretudo se combinados a assentos que chacoalham conforme o que é mostrado na tela. Mas um dos locais mais disputados da CES era um estande repleto de fliperamas.

Apesar de modernas, as máquinas mostram que há mercado para quem cresceu jogando Atari ou Mega-Drive.

O que não muda é a presença maciça dos chineses, sobretudo os que representam empresas “pequenas” (se é que dá para usar isso no país asiático).

Geralmente em duplas, eles ficam em estandes simples e com os exóticos nomes ocidentais de suas companhias.

Algumas engenhocas chamam a atenção pelo inusitado. Caixinhas de areia que analisam o cocô do gato a um robô que leva o papel higiênico até você apresentam soluções para problemas que quase ninguém sabia que existia — ou talvez nem exista.

Já outras, de tão futuristas, parecem habitar apenas os sonhos de seus desenvolvedores, como o Mercedes AVTR controlado por gestos.

Mas essa é a CES: com problemas atuais, muita tecnologia e pitadas de exotismo, ela é a representação perfeita da salada digital que se tornou a sociedade atual.

Veja também:

 

OCT - Order Cycle Time

O que é e como calcular o OCT – Order Cycle Time

Independentemente do setor, tarefa ou processo que se pretende otimizar, para poder melhorar é necessário conhecer e mensurar.

É nesse ponto que entram os Indicadores de Desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicators).

Dando continuidade com a nossa série de artigos sobre KPIs Logísticos, hoje falaremos sobre o OCT (Order Cycle Time), ou Tempo de Ciclo de Pedido, que visa mensurar a velocidade com que os pedidos são atendidos pela empresa.

O que é o OCT (Order Cycle Time)?

Este é um KPI sensível, pois lida diretamente com a satisfação do cliente. O OCT considera o tempo total transcorrido do momento em que um pedido é realizado até a sua efetiva entrega ao destinatário.

É o tempo percebido pelo cliente e sobre o qual as suas expectativas são depositadas após ser informado o prazo de entrega.

Como Calcular o OCT (Order Cycle Time)?

Para calcular o OCT é bem simples: basta subtrair da data da entrega a data da efetivação do pedido.

OCT = (data da entrega - data do pedido)/n

Onde:
Data de Entrega = A data / hora em que o pedido foi entregue e aceito pelo cliente ou pelo agente do cliente no ponto de entrega acordado.
Data do Pedido = A data / hora em que o pedido foi enviado para o cliente
n = número total de pedidos ou linhas de pedidos entregues

Qual a Importância de se calcular o OCT (Order Cycle Time)?

Um cenário ideal indica que os pedidos sejam entregues em um prazo inferior a 24 horas em localidades próximas à empresa. Por outro lado, é importante ter controle sobre todas as variáveis que podem influenciar nesse dado.

Empresas com menor tempo de ciclo de pedidos são mais responsivas aos pedidos dos clientes. Prazos mais longos podem resultar em insatisfação do cliente e em desvantagem competitiva. O tempo do ciclo do pedido é considerado menos relevante para as cadeias de suprimentos de produção para estoque, geralmente elas dão mais ênfase à melhoria das taxas de preenchimento.

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...

Por que mensurar o Nível Médio do Estoque

Por que mensurar o Nível Médio do Estoque?

O nível médio de estoque é um dos principais indicadores no processo de gestão de entrada e saída de produtos.

Sabemos que existem diferentes indicadores que um gestor precisa monitorar para garantir uma positiva operação em sua empresa.

Quando falamos em monitoramento de produtos, serviços e todo o processo de estocagem do negócio, estamos nos referindo a processos organizacionais que devem fazer parte do dia a dia da organização.

O nível médio do estoque

Atualmente, no mercado de diferentes setores e segmentos, um dos principais indicadores que precisam ser acompanhados é o estoque médio.

Lembramos que a identificação, organização e descrição desse tipo de indicador envolve diferentes aplicações e formas de cálculo, o que pode prejudicar até mesmo o seu entendimento no ambiente interno e externo da empresa em seu processo de administração e planejamento.

O que é nível médio do estoque?

Geralmente, ele também é conhecido como estoque de segurança, refere-se a um número direto e simplificado sobre a quantidade de insumos e produtos de posse da empresa ou do processo de armazenamento por determinado período de tempo conforme cada categoria de produto.

O prazo médio

Quando falamos em PME (Prazo Médio de Estocagem) abordamos sobre um dos indicadores mais importantes do mercado, onde os os custos com produtos em estoque podem depreciar ou encarecer o preço do item ofertado aos consumidores finais no mercado.

Esse intervalo precisa ser monitorado e gerar na empresa a cultura de reavaliar condições de mercado para melhorias das condições e custos do estoque.

Como utilizar?

Conhecendo o nível médio de estoque e o prazo médio de estocagem, o gestor e sua equipe de administração conseguirão tomar melhores decisões.

Essas decisões poderão ser pontuais ou gerais, e serão mais eficazes em relação à gestão de estoques e das operações logísticas.

Ressaltamos que o prazo médio de estocagem pode abranger os dias que os produtos ficam estagnados no estoque em determinado período de tempo.

O projeto logístico

evemos lembrar que o estoque, a armazenagem e o transporte são tópicos funcionais dentro de um abrangente projeto de logística que parte desde a matéria-prima até a venda do produto final na linha de vendas.

Considerando o conceito logístico do projeto, trabalhamos com o prazo, o giro de mercadorias e demais implicações de custos.

Nesse processo, quanto menor for o prazo de estocagem, melhor será para a empresa e para toda a cadeia de suprimentos e de vendas.

A importância do tempo

O tempo interfere muito no estoque que está parada, em processo de vendas ou de transporte.

Dessa maneira, a gestão e a equipe responsável pelo projeto logístico deve conhecer quais são os produtos com viabilidade econômica e financeira suficiente para gerar o máximo de benefício à empresa.

Conclusão

Assim, a empresa terá uma melhor visão sobre a sua força de mercado a partir de seu estoque.

Não deixe de conferir as novidades em nosso blog, pois ao conhecer o nível médio de estoque a gestão conseguirá identificar desperdícios, evitando o excesso de investimentos e esforços em todo o processo de cadeia de suprimento e de cadeia produtiva.

O Custo de Transporte como um Percentual das Vendas

O Custo de Transporte como um Percentual das Vendas

O custo de transporte interfere diretamente no cálculo de valores da produção de uma mercadoria e no preço final de produtos e serviços.

Numa abordagem relacionada com projeto e planejamento logístico, o transporte é um dos tópicos essenciais presentes em toda a cadeia de suprimentos existente na produção, no desenvolvimento de produtos e na disposição do produto na linha de vendas.

Devemos sempre avaliar e reavaliar a evolução desse tipo de cálculo na descrição de custos e despesas referentes com a mobilidade e alocação dos insumos, produtos e estoques, para não comprometer a previsão de retorno e de receitas atingidas com as vendas.

O custo de transporte

Sabemos que a mobilidade de matéria-prima, insumos e produto final é apontada como uma das principais preocupações no processo de distribuição e posicionamento do produto dentro de um projeto abrangente de vendas.

No Brasil, por exemplo, considerando as nossas rodovias e ferrovias, as linhas de transporte de cargas é um dos principais obstáculos para a competitividade com grandes perdas em comparação com a estrutura de outros países.

O custo Brasil

Quando falamos em produtividade e crescimento da economia em diferentes escalas, o nosso país ainda não investe na área de transportes e perde espaço comercial no exterior, apesar da forte necessidade de escoar commodities agrícolas e minerais como principais produtos para exportação.

Nas pequenas empresas

Além do custo de transporte implicar na condição da macro economia, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e Sebrae, os gastos das pequenas empresas com logística chegam a 6,6% do faturamento.

Segundo os dados, os custos assumidos pelas empresas de médio e grande porte, respectivamente, têm um custo de 6,1% e 7,5% do que arrecadam com as vendas.

Na prática

Se uma carreta de sete eixos transporta trinta toneladas de açúcar entre duas cidades no mesmo estado, ela pode ter um custo operacional de R$ 2,2 mil, o que representa 7,3% do valor total da carga, valor total próximo de 30 mil reais.

Cálculo

No cálculo do custo de transporte, o percentual de custo deve ser calculado em relação ao faturamento, considerando a receita total de vendas dividida pelo custo total de transporte.

A fórmula do cálculo é a seguinte: (Receita total de vendas) dividido por (Custo total de transporte)) x 100.

Planilha de gastos

Cada empresa, seja de pequeno, médio ou grande porte precisa considerar esses valores numa planilha de gastos que contenha os valores de pedágios, combustível, lubrificantes, pneus, câmaras de ar, protetores, depreciação do caminhão, manutenção do caminhão e remuneração do motorista.

Portanto, o percentual dos gastos com logísticas interfere muito na administração e gestão das empresas.

Atualmente, segundo dados de 2010, acredita-se que que o percentual dos custos logísticos em relação ao PIB no Brasil seja de aproximadamente 10,6%, contra 7,7% do PIB dos EUA.

Na média, segundo dados da Associação Brasileira de Logística (Aslog), o impacto da logística no custo final dos produtos de consumo no Brasil é de 7,2%, contra 4% nos EUA.

Estudo de Malha Logística

Outro ponto de grande impacto nos custos de transporte é a malha logística utilizada pela empresa. Um estudo dos pontos de coletas, pontos de entrega e perfil da carga, permite otimizar a utilização dos equipamentos (Rodo trens, Carretas, Trucks, VUC (veículo Urbano de Carga), Peruas, etc.). O estudo de malha além de otimizar a utilização cúbica dos equipamentos, permite criar rotas que sejam mais eficientes, avaliando frequência de entregas por área / região.

Percebe como os custos de transporte refletem diretamente nos lucros de sua empresa? Portanto, não perca mais tempo, fale agora mesmo com um de nossos Consultores e descubra como planejar e gerenciar corretamente sua malha logística, reduzindo custos e otimizando sua margem de lucros.

Aguardamos o seu contato!

Encontro de logística em Piracicaba discute transporte de cargas e agronegócio

'Café da Manhã com Logística' será na sexta-feira (13) e recebe inscrições gratuitas com doação de 1 litro de leite.

Por G1 Piracicaba e Região | 03/12/2019 11h48 Atualizado há 22 horas

O "Café da Manhã com Logística" está com inscrições abertas em Piracicaba (SP). O evento será realizado na sexta-feira (13) na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) e reunirá debates, painéis e presença de profissionais da área. A participação é gratuita, com doação de um litro de leite.

Segundo a organização, o objetivo é aproximar agentes do setor logístico para a apresentação dos principais acontecimentos do mercado de transporte de cargas agroindustriais.

A programação do evento começará às 8h, com o credenciamento dos participantes, seguida da abertura do “Café da Manhã” e das apresentações dos painéis sobre o panorama logístico de 2019, do mercado de grãos, de fertilizantes e do setor sucroenergético.

O encontro abordará também os custos rodoviários e as previsões para o mercado de fretes. Em seguida, será realizada a mesa redonda e o encerramento do evento. Os interessados devem se inscrever pela internet.

De acordo com a organização, os leites serão destinados a entidades assistenciais de Piracicaba.

Serviço

Café da Manhã com Logística
Quando: sexta-feira (13), a partir das 8h
Onde: Esalq, na Avenida Pádua Dias, 11. São Dimas
Quanto: gratuito com doação de 1 litro de leite

O que é OTD (On-Time Delivery) e como calcular este Indicador

Os indicadores de performance (KPIs) são fundamentais para o crescimento de uma empresa e graças à sua avaliação é possível analisar os resultados de todos os setores, especialmente, na logística.

"Se você não pode medir, você não pode gerenciar." - Peter Drucker.

Continuando com a nossa série de artigos sobre KPIs Logísticos, hoje falaremos sobre o OTD (On-Time Delivery), que se trata de um indicador que mede o percentual de pedidos entregues dentro do prazo e é utilizado para mensurar o tempo de separação e expedição do pedido.

Como Calcular o OTD

Calcula-se o OTD por meio da fórmula:

Entregas realizadas no prazo ÷ Total de entregas realizadas no período X 100.

Por exemplo: se uma empresa realizou 100 entregas em um dia e apenas 50 delas chegaram no prazo, o cálculo seria: 50÷100=0,5×100=50%. Ou seja, seu OTD é de 50%.

Quanto maior o OTD, melhor. Porém, o valor ideal pode variar de acordo com a densidade da área da entrega e a distância do percurso.

Como Otimizar o OTD

Alguns fatores que podem contribuir para a otimização desse indicador é uma boa organização das rotas de entrega com a adequada visualização dos mapas e rotas envolvidos de transporte. Além disso, a implementação da prática de agendamento de entregas também pode ser um grande diferencial competitivo para o negócio.

Os KPIs logísticos são recursos fundamentais para a avaliação dos processos em andamento e identificação de gargalos, criando um ponto de partida para a elaboração de planos de ação mais acertados. A partir daí, torna-se possível adotar estratégias que realmente contribuam para a otimização dos resultados corporativos.

Saiba mais sobre cada uma destas KPIs...