Falha logística marca estreia do governo à frente de cúpula do Bric

Membros de delegações estrangeiras desistiram de participar de um encontro empresarial

A estreia do governo de Jair Bolsonaro (PSL) na organização de um evento internacional foi marcada por problemas de logística e informação, levando integrantes de delegações estrangeiras a desistirem da
participação em um encontro empresarial.

Para chegar ao local onde ocorreu um fórum empresarial da 11ª Cúpula do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), nesta quarta (13), em Brasília, jornalistas e autoridades enfrentaram problemas no deslocamento. Diferentemente do divulgado pelas autoridades, o acesso não foi permitido por meio de carros particulares, táxis ou serviços de aplicativos.

Quem tentava chegar ao local foi deslocado ao Clube do Exército, a 2 km da cerimônia. Apesar da informação de que o traslado seria feito por vans, integrantes de delegações e jornalistas credenciados foram
informados de que não havia autorização para a partida.

Não havia no local profissionais capacitados para se comunicar em línguas estrangeiras e estavam presentes apenas oficiais de baixa patente do Exército. Após reclamações ao Planalto, um veículo de emergência foi enviado minutos antes do início da solenidade. Auxiliares do governo sul-africano também foram barrados e tiveram de esperar por mais de uma hora para chegar à cerimônia.

Pela manhã, o encontro bilateral entre Bolsonaro e o presidente chinês, Xi Jinping, no Itamaraty, também foi marcado por desorganização. No local montado no ministério para que os jornalistas acompanhassem os pronunciamentos ao final do encontro bilateral, nenhum dos fones com tradutores funcionava.

O único televisor que transmitia parou de funcionar durante a declaração do brasileiro.

Um repórter da TASS, agência oficial do governo russo, não conseguiu ser credenciado nem após pedidos da chancelaria russa. Ele brincou:

“Tudo bem, no ano que vem a cúpula será na Rússia, vocês vão ver”.

Patrícia Campos Mello, Gustavo Uribe, Ricardo Della Coletta, Fábio Pupo e Talita Fernandes

Fonte: Folha de São Paulo

 

Como mensurar o OTIF (On-Time & In-Full) corretamente

O monitoramento e análise de KPIs logísticos é fundamental para compreender a performance e auxiliar a tomada de decisão.

Quando os resultados não são mensurados, dificilmente eles serão geridos com eficiência e com informações relevantes sobre as falhas, suas possíveis causas e o que pode ser feito para otimizar os processos.

Neste artigo, explicamos o que é OTIF e qual a relevância desse indicador nos processos logísticos.

O que são KPIs logísticos?

Os Key Performance Indicators (Indicadores-chave de Performance, em português) são ferramentas utilizadas para avaliar os resultados dos processos e auxiliar o gestor e sua equipe a identificar possíveis gargalos e falhas que impedem o alcance dos objetivos.

O que é OTIF?

OTIF quer dizer “On Time In Full”. Trata-se de um KPI ligado à satisfação de clientes que permite conhecer o desempenho de entrega de produtos e serviços de uma empresa. É um indicador binário em que a cada pedido é avaliado se “Atendeu/Não Atendeu” (resultados: 0 ou 1). É importante destacar que o cálculo se baseia em pedidos atendidos e não em volume de pedidos.

Este KPI é composto por estes dois elementos principais, cada um com seu foco de medição:

  • On Time: Os produtos/serviços devem ser entregues numa determinada data, horário e local previamente combinado com o cliente. Mede a “Pontualidade” da entrega.
  • In Full: Os produtos/serviços devem estar dentro das especificações acordadas com o cliente: qualidade, quantidade, dimensões, integridade físicas e quaisquer outros atributos específicos. Mede a conformidade do pedido ao escopo combinado.

Como mensurar o OTIF corretamente?

A seguir está um exemplo de como calcular o OTIF. Consideramos que uma empresa teve 100 pedidos entregues no mês, 65 cumpriram os requisitos de tempo e 95 estavam de acordo com especificações acordadas. Deve-se cuidar para utilizar porcentagens resultantes da medição em cada um dos critérios. Então, obtivemos os seguintes resultados:

On Time: 0,65%
In Full: 0,95%
O indicador de alcance do pedido perfeito (OTIF), neste caso será:
OTIF = 0,65% x 0,95% = 0,6175 = 61,75%

Trata-se de um indicador rigoroso, pois todos os requisitos contratados devem ser atendidos para que se obtenha o status de “Atendeu”, ou seja, atingiu o OTIF máximo (100%) garantindo que a plenitude dos pedidos dos clientes foi atendida no prazo solicitado e nas especificações corretas.

Benefícios do indicador OTIF

  • Melhora a performance de entrega;
  • Gera mais satisfação ao cliente;
  • Provoca melhorias nos processos;

Onde medir o OTIF na cadeia logística?

Para medir o OTIF na cadeia de suprimentos, é necessário mapear os macroprocessos e suas interfaces. Assim, serão identificados os entregáveis existentes entre as áreas e os pontos de medição sob a responsabilidade de cada uma.

De forma genérica, o OTIF pode ser desdobrado no seguinte esquema:

  • OTIF Fornecedor: Desempenho da entrega de matéria-prima e insumos pelos fornecedores.
  • OTIF Suprimentos: Desempenho da logística interna de matéria-prima. Também pode ser feita por meio de requisições de materiais ou entrega programada.
  • OTIF Produção: Desempenho das diversas etapas de produção da empresa.
  • OTIF Vendas: Agilidade com que o departamento comercial transfere os pedidos para a área de planejamento e programação da produção.
  • OTIF Entrega: Desempenho da entrega final dos produtos aos clientes. Também avalia a qualidade dos fornecedores de transporte de carga.
  • OTIF Logística: Considerado o ponto de medição mais importante, avaliará diretamente a entrega ao cliente e sua satisfação. Este indicador faz a medição do desempenho da logística interna de produtos acabados, da produção à armazenagem e distribuição.

A metodologia OTIF já é utilizada na sua empresa? Que outros métodos são usados para monitorar a performance logística? Deixe seu comentário ou entre em contato conosco.

Como o mercado da Internet das Coisas permite lucros potenciais

por  | Investidores | blog.eqseed.com

Internet das Coisas  (IdC) – também conhecida pela sigla em inglês IoT (Internet of Things) é um termo familiar para quem trabalha com inovação.

De uma maneira simplificada, podemos dizer que o termo se refere a interconexão digital de objetos cotidianos como geladeira, microondas, celular, etc.

É algo recente, mas faz um tempo que a palavra deixou de ser conhecida apenas em grupos de pesquisadores e analistas de tecnologia da informação.

Não percebeu?

O termo praticamente tornou-se obrigatório para quem deseja fazer parte da Indústria 4.0 e, claro, do grupo de investidores que desejam apostar em mercado disruptivos para rentabilizar.

Mas serve para todo mundo?

Por uma questão de demanda, IoT evoluiu mais rápido em alguns setores. Um deles, o de automação residencial, recebeu atenção de startups que desenvolveram produtos para criarem uma espécie de  casa do futuro.

Para quem acompanhou o desenho dos Jetsons, criado em 1962, é possível ter uma referência do que essas startups são capazes de fazer com a Internet das Coisas.

Bom para investidores que, ao entenderem a demanda enorme por produtos interligados via Iot das Coisas, têm uma chance única de apostar em um mercado preparado para um boom de investimentos.

A seguir, vamos falar falar sobre a Internet das Coisas, fazendo uma análise minuciosa sobre o potencial investimento em startups que criaram inovações para a automação residencial.

Aproveite a leitura!

Internet das Coisas: imagem de casa conectada

Internet das Coisas e automação residencial: como funciona

Antes de mais nada, é necessário entender que “coisas” são equipamentos ou objetos que  podem ser conectados à distância e trocarem informações entre si.

Estamos falando de residências em que o ar-condicionado da casa liga sozinho ao saber que o dono está a caminho, ou cortinas que abrem de acordo com a luz natural do ambiente ou ainda interruptores que permitem o controle da luz pelo smartphone.

É uma revolução em andamento.

Tudo graças a essa convergência digital entre aparelhos eletrônicos que, na prática, é a continuação do movimento de digitalização e de transformação digital.

Em outras palavras: é a internet entrando no mundo físico, conectando todas as coisas.

Embora a maioria das discussões sobre Internet das Coisas se concentre em dispositivos inteligentes como relógios, celulares e sensores, boa parte dos consumidores se interessam em saber como os dispositivos podem atender as necessidades mais específicas dos usuários.

O que vemos no mercado é a otimização sob alguns aspectos como:

  • Monitoramento em tempo real – por estarem sempre conectados, equipamentos geram informações e permitem a checagem de dados 24h por dia;

 

  • Aumento da produtividade e conforto – a Internet das Coisas permite que usuários foquem em em atividades mais estratégicas enquanto máquinas fazem o trabalho mecânico. No caso de um casa, que os donos não precisem se preocupar com a administração física do lar, por exemplo;

 

  • Correção de problemas – como há muito trabalhos que podem ser padronizados, falhas e erros se tornam mais previsíveis, podendo ser corrigidos antes mesmo que aconteçam e causem algum tipo de contratempo.

 

Internet das coisas: homem mexe em um tablet sobre a mesa

Internet das coisas: Panorama internacional

O tema, que sempre foi tratado como algo futurístico, já chegou ao presente. E os números para os próximos anos são ainda mais animadores.

O mercado de IoT cresce, em média, 40% ao ano. Isso significa que, entre 2019 e 2025, o mercado passará a movimentar US$ 1,5 trilhão – neste ano, a previsão é de US$ 200 bilhões.

Neste sentido, segundo analistas de mercado, o setor de automação residencial é que deverá puxar tanto o faturamento da área, quanto o desenvolvimento de novos produtos.

O que explica esse crescimento?

– Segundo a consultoria Gartner, os consumidores terão mais de 26 bilhões de dispositivos de IoT até 2020;

– Mais de 50% dos novos negócios terão envolvimento com Internet das Coisas.

Internet das Coisas: ilustração de um celular na frente à uma casa

Internet das coisas e automação residencial: quem se destaca no mercado

Há boas startups no mercado internacional. Algumas se destacaram tanto que já foram até compradas.

Em 2014, por exemplo, o Google agitou o mercado de IoT ao adquirir a startup Nest – uma das primeiras startups a usar a Internet das coisas no espaço doméstico – por US$ 3,2 bilhões.

A empresa, que desenvolvia termostatos e detectores de incêndio “inteligentes” capazes de “aprender” com hábitos dos moradores da casa, evoluiu ainda mais.

Criou, por exemplo, as câmeras inteligentes Nest Cam.

A Nest também foi fundamental para o contínuo aprimoramento do Google Home – o assistente pessoal da empresa.

Na esteira das aquisições nesta década, a Samsung comprou a SmartThings por US$ 200 milhões. A startup, tal qual a Nest, desenvolve soluções para integrar conectividade entre os aparelhos domésticos.

No ano passado, por exemplo, a Samsung lançou sua SmartTV com uma série de features desenvolvidas com soluções IoT.

De acordo com a empresa, graças a capacidade de conexão, entre a TV e a geladeira, seria possível, por exemplo, dar um comando de voz para a televisão mostrar na tela o que há dentro da geladeira.

Internet das Coisas: ilustração de um celular recebendo sinal de uma geladeira

O potencial da Internet das Coisas no mercado brasileiro

O mercado de automação residencial no Brasil apresenta crescimento anual de aproximadamente 30%.

O número reflete a adoção, por parte dos brasileiros, da Internet da Coisas no mercado de automação residencial. Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial, 2 milhões de residências têm alguma automação.

E o melhor: o potencial do mercado é de cerca de 16 milhões até 2027.

Em relação aos brasileiros, 78% têm interesse em automação residencial.

Um dado ainda mais  animador é que, segundo a consultoria Delloite, 80% dos brasileiros já possuem smartphone – principal dispositivo para controlar um sistema de Internet das Coisas dentro de casa.

Internet das Coisas: ilustração de uma sala chique com aparelhos emitindo sinais de conexão

Tendências do mercado

Como há demandas, as startups do setor estão muito valorizadas.

Afinal, a ideia de ter uma casa totalmente automatizada é uma ideia extremamente atrativa.

Uma startup que entendeu esse potencial de mercado é a Kokar, fundada em 2014.

A empresa se posiciona como uma startup inovadora que nasceu para descomplicar o mercado de automação residencial.

Sua solução de conectividade não necessita, por exemplo, de obras para fazer instalação. Além disso, a configuração entre os aparelhos é simples e extremamente segura.

O valor do aparelho também é competitivo frente às demais soluções de mercado.

Investimentos no setor

O estágio de investimento do mercado de Internet das coisas e automação residencial está apenas no começo.

As startups do setor estão buscando investimento para tornar a tecnologia cada vez melhor, ao ponto de se tornarem ainda mais imprescindíveis para qualquer negócio.

Por aqui, já possível observar também uma mudança no perfil de compra do brasileiro, que passou a fazer suas compras online e instalações por conta própria com auxílio de vídeos tutoriais na internet.

Esse é um hábito comum nos EUA e Europa.

Para atender este novo mercado, que contempla pessoas de classe A, B e C, a Kokar – startup que citamos no tópico acima –  lançará, por exemplo, uma nova linha de produto.

A ideia é oferecer um sistema de baixo custo, simples de instalar, sem a necessidade de revendedor especializado e que possa ser comprado online.

Leia também:

 

O que é roteirização? Veja como ela contribui para o rastreamento de frotas

Em tempos de logística 4.0, o uso de tecnologias aliadas às entregas de sua empresa é mais do que uma necessidade, é uma estratégia de diferenciação e qualidade nos serviços prestados. Mas, afinal, o que é roteirização ? Você precisa de um sistema roteirizador na sua empresa hoje ? Porque o rastreamento das cargas, checklists automatizados e sistemas que fornecem informação em tempo real são importantes hoje em dia?

Pensando justamente em esclarecer essas dúvidas, trouxemos para você um material completo com o que há de mais atual e moderno em gestão logística moderna. Sendo assim, continue a leitura até o final e não deixe de tomar nota das dicas e informações úteis que apresentamos aqui! Vamos lá?

Afinal, o que é roteirização ?

A roteirização sempre esteve presente nas estratégias de qualquer empresa que tenha uma operação de entregas, coletas ou serviços. No entanto, o que muda hoje é que a tecnologia chegou para ajudar tornando essa tarefa cada vez mais automatizada e inteligente.

Sendo assim, a roteirização se tornou muito mais do que uma ferramenta para definir o caminho mais curto das entregas das empresas. Ou seja, os algorítimos atuais levam em consideração uma diversa gama de variáveis que vão impactar, diretamente, na melhoria dos custos de utilização das frotas e na redução de horas de trabalho produzindo a melhora da experiência que sua marca proporciona ao cliente final.

Com isso, podemos responder o que é roteirização logística ao explicá-la como o processo matemático que calcula itinerários eficientes baseados em regras, restrições e exceções que vão fazer sua empresa a ter melhores prazos, redução de custos logísticos e clientes mais satisfeitos.

Na prática, como funciona a roteirização logística moderna?

Já foi o tempo em que o profissional de logística precisava elaborar, quase sempre à mão, um plano de entregas de suas demandas. Hoje, graças à tecnologia, existem sistemas específicos de gestão de frota que realizam essa atividade de forma muito mais confiável, rápida e eficiente.

Para exemplificar, imagine que uma fábrica precise entregar insumos em diferentes filiais, garantindo o menor custo de transporte dentro de um prazo apertado e ainda retornar com outros itens. Até pouco tempo, não seria muito estranho o gestor folhear alguns mapas impressos, definir uma rota sem muitas informações e, ainda, designar alguém para acompanhar cada passo da operação (geralmente com ligações ao motorista), a fim de garantir a programação.

Sinceramente, isso não funciona mais como gestão logística! Hoje, cabe ao gestor obter dados reais de relatórios das últimas entregas, gerenciar custos, saber planejar e, principalmente, contar com tecnologias inteligentes de monitoramento online e em tempo real. Ou seja, sem “chutes” ou “previsões”!

Quais são os benefícios reais de um sistema de roteirização logística?

Agora que você sabe o que é roteirização e como ela funciona na prática, resolvemos destacar alguns benefícios reais que essa estratégia pode proporcionar dentro de sua gestão logística! Vamos conferir?

Gestão de frotas mais eficiente

Veículos parados no pátio, viagens vazias e mau aproveitamento dos fretes de retorno podem ser alguns dos sinais críticos de que sua gestão de frotas não está 100%. Além disso, esses fatores acabam pesando, diretamente, na saúde financeira da empresa, na qualidade das operações e no aproveitamento eficiente de sua frota.

Ao contar com sistemas específicos de roteirização, a tendência é que esses aspectos sejam significativamente melhorados e possibilitem que o gestor organize e planeje melhor as operações de sua empresa, levando em consideração o aproveitamento total dos veículos, das rotas e dos prazos.

Redução de custos

Além dos fatores citados no tópico acima, os custos estão presentes em muitos outros pontos dentro de uma operação logística e isso acaba pesando para o valor dos serviços prestados ou para o próprio orçamento interno.

Sendo assim, uma boa roteirização logística pode impactar, diretamente, a sua gestão de custos.

Imagine conseguir otimizar gastos com combustíveis, pedágios e manutenção da frota sem, necessariamente, mexer no frete ou preço do produto? Isso é viável a partir do momento em que há planejamento estratégico com rotas mais inteligentes, abrangendo mais pontos de entregas dentro da mesma operação, aproveitando, ao máximo, menos veículos, dissolvendo os gastos com mais pedidos etc.

Controles mais eficazes

Quando o cliente pede uma previsão de entrega, não dá para parar tudo e “correr atrás” do motorista responsável, para que ele passe um posicionamento, concorda? Com tecnologia de ponta, você pode ter uma torre de controle muito mais eficiente, confiável e segura para passar a posição real do status de uma entrega, coleta ou serviço.

Para isso, é imprescindível que sua empresa conte com sistemas e softwares de última geração, capazes de monitorar, em tempo real, cada passo de sua operação, além de possibilitar comunicações automáticas, como confirmação de entregas, estimativas reais, checklists, entre outros detalhes.

Automação de processos

Além da roteirização em si, os softwares especializados abrangem diversas outras funcionalidades ligadas à gestão logística. Para se ter uma ideia, além do monitoramento em tempo real, sua empresa poderá otimizar processos como o fluxo de notas fiscais, criar check lists personalizados, registrar motivos de devoluções de produtos e outras ocorrências, ler códigos de barras ou QR code e gerar dados e informações para relatórios.

Segurança para a operação

Toda operação logística envolve riscos, ainda mais em um país como o Brasil, no qual violência, estradas malconservadas e falta de estrutura em diversas regiões são fatores preocupantes para os gestores. No entanto, tecnologias de roteirização e rastreamento de cargas se tornam uma solução extraordinária nesse quesito.

Afinal, é por meio delas que se torna possível planejar rotas mais fáceis e seguras, além de proporcionarem um monitoramento online e contínuo de toda operação, identificando qualquer anormalidade no trajeto, como mudança suspeita no caminho e paradas não planejadas. Por fim, ainda é possível se comunicar com o motorista sem precisar ligar e até bloquear o veículo em caso de roubos.

Em resumo, essas foram nossas dicas sobre o que é roteirização logística e como essa tecnologia se tornou fundamental no setor. Além disso, é importante reforçar a ideia de que não se trata apenas de uma ferramenta de otimização das suas entregas, mas também envolve uma questão estratégica para a sua gestão, contribuindo para a redução de custos, o aumento da produtividade e, principalmente, proporcionando experiências únicas e diferenciadas aos seus consumidores finais.

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Fonte: Point Sistemas

Entenda os Principais KPIs da Logística

Os KPIs logísticos são recursos fundamentais para a avaliação dos processos em andamento e identificação de gargalos.

A área de logística está cada vez mais desafiadora para os negócios devido à alta concorrência. As empresas buscam por redução de custos e melhoria na qualidade de atendimento ao cliente. Neste sentido, é importante medir e acompanhar os processos e seus resultados, por meio dos indicadores-chave de desempenho, ou KPIs (Key Performance Indicator – em inglês).

Os KPIs da logística diferem de organização para organização, pois eles devem ser desenvolvidos em alinhamento com a estratégia de cada empresa. Geralmente as metas são definidas pelos altos executivos e, posteriormente, desdobradas para cada setor específico.

Se sua empresa está com dificuldades em medir os processos ou não sabe quais indicadores utilizar, acompanhe o post de hoje e fique por dentro dos principais KPIs utilizados na logística.

Os principais KPIs Utilizados na Logística

Na avaliação dos processos de uma empresa, o gestor irá utilizar indicadores de desempenho para analisar se deve tomar medidas que melhorem a performance e o rendimento do seu setor de trabalho. Além disso, ele também pode usar estes KPIs para identificar a necessidade de mudanças imediatas, “apagando incêndios”, e oportunidades de redesenhar o processo, criando um novo, mais eficiente, para gerar melhorias contínuas.

Veja quais são os principais KPIs para monitorar:

Time to Market:

Este KPI é muito utilizado em empresas de bens de consumo para medir quanto tempo ela leva para ter a ideia de um produto, desenvolvê-lo, testá-lo, fabricá-lo e colocá-lo no mercado.

OTD (On-Time Delivery):

Este KPI de logística indica qual a percentagem de pedidos entregues no prazo. Para se obter este indicador deve-se apurar a quantidade de entregas feitas no prazo e dividir pelo número total de do período analisado, e multiplica-se por 100 para se obter uma porcentagem.

OCT (Order Cycle Time):

Este é o indicador do tempo que leva para um pedido chegar ao cliente depois que foi recebido pela empresa. Esse KPI de logística é muito utilizado por empresas de e-commerce.
Para calculá-lo, deve-se aferir o tempo que cada entrega levou para ser feita após o pedido, somar todos e dividir pelo número de entregas feitas no período.

OTIF (On Time In Full):

Esse KPI avalia pedidos entregues no prazo combinado pela empresa. Para fazer seu cálculo, deve-se saber a percentagem de pedidos que foram:

  • Atendidos no prazo (P)
  • Entregues sem erro (E)
  • Completo: atendeu todas as especificações do cliente (C)

OTIF = P x E x C

Os KPIs logísticos são recursos fundamentais para a avaliação dos processos em andamento e identificação de gargalos, criando um ponto de partida para a elaboração de planos de ação mais acertados. A partir daí, torna-se possível adotar estratégias que realmente contribuam para a otimização dos resultados corporativos.

Gostou do nosso post de hoje, que tal aproveitar para conhecer os 9 Erros mais comuns da Logística Empresarial?

Para atender varejo, IBM lança serviço de supply chain em blockchain

Novo Sterling Supply Chain Suite permite integração com dados e redes a um blockchain baseado em Hyperledger para rastrear produtos e peças

Por Lucas Mearian, Computerworld (EUA) | 14/10/19 às 15h47 (CIO from IDG)

A IBM lançou na última semana um novo serviço de supply chain em sua plataforma blockchain e software de código aberto da recém-adquirida Red Hat, que permite que desenvolvedores e aplicativos de terceiros integrem sistemas de dados corporativos herdados em um livro distribuído.

Através do uso de APIs abertas, o novo Sterling Supply Chain Suite permite que distribuidores, fabricantes e varejistas integrem seus próprios dados e redes - bem como os de seus fornecedores - a um blockchain baseado em Hyperledger para rastrear produtos e peças. Entre os dados que podem ser integrados estão os sistemas IoT para localização da posição da remessa em tempo real.

"Este é o primeiro passo da IBM no que prevemos ser um investimento significativo na reinvenção de supply chain para organizações globais nas próximas décadas", disse um porta-voz da IBM por e-mail.

De acordo com Inhi Cho Suh, gerente geral da unidade de negócios Watson Customer Engagement da IBM, como o novo serviço se enquadra na marca "Sterling" Order Management (SOM), que a IBM adquiriu da AT&T em 2010, ele já possui uma base de usuários existente com mais de 7 mil clientes que possuem 500 mil parceiros comerciais adicionais.

A IBM integrou a capacidade de IA do Watson para oferecer aplicativos - entre eles, Order Optimizer e Supply Chain Insights - que podem produzir alertas e recomendações em tempo real por meio do Supply Chain Business Assistant (SCBA). O SCBA, por exemplo, pode gerar tempos de resposta mais rápidos para falhas, como interrupções na cadeia de suprimentos.

"Quaisquer clientes e parceiros em seu ecossistema mais amplo têm visibilidade das transações e interações que possuem", acrescentou Suh. "Essas transações podem estar relacionadas a faturamento, remessa, entrega - e a combinação desse livro compartilhado permite que você tenha um entendimento confiável sobre quem são esses parceiros."

Depois que um cliente faz login no serviço Sterling Supply Chain Suite, ele possui seu próprio painel, permitindo pesquisar o status de um pedido ou inventário de determinado produto. Os usuários também podem integrar rapidamente os parceiros comerciais no sistema, preenchendo o nome da empresa, o protocolo de comunicação de contato (email, por exemplo) e quais transações e conjuntos de dados eles estão autorizados a visualizar.

A IBM já havia lançado pilotos de rede de supply chain para o setor de alimentos, transporte de carga e até comércio de diamantes para rastrear produtos por meio de sua plataforma blockchain Hyperledger. Mas agora, a nova rede permitirá uma maior integração com os sistemas ERP e banco de dados.

6 motivos para otimizar o transporte de cargas

Otimizar o transporte e os custos logísticos é imprescindível para que haja uma gestão eficiente.

Na verdade, essa é uma das metas de toda e qualquer empresa de transporte de cargas, não é mesmo?

Afinal de contas, o desempenho do negócio depende da maximização dos lucros e da redução de despesas. Além disso, com a alta competitividade do mercado, o cliente sempre vai priorizar quem oferece um serviço de qualidade pelo melhor preço possível.

Nesse contexto, otimizar o transporte através de ferramentas modernas de logística é uma escolha inteligente. Contamos com softwares desenvolvidos exclusivamente para o setor. Eles são capazes de causar mudanças significativas nos processos operacionais do trânsito de cargas.

Foi justamente pensando nisso que selecionamos para o artigo de hoje 6 dos principais motivos para otimizar o transporte da sua empresa. Vale a pena conferir!

Motivo #1. Ter mais controle de custos

Ao contar com uma análise de resultados automatizada, o gestor consegue otimizar o transporte e identificar onde os recursos são aplicados de fato. Dessa maneira, é muito mais simples e assertiva a escolha de onde devem ser cortados gastos desnecessários.

Esse tipo de cuidado é vital para a saúde financeira dos negócios. Sem um controle minucioso do orçamento torna-se muito mais difícil de serem alcançados os objetivos da empresa.

Motivo #2. Contar com um plano de negócios mais eficiente

A tecnologia presente nos softwares de logística é eficaz pois foi elaborada com as ferramentas que a gestão desse segmento especificamente necessita. Isso permite um planejamento detalhado e o acompanhamento da execução do plano de negócios em tempo real.

Como bem sabemos, sem traçar metas e avaliar o alcance dos resultados, a produtividade pode ser comprometida. Porém, ao otimizar o transporte com um programa adequado, é possível antecipar estratégias e garantir que a carga seja entregue conforme o programado.

Motivo #3. Usufruir dos benefícios da tecnologia

Otimizar a logística, hoje em dia, não acontece sem o apoio da tecnologia. Com o sistema certo, conseguimos promover mudanças positivas no dia a dia da empresa e no médio/longo prazo também.
Um dos inúmeros propósitos desse tipo de ferramenta é a emissão de relatórios. Eles facilitam (e muito!) a gestão de transportes. Além, é claro, de diminuírem a incidência de erros humanos e retrabalhos. As métricas são precisas.

Motivo #4. Aumentar a produtividade da equipe

Quando a equipe de motoristas e a administração na sede da empresa estão em sintonia por intermédio de um software de logística, otimizar o transporte é uma consequência óbvia. Ao adotar uma metodologia padronizada e em uma plataforma online segura, as informações circulam com mais segurança e agilidade.

A própria adesão ao sistema já é um incentivo à produtividade. A equipe se sente mais amparada e valorizada, pois contribui diretamente na inserção de dados no programa.

Motivo #5. Otimizar a manutenção dos veículos

Problemas na frota fazem parte do cotidiano de qualquer empresa que trabalha com logística. Por essas e outras, otimizar o transporte acaba contribuindo para o controle da manutenção também, inclusive prevenindo avarias mais complexas nos veículos.

Os motoristas podem informar em tempo real possíveis defeitos ou gastos emergenciais. As medidas podem ser tomadas rapidamente, poupando tempo e dinheiro.

Motivo #6. Monitorar e otimizar as rotas

Ao otimizar o transporte, o gestor de logística conta com um sistema completo de monitoramento de rotas. Os trajetos podem ser melhor planejados, permitindo que as entregas ocorram dentro do tempo previsto e com menos quilometragem.

O software tem funções de simulação de rotas. Além disso, traz informações obre o tráfego em tempo real e possíveis desvios de obras, congestionamentos ou acidentes.

Concluindo...

O software de gestão e otimização de transportes é essencial para que a sua logística seja bem feita e eficiente. O programa é capaz de integrar diferentes setores e melhorar o desempenho das atividades realizadas.

A tomada de decisão do gestor, dos líderes e da equipe como um todo passa a ser fundamentada por dados sólidos. A mobilidade de acesso à plataforma também é um diferencial que atende às necessidades do mundo contemporâneo.

Sendo assim, otimizar o transporte é um investimento e não uma despesa. A empresa só tende a ganhar com esse upgrade!
Entre em contato conosco e você encontrará uma solução personalizada para a sua companhia. Até mais!

Leia também: 7 dicas para otimizar a gestão de transporte da sua empresa

SCM

Tendências do SCM (Supply Chain Management) no Brasil

Poucas pessoas param para pensar o quão relevante é o setor de transportes e logística. Simplesmente nada funciona sem ele. Diante dessa importância toda, é fundamental que os gestores do segmento estejam constantemente de olho nas tendências do SCM.

O cenário atual, em que observamos um mercado extremamente competitivo, acabou gerando clientes mais exigentes. Erros não são tolerados. Para satisfazer esse público, existem diversas estratégias que podem ser aplicadas.

A boa notícia é que ambas as partes podem se beneficiar com isso. Algumas das soluções que estão surgindo são capazes de otimizar a relação entre o custo e o benefício das operações das empresas de transporte de cargas.

Na publicação de hoje, vamos conversar justamente sobre esse tema. Aqui você encontrará as principais tendências na Gestão de Cadeia de Suprimentos – ou simplesmente SCM (Supply Chain Management).
Fique atento às dicas! Vale a pena conferir!

Conheça 6 tendências do SCM no Brasil

Conhecer as tendências e procurar se adaptar a elas é uma forma inteligente de se posicionar bem no mercado. No Brasil, algumas práticas estão sendo adotadas por quem quer se tornar referência no setor. Conheça-as a seguir!

1. IoT - Internet of Things

O termo IoT, que pode ser traduzido como ‘Internet das Coisas’, está cada vez mais presente no cotidiano. Enquanto a internet comum tem como principal objetivo a conexão entre as pessoas, a IoT conecta dispositivos.

Usualmente interligada a sistemas de gerenciamento centralizados, essa troca de dados entre softwares e equipamentos abre um leque enorme de possibilidades para o campo da logística. A IoT está entre as soluções de SCM com consolidação mais rápida nos dias de hoje.

2. Inteligência artificial

A inteligência artificial não se restringe somente a robôs humanoides como vemos nos filmes de ficção científica. Ela está em inúmeros recursos que usamos no dia a dia, até mesmo no Google e nas nossas redes sociais.

A intenção desse tipo de sistema é reproduzir o raciocínio humano, com a vantagem de ter ainda mais precisão e estar menos propenso a falhas. Além do mais, a máquina é capaz de processar e analisar muito mais dados em um menor espaço de tempo.

No SCM para transportes, a inteligência artificial já pode ser encontrada em softwares de gestão automatizada. Eles permitem um gerenciamento avançado das operações diárias de logística em suas mais diversas etapas.

3. Rastreamento de radiofrequência

O rastreamento da frota por radiofrequência já vem sendo implementado por diversas empresas no Brasil. Mas a popularidade dele está numa crescente que nos permite incluí-lo na lista de tendências de logística e SCM no Brasil.

Como o próprio nome já diz, o sistema é baseado na troca de sinais de rádio. A grande vantagem da metodologia é permitir o monitoramento de veículos que estão em lugares fechados e sem sinal de GPS, como em subsolos e túneis. Ela não também não está sujeita a bloqueadores de sinal.

4. Logística compartilhada

Ainda que exista muita competição no setor de transportes, uma tendência é superar as diferenças e unir esforços. Essa é a premissa essencial da chamada logística compartilhada, que é uma tendência em SCM para os próximos anos.

Quando empresas têm interesses em comum, elas podem usar determinados mecanismos que permitam o compartilhamento de espaços, de serviços, de armazéns e até mesmo de veículos. Essas práticas viabilizam a redução de custos, o aumento da agilidade e o aproveitamento máximo do potencial da frota.

5. Logística reversa

A Lei 12.305 de 2010 determina que empresas de transporte deem destino correto aos resíduos sólidos de suas atividades. Essa é uma atitude importantíssima para o desenvolvimento sustentável.

Visando o cumprimento da lei e a otimização do logística, encontramos uma solução em SCM chamada logística reversa. Ela é muito semelhante ao item abordado anteriormente. Duas empresas com interesses em comum unem esforços com um objetivo comum.

Enquanto uma faz a entrega, outra se responsabiliza pela coleta dos resíduos. Isso evita, inclusive, que o veículo volte vazio para seu ponto de origem. Sem sombra de dúvidas, uma estratégia inteligente e ecologicamente correta.

6. Same Day Delivery

A última tendência apresentada hoje é a Same Day Delivery, ou seja, entrega no mesmo dia. A moda pegou em diversos países europeus, onde empresas se comprometem com a chegada do pedido no mesmo dia da compra.

Em um país continental como o Brasil, essa pode ser uma ideia ousada. Mas isso não impede que ela tenha chances de sucesso, especialmente em grandes centros urbanos e localidades próximas a centros de distribuição.

E então, gostou das dicas? Se quiser saber mais sobre como adotar essas tendências na sua empresa, fale com os Consultores da Deverhum. Nos vemos no próximo post.

SAB | Supply Chain 2019

O evento reunirá 50 VPs e diretores de Supply Chain para 3 dias de imersão e discussões em profundidade sobre os principais desafios e tendências do setor.

Obtenha insights estratégicos para garantir que sua equipe e seus processos sejam otimizados, centrados no cliente e prontos para tirar proveito da transformação que acontece!

Por décadas, a busca pela excelência na cadeia de suprimentos nos levou a uma perseguição incansável pelo equilíbrio entre custo, qualidade e eficiência. Com as cadeias de suprimentos cada vez mais complexas e os clientes cada vez mais exigentes, a tecnologia oferece maneiras completamente novas de responder ao clássico desafio. Dados e análises, robótica e automação, inteligência artificial e blockchain estão permitindo que as cadeias de suprimentos atuais sejam mais inteligentes e adaptáveis, com visibilidade e controle aprimorados.

Um ano após a greve dos caminhoneiros, o que aprendemos com a crise?

Como expandir e trabalhar com os seus parceiros para garantir os ganhos de uma cadeia integrada? Como melhorar a previsão da demanda e a produtividade? Já somos ágeis o suficiente?

O futuro que previmos está acontecendo agora. Uma nova era arrojada está se desdobrando, onde as cadeias de suprimentos digitais e físicas se combinam para promover a inovação, a disrupção e gerar valor comercial. A transformação digital acontece hoje e você está na linha de frente. Líderes de supply chain bem-sucedidos se antecipam, aproveitam as novas tecnologias e criam cadeias de suprimentos integradas que proporcionam o crescimento dos negócios. O futuro é a combinação de cadeias de suprimentos digitais e físicas: maximizar o valor do que você já tem e catalisá-lo com o poder do digital.

Factory of The Future

Factory of The Future

Flexible, Digitalized, and Sustainable

(Martin Wilkie - Global Head of Capital Goods Research) - Citi GPS: Global Perspectives & Solutions © 2019 Citigroup

As consumers, we have all become used to the benefits of mass production consistent quality at a low price. This has been enabled by a century of progress in factory automation, starting from the advent of manufacturing assembly lines more than one hundred years ago.

Manufacturing productivity gains stalled in the early 2000’s, but we are now on the cusp of a new era of productivity, driven by the declining cost of technology (data and components), a pending explosion in wireless connectivity potential for industrial devices, and developments in advanced manufacturing, including robotics. Manufacturing will become “on demand’, where we can order single bespoke items in real time, at the cost of mass production.

The Factory of the Future might conjure images of ‘lights out’ factories with lines of industrial robots, but the robots of the future will not be like those in the past — they will be easily integrated into human environments, and become as common as cars or phones. In this report, Professor Daniela Rus at MIT suggests that technology advances will allow us to build robots capable of taking on a much wider variety of tasks, working with some degree of autonomy, working side by side with people. By teaming machine learning, robot systems, and people together, the world of manufacturing could be reshaped. This means a whole approach to production and jobs that we cannot begin to imagine. It could mean smaller factories, located closer to population centers, making fewer generic standardized goods, and more customized products. Even robots themselves will be unidentifiable compared to their history. Two technologies — soft and origami robots — point to a future of manufacturing where machines and people work side by side.

In product development, the processes of designing, improving, and testing can all happen in a virtual environment, substantially reducing risks, time to market, and development costs. Product design has been software enabled for years, but the software simulation of testing, production and usage can shave years off product development times. Automatically generating the production “code” from this process enables “distributed manufacturing”, further enabling the concept of localizing production.

Even beyond robotics, we are on the cusp of a revolution enabled by cheap data, computing, and components, as well as a pending explosion in wireless connectivity enabled by the rollout of 5G networks. This is not just about gathering data, but also enabling augmented reality to empower workers on the factory floor.

This is not without risk — Citi Economists show that manufacturing powerhouses like Germany and China are shaping policy around the expected upheaval. Fully digitized factories also raise crucial questions on cybersecurity risk.

In an era of trade tensions however, distributed manufacturing takes on a whole new appeal, and once consumers get used to bespoke production on demand, at mass-produced prices, there will be no going back.

We hope you enjoy the report.