SAB | Supply Chain 2019

O evento reunirá 50 VPs e diretores de Supply Chain para 3 dias de imersão e discussões em profundidade sobre os principais desafios e tendências do setor.

Obtenha insights estratégicos para garantir que sua equipe e seus processos sejam otimizados, centrados no cliente e prontos para tirar proveito da transformação que acontece!

Por décadas, a busca pela excelência na cadeia de suprimentos nos levou a uma perseguição incansável pelo equilíbrio entre custo, qualidade e eficiência. Com as cadeias de suprimentos cada vez mais complexas e os clientes cada vez mais exigentes, a tecnologia oferece maneiras completamente novas de responder ao clássico desafio. Dados e análises, robótica e automação, inteligência artificial e blockchain estão permitindo que as cadeias de suprimentos atuais sejam mais inteligentes e adaptáveis, com visibilidade e controle aprimorados.

Um ano após a greve dos caminhoneiros, o que aprendemos com a crise?

Como expandir e trabalhar com os seus parceiros para garantir os ganhos de uma cadeia integrada? Como melhorar a previsão da demanda e a produtividade? Já somos ágeis o suficiente?

O futuro que previmos está acontecendo agora. Uma nova era arrojada está se desdobrando, onde as cadeias de suprimentos digitais e físicas se combinam para promover a inovação, a disrupção e gerar valor comercial. A transformação digital acontece hoje e você está na linha de frente. Líderes de supply chain bem-sucedidos se antecipam, aproveitam as novas tecnologias e criam cadeias de suprimentos integradas que proporcionam o crescimento dos negócios. O futuro é a combinação de cadeias de suprimentos digitais e físicas: maximizar o valor do que você já tem e catalisá-lo com o poder do digital.

Factory of The Future

Factory of The Future

Flexible, Digitalized, and Sustainable

(Martin Wilkie - Global Head of Capital Goods Research) - Citi GPS: Global Perspectives & Solutions © 2019 Citigroup

As consumers, we have all become used to the benefits of mass production consistent quality at a low price. This has been enabled by a century of progress in factory automation, starting from the advent of manufacturing assembly lines more than one hundred years ago.

Manufacturing productivity gains stalled in the early 2000’s, but we are now on the cusp of a new era of productivity, driven by the declining cost of technology (data and components), a pending explosion in wireless connectivity potential for industrial devices, and developments in advanced manufacturing, including robotics. Manufacturing will become “on demand’, where we can order single bespoke items in real time, at the cost of mass production.

The Factory of the Future might conjure images of ‘lights out’ factories with lines of industrial robots, but the robots of the future will not be like those in the past — they will be easily integrated into human environments, and become as common as cars or phones. In this report, Professor Daniela Rus at MIT suggests that technology advances will allow us to build robots capable of taking on a much wider variety of tasks, working with some degree of autonomy, working side by side with people. By teaming machine learning, robot systems, and people together, the world of manufacturing could be reshaped. This means a whole approach to production and jobs that we cannot begin to imagine. It could mean smaller factories, located closer to population centers, making fewer generic standardized goods, and more customized products. Even robots themselves will be unidentifiable compared to their history. Two technologies — soft and origami robots — point to a future of manufacturing where machines and people work side by side.

In product development, the processes of designing, improving, and testing can all happen in a virtual environment, substantially reducing risks, time to market, and development costs. Product design has been software enabled for years, but the software simulation of testing, production and usage can shave years off product development times. Automatically generating the production “code” from this process enables “distributed manufacturing”, further enabling the concept of localizing production.

Even beyond robotics, we are on the cusp of a revolution enabled by cheap data, computing, and components, as well as a pending explosion in wireless connectivity enabled by the rollout of 5G networks. This is not just about gathering data, but also enabling augmented reality to empower workers on the factory floor.

This is not without risk — Citi Economists show that manufacturing powerhouses like Germany and China are shaping policy around the expected upheaval. Fully digitized factories also raise crucial questions on cybersecurity risk.

In an era of trade tensions however, distributed manufacturing takes on a whole new appeal, and once consumers get used to bespoke production on demand, at mass-produced prices, there will be no going back.

We hope you enjoy the report.

Novos caminhos para o velho problema da logística varejista

Um dos gargalos do varejo nacional atende pelo nome de logística. O tema foi amplamente discutido no Whow! Festival de Inovação

Por: Ivan Ventura | Fonte: Portal NoVarejo

Um dos antigos e conhecidos desafios do varejo nacional é a chamada logística, ou seja, o transporte de um produto desde a sua origem até a casa do consumidor. O assunto, que aparentava ser de difícil solução, passou a ser discutido sob novas perspectivas, inclusive com o intenso apoio de novas tecnologias. E tudo isso foi colocado em pauta durante o primeiro dia do Whow! Festival de Inovação.

O tema foi discutido no painel “Inovando a logística no Brasil. É possível acabar com o pedido feito na Black Friday que só chega no Natal?”. A mediação coube a Ana Szasz, head de Ebit da Nilsen, que falou sobre os desafios da entrega no Brasil. Entre outros temas, ela mencionou questões como a manutenção das estradas, o uso de novos modais de transporte e as dimensões continentais do Brasil.

Além disso, ela também citou o desafio da logística urbana, uma ideia que cresce em paralelo ao forte processo migratório de pessoas do campo para a cidade. Pessoas do setor chamam essa entrega em trechos curtos de última milha. A Delivery Center, uma empresa especializada em logística urbana, inverteu essa ordem. Eles têm um olhar a partir do consumidor, logo não usam a expressão “última milha”, mas a “primeira milha”. E como fazem isso?

logistica

Eles falaram sobre o seu trabalho no Whow!. Segundo Saulo Brazil, CCO da Delivery Center, eles utilizam shoppings das cidades como mini centrais de distribuição. Em outras palavras, estocam os produtos dentro de espaços ociosos ou mesmo em uso desses estabelecimentos e, a partir desse momento, levam o produto até o consumidor em uma hora e meia.

“Todos querem abrir o canal próprio (centro de distribuição), mas nós fazemos o contrário. Nós invertemos a logística tradicional. Em cada shopping, eu tenho uma mini central de distribuição. Muitas empresas brigam para realizar entregas em 24 e 48 horas. Nós fazemos isso em uma hora e meia”, disse.

logística urbana

A logística urbana, inclusive, ganhou muita importância dentro das empresas a partir de datas comerciais como a Black Friday ou Natal. Para se ter uma ideia do impacto dessas data no varejo, a Netshoes, recentemente adquirida pelo Magazine Luiza, montou um verdadeiro esquema de guerra e atípico com foco no Natal e a BF.

“Quando uma escola de samba termina o seu desfile dias depois já planeja o próximo Carnaval. É isso o que acontece na Black Friday. Temos um PO (Product Owner ou gerente de projetos) apenas para avaliar o que deu certo e errado na data”, explica Marcio Chammas, diretor de logística da Netshoes.

No Magazine Luiza, a data também é significante para outro fim: atrair novos clientes. “Em média, 34% dos clientes que compram na Black Friday são formados por novos consumidores”, resume Luís Fernando Kfouri, diretor de logística da Magazine Luiza.

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Magazine as a service

A logística também foi o ponto de partida das falas de Kfouri e Chammas sobre o futuro da dobradinha Netshoes e Magazine. O Magalu está construindo uma grande rede com diversos centros de distribuição de produtos por todo o País, inclusive em lugares pouco explorados de estados no Norte e Nordeste do País. A ideia não é apenas estocar os produtos que vão para as lojas, mas também oferecer esses CDs para que parceiros comerciais possam também utilizar esse espaço. Dessa forma, cria-se um negócio para a empresa, um modelo com foco serviço – seria o Magalu as a service. As lojas também entrariam nesse modelo dentro das áreas urbanas.

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“A gente investe muito em logística. A ideia é transformar o Magazine em as a service. Hoje, temos 10 centros de distribuições e, recentemente,  entramos em quatro noves estados. Imagine vocês que entregamos os nossos produtos em até 48 no Pará. Quem faz isso?”, questiona Kfouri, que acrescenta: “Esse modelo também prevê uma automação nos centro de distribuição. Nesse momento, estamos fazendo um trabalho de regionalização da logística”, conclui.

A Netshoes deve se beneficiar dessa rede de centros de distribuição e tudo o que vem embarcado do modelo as a service do Magalu. “A gente quer aproveitar o alcance do magazine e atingir novos mercados”, resumiu Chammas.

Leia também: Itália inaugura o maior centro de logística do país

China se prepara para lançar plataforma de compartilhamento de informações voltada para cadeia de suprimentos

A China está no processo de criar uma nova plataforma que permitirá que os envolvidos no financiamento da cadeia de suprimentos acessem informações importantes sobre as empresas.

Ao longo dos anos, a China tem sido bem conhecida por ser particularmente opaca no que diz respeito aos dados e informações sobre sua economia, bem como empresas. No entanto, as coisas estão mudando rapidamente no país, enquanto a liderança chinesa tenta posicionar o país como a próxima grande superpotência. Em um novo desenvolvimento, foi relatado que a China está agora no processo de criar uma nova plataforma que permitirá que os envolvidos no financiamento da cadeia de suprimentos acessem informações importantes sobre as empresas. As empresas em questão serão pequenas ou médias, bem como aquelas que são classificadas como microempresas.

A plataforma estará empenhada em coletar diligentemente todas as informações relevantes com relação a essas empresas e torná-las facilmente disponíveis para aqueles que quiserem consultá-las. A Associação Nacional de Finanças pela Internet da China (NIFA) divulgou uma declaração a respeito desse desenvolvimento e disse:

A plataforma coletará, organizará e processará informações dessas empresas de forma abrangente a partir de cadeias de suprimentos e cadeias industriais relacionadas para representar essas empresas em diferentes níveis em uma rede completa de negócios.

No final do dia, muitas empresas menores e microempresas sofrem com a incapacidade de financiar seus negócios devido à indisponibilidade de informações importantes sobre suas operações.

Além disso, as instituições financeiras podem não confiar totalmente nas informações fornecidas por essas empresas. No entanto, com o surgimento de um terceiro confiável, será mais fácil para as instituições financeiras procurarem qualquer informação que desejarem e, em seguida, decidir sobre a possibilidade de financiar um negócio. Um representante da NIFA afirmou,

A plataforma fornecerá a essas empresas serviços financeiros sustentáveis ​​e de baixo custo, ao mesmo tempo em que permitirá que as instituições financeiras identifiquem com precisão os clientes para controlar os riscos de empréstimos.

Ele afirmou que a nova plataforma também será um imenso impulso para o crescente setor de tecnologia e Fintech do país. Muitas pequenas empresas de tecnologia e empresas de Fintech que estão à procura de capital semente também podem achar mais fácil conseguir o financiamento necessário para dar o pontapé inicial em suas empresas.

Fonte: China Gets Ready to Launch Supply Chain Facing Information Sharing Platform

Deverhum Consulting
Consultoria em Supply Chain

[Infográfico] Os 7 Desperdícios do Lean

Desperdício é tudo que consome recursos, mas não agrega valor ao cliente.

Um dos pilares do sistema lean, ou mentalidade enxuta, é a busca pelos desperdícios que podem ocorrer cotidianamente em uma empresa. O conceito é bem simples: desperdício é tudo que consome recursos, mas não agrega valor ao cliente. Difícil é eliminá-lo.

Um grande problema dos desperdícios é que eles, na maioria das vezes, ficam ocultos em meio aos processos produtivos. E como encontrá-los é o primeiro passo para combatê-los e eliminá-los, isso muitas vezes não é uma tarefa simples.

Uma boa dica para combater isso é tentar visualizar os “7 tipos de desperdícios”, conceito pioneiramente desenvolvido por Taiichi Ohno (1912-1990), um dos principais executivos da trajetória da Toyota, considerado um dos criadores do inovador sistema de gestão da montadora que deu origem à filosofia lean, autor de diversos livros sobre o assunto.

Pois vamos tentar entender, então, os “7 desperdícios do lean” com o seguinte infográfico desenvolvido por Rodilson Silva, do Guia Corporativo:

7 Desperdícios do Lean

 

Veja também: Consultoria Empresarial em Lean Manufacturing