Tendências do Mercado de Embalagens Pós-Crise

O mercado de embalagens brasileiro é o quinto maior do mundo, com a capacidade de movimentar em média mais de trinta bilhões de dólares ao ano, equivalente a 1,5 % do PIB.

Ao nos referirmos sobre esse mercado estamos indicando a produção de embalagem de matérias-primas, distribuição de materiais para a embalagem, design de embalagem e posteriores processos de logística reversa e de reciclagem.

Esse setor apresenta grandes relações com as questões de redução de custos, segurança para o produto e respeito ao meio ambiente.

Porém, em períodos de pandemia, a partir do ano de 2020, especialistas do setor começarão a reavaliar os potenciais desse mercado e os reais impactos da pandemia sobre o setor.

Entre os anos de 2014 e 2018, esse setor registrou crescimento de 1,1 % ao ano em média, com previsões de crescer 1,6% até o ano de 2024. Porém, as previsões precisaram ser revistas devido aos impactos da pandemia.

O mercado de embalagens na pós-crise

Com a pandemia do coronavírus de 2020 e a consequente crise social e econômica provocada pela pandemia, esse setor passou a sofrer com falta de insumos, deficiência no fornecimento e elevação de preços.

No segmento do papelão ondulado houve fortes impactos entre os meses de abril e maio de 2020, gerando elevação do valor e perdas de desempenho nas vendas em comparação com o mesmo período em 2019.

Porém, nos outros meses do ano, o setor concentrou resultados positivos com crescimento médio de 2% a 3% a cada mês.

O principal desafio atual e previsto para o período pós-crise é adequar o setor de embalagens como um todo considerando que alguns segmentos não trabalham mais com estoque, atendendo o mercado médio com produção sob encomenda.

A importância desse mercado

No setor de alimentação, por exemplo, tem aumentado o comportamento do consumidor comum que busca produtos em porções mais individualizadas. Esse comportamento estimula ainda mais a indústria da embalagem.

Além desse fator, temos consumidores que buscam produtos específicos sem glúten, sem açúcar ou sem lactose, gerando ampliação do guarda-chuva de produtos e incentivando a produção de mais embalagem.

Considerando o comportamento recente dos compradores médio e das novas demandas que surgem no cenário pandêmico e de pós-pandemia, a tendência para o futuro é atender a conveniência do cliente e criar embalagem funcional.

Outro fator é incentivar o reaproveitamento das embalagens e evitar o desperdícios dos materiais, com o olhar sobre as questões ambientais.

Evolução

Seja para embalagem de grande ou de pequeno porte, a grande preocupação é atender às necessidades de cada perfil de cliente.

No período pós-crise será importante oferecer soluções que ajudem a reduzir custos, que facilite a vida das empresas, que simplifique o consumo de produtos e estimule o mercado.

Não podemos deixar de indicar a necessidade de produzir insumos com menor impacto sobre o meio ambiente e que de fato incentivem a produção de embalagem econômica e com preço acessível.

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Condomínios Logísticos: Definição, Vantagens e Desvantagens

Ao investir em condomínio logísticos, a empresa busca otimização de tempo, investimento e gestão.

Quando nos referimos aos condomínios logísticos, estamos lidando com áreas selecionadas com a devida infraestrutura para oferecer serviços compartilhados para atender diferentes perfis de empresa concomitantemente.

Geralmente, essa infraestrutura é composta por direcionamentos de transporte, docas de entrada e saída de mercadorias, área de armazenagem, equipamentos para movimentação e toda estrutura para armazenar cargas leves e pesadas de diferentes tipos de empresas.

Nos últimos tempos, muitas empresas começaram a investir nesse tipo de serviço para reduzir custos e simplificar operações de estoque e planejamento de logística.

Qual é a importância dos condomínios logísticos?

Na prática, o local é similar a de um armazém comum, mas com uma rotina operacional diferenciada. Em sua organização, além de empilhar mercadorias, nesse tipo de condomínio temos as atividades atreladas ao cross docking.

Com uma rotina bastante intensa, a metodologia cross docking se refere a um formato logístico que abrange a entrada e saída de mercadorias ao mesmo tempo que ela chega no local. Esse método torna-se competente com o uso de transporte adequado para a atividade.

O transporte fica no ponto certo para realizar a entrada ou saída de cada tipo de mercadoria, sendo o objeto desembarcado em uma doca e repassada para outro veículo que aguarda em outra doca para completar o trajeto.

Dessa forma, nesse tipo de condomínio não há muito tempo de armazenagem, somente a movimentação das cargas movidas entre os veículos.

Mais segurança

Ao contratar os serviços desse tipo de armazenamento e transporte de cargas, a empresa contratante também conta com alto nível de qualidade e de segurança dos serviços.

O local, além do serviço de transporte, também conta com porteiros, sistema de portões eletrônicos, monitoramento realizado por câmeras e até mesmo a presença de guardas treinados e armados.

Mais serviços

Geralmente, esse tipo de condomínio também possui serviços de limpeza e oferece amplo estacionamento para clientes e funcionários.

Locação

Os locais definidos para cada perfil de empresa ou cliente são alugados, sendo os custos naturalmente divididos pelos usuários. Nesse caso o terreno pertence à construtora ou ao administrador do condomínio.
Incentivos

Além de incentivos fiscais e redução de custos, utilizar esse tipo de serviço tem sido cada vez mais frequente para evitar perdas de produtos em armazéns mal planejados, evitar o trânsito nas rodovias e cidades para locar o armazenamento em diferentes pontos e para poder contar com sistema integrado de movimentação de cargas atualizado.

Investimento certo com mais vantagens

Ao investir em serviços de condomínio de cargas, a empresa busca ganho de tempo, de dinheiro e modernização no método de administração de seus ativos.

Dentre as principais vantagens desse tipo de condomínio podemos destacar o alto nível de segurança, a redução de riscos de roubos, acesso a outros serviços como restaurante e estacionamento e divisão proporcional dos custos.

Portanto, ao aderir a esse tipo de local de tratamento e direcionamento de cargas e estoques, a empresa terá melhores garantias de segurança e qualidade de serviços. Lembrando que esse tipo de condomínio tem se tornado cada vez mais comum nos EUA e Europa.

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4 Tipos de Treinamentos fundamentais para equipes de Logística

Atualmente, existem vários tipos de treinamentos para orientar equipes de logística.

É muito importante atualizar os conhecimentos e manter a equipe treinada sob diferentes aspectos.

Seja para aprender a usar um novo equipamento, conhecer as características de um novo produto e gerenciar informações de um modal de transporte, todo tipo de treinamento é fundamental.

Nos dias atuais, em diferentes setores, é fundamental que o profissional se aperfeiçoe e sempre atualize seus conhecimentos. As empresas podem oferecer cursos de longa duração ou treinamentos curtos dentro da própria empresa.

Independente da escolha, é importante que as informações e as práticas apresentadas nos cursos tornem a equipe mais atualizada.

Tipos de treinamento

Além de identificar os tipos de treinamento, é importante que a empresa verifique as reais necessidades da empresa e das atividades de sua equipe.

Existem muitas possibilidades que podem contribuir para a gestão de estoque, setor de compras, modais de transporte, distribuição, entrega e até mesmo para a logística reversa.

A seguir apresentamos os principais tipos de cursos e orientações que podem ajudar a equipe de uma empresa.

1 - Gestão de Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management)

Ao adotar o treinamento de Supply Chain Management, estamos buscando envolver todos os profissionais em todo o processo logístico, partindo da aquisição da matéria-prima, fabricação, qualidade até a venda para o consumidor final.

Através desse curso é possível capacitar os profissionais para gerenciar a cadeia de suprimentos da melhor forma possível.

2 – Projeto empresarial

Quando falamos em logística empresarial, visamos um tipo de curso que oferece aprofundamento do profissional em relação à logística ligada às empresas e suas funções administrativas.

Neste caso, o fator da gestão abrangente é um grande diferencial. Esse curso procura treinar os colaboradores para administrar e trabalhar da melhor forma com os setores logísticos tendo a visão gestora de cada etapa.

3 - Treinamento de Onboarding

Esse tipo de curso é oferecido internamente pela empresa e gerido pelos profissionais mais experientes ou por professores contratados internamente pela organização.
Geralmente, esse tipo de treino pode começar no primeiro dia de trabalho, podendo ser um curso de adaptação com duração curta ou um curso de longo envolvimento com duração de doze meses.

Este processo é indicado, principalmente, para futuros líderes ou colaboradores de áreas específicas.

4 - Treinamento de desenvolvimento de Soft Skills

Quando aplicamos o desenvolvimento de Soft Skills nos referimos às habilidades de convivência que podem ser desenvolvidas a partir da criação de um ambiente de trabalho mais harmonioso e qualitativo para todos.

Visa a criação de habilidades sociais e de habilidades de convivência visando o estabelecimento de uma cultura organizacional positiva.

Dentre as principais habilidades buscadas, podemos citar:

  • Desenvolvimento de comunicação e integração eficiente de informações entre pessoas;
  • Proatividade;
  • Iniciativa focada para a solução de problemas;
  • Formação de líderes;
  • Ética e formação de valores;
  • Cooperação entre colaboradores.

Portanto, é importante que os colaboradores da empresa se mantenham sempre atualizados, independente do tipo de produto ou serviço envolvido com o projeto logístico da empresa.

A Deverhum Consulting é referência em soluções de treinamentos e consultoria em Supply Chain. Clique aqui para solicitar uma proposta ou obter mais informações.

O que faz um consultor de Logística

O consultor de logística é um dos profissionais mais requisitados pelas empresas na atualidade.

Essa área lida com compras, administração de insumos, controle de estoque, transporte, canais de distribuição, orientação para o ponto de venda e o relacionamento com o consumidor final.

Esse profissional precisa ter amplo conhecimento nesta área, além de ter habilidades nas áreas de administração, marketing e negócios. Atualmente, a gestão de produtos, serviços, bens e informações têm sido cada vez mais demandada no mercado e nas empresas.

A importância da logística

Essa área é considerada muito fundamental para a melhor condução dos projetos relacionados à origem e destinação de produtos e serviços.

Muito além do modal de transporte e dos canais de distribuição, cuida sempre do inventário, manuseio do produto, empacotamento, armazenamento, segurança e processo de entrega.

A importância do consultor de logística

Esse tipo de consultoria é importante para solucionar gargalos nas áreas de organização de insumos, estoques, vendas e distribuição, além do setor de compras da empresa.

Em muitos casos, pode ocorrer da empresa realizar vendas e não ter estoque para completar a entrega, ou fazer as entregas fora do prazo previsto.

Essa consultoria pode ajudar a empresa a evitar erros como armazenamento incorreto, erros na recepção e separação de pedidos, além de desperdícios que podem ocorrer com aumento de custos.

Todas as empresas precisam se organizar para manter a produtividade e evitar atrasos. Essas questões podem criar, quando não corrigidas, perdas financeiras e queda na qualidade da gestão de suprimentos.

A consultoria

Ao contratar esse tipo de consultoria, a empresa conseguirá reestruturar todos os processos da empresa, principalmente, para gerar mais eficiência para a cadeia de suprimentos, de forma mais produtiva e econômica.

É importante que o consultor conheça todas as condições da empresa e todas as funções inerentes ao processo produtivo.

As principais etapas

Ao inserir essa consultoria na empresa, é necessário seguir as etapas previstas.

  • Diagnóstico - Através do diagnóstico é possível mapear o cenário logístico da corporação e identificar os pontos fortes e os pontos fracos.
  • Estudo de riscos - Ao buscar analisar os riscos, o consultor e os responsáveis pela empresa poderão avaliar os problemas considerando cada risco envolvendo toda a cadeia de suprimentos.
  • Controle - A consultoria precisa se dedicar para gerar uma cultura de controle, verificando possíveis melhorias a serem inseridas com a eliminação de riscos.
  • Implementação - Depois de todo o estudo realizado, o consultor poderá apresentar uma sugestão de projeto a ser implementado contendo metas, prazos e indicadores de qualidade.
  • Avaliar resultados - Depois de todas as etapas implementadas, é importante que o consultor e as partes responsáveis avalie os resultados alcançados.

O profissional de consultoria costuma ser procurado em virtude de sua experiência, visão de mercado e capacidade técnica para orientar empresas e funções específicas.

Ele ajuda a apontar erros e oportunidades para serem corrigidos, percebidos e aproveitados pela empresa. A sua principal função é oferecer suporte para as empresas, buscando viabilidade econômica e melhores processos.

E se estiver considerando contratar uma consultoria logística, fale com a Deverhum Consulting e surpreende-se com o resultados.

Como Otimizar o OTIF (On Time In Full) da sua empresa

A principal função dessa metodologia é elevar a satisfação dos clientes em relação aos serviços oferecidos pela empresa.

Atualmente, com a ajuda da OTIF, boa parte das empresas procuram otimizar suas atividades ligadas ao setor de logística, principalmente, para entregar o produto para o cliente dentro do prazo prometido.

Considerando a concorrência e o crescimento do e-commerce, as atividades logísticas se tornam cada vez mais desafiantes. Geralmente, se um produto ou informação for perdida, todo o processo de qualificação de geração de valor para o cliente poderá ser perdido.

Sendo assim, o compromisso com prazos e a competitividade no atual mercado não aceita falhas. Dessa forma, os gestores mais atenciosos procuram inserir procedimentos e ferramentas para o monitoramento do trajeto do produto, desde a saída do ponto de venda (ou do estoque) até o destino final (o endereço de entrega do cliente).

O que é OTIF?

OTIF é uma sigla que no idioma inglês significa “On Time In Full”, e se refere a um indicador técnico de desempenho de tempo e qualidade para o processo de entregas de produtos.

A principal função dessa metodologia é elevar a satisfação dos clientes em relação aos serviços oferecidos pela empresa.

Mas, o que significa?

Quando falamos em “On Time In Full”, devemos lembrar que os termos “On Time” significa “data e horário” relacionado ao prazo referente ao local de entrega.

O termo “In Full” refere-se à necessidade do produto ser entregue completo e integralmente em suas especificações, qualidade e condições de uso.

Ajudando empresas

Essa metodologia quando empregada de forma planejada e com o uso de ferramentas certas torna-se num importante KPI, indicador de qualidade, para gerar qualidade e eficiência para a entrega do pedido.
Permite que todos os pedidos e encomendas sejam entregues dentro do prazo. Busca atender as expectativas dos clientes, visando elevar os níveis de satisfação do consumidor e ampliando o processo de fidelização.

Ao adotar o “On Time In Full”, temos uma importante operação, porém o nível de operação deve ser definido a partir do conjunto de informações, os períodos a serem apurados e elaboração dos indicadores corretos.

Relatórios

Posteriormente, a empresa que usa essa metodologia poderá gerar relatórios junto com os centros de estoque e com as transportadoras evitando extravios ou pedidos trocados.

A otimização

A aplicação dessa metodologia ajuda bastante a melhorar os resultados da empresas como:

  • Qualificação do serviço de entrega;
  • Redução do retrabalho;
  • Redução de riscos na logística reversa;
  • Elevação da qualidade do serviço da transportadora;
  • E melhoria no grau de satisfação do cliente.

Soluções para o mercado

Ao aplicar essa metodologia, a empresa procura entregar para o cliente o produto certo dentro do prazo, mantendo o compromisso com o consumidor final.

Ao entregar dentro do prazo prometido, a empresa está “On Time”, e quando a empresa entrega o produto em perfeitas condições, está em “In Full”.

Portanto, a aplicação dessa ferramenta visa evitar o atraso de entregas e a manutenção da qualidade dos produtos. Essa metodologia é fundamental para grande parte das empresas.

Leia também: Entenda os Principais KPIs da Logística

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4 aplicativos de Controle de Estoque que todo Gestor deveria conhecer

Existem diferentes aplicativos de controle de estoque que podem ser usados por empresas de vários portes na área logística.

Atualmente, tem sido fundamental acompanhar dados de fornecedores, realizar o controle de estoque, verificar negociação de prazos e a precificação final.

Essas atividades geram muitas informações que podem comprometer a organização dos ativos da empresa. Geralmente, além da direção e do empreendedor, esse tipo de gestão também depende da atuação do profissional de logística e de compras.

Aplicativos de controle de estoque

O ato de gerir os ativos da empresa é muito trabalhoso e pode ser simplificado com o uso de softwares e de aplicativos para tornar o trabalho menos penoso para as equipes.

É indicado ao profissional que use ferramentas mais indicadas para a função de compra, recepção, controle e repasse de estoque. O uso dos aplicativos certos agilizam o processo de organização e de transparência dos dados de cada produto ou pacote. A seguir indicamos quatro aplicativos que podem ajudar bastante.

1 - Evernote

Esse aplicativo é muito indicado para fazer anotações, pois proporciona a possibilidade de criar notas de texto e armazenamento de imagens, textos e links da internet.

Esse aplicativo é muito indicado para o gestor que precisa anotar qualquer detalhe referente às mercadorias.

2 - Dropbox

Esse aplicativo online é um dos mais conhecidos, tendo a versão gratuita e paga. Ele permite guardar os arquivos nas nuvens sem a necessidade de uso de servidor físico.

Mesmo em sua versão gratuita, ele permite ao usuário sincronizar os arquivos do computador e do smartphone, permitindo pleno acesso mesmo quando o profissional está longe do escritório.

3 – Slack

Esse aplicativo é muito indicado para escritórios que lidam com muitas informações ao mesmo tempo. É aplicável para permitir o uso e recebimento de mensagens instantâneas mantendo todos os colaboradores conectados.

Existe a versão gratuita com todos os recursos básicos e a versão paga com mais recursos.

4 – Pocket

Principalmente, para pequenas médias empresas, esse aplicativo é muito indicado para leitura de links acessíveis a qualquer hora. Com ele é possível salvar qualquer tipo de material ou link para ser lido posteriormente.

Duas iniciativas de organização

Dentre as principais iniciativas de organização, devemos destacar a “gestão de compras” e a “planilha de controle”.

No contexto da gestão de compras, é importante controlar e registrar cada tipo de compra realizada para uso interno, produção ou expedição na empresa.

Aplicativos dedicados para a gestão desse tipo devem ser capazes de armazenar informações que abrangem a entrada de materiais, estoque e saída de produtos.

Nesse processo, é importante organizar planilhas de controle para fortalecer a qualidade da gestão. Porém, a utilização de planilhas de controle exigirá mais dedicação por parte do gestor de compras que poderá utilizar o Excel ou planilhas online.

Portanto, a aplicação de ferramentas online e digitais são fundamentais para melhorar a organização da gestão de estoque e insumos na empresa.

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Intraempreendedorismo como Cultura de Inovação

O Intraempreendedorismo tem sido cada vez mais valorizado no mundo corporativo atual.

Estamos falando da capacidade de funcionários e colaboradores de uma empresa terem a iniciativa de agir como empreendedores em seus locais de trabalho como forma de gerar soluções para a empresa.

Esse perfil de ação empreendedora surgiu nas últimas décadas e tem se consolidado nas principais economias do mundo.

Considerando toda a sua relevância, as empresas mais inteligentes incentivam ações empreendedoras em suas equipes de trabalho e de desenvolvimento, principalmente, em ambientes corporativos incentivados pela transformação, organização e inovação.

O intraempreendedorismo nas empresas

É importante que as corporações adicionem o desenvolvimento da cultura empreendedora entre os seus colaboradores, visando a sustentabilidade de mercado, inovação de métodos e de tecnologia e, sobretudo, para a criação de novas soluções.

De forma geral, o empreendedorismo está relacionado com a competência de enxergar oportunidades, atender necessidades e gerar vantagem competitiva.

São fatores positivos a serem inseridos em favor da empresa e da marca na qual atuam os colaboradores.

Desenvolvendo competências

A ação empreendedora interna precisa incentivar o desenvolvimento de novos valores e objetivos alinhados à estratégia organizacional e mercadológica da empresa.

Geralmente, além de treinamento e ambiente propício, a economia atual exige conhecimento e estudo contínuo, controle de custos e aproveitamento do tempo para criar caminhos para a geração de valor e de engajamento empreendedor.

O que é Intraempreendedorismo?

Sabemos que o empreendedor que inicia o próprio negócio visa atender a uma oportunidade ou necessidade com novas ideias e experiência que de fato solucionem problemas e inovem o mercado.

Agora, imagine toda essa força sendo empregado internamente na empresa a partir de seus funcionários e colaboradores. Esse é o cenário e o conceito básico do intraempreendedorismo.

Aprender sempre

Seja de forma teórica e técnica, o colaborador precisa aprender sempre, estudar sempre e permanecer atento à evolução do conhecimento na empresa.

Essa postura ajudará sempre a tomar decisões e a identificar novas oportunidades de negócio.

Agregando valor

Quando o colaborador é valorizado e incentivado a desenvolver ideias e soluções na empresa na qual trabalha, ele pode se tornar numa força interna de inovação para toda a corporação.

Muitas vezes, ameaças e oportunidades de mercado podem incentivar a busca por novas ideias e projetos. Essas soluções podem agregar valor para os produtos e serviços da empresa.

O conceito do empreendedorismo

Na prática, empreender envolve a criação de algo novo com tempo e dedicação específica para solucionar problemas, criar produtos e serviços melhores e aproveitar de novas oportunidades de mercado.

Portanto, o empreendedor que atua no cenário “intracorporativo” é aquele que atua internamente na empresa já estabelecida para a qual ele trabalha como funcionário e colaborador.

Dessa forma, devemos considerar os membros de uma empresa que enxergam oportunidades, resolvem problemas e que combinam ideias para elaborar soluções pertinentes para a empresa.

São atividades que podem ser desempenhadas não somente pelos líderes formais, mas também por qualquer colaborador que atue nas diferentes linhas hierárquicas da empresa.

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Crise e Desperdícios: O que a história diz sobre esses dois temas

Quando falamos em crise e em desperdício nos referimos a dois processos que podem estar relacionados.

Quando falamos em “crise” estamos indicando um ciclo de escassez de matéria-prima, produto, fluxo produtivo, queda de receita e ausência de oportunidade, ela pode ser cíclica combinando situações de contração e expansão.

Já o "desperdício" está atrelado ao ato de gastar determinada fonte ou bem em excesso, gerando ambiente de esbanjamento, falta de aproveitamento sustentável causando perda de energia, fluxo e bem.

Crise e desperdícios

Geralmente, empresas e governos precisam refletir profundamente sobre os impactos de seus projetos, dos cenários externos e das demais condicionantes para se protegerem de períodos de escassez e reduzir a perda de insumos e de produtos.

Sabemos que desperdiçar gera perdas, e cada tipo de perda gera custos, comprometendo a qualidade final do produto e serviço a ser produzido.

Existem vários métodos para aplicar no processo de gestão e produção de uma empresa para verificação e geração de uma produção livre de perdas e protegida de ameaças de oscilação de mercados.

A história

A crise de 1929, marcada pelo subconsumo, e a crise do petróleo dos anos 1970 marcaram as economias mundiais. A ocorrida em 1929, abriria caminhos para repensar os fluxos de produção e evitar produzir muito acima da real demanda.

Por outro lado, a situação gerada pelas principais produtoras de petróleo nos anos 1970 ensinaria o mundo a não depender somente do “ouro negro” para ativar a economia e manter a produção de energia.

Na economia

Quando, além de um ciclo, a crise se torna crônica e longe de ser superada, é importante que países e empresas se dediquem para a aplicação de projetos de ajustes e de revisão de custos e de investimentos.

Esse momento de retração é visto como “natural”, porém pode se aprofundar em casos de economias despreparadas ou menos expressivas.

De todo modo, é registrado e percebido a queda de atividades econômicas a começar pelo consumo médio da população, elevação de preços de itens essenciais e redução da oferta de potenciais produtos.

Geralmente, o período de retração pode ser identificado também com a queda contínua de demanda e menor geração de lucro. Consequentemente, verificamos a demissão de funcionários e a baixa nos investimentos a curto e médio prazo.

Superando as perdas

Enxergar a formação de novos mercados e demandas é essencial para ajudar na recuperação de cenários econômicos, de empresas e na formação de empregos.

Geralmente, é importante que os governos locais de cada país saiba decidir por políticas de desenvolvimento e de recuperação.

As empresas, por sua vez, necessitam desenvolver novas soluções para reduzir custos e baratear seus produtos que apresentam real entrada de mercado.

Portanto, entre o ato de desperdiçar em tempos de crescimento pleno poderá gerar ciclos futuros de retração que comprometerão postos de trabalho e toda a estrutura do mercado de consumo.

Ter capacidade analítica para sobreviver em diferentes tipos de mercados é sempre um importante diferencial.

Veja também: [Infográfico] Os 7 Desperdícios do Lean

O Comportamento das Commodities Industriais

Considerando os tipos essenciais de commodity, as de origem de processos industrializados possuem alto valor de mercado.

Quando falamos em commodities industriais nos referimos a determinado tipo de produto ou bem que ainda está em seu estado primário e pode ser comercializado no mercado e até mesmo nas bolsas de valores.

São bens que apresentam valor comercial, estratégico e mercadológico, assim como ocorrem com a commodity agrícola, energética e financeira.

No mercado, em geral as empresas precisam negociar insumos e produtos de origem industrializada, mineral, agrícola e até mesmo extrativista.

Em todos os casos os valores de mercado podem impactar nos custos de produção e de distribuição a médio e longo prazo.

As commodities industriais

Muitas vezes, a base de um equipamento ou peças essenciais para a complementação de um produção podem ser consideradas, dependendo do projeto, como commodity vinculado à produção e entrega industrializada.

São produtos que influenciam o comportamento do mercado de modo abrangente em diferentes setores econômicos.

Os valores de cada tipo específico, mesmo para a área industrial, podem oscilar dependendo das atividades, do comportamentos de cenários econômicos e de outros fatores externos. As oscilações de preços podem depender também do comportamento de consumo no comércio e com o nível de oferta de matérias-primas.

O caso do Brasil

Mesmo o nosso país tendo centros produtivos de petróleo, energia, indústria avançada e de geração de conhecimento tecnológico, o Brasil é mais forte no segmento mineral, agrícola e extrativista como força produtiva.

Nesses setores, o Brasil é forte produtor e exportador de commodities, principalmente, para economias avançadas como o mercado da União Europeia e dos EUA.

O país exporta muito café, soja, açúcar, algodão, leite, carne, mas também tem se destacado na produção de projetos para satélites espaciais, equipamentos eletrônicos e automotivos.

No setor automotivo e eletrônico, o Brasil sempre foi um grande importador de insumos industrializados, registrando crescimento em áreas pontuais.

Com o processo de desindustrialização registrado no país entre 2010 e 2020, o mercado de commodity industrializada nacional se tornaria mais específico.

Visão geral

Por exemplo, se uma montadora para montar seus carros precisa de bons motores, o motor pode ser considerado como commodity, mas se a fabricante de motores precisa de peças, cada peça pode ser considerada também como commodity.

Nenhuma empresa é autossuficiente em todos os tipos de peças e insumos necessitando de bons fornecedores e parceiros.

Preço de mercado

Geralmente, quando um bem ou produto é considerado como commodity pode ter o seu valor calculado segundo as cotações de mercado nacional e internacional, das aplicações na bolsa de valores e pela média de mercado.

O preço pode ser influenciado pelo aumento ou queda da demanda e também por outros fatores como avanço tecnológico e inovação.

Numa visão básica, nos referimos à matéria-prima e aos insumos para a manutenção de cadeia produtiva e de produção de futuros produtos.

Considerando os tipos essenciais de commodity, mesmo referindo a agrícola, a mineral, a energética e a financeira, as de origem de processos industrializados também possuem alto valor de mercado.

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A Formação Multidisciplinar do Profissional de Suprimentos

O profissional de suprimentos tem sido muito demandado para o desenvolvimento e aplicação de projetos logísticos e de produção para diferentes empresas.

Independente do segmento, ter bons planejadores e executores de tarefas é essencial para empresas de diversos ramos e portes mercadológicos.

Um dos principais focos é ter capacidade para atuar em mercados nacionais e globais, informatizar processos e, principalmente, gerar força competitiva perante a concorrência.

A constante busca por competitividade tem crescido bastante atualmente, principalmente, para entregar mais qualidade e melhores experiências para o cliente final. Esses objetivos exigem da empresa melhores projetos e práticas que começam no setor de compras e suprimentos.

Geralmente, as empresas ainda consideram o “estoque” como custo e o fornecimento como um canal ainda inseguro para a manutenção do projeto produtivo das empresas. Por outro lado, empresas mais avançadas já utilizam gestão mais avançada sobre seus inventários para melhorar a organização e reduzir custos operacionais.

O profissional de suprimentos

Seja para atuar nessa área ou em todos os pontos de um processo logístico, o profissional pode procurar formação acadêmica nas áreas de marketing, administração, engenharia e demais áreas técnicas dedicadas à produção.

As empresas exigem boa formação acadêmica e técnica desse profissional e capacidade de prever cenários produtivos e de mercado.

Perfil

Dentre os aspectos desse profissional, é importante que ele tenha visão holística, ou seja, visão abrangente a partir de diferentes pontos de atuação incluindo as tarefas de pesquisa de mercado, negociação, visão integrada de cada ponto existente na cadeia produtiva e amplo utilização da tecnologia da informação.

Adicionalmente, o fato do profissional de suprimentos invariavelmente ter que lidar com interesses de outras áreas exige que ele domine duas habilidades fundamentais: liderança e persuasão. Essas são duas competências complexas que demandam tempo e técnica para serem desenvolvidas.

Conhecimentos

É fundamental que domine conhecimentos nas áreas de administração e mercado, considerando sempre a cadeia produtiva.

O fluxo de produção

Geralmente, as empresas dependem desse tipo de colaborador para integrar a cadeia produtiva, melhorar o fluxo de produtos e serviços e identificar recursos necessários para o projeto.

Avanço tecnológico

O colaborador que atua nessa área precisa dominar a tecnologia presente através de sistemas, automação e troca de informações presentes no decorrer da cadeia.

Em certos casos, poderá ser importante dominar métodos como VMI (Vendor material inventory), EDI (Eletronic Data Interface) e WMS (Warehouse Management System), além de outras aplicações.

Procedimentos

Esse profissional precisa ajudar a alocar insumos e produtos e ajudar que os mesmos possam ser movimentados de forma mais segura e mais rápida.

Essa movimentação inclui os ativos referentes aos estoques e demais insumos.

Visão holística

É importante que ele e toda a equipe possa enxergar toda a cadeia de suprimentos e cada ponto essencial do processo produtivo. Essa visão é fundamental para o processo de planejamento que lida com estratégias, táticas e ações operacionais.

Portanto, a empresa necessita muito da contribuição desse perfil de colaborador no quadro de sua empresa e na aplicação de seus projetos.

O sucesso dos projetos é importante para a atuação da empresa em um mercado cada vez mais competitivo e que depende da inovação tecnológica.

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